História Na escuridão eu te encontrei - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Akamaru, Anko Mitarashi, Asuma Sarutobi, Chouchou Akimichi, Chouji Akimichi, Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Guren, Haku, Hanabi Hyuuga, Hashirama Senju, Hidan, Hinata Hyuuga, Hizashi Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Inochi Yamanaka, Inojin Yamanaka, Iruka Umino, Itachi Uchiha, Izuna Uchiha, Jiraiya, Juugo, Kabuto, Kakashi Hatake, Kakuzu, Kankuro, Karin, Kiba Inuzuka, Konan, Konohamaru, Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Maito Gai, Mei, Menma Uzumaki, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Mito Uzumaki, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Personagens Originais, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Shion, Shisui Uchiha, Shizune, Suigetsu Hozuki, Temari, TenTen Mitsashi, Tobirama Senju, Yamato, Zabuza Momochi, Zetsu
Tags Anime, Hinata, Mistério, Naruto, Obihina, Romance, Shisuhina
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Palavras 1.943
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HI.

mil desculpas por demorar tanto, alguns problemas com a escola atrapalharam.
mas chega de enrolação.

Boa leitura! ^^

Capítulo 2 - Capítulo I


CAPÍTULO I

A pequena Hyuuga ficou paralisada, e por conta disso não conseguia argumentar com o homem a sua frente.

- Além de dorminhoca é muda? - Ele falava sarcasticamente. - O que foi madame? O gato comeu sua língua? - A Hyuuga nada falava. - Já que vai ficar calada, é melhor irmos. - Ele falava se aproximando.

- Vamos p-para onde? -  Ela juntou todas as suas forças para fazer uma miserável pergunta.

- Então você fala?! - O mascarado falava um pouco surpreso.

- Só me responde... - Ela pausou - Aonde v-vamos? -  Ela se repreendia mentalmente por ter gaguejado.

- Essa informação eu não poderei lhe passar minha querida.

- Eu não sou s-sua querida. - A Hyuuga logo ficou surpresa e um leve rubor tomou conta de suas bochechas. E o mascarado percebeu isso.

- Vejo que não repreende muitas pessoas. - Ele falava com a voz grave.

Era aparente que a Hyuuga estava com medo, estava em um quarto, amarrada e com um homem  com um rosto ainda não conhecido a sua frente, e que estava se aproximando cada vez mais.

- Não se aproxime. - A Hyuuga já estava com os olhos marejados. -  O - onegai. - Ela implorava.

- Não... não chore. - Falava autoritário. - Odeio quando alguém chora, principalmente mulheres. Sei que está com medo, mas não irei fazer nada com você. - Ele não queria assusta-lá mais, não sabia o que o chefe dele faria com ela quando a entregasse, mas parte disso era verdade, "ele" não faria nada com ela.

- O que pretende f-fazer comigo? 

- Eu? - Ela assentiu. - Nada. Não é nada contra você. Só preciso que coopere comigo. 

- Por que confiaria em você? Por que confiaria no meu sequestrador? - Essas perguntas pegaram ele de surpresa.

- Talvez... - Ele pensou bem na proposta que iria fazer. - Só talvez... eu te ajude a sair dessa.

- Sério mesmo? - A Hyuuga estava desconfiando. - Então me diz... como vai fazer isso?

- Me dá um tempinho para pensar, até chegarmos ao nosso destino irei pensar em algo... mas se você fizer qualquer tipo de escandalô na rua, não irei me arrepender em lhe entregar. - continuou. - Trato feito? 

- Vamos ver? - Ela fez cara de pensativa. - Fechado. - Ela o olhou confiante.

- Agora só me resta uma pergunta... - Ele pausou. -  Quando que você começou a falar tão firme, e a fazer tratos... ou parar de gaguejar? - Ele perguntou coçando a nuca.

- Vejo que não me conhece muito... - Ela deu um sorriso de canto. - Fui treinada a vida inteira para ser assim... lidar com caras como você é meu dia a dia. Só que no fundo... não passo apenas de uma garota tímida e assustada. - Ela confessou.

- Dessa parte eu não sabia. - Ele deu uma risada baixa. - Eu pesquisei de você sobre tudo, caracteristicas, hábitos, habilidades e coisas assim. - Ela se assustou. -  Não me olhe com essa cara, tive que fazer de tudo, para passar sobre sua segurança máxima.

- Isso é um pouco assustador, saber que uma pessoa que você nem conhece sabe tudo sobre você.

