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História Na Irritante Jaemin. - Capítulo 30


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Notas do Autor


TRETA!!!
Só isso que posso dizer.

Ontem não postei porque perdi esse capítulo... Ai... Como dói...
Mas tudo bem, já passou.

Boa leitura meus amooooreeeess ❤❤❤

Capítulo 30 - Capítulo 30.


Fanfic / Fanfiction Na Irritante Jaemin. - Capítulo 30 - Capítulo 30.

(P.O.V Helena) ◖Rua◗  

Terça-feira.

※15:24※


- Tenho que ir, amor. - Aumentou o bico.

- Tudo bem. - Suspirou, me soltando. - Amor... - Disse manhoso. - Não demora.

- Prometo que vou tentar fazer o mais rápido possível. - Fiquei na ponta dos pés para beijar sua bochecha. - Seu fofo. - Sorriu ladino.

- Linda.

- Tchau, smurf.

- Tchau, baixinha.


~Quebra do tempo~ ◖Três semanas depois◗  

Sexta-feira.

※10:14※


Gente, então, deixa eu contar o que aconteceu nessas últimos dias para vocês, vamos lá.

O patrão da minha mãe resolveu fazer uma viagem à trabalho, para a Grécia, de um mês ou dois e decidiu levar ela, mas SÓ ela, deu uma treta que 'cês não 'tão ligado. Fiquei bem puta com o seguinte comentário de Dylan;

"Finalmente vou poder ter uma noite à sós com Heloísa".

Me subiu um ódio e já fui logo partindo para cima, sem brincadeira nenhuma, eu bati - muito - no CHEFE DA MINHA MÃE, quase quebrei o nariz dele. Precisou de duas pessoas para me tirar de cima dele, sério.

Minha sogrinha finalmente abriu os olhos e expulsou Kyung-Hu de casa. Quem amou essa notícia foi Jaemin, claro.

Com minha mãe longe, estou passando bastante tempo com meu pai, principalmente aos domingos, dia de sua folga. Nós vivemos grudados, todos os dias.

Descobri que Jeno conheceu uma guria num festa aí, fico bem feliz com isso, assim ele esquece Bruna de vez, que já partiu para outra, segundo ela mesma. Na real, nós nem nos falamos muito, mando mensagem mas ela não responde, parece até que não quer falar comigo. O motivo eu já não sei, que barbaridade, não?

Por outro lado, Junnie e eu conversamos todos os dias, sempre que possível, nem a distância faz a nossa amizade menor, muito pelo contrário viu.

Jaemin e eu estamos bem, nada além de algumas brigas bestas por comida ou algo assim. Parece que a cada dia nosso amor pelo outro só cresce. Só love manas e manos. 

Falando em amor, advinha quem FINALMENTE resolveu parar com o fogo no cu? Isso mesmo, Jisung e Chenle, eles estão namorando, que máximo, não? Eu fui a cupido, óbvio. 

Percebi que Mina está muito quieta, nem corre mais atrás do meu namorado. Ao mesmo tempo que acho isso bom, por ela ter - quem sabe - superado e apenas nos deixado em paz, sinto que essa branquela sem sal está aprontando alguma.

Hoje o dia está estranhamente estranho, 'tá feio, nublado, chovendo, sei lá. Estou com um aperto no peito desde que saí de casa.

- Lena? - Olhei para Chenle. - Está tudo bem?

- Ah, sim, claro. - Suspirei.

- Quase nem tocou na comida, anãzinha.

- Perdi o apetite, Brutus. - Senti que alguém me observava e isso fazia meu peito apertar mais. - Eu... Vou ao banheiro. - Me levantei e saí do refeitório, indo para o banheiro, de fato. - Ai, Deus... - Tirei meus óculos e joguei água em meus rosto. - Cacete de água gelada. - Me sequei e coloquei os óculos.

- Seu namoradinho faltou? - Respirei fundo. - Por isso está tão infeliz assim? Essa Mina tira qualquer um do sério, impressionante. 

- Me erra, garota. - A empurrei para o lado e saí do banheiro, indo para a sala, preciso ficar um pouco sozinha.


~Quebra do tempo~ ◖Pátio◗  

※13:32※


- Helena, você não vem? - Jisung disse, entrelaçando os dedos com os de Chenle, fofos mesmo. 

- Ah, meninos, podem ir, vou beber água.

- Certeza que não quer que eu te espere, cria?

- Absoluta, Hyuk.

- Tudo bem, anãzinha. - Beijou minha testa. - Não demore para voltar para a casa, hein. - Deu um peteleco no local. 

- Pode deixar, Brutus. - Sorri.

- Tchau, Lena. - Acenaram e foram embora.

Fui em direção ao bebedouro e, quando eu estava prestes a beber aquela água que me parecia geladinha, bem gostosinha, alguém me puxou pelo cabelo.

- Ei! - Me virei e vi Mina. - Porra garota, qual é o teu problema? - A empurrei de leve. - Ih, sem noção.

- Temos que ter uma conversinha.

- Conversar uma porra, vai se fuder. - Tentei passar por ela, mas essa demônia segurou meu braço. - O que é que tu quer de mim, caralho?!

- Escuta aqui, sua aberração! - Me empurrou. - Você roubou o Jaemin de mim! - Respirei fundo.

- Ai, jura? De novo com isso? - Essa menina precisa URGENTEMENTE de um macho, sei lá, ela tem que aprender a se valorizar e correr atrás de outro. Isso daí é falta de rola, certeza. 

