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História Mystery Lands - Capítulo 1


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Notas do Autor


Nós primeiros capítulos pretendo apresentar mais os personagens, outras coisas como, poderes, a região, facções, etc serão explicados em capítulos futuros.

Capítulo 1 - Troca de informações


Na cidade no meio da noite uma mulher encapuzada anda pela cidade sem tentar chamar muito a atenção, ela se direciona para dentro de uma estalagem, ao entrar só se ouve vários grupos de aventureiros se embebedando e curtindo cantando ao som da música que um grupo de bardos estão tocando. Ao entrar fica mais nítido de que aquela mulher encapuzada por baixo daquela capa com capuz possui roupas que se assemelham muito a roupas de empregada de casa nobre, ela puxa sua capa para não chamar tanta a atenção e vai desviando das pessoas e indo para uma parte mais reservada onde havia poucas pessoas sentadas.

Ela se senta em uma mesa e logo atrás dela a um homem encapuzado sentado sozinho, ela puxa um envelope e tenta passar para ele sem chamar muita atenção, ele pega, sem se virar ele fala.

-Está tudo aqui...?

-Si... sim, ai está o mapa da casa do meu senhor e copia da chave de sua sala, está tudo aí dentro.

-Eu vou sair primeiro, vou deixar seu dinheiro aqui em cima.

-Ok... okay.

Ele se levanta e vai se direcionando a saída, mas enquanto ele saia ele esbarra em um aventureiro bêbado que estava conversando que acaba o enfurecendo.

-Você viu? Teve um pequeno grupo daquele Elfos revolucionários foram presos hoj...

*Esbarra

-Ei você!

O aventureiro segura ele fazendo seu capuz cair.

-Ou... me desculpe senhorita. *Corando

Após o capuz cair o que era de se esperar um homem era na verdade uma garota que deixa o aventureiro sem graça soltando ela.

-Você gostaria de se juntar a gente?

-Me desculpe mas estou um pouco ocupada agora.

Ela se vira colocando o capuz de volta e vai embora.

Ao sair ela se direciona para um beco próximo, chegando lá ela tira o capuz e de repente seu rosto emite um pequeno brilho se desfaz fazendo seu rosto voltar a sua forma normal a de um homem, ele pega o envelope e vê a planta da casa e verifica a chave.

-Hump... tomara que isso vale a pena.

Mais tarde ele já está ao lado da lateral do muro que cerca uma mansão, sem muito esforço ele consegue pular e vai rapidamente para os fundos onde a uma entrada que usada como deposito que dá um caminho para dentro da mansão, ao entrar ele tira seu capuz e olha em volta para ver se há alguém, com a área livre ele vai andando pela mansão que parece estar vazia mesmo estando com todas as luzes acessas, ele sobe uma escada se aproximando do quarto alvo, ao virar o ultimo corredor ele vê uma porta abrindo logo a sua frente.

Uma empregada sai de um quarto cantarolando carregando algumas roupas e vê que tem alguém indo na sua direção.

-Oi, você tinha sumido de repente, aonde você foi?

Quem ela vê é a mesma mulher que estava na estalagem que entregou o envelope.

-Eu tive que resolver umas coisas na cidade, nada demais.

-Aonde você está indo?

-Estou procurando um espanador que usei hoje e não lembro onde deixei pela última vez.

-Ok, se eu achar ele eu te aviso.

A empregada vai na direção oposta, o protagonista se apressa antes que haja outro imprevisto, ao chegar na porta ele usa a chave e consegue entrar. O quarto que serve como escritório está vazio e escuro, ele vai até a escrivaninha e vasculho os vários papeis a procura do que ele quer, ele olha para uma mesa ao lado e tem um envelope que parece que ainda estava lacrado, ele abre.

-Hum... acho que é isso.

Ele guarda o envelope e fecha porta por dentro, ele olha em volta, no escritório havia vários artigos valiosos e alguns pequenos objetos com várias joias neles, mas sem ligar muito ele vai na direção da janela e abre ela, quebrado uma parte dela para que se parecesse que foi quebrada por fora.

Ela sobe na janela e olha para baixo.

-Vai você consegue, não é tão alto assim...

Ele vai se esgueirando por fora da janela até ir na direção de uma árvore perto dali para conseguir descer, mesmo suando frio com o medo da altura ele consegue chegar perto da árvore e pular nela, usando ela para conseguir pular o muro e escapar.

Mais tarde ele chega em um lugar mais sombrio da cidade como se o reino esquecesse que aquele lugar existia, sendo largado até ser esquecido.

Ele entra dentro do que se parece uma pequena biblioteca acabada e vai para os fundos onde há uma escada indo para uma espécie de esgoto que passa por baixo da cidade, após andar um pouco ele chega em uma porta de madeira onde em uma fresta parece alguém para ver quem estava lá.

-Eai Sakushi conseguiu o que eu pedi!?

Sakushi apenas vai entrando, nessa ele entrega o envelope para ele.

O homem q abriu a porta abre o envelope e olha o que estava escrito.

-Kukukuku ótimo! Foii ótimo fazer negócios com você, a informação que você queira está ali em cima da mesa.

Sakushi vai e pega um papel e olha o que está escrito nele.

-Ei! Mas que droga é essa? Esse velho sabe mesmo alguma coisa sobre “Mystery Lands”?

-Sim... e seu eu fosse você correria para lá Kukuku!

-O que você quer dizer com isso?

-Um cavaleiro real veio aqui mais cedo e me perguntou sobre esse velho também, mas como nada é de graça eu cobrei uma quantia ridícula e para a minha surpresa ele a tinha e me entregou em troca da localização.

Sakushi corre na direção dele o jogando contra a parede sacando sua adaga, a colocando contra seu pescoço.

-Seu desgraçado, você sabe muito bem o que o reino faz com as pessoas que sabem sobre “Mystery Lands” !?

-Eu estou a anos trabalhando para conseguir informações sobre alguém que pode me dar respostas e você entrega para el...

O homem interrompe ele debochando de sua atitude.

-Você só está perdendo o seu tempo aqui Kukukuku.

Sakushi larga ele e sai correndo.

“Tomara que ele já não esteja morto”

Enquanto isso em outro lugar em uma pequena casa um pouco afastada da cidade q se assemelhava a uma casa no campo.

-Vovô você não pode ir descansar?

-Ainda não Naomi, eu terminar de escrever essa carta.

-Pra quem você tanto escreve?

-Hehe logo logo você saberá, entenda que a situação atual do reino está uma bagunça por baixo dos panos, me prometa que você nunca vai mexer com eles.

-Por que você tanto implica tanto com o rein...

*Toc toc

-Quem será uma hora dessa?

A jovem vai na direção da porta, enquanto isso o velho guarda rapidamente a carta em sua escrivaninha.

Ela abre a porta

Quem batia era um cavaleiro real com peças de armadura leves com o brasão real nela.

-Me desculpe lhe encômodar assim tão tarde senhorita, o senhor Miura está?

O cavaleiro a todo momento mantia um sorriso no rosto que chegava a ser perturbador e com segundas intenções.

Voltando para nosso protagonista que está chegando perto da casa.

"Corra, corra, não pare agora, você está tão perto agora"

Enquanto ele se aproxima se houve um grito vindo de dentro da casa que está com sua porta aberta.

-Aaaaahhhhhhhhh!

"Não, não.... Acho que cheguei tarde demais!"

Cap 1 Fim.



Notas Finais


Imaginem as feições do cavaleiro semelhantes com as do Gin Ichimaru de Bleach.


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