História Na Base Da Amizade - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekyeol, Chanbaek, Exo, Festa, Hunhan, Kaisoo, Kyungsooxcorretor, Lemon Kaisoo, Micão, Texting
Visualizações 184
Palavras 3.656
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente gente gente
Me perdoem a demora, tá? Eu queria ter postado antes mas o mundo tão tava colaborando e toda vez que eu tentava terminar esse cap surgia alguma coisa pra fazer rs

Enfim, último capítulo ;-; Vou ficar com saudades de escrever essa fanfic e com mtt saudades de vcss ♡♡

Espero que gostem e boa leituraa

Capítulo 12 - Lá fora? Eu quero é dar agora.


Kai estava tão sozinho naquela noite. Kyungsoo tinha viajado a trabalho para ajudar a promover e expandir a empresa de games em que trabalhava – com o CEO e mais alguns funcionários – ficaria apenas por alguns dias nos EUA e logo estaria de volta. Porém, Jongin, como o impaciente e hiperativo que era, aquela uma semaninha parecia ser um ano. Se sentia sozinho e a única companhia que tinha naquela noite era Bernard, o ursinho de pelúcia que o seu namorado havia lhe presenteado quando fizeram duas semanas de namoro. Por que namoro? Bom, porque nenhum dos dois haviam oficializado nada ainda. Agiam como namorados? Agiam, mas o compromisso não estava sério aos olhos dos outros. Já fazia seis dias que Kai estava naquele estado deplorável, saindo vezes ou outra apenas para comprar algo que faltou em casa ou sendo arrastado a força para fora por Yifan. Mas não estava tão morto assim, só estava mais carente e sozinho naquele dia, precisava do amor do seu namorado, porém ainda faltava um dia! Um dia! Aquilo era quase um tortura mental para si.

Jongin tentava fazer algo para comer, preparava um sanduíche. Ele até pensou em fazer algo mais digno de ser chamado de jantar, mas estava com preguiça e com desânimo demais até para sair da cama, então era como um milagre, numa sexta-feira triste e solitária – sem o seu melhor amigo/namorado –, Kim Jongin estar fazendo um sanduiche ao invés de chorar em algum cantinho. O que ele não fazia ideia era de que, Kyungsoo tinha chegado mais cedo da viagem e queria pressentia-lo com uma surpresa – desta vez não apenas com um pelúcia. Repentinamente, ouviu a campainha tocar. Kai ficou tão assustado com o barulho que chegou a deixar um talher cair no chão e, imediatamente caminhou para o corredor, até ouvir o telefone tocar logo depois.

– Tá repreendido em nome do senhor jesus. – Kai tinha visto um filme de terror há alguns dias atrás e assemelhou a cena com ele, ficando ainda mais receoso se abria ou não a porta. Mas, por um momento, deixou a paranoia de lado e decidiu atender o telefone antes de abri-la.

Se fosse morrer, que morresse com dignidade, certo?

– Alô?

Nini! – o moreno sorriu feito um bobo.

– Soo! Você tá bem? Meu Deus, que saudades. Eu quero saber de tudo. A viagem não foi estendida, né? Você vai vir amanhã mesmo, não vem? – Jongin balbuciava como um garotinho curioso.

Kyungsoo riu.

– Não, amor. Eu tenho notícias muuuito boas.

– Sério? Me conta!

– Abra a porta. – O pequeno pediu ansioso, ajeitando-se do outro lado.

– Tipo... agora?

– Tipo agora!

Kai foi quase correndo para a porta e quase chorou ao ver o namorado depois de tanto tempo, depois daquela semana angustiante sem ele. Kyungsoo segurava alguns balões vermelhos e brancos numa mão e possuía uma caixinha de bombons na mesma; na outra, segurava uma sacola com comida de um dos restaurantes favoritos de ambos. Não podia-se esquecer da forma como o pequeno estava, com um tipo de casaco chique que Kai mal sabia identificar, uma camisa branca por dentro e uma calça jeans, com o penteado arrumado em um topete, mas jogados de uma forma natural e que o deixava mais lindo ainda. O moreno se perguntava como tinha um namorado tão lindo, as vezes nem acreditava que tudo era real.

– Não, sem abraços agora. – Kyungsoo lançou um meio sorriso. Apesar de toda aquela produção, estava tão nervoso quanto no dia em que declarou seus sentimentos para Kai. Talvez até mais do que naquele dia.