- Isso não vai ficar assim! Acha mesmo que pode vir em meu território, roubar as minhas coisas e ainda me bater? Hm? - Me deu um tapa no rosto. - É bom apanhar, Helena? - Filha da puta...

- Me diga você, Mina. - Soquei sua cara. - Aceita que dói menos, vadia. - Mandei bem, não foi? Fala aí.

- Hoje não, Helena, hoje não. - Estalou os dedos e duas garotas brotaram atrás de mim. Oxi, virou "Meninas malvadas"? - Agora vai ter o que mereçe, vamos ver se Jaemin ainda vai te querer depois que eu desfigurar esse seu rostinho. - Elas seguraram meus braços. Que guria brava, neah.

- Me soltem! - Fomos para um dos corredores. - É sério, Mina? Precisa de mais duas cadelinhas para conseguir tocar em mim? Você é patética. - Parou em minha frente.

- Cala a boca! - Me deu outro tapa. - Se largar Jaemin, talvez eu pare de atormentar sua vida. - Segurou meu rosto com força. - E então? - Ri debochado.

- Nah, vou continuar a beijar, abraçar e transar com Jaemin, meu namorado. - Provoquei, com um sorriso arrogante nos lábios. - Mas valeu pela oferta.

- Resposta errada. - Um soco em minha boca. - Está preparada para apanhar?

- Ridícula mesmo. - Balancei a cabeça. - É tão covarde a ponto de me segurar? Só para eu não te bater? - Cerrou os punhos. - Tu é uma otária. - Uma COMPLETA otária. 

- Como sou muito boa pessoa, vou poupar você de ter que comprar outro óculos. - O tirou e o jogou em um canto qualquer. - Ou talvez não. - Riu soprado.

Mina começou a desferir socos em meu rosto e puxar meu cabelo. Até consegui dar alguns chutes nela, mas como estou presa, não adiantou de nada. Quando viu que eu estava já meio fraca, me jogou no chão e as três me chutaram, ou seja, levei uma surra. Essas vadias ainda pisaram em minha mão, joelho e acho que quebraram meu braço, que humilhação, hein Brasil.

- Espero que isso sirva de aviso para que fique longe de meu homem. - Segurou meu queixo.

- Espero que saiba que nunca vai ter Jaemin, nunca. - Cospi o pouco de sangue - por conta dos murros na boca - em sua cara. - Vadia imunda, vai morrer sozinha, ninguém vai amar uma pessoa assim. - Falei em um tom bem desprezível.

- Piranha! - Com um soco na barriga, essa puta se levantou e pegou minha mochila, derrubando tudo que tinha dentro. - Tchauzinho, perdedora. - Foram embora.

Fechei os olhos, sentindo meu corpo todo doer, desde meu couro cabeludo até os pés. Ouvi meu celular tocar, mas não tenho forças para levantar daqui, Mina conseguiu - de uma maneira covarde - me bater, me dar uma surra.

Me arrastei com o braço que não estava doendo até as coisas espalhadas no chão e comecei a juntar meus materiais, colocando tudo dentro da mochila. Não contive as lágrimas e fiquei chorando, no chão, encolhida. Me sinto tão fraca, tão... Inútil...

Fiquei no chão - nem sei por quanto tempo -, ouvindo meu celular tocar, cheia de dor, fraca.

- Que merda. - Passei a mão no canto dos lábios, sentindo o sangue escorrer.

- Ai, meu Deus... - Olhei para frente e vi os professores Jaehyun e Johnny, ah, que ótimo.

- É... Oi... Professores, tudo bem? - Tentei sorrir, falhando miseravelmente. - Como é que vai a família? - Não me perguntem o porque, só quis quebrar esse silêncio constrangedor.

- Céus, quem fez isso contigo, Lena? - Se aproximou. - Olhe para seu rosto... - Levantou gentilmente meu queixo, me fazendo olhar para si.

- Vamos levá-la para casa, Jaehyun. - O vi pegar minha mochila e os meus óculos. - Ou para o hospital?

- Não! Não precisa... Eu... Eu... 'To bem. - Tentei levantar, mas não consegui.

- Bem? Está acabada, um caco. - Jaehyun me pegou no colo, estilo noiva, aliás que braços forte hein? Nossa senhora. - Não consegue nem andar.

- Vamos para um hospital, ok? - Neguei. - Ok, vamos.

- N-

- Helena, por favor, fique calada e deixe os mais velhos tomarem o controle dessa situação. - Abri a boca, para tentar dizer algo, mas apenas suspirei.

- Tudo bem... - Fomos para o estacionamento e entramos num carro bem chique.

Johnny deu a partida e seguimos para o hospital, eu acho... Espero...

Depois de alguns minutos, finalmente chegamos. Saímos do carro e entramos no local - detalhe, eu aindo estou no colo de Jaehyun -, indo para a recepção.

- Boa tarde, então, senhora, precisamos de um médico, urgentemente.

- V-

- Minha senhora, ela foi, praticamente, espancada, tem noção da gravidade? Da maldade dos jovens hoje em dia? Será que pode agilizar aí? - Respirou fundo.

- Tudo bem, um médio virá em alguns instantes, preencham essa ficha e aguardem. - Entregou uma caderneta para Johnny e Jaehyun me levou para um dos bancos.

- Vai ficar tudo bem. - Me fez sentar. - Quem fez isso? - Desviei o olhar. - Me diga, para que possamos tomar as medidas necessárias.

- Não se preocupe com