- Isso faz parte do meu trabalho. Agora temos que ir... - Ele falava se aproximando. - Lembresse do nosso trato madame.

- E você também terá de fazer o mesmo. - Ele assentiu, e a soltou. Ela se lenvantou e caminhou até ele, se aproximou de seu ouvido e disse. - Mas se você não cumprir sua parte do trato, eu juro que irei fazer de você um homem morto. - Subiu um arrepio na espinha, mas mesmo assim ele assentiu. 

- Agora vá ao banheiro tomar um banho e trocar suas roupas. 

- O que tem de errado com as minhas roupas? 

- ÉR... Você ainda não se viu no espelho? Você esta quase nua. - Ele coçou a nuca, meio envergonhado.

- Q-Q-Q-que? - Ela sentiu seu rosto queimar, com certeza estava vermelha de vergonha.

- Mas se isso te ajuda... Seu corpo é maravilhoso. 

- Se me der licença. - Ela passou direto por ele. - Tenho que tomar banho. - Ela disse trancando a porta do banheiro.

- S-se precisar de algo, é s-só chamar. - Ele deu uma bofetada em si mesmo, se repreendendo por ter gaguejado por uma mulher.

Hinata estava no banho deixando a água gelada cair em suas costas, precisava esfriar a cabeça, quem fazia um trato com o próprio sequestrador? Ela se perguntava. E como não percebeu que estava quase sem roupa? Afastou essas perguntas da cabeça e desligou o chuveiro pegando a toalha que estava ao lado, se embrulhou e começou a escovar os dentes com uma escova que ainda estava na embalagem. Passando algum tempo, pegou as roupas que estavam penduradas e se vestiu. Eram roupas simples, que possivelmente não era acostumada a vestir, sempre teve que usar roupas apresentáveis por conta da Empresa. Peenteou seu cabelo, e arrumou bem sua franja, destrancou a porta e saiu.

Assim que saiu de seu quarto deu de cara com uma escada e escutou um barulho vindo da sala, possivelmente seria da TV. Desceu as escadas e encontrou o Mascarado assistindo Sam e Cat, a perolada revirou os olhos e se aproximou.

- Não sabia que pessoas como você assistissem essas coisas. - Ela dizia em um tom debochado, e assustando o homem que estava a sua frente sentado no sofá. - E pelo visto ainda se assusta facíl.

- Eu nem me assustei... e-eu só estava treinando alguns pulos de sustos. - Ele pensou e continuou. -  E que tipo de pessoa você acha que eu sou Hyuuga?

- Do tipo de não liga para os sentimentos das pessoas.

- O.K agora magoou diretona. - Ele disse ofendido. - Mas agora... coloque este manto. - Ele lhe entregava um capuz preto, enquanto Hinata não entendia o por quê. - É apenas para passar despercebida. - A Hyuuga hesitou um pouco mas depois aceitou.

O manto era preto com bordas marrons e um capuz, quase igual ao manto do mascarado a única diferença é que o dele tinha nuvens vermelhas. A Hyuuga se vestiu.

- Pronto, agora temos que colocar o pé na estrada, ou não iremos conseguir chegar no aeroporto a tempo. - Ele disse pegando a mão da pequena e a puxando para porta. Fazendo a Hyuuga corar com tal ato.

- E-e para onde vamos? 

- Voltou a gaguejar? prefiro você assim, fica muito fofa, ainda mais corada. - Ele deu uma gargalhada.

- Não m-mude de assunto... minha resposta por favor.

 - Só porque você perguntou, não significa que vai conseguir uma resposta. - Ele falava com um certo deboche. - Mas como eu sou um cara muito legal eu irei responder, iremos para um lugar um pouquinho longe.

- Quero detalhes. - Era aparente a expressão irritada da Hyuuga.

- Isso você descobrirá quando chegarmos ao destino, quero ver se você é mesmo inteligênte. - Ele pensou e disse. - Pesquisei suas notas, tanto no colégio quanto na Universidade. E muitos falam que sua inteligência é sobre humana.

- O- obrigada. - Ela disse com um rubor em suas bochechas.

- Agora vamos. - Ele destrancou a porta pegou na mão da Hyuuga e saiu de casa. - Iremos nesse carro super luxuoso. - Ele disse mais animado que o normal quando abriu a garagem.

- Sério? Um fusca? - Estava indignada. - De luxo essa carroça não tem nada.