O pequeno suspirou, com o coração acelerado e a respiração tão descompassada que qualquer um há um raio de um quilômetro podia notar o nervosismo de Kyungsoo.

– Bom... – sorriu de nervoso. – Nós namoramos faz algumas semanas, certo? Mas, sei lá... parecem anos... porque ainda parecemos amigos, só que vezes ou outra nos beijamos. – Kai deu uma gargalhada. – E eu amo isso. Eu amo tudo o que a gente tem, eu amo nossa relação, eu amo as besteiras que fazemos juntos. Parece que a cada dia em que se passa eu tenho mais certeza disso.

– Disso o que?

– De tudo! De que eu amo você, e... – abriu um meio sorriso. – porra, eu nem acredito que te namoro! – uma lágrima desceu pelo rosto do pequeno e Kai se derreteu todo com a cena.

– E você acha que eu acredito? – riu com os olhos marejados. – eu te amo tanto, Soo...

– Não fala essas coisas bonitas, seu idiota! Deixa eu continuar, se não vou acabar chorando que nem um bebê. – Kyungsoo respirou fundo antes de continuar. – Bom, eu sei que não te c-conheço há um século como o Kris, mas eu posso dizer que nesse tempo, desde que ficamos amigos, foram os melhores anos da minha vida, independente da hora em que eu passei a te considerar como alguém importante pra mim. Sabe, eu não acredito muito nessa coisa de tempo, afinal não é porque você conhece alguém há anos significa que vai ficar pra sempre com essa pessoa. As coisas mudam.

Kyungsoo suspirou mais uma vez.

– Eu queria ter palavras para descrever o quanto você é incrível e importante pra mim, o quanto você é especial, o quanto eu te amo. Mas não há como, é como se essa quantidade não existisse, fosse infinita. Quem conseguir achá-la me avise, por favor, porque nem eu sei. – soltou um riso. – Nem eu sei qual ponto seria o suficiente pra explicar o meu amor por você. Eu nunca me senti assim em toda a minha vida. Droga, Nini, olha isso! Eu estou aqui, todo arrumado e cheio de presentes, cansado de uma viagem longa de trabalho e ao invés de estar descansando, porque, eu não posso mentir, ainda estou com sono apesar de ter dormido horas no avião, ainda sim fiz questão de vir passar aqui para dizer o que eu sinto por você. Eu precisava dizer o que tinha de dizer antes de voltar pra casa. No caminho pra cá, automaticamente eu lembrei do quão lindo você é, e como fica ainda mais sorrindo; quando notei eu estava rindo que nem um idiota, com um sorriso bobo estampado na cara. Sabe o que é isso? Eu mudo com você. Eu simplesmente mudo, só com você. Não por obrigação, mas é que eu te amo tanto que eu sou capaz até de fazer coisas que antes, eu consideraria impossíveis de exercer, mas por você... ah, eu acho que eu faço tudo só pra te ver sorrindo.

Do dizia meio trêmulo, as vezes até se atrapalhava em algumas partes, mas Kai pouco se importou. A única coisa que o moreno conseguiu fazer – diante do seu choro desesperante em resposta as declarações de Kyungsoo –, foi dar-lhe um abraço tão apertado que o pequeno chegou até a pensar na possibilidade de ter quebrado alguma coisa, porém estava tão inerte e concentrado nas próprias palavras que também não ligou, sabia que o maior estava emocionado. Ele entendia muito bem, pois também estava no mesmo estado afinal. Kai chorava com o queixo encostado no seu ombro enquanto abraçava o menor, que sentia o estômago embrulhado e seu rosto fervendo ao proferir cada palavra próximo ao ouvido do namorado.

– Antes eu não entendia o que as pessoas falavam sobre o amor. Claro que eu sabia que era algo gigantesco, mas eu não tinha noção do quanto e muito menos entendia o motivo das pessoas, quando apaixonadas, apaixonadas de verdade, ficarem meio bobas com quem amam. Mas agora eu compreendo perfeitamente. – abriu um meio sorriso. – Então eu percebi que o amor é uma palavra pequena e que significa muito, mas não é nem metade do que eu sinto por você. Se eu pudesse lhe dar alguma coisa, eu daria a capacidade a si de ver o que eu consigo ver, de sentir o que eu consigo sentir, apenas olhando e beijando você. Eu posso ter me preparado demais para somente uma pequena pergunta, mas é que ela é a mais importante que eu já fiz na vida; afinal ela vale um trilhão de significados, porque com ela, é demonstrado o meu amor e o quanto eu quero isso, o quão próximo eu quero você em minha vida.

