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História Na Irritante Jaemin. - Capítulo 3


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Notas do Autor


Olha aí, mais um capítulo delicinha.

Espero que gostem e sem mais delongas, vamos começar essa bagaça.

Capítulo 3 - Capítulo 3.


Fanfic / Fanfiction Na Irritante Jaemin. - Capítulo 3 - Capítulo 3.

(P.O.V Helena) ◖Pátio◗  

Quinta-feira.

※13:40※

- Tchau, gatinha. - Me abraçou apertado. - Até amanhã.

- Tchau, Junnie. - Sorri. - Um presentinho. - Beijei sua bochecha.

- Agora sim. - Piscou e saiu andando.

- Tchau, Lena. - Chenle sorriu. - Um beijinho do seu chinês. - Beijou o topo da minha cabeça

- Tchau, "meu chinês". - Rimos.

- E 'pra mim? Não vai dar tchau? - Jaemin apareceu atrás de mim.

- Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece.

- Cuidado, esse teu ódio pode virar uma paixão hein. - Revirei os olhos.

- Claro, com certeza. - Ironizei. Acenei para Chenle e saí da escola, começando a caminhar até o ponto de ônibus, vi um a caminho da escola.

- Quer carona? - Me assustei - pela enésima vez, só hoje - com o Na ali.

- Dispenso.

-Prefere ir andando, do que ir sentada, num carro, comigo?

- Primeiro, sim, óbvio e segundo, você dirige?

- Sim. - Falou como se fosse a coisa mais óbvia do universo.

- Prefiro não correr o risco.

- Tem certeza? Vai ser mais rápido do que caminhar.

- Devagar se vai longe. - Tentei imitar a voz de um velho sábio, arrancando um riso frouxo do mais alto.

- Última chance. - Parou em frente à um carro.

- Tchau, Na Jaemin.

- Pode me chamar de Nana, se quiser. - Acenei. - Garota difícil viu.

- Consequências por mexer com alguém de 1.52, lide com isso, "Nana". - Pisquei e continuei meu caminho até o ponto de ônibus.

Esperei por alguns minutos, até que finalmente chegou, embarquei nele e segui para minha casa.

- Comecei o dia bem. - Fiz dois amigos, um possível inimigo, dois motivos para prestar atenção na aula, a comida é boa... É... Até que tudo está correndo bem.

Um tempo depois, desci num ponto próximo à minha casa e andei calmamente até ela.

Estava tudo bem, até um ser passar correndo por mim, me fazendo cair no chão, ralando - não sei como - meu joelho.

- Puta que pariu viu, 'tava bom demais 'pra ser verdade. - O mesmo ser que me derrubou, voltou para me ajudar. - Que mico hein Helena.

- Desculpa, não te vi aí.

- Posso parecer grossa, mas porra, tu é cega caralho? - Me ajudou a levantar. Não sejam boca suja como eu, ok, crianças?

- Sim. - Arregalei os olhos. Puta. Que. Pariu. 

- Nossa, desculpa. - Ai, caramba. Mico.

- Brincadeira, enxergo muito bem. - Ah... Que filha da mãe... Não vai para o céu essa viada hein, humpf.

- Ai merda. - Nessa queda, meu óculos caiu, valeu universo, valeu mesmo! - Ah, não, essa merda foi cara. - Não enxergo muito bem sem eles, acredita? Por isso tenho que viver com essa coisa, que beleza.

- Está procurando isso? - A olhei.

- Obrigada. - Colocou os óculos em mim.

- De nada. - Agora que percebi, ela era policial... Puts! Policial! Será que ela vai me prender? Por conta de uns palavrões? Deus queira que não. - Sou Sook, se precisar, aqui está meu número. -Me entregou um cartão. - Fique bem e cuide desse joelho. - Foi até um segundo policial que algemava um cara. Imagina se eu tivesse atrapalhado uma perseguição? É muita má sorte 'pra uma pessoa só.

- Joelho? - Machuquei feio. - Uuuh, que horror.

Continuei o trajeto - mancando - e em poucos metros, cheguei em casa, vendo minha mãe sentada no sofá, jogadona, ô vida boa.

- Que porra é essa nesse joelho? - Fechei a porta.

- Oi mãe, sim estou bem, obrigado por perguntar. - Riu.

- Dramática hein.

- Tu que é afobada e já chega atropelando tudo.

- Responde logo, Helena.

- Tropecei na rua. - Melhor não mencionar Mi-Hi, deixa em off.

- Lerdeza. - A mais velha balançou a cabeça. - 'Tá com fome?

- Um pouco. - Suspirei. - Vou tomar um banho, ok?

- Ok. - Me olhou. - Aliás, como foi a aula? Fez amigos?

- Foi boa, os professores são ótimos. - Bem ótimos, nossa perfeição esses teacher. - E fiz dois novos amigos, Renjun e Chenle.