- Vira essa boca pra lá. - Ele gritou. - O Fusca é a última moda.

- Aff... tá bom, vamos logo. - Disse entrando no pequeno e velho fusca. E o mascarado sentou-se ao seu lado no banco do motorista.

- Vamos colocar o pé na estrada. - Ele ligou o carro e pisou fundo, deixando uma poeira sinistra atrás.

- E vai deixar a garagem aberta? - Falou pensando se ele iria voltar.

- Na verdade não, aquela casa que estavámos não era minha ou de alguém conhecido, entrei pela janela. - Dizia tranquilamente sem tirar os olhos da estrada.

- Calma... Você entrou em uma casa que não era sua? - Ela o olhava sériamente. - VOCÊ É LOUCO?

- Ainda pergunta? Eu sequestrei a Herdeira de uma das empresas mais famosas de Londres, e acha que eu sou louco por quebrar a janela e entrar em uma casa que não era minha? - Sua expressão era debochada por de trás da mascara. - Achei que fosse inteligênte Hyuuga.

- E eu achei que você fosse o Thor. - Dizia irônicamente.

-  Sério? Então você me acha um gostosão? Sinto-me muito honrado. Aposto que meu martelo te deixou em choque. - Ele finalmente tirou os olhos da estrada e começou a encara-lá.

- Ai meu kami... -  Olhou para o céu e perguntou com uma voz chorosa. - O que lhe fiz para merecer isso?  E não, eu nem olhei para... o seu martelo. - Ela bufou.

- Guarde minhas palavras pimentão... um dia ainda você irá olhar. - Ele estava confiante. 

- Vai sonhando "Thor". - Ela dava uma gargalhada baixa. - Pimentão? Sério? Eu te dou um apelido digno e você me chama de pimentão? - Estava indignada.

- Um dia você irá entender pimentão, e acredite em mim... Você vai gostar.

- E só mais uma coisinha... Esse fusca velho  e acabado que parece que veio do lixão você também roubou? - Ela perguntava com muita curiosidade.

- Não acredito que perguntou isso. Esse bebêzinho aqui é meu. - Hinata segurava o riso. - Nem vem com essa de rir da minha cara. Não liga pra isso Ashley... Ela só esta brincando. 

- Quem é Ashley? - Hinata estava com uma interrogação na cabeça.

- O fusca oras. Quem mais seria? 

- AAAAA SOCORRO. - Hinata não aguentou e começou a gargalhar sem parar. - VOCÊ... COLOCOU O NOME DO FUSCA... DE ASHLEY?

- Nossa que engraçado HAHAHA... to morrendo de rir pimentão. - Ele não queria admitir, mas que conseguiu fazer a Hyuuga rir o alegrava por dentro.

a Hyuuga estava com uma das mãos pressionando a barriga que já estava doendo de tanto rir, e a outra estava enchugando as lagrimas que insistiam em cair por conta do que acabará de ouvir.

- Sinta-se honrado Thor... Nunca ri dessa maneira. - Falava a garota que aos poucos voltava ao normal.

- Nunca? - ele perguntou vendo se aquilo era brincadeira, mas a garota assentiu. 

- Mas vi que a sensação é boa. - Ela falava com um certo brilho nos olhos.

O mascarado apenas assentiu, e voltou seus olhos a estrada... e logo o silêncio predominou o ambiente. Algumas vezes ele olhava a jovem de soslaio, e via que ela estava atenta as pessoas que caminhavam pela cidade. Mas logo voltou seus olhos para a rua, e por um momento desejou saber o que passa na cabeça da pequena.

Hinata olhava atentamente as movimentadas ruas, queria saber o que estaria fazendo da sua vida, tinha feito um trato com seu sequestrador e ainda criado um tipo de amizade com ele... por um momento não queria ir porque não sabia se iria voltar, mas ao mesmo tempo queria passar um tempo longe de seu pai. Um tempo longe das pessoas lhe dando ordens. Resumindo: Um tempo desligada de sua vida.

Ela pensou e pela primeira vez na vida iria sair de sua cidade natal... a antiga e bela Londres. E murmurou baixinho com os olhos marejados:

- Adeus... Família.


Notas Finais


me desculpem pelo capítulo pequeno,prometo que o próximo tentarei fazer um maior, e pelos erros de ortografia também... eu não revisei.

mas logo logo voltarei para compensar vocês.

Sayonara ^^


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