Jongin desmanchou o abraço e encarou o pequeno, com os olhos avermelhados de tanto chorar e o corpo tão encolhido que parecia até estar enfraquecido. Seus olhos pareciam querer dizer mil palavras mas ele mal conseguia falar uma, já que os soluços aumentavam a cada palavra de Kyungsoo. Ele amava tanto aquele garoto.

– Para alguns pode estar parecendo rápido demais. Só temos algumas semanas juntos desde que assumimos tudo, mas esse sentimento é recíproco e estava sendo segurado há anos. Nós nos amávamos antes mesmo da gente contar isso um pra o outro, até mesmo antes de sabermos. E... e eu queria um compromisso, eu quero um compromisso. Não que eu queira ser seu dono nem nada, mas eu prefiro oficializar isso, entende? Então... Você... – comprimiu os lábios antes de continuar. – Você quer namorar comigo?

O rosto de Kai se iluminou.

– Quer ser o rumpeltiltiskin da minha adaga? Quer ser o Ross do meu “Hi”? Quer que eu finja ser a Monica pra você ser o meu Chandler?

O maior acabou rindo em meio ao choro.

– Merda... eu... – Kai não conseguiu completar e, o pequeno, mesmo sem obter resposta alguma, estava certo que receberia um sim. Ele então ficou na pontinha dos pés, apoiou-se com os cotovelos nos ombros do maior e segurou seu rosto com as mãos, mordeu o lábio ao observar aquela boca carnudinha e não conseguiu se controlar para não beijá-la. – Eu te amo tanto... Nunca me senti tão apaixonado, nem sei como aguentei guardar esse sentimento por tanto tempo assim. – disse chorando, quase sussurrando, e colou a sua própria testa com a do menor.

Kyungsoo sorriu.

– Me ama?

– Amo demais. – declarou. – e eu quero, eu quero! É óbvio que eu quero. Quero muito ser seu namorado. Quero ser o seu Senhor das trevas, quero ser o seu Ross e quero ser o seu Chandler. – falou enquanto deixava beijinhos por todo o seu rosto. – Eu te amo demais.

– Tenho mais coisas. – disse sorrindo. – Comprei anéis, comprei o seu combo preferido do Burger King e trouxe bombons.

– Esqueceu do melhor presente.

– Qual?

– Você. – sorriu. – Veio um dia antes, não tem noção de como eu estava sem você. Achei que ia morrer.

Riu.

– Sim, terminou mais cedo. Vamos entrar? – O maior concordou com a cabeça e abriu espaço para Kyungsoo passar.


Mensagens novas de “Grupo das Galáxias”

Kai: Tenho um anel de compromisso agora.

Kai: CHUPEM.

Lay: Eita cu, tá todo mundo namorando menos eu.

Suho: Awn não fica assim, vem cá.

Chanyeol: O Suho não é hétero eu tô falando.

Chanyeol: É o destino, todo mundo aqui é viado.

Kyungsoo: Vereador.

Kyungsoo: Agora a gerente tá namorando mesmo.

Baekhyun: QUE.

Kyungsoo: VERDADE*

Baekhyun: Jongin tá namorando a gerente? Mas ele não tava com você?

Lay: Oloco.

Lay: Passou a perna, eu não deixava.

Sehun: E aí, delicias.

Sehun: Que que tá rolando?

Baekhyun: Jongin passou a perna no Kyungsoo.

Sehun: Amas eu vou bater no Kai.

Kyungsoo: OO PORRA CARLÃO!

Sehun: QUE CARLÃO?

Sehun: QUE CARLÃO É ESSE DO KYUNGSOO?

Baekhyun: Não vai me dizer que os dois tão passando a perna um no outro.

Kyungsoo: CARALHO*

Kyungsoo: CARVALHO GENTE.

Kyungsoo: VOCÊS SABEM QUE MEU CORRETOR TEM VIDA PRÓPRIA.

Baekhyun: E POR QUE VOCÊ NÃO DESLIGA?