- Amigos? Garotos? Homens? Meninos? Pênis? - Meu pai brotou ali, me lembrou do Sr. Irritante.

- É, pai, credo. - Fui subindo.

- Quero conhecer esse guris, ouviu? - Pai mais ciumento que o meu? Conheço vários, mas enfim.

- Henrique, deixa ela amor.

- Mas-

- Vem assistir TV, vamos aproveitar esse momento juntos, sem trabalhar.

Entrei no quarto, jogando minha mochila no chão e me jogando na cama.

- Que dia...

Bateu uma preguiça de levantar, sério e, quando eu estava prestes a fazer isso, caí no sono.

~Quebra do tempo~ ◖Quarto◗  

※20:34※

- Filha? - Acordei com meu pai me balançando. - Filha, acorda.

- Hm? - Cocei os olhos.

- Vem comer. - Me sentei. - Tome um banho e desça, sua mãe está terminando o jantar.

- 'Tá bom. - Sorriu e saiu do quarto. Me levantei e fui para o banheiro. - Que cabelo é esse? - Ri sozinha. Pareço um leão, com essa juba enorme.

Tomei um banho, saí e me vesti (foto de capa) 

Prendi meu cabelo em um coque despojado, coloquei meu celular para carregar e, antes de descer, fui até a varando, observando o movimento.

Percebi que a varanda vizinha estava bem próxima, dava para pular fácil, fácil, não que eu pense em fazer isso, aliás, não invadam a casa dos outros, beleza?

Quando a luz do outro quarto acendeu, saí rapidamente, fechando as cortinas e descendo.

- Dormiu bem? - Minha mãe perguntou, desligando as bocas do fogão.

- Sim. - Me sentei. - Dormi feito pedra.

- Não sei como, eu e sua mãe f-

- O jantar está pronto! - Beliscou meu pai.

- Ai, amor! Doeu... - Passou a mão no local. Hmmmm, será que..? Uiuiui, safadenhos.

Arrumei meu prato e comecei a comer.

- Seu joelho 'tá melhor?

- Um pouco. - Bebi um gole de suco.

- Passe uma pomada depois. - Assenti.

- O que aconteceu aí, bombom?

- Tropeçou, lerda do jeito que é.

- Credo mãe, magoa viu.

- Dramática que nem tua mãe.

- Dramática? Teu cu. - Meu Deus, é muito amor nessa família.

- Ah, bombom, os vizinhos ao lado nos convidaram para jantar, no domingo.

- Sério? - Assentiu. - Que legal.

- A mulher é bem simpática. - A mais velha comentou.

- Nem conheceu a mulher direito.

- Cuida da sua vida, Henrique.

- Já 'tô cuidando, porque minha vida é você. - Roubou um selinho.

- É o amooor! Que mexe com a minha cabeça e me deixa assim, que faz eu lembrar de você e esquecer de mim! Que faz eu esquecer que a vida é feita 'pra viveeeer. - Cantei, com essa minha voz maravilhosa, fazendo os dois darem risadas, ou melhor, gargalhar da minha pessoa.

- Jà pode ir para o The Voice, bombom. - Rimos.

- 'Tá gostoso? - Assenti. - Amanhã começamos a trabalhar. - Minha mãe disse, colocando suco no copo do meu pai.

- Pois é, só que dessa vez, o horário é diferente.

- Diferente? - Levantei a sombrancelha.

- Ao invés de irmos de manhã e voltarmos na parte da tarde, vamos de tarde e voltaremos só de noite. - Podia ter simplificado? Podia, mas meu pai vive complicando as coisas. 

- Que horas?

- Das 14:30 até às 22:30.

- Henrique, não fale de boca cheia, que mania. - Mais uma vez, Jaemin tomou conta dos meus pensamentos, mas logo tratei de pensar em outra coisa.

- Puxado hein. - Bebi um gole do suco.

- Pois é, bombom.

- Aos domingos não iremos trabalhar.

- Um dia de descanso, pelo menos.

Continuamos a conversar sobre coisas aleatórias.

Depois de terminar de comer e lavar louça, passei a pomada em meu joelho e fui para o quarto.

- Boa noite, Lena.

- Boa noite, mãe. - Saiu do quarto.

Provavelmente não iria dormir tão cedo, então fiquei mexendo um pouco no celular, até que me surgiu uma idéia.

- Vou dar uma arrumada nesse quarto e, depois, uma hidratação no meu cabelo. - Acendi a luz e comecei.

Bem aleatório, eu diria, mas fazer o que, não consigo dormir.





Continua???




Notas Finais


E então, gostaram? Espero que sim.

Eu de Helena fazendo coisas aleatórias na madrugada por causa da insônia.

E essa família? Gente, muito amor.

Enfim, anjos, até o próximo capítulo, lindos.

Bejunda.


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