Kyungsoo: POR QUE EU TENHO PREGUIÇA!


[email protected]$oo =)


Kyungsoo e Kai até que estavam indo bem nessa coisa de namorados/amigos. No começo, os dois acharam que ultrapassar essa zona de amizade para namoro seria um trabalho complicado, e que talvez a amizade até interferisse no relacionamento deles. Mas no final de tudo viram que nada foi tão difícil assim, era a mesma coisa que um relacionamento normal, e o que eles de fato deveriam focar era na comunicação e a conexão entre eles.

Kyungsoo havia acabado de acordar e Kai observava o namorado já fazia alguns minutos, desde que acordou. Tentou até achar um defeito, mas percebeu que era impossível Do ter algum. Ele era a própria perfeição.

– Bom dia, amor.

Jongin sentiu seus olhos brilharem ao ver seus olhinhos se abrirem e Kyungsoo se derreteu todinho ao apreciar a cena maravilhosa do seu namorado sorrindo para si ao acordar.

– Bom dia. – respondeu quase em um sussurro. Ajeitou-se na cama, ainda sonolento e encarou o maior.

– Meu docinho de coco.

– Meu pudinzinho. Meu brigadeirinho. Doce de leite.

Jongin pressionou seus lábios uns contra os outros e quase não conteve a risada.

– Amorzinho da minha vida!

– Aigoo, você que é! Te amo, meu bebezinho, estrela da minha manhã.

– Te amo mais que chocolate quente.

– Razão do meu viver! Minha vidinha linda! – Kyungsoo continuava bem com a atuação, mas estava prestes a rir.

– Minha coisinha preciosa. Quem é meu pudinzinho, ein? Quem é?

– Sou eu!! Sou seu pudinzinho!

Os dois começaram a rir.

– Brigadeirinho? Puta merda, Kyungsoo. – disse o moreno em meio aos risos quase gritantes.

Do deu mais uma gargalhada escandalosa.

– Eu agradeço por nós não sermos assim. – Kyungsoo comentou da mesma forma, limpando as lágrimas que escaparam, por tanto rir, com o dedo.

– Verdade.

Kai deu um breve selar nos lábios do pequeno e sorriu. Seus olhos brilhavam ao observar os detalhes do namorado, quase não piscavam para não perder a vista que tanto se maravilhava. Cautelosamente desceu seu olhar para seu corpo e não conseguiu controlar o sorriso, já estava observando Kyungsoo há um tempo, só que parecia ser mais interessante depois que ele acordara. Talvez o retrato fosse melhor após ter ganhado vida.

Uma ideia então passou por sua cabeça. Imaginou a noite anterior, haviam feito um sexo incrível e, no final do ato, Kyungsoo havia ficado naquela mesma posição, debruçado na cama enquanto o encarava. O moreno mordeu o próprio lábio e acabou deixando um sorriso sacana escapar.

– Você está muito vestido. Que tal tirar umas peças, Soo? – Jongin praticamente segredou, sussurrando contra seu rosto. – Fica sem nada pra mim.

– Você é muito tarado, sabia? – o pequeno comentou.

– Eu sei disso. – afirmou sorrindo.

Kyungsoo ergueu um pouco o quadril pra cima e abaixou de maneira lenta a sua boxer. Kai umideceu os lábios e o fitou de uma forma tão precisa que até mesmo seus próprios olhos transpareciam o quanto ele queria comer aquela bunda linda de novo. Do, ao finalmente terminar de retirar a roupa de baixo que cobria suas partes, voltou a relaxar na cama e acabou por sorrir com a cara hipnotizada que Kai fazia sobre si. Ele até gostava do fato de Kai ser dominador e louco nesse sentido, mas admitia que assustava saber que o moreno tinha tanto poder sobre si. Pelo menos na cama.


Kai: E aí, gatinho (Moonface)

Kyungsoo: Tá feliz agora?

Kai: Mais que o possível.

Kai: Você tá uma delicia assim ein.

Kyungsoo: Tô?

Kai: Uhum.

Kyungsoo: E por que não fala isso na minha bunda?

Kai: OPA.

Kai: Fala na sua bunda? Quero.

Kyungsoo: CARA* CAPETA!

Kai: Olha tu não chama essas coisa ruim pra minha casa não.

Kyungsoo: Desisto.

Kai: Desiste não, gato.

Kai: Nós já estamos no final do ano. O que vai fazer no ano novo?

Kyungsoo: Ah por favor né.

Kyungsoo: Vou dar três pauzinhos e jogar flor na água do mar.

Kyungsoo: PULINHOS*

Kai: PAUZINHOS KKKKKKKKKKKKKK PUTA MERDA KYUNGSOO.

Kai: Me lembre de nunca fazer sexting enquanto você não tirar esse corretor.

Kyungsoo: E pra quê fazer setinha?

Kyungsoo: Eu acho melhor precisamente.

Kai: Ah, então você quer tudo preciso? Intenso... entendi (Moonface)

Kyungsoo: Não disse isso! Eu acho membro melhor pessoalmente.

Kyungsoo: Foi isso que eu quis dizer.

Kai: Entendo. Meu membro é melhor pessoalmente né?

Kyungsoo: OOH PORRA!

Kai: Hmm gemendo assim de graça? Tá com vontade agora, gatinho?

Kyungsoo: Fazer o que lá fora, Jongo?

Kai: VOCÊ QUER LÁ FORA ENTÃO?

Kyungsoo: EU QUERO É DAR AGORA.

Kyungsoo: NÃO!

Kyungsoo: EU QUERO DAR LÁ FORA.

Kai: NA VARANDA?

Kyungsoo: Que varanda?

Kyungsoo: EU SÓ QUERO FICAR NA GRAMA.

Kai: NA GRAMA AGORA? AVEMARIA KYUNGSOO. ME FALA LOGO ONDE VOCÊ QUER DAR.

Kyungsoo: PIROCA QUE PARTIU MANO.

Kai: Que.

Kyungsoo: EU SÓ QUERO PAU.

Kai: OPA OPA OPA.

Kai: Se é pau que você quer, é pau que você terá.

Kyungsoo: Que.


Kai se levantou quase em um pulo e foi correndo até o menor, dando uma pequena volta na cama para pegá-lo no colo. Não se assustou e, ao ser pego se surpresa, optou por se agarrar mais no moreno, apertando seus ombros e deixando o celular cair na cama. Jongin, com o seu sorriso sacana e perverso, passava pelo corredor com passos acelerados enquanto o pequeno estranhava cada vez mais as suas intenções. Porém entendeu perfeitamente o que ele queria ao sentir suas costas encostarem a parede gélida – que ficava entre a sala e o corredor – e seu corpo ser prensado pelo corpo grande e corte de Jongin. O menor ofegou.

Kai lançou um olhar penetrante para si e aproximou seu rosto ao pé do ouvido de Kyungsoo. Do paralisou na hora e se perguntou como seu namorado podia mudar de humor tão rapidamente assim – e também como podia ser tão sexy daquela forma.

– Eu já te disse o quão gostoso você é? – sussurrou.

O menor ofegou baixinho.

– Merda... – Kai arfou. Já sentia seu membro se enrijecendo e não se controlou ao apertar as coxas fartas de Do com as suas mãos, descontando o desconforto que sentia por baixo da bermuda que usava. – Você é tão gostoso que só de te olhar eu tenho vontade de te comer todinho. Porra...

Kyungsoo sorriu. Amava o efeito que causava no maior.

– É por isso que eu vou fazer isso agora mesmo.

– Mas, nini... mas e se alguém chegar? – o menor disse receoso, com um biquinho manhoso nos lábios.

– Foda-se. Vai ter que esperar eu terminar de te fuder. – disse com a voz um pouco mais grave. Kyungsoo gemeu contra os lábios do maior, com as mãos apoiadas nas costas do moreno e a boca entre aberta.

– Uhum. Fode, fode o quanto você quiser. – Do disse sem hesitar, apertando os olhos de tesão.

– Ohh, puta merda... – Jongin sentiu seu pau pulsar. Forçou ainda mais seu corpo contra o de Kyungsoo e apertou a bunda do namorado com as duas mãos, sentindo seus cabelos serem agarrados e puxados como vingança. – Eu vou acabar gozando antes mesmo de começar alguma coisa.

– Então comece. Tipo...

Kai não esperou Do terminar e desferiu dois tapas com ambas as mãos naquela carne gostosa, fazendo Kyungsoo gemer e abrir seus olhos, voltando a encará-lo como antes.

– Tipo assim?

– Uhumm... tipo assim...

O maior sorriu de canto e alcançou seus lábios, iniciando um beijo desesperado e feroz. Kyungsoo desceu as mãos pequenas para suas costas e Kai, com sua afobação, adentrou a língua e buscou as mãos do pequeno com pressa. As levou para dentro de sua bermuda, pedindo silenciosamente para tocar precisamente ali. O menor arfou em surpresa e aprofundou o beijo, segurando seu membro e movimentando-se dentro da boca do moreno de forma semelhante, permitindo-o explorar sua boca da forma que quisesse. Kai deslizou seus dígitos pela sua cintura e após apertar aquela carne, segurou a ponta da sua camisa para erguer e tirá-la de uma vez.

Kyungsoo parou imediatamente ao ouvir um barulho vindo da porta.

– Aish... – resmungou e se assustou quando viu a maçaneta girar. – Jongin, quem tem as chaves da sua casa?

– Ninguém... er... Não, pera’... o Yifan tem.

– Amor, me diz uma coisa. POR QUE DIABOS ELE TEM AS CHAVES DAQUI? – Kyungsoo praticamente gritou.

– É que... ele... aish, não briga comigo, ele nunca vem assim sem avisar e... –

A porta se abriu. Kyungsoo corou na hora quando viu todos os seus amigos passando pela porta eufóricos, cheio de acessórios de festa e mais uma vez, XiuMin e Chen seguravam o bolo. Do tinha até perdido a conta de quantas vezes já quis se enterrar por culpa dos seus amigos. Não que fosse antissocial ou não curtisse os seus amigos, mas eles podiam avisar pelo menos uma vez quando fossem dar alguma festa, né? Aquilo era pedir demais?

– HOJE NÓS VAMO’ COMEMORAR O NAMORO KAISOO, PORRA! – Sehun chegou pulando de felicidade, soltando confetes de um lança confetes que segurava na mão.

– Ah, não... – Kai murmurou.

– Nini! – chamou sua atenção, com os olhos mais que arregalados.

Jongin arregalou os olhos lembrando do estado que seu namorado estava e escondeu Kyungsoo com seu próprio corpo, o encostando no balcão da cozinha. O pequeno só não estava tão envergonhado pois usava uma camisa de Kai, que ficava particularmente grande em si, e escondia suas partes baixas.

– QUEM INVENTOU ESSA FESTA? – o moreno gritou. Kyungsoo saiu do seu colo e saiu apressado dali.

Todos apontaram para o mais novo.

– Puta que pariu, Sehun. Avisa antes de fazer uma festa, porra.

– Eii, nem vem brigar com o meu Sehun. – Luhan disse puxando o maknae para perto.

– Espera... que? – fez uma expressão confusa.

– A gente meio que tá’ junto. – Sehun declarou abrindo um sorrisinho.

– Como eu já disse, TODO MUNDO AQUI É VIADO. SÓ FALTA O KRIS E O SUHO SAÍREM DO ARMÁRIO. – Chanyeol gritou, roubando um pedaço de bolo na mão de Baekhyun e mais alguns bombons da mesa com doces.

De repente uma pessoa apareceu na porta, enfurecida. A última que faltava pra completar o grupo; Suho. Estava todo suado e com o rosto avermelhado de tanto correr atrás do maknae.

– SEHUN. EU JÁ DISSE PRA VOCÊ NÃO DAR FESTAS NA CASA DOS OUTROS SEM AVISAR. – gritou exasperado e caminhou até Luhan e Sehun.

– SEHUN! – Kyungsoo voltou com os braços os braços cruzados, desta vez usando um short preto por baixo.

– Gente, calma. Eu sei que sou muito lindo, eu sei que sou muito especial, e eu sei que vocês me amam. – disse o mais novo, todo convencido.

– Quais são suas últimas palavras? – Kyungsoo perguntou. – Por que eu juro que vou te matar.


TIM.

VIM!

FIM*


Notas Finais


Gostaramm? Eu tentei gente, eu tentei shaubskznsk

E não se preocupem, pq eu não vou sumir, tá? já estou escrevendo outras histórias, inclusive irei postar uma OS ainda esse mês rs

E, bom, se ficarem com saudades dessa fanfic, eu posso fazer um extra depois hehe ♡ e aí, topam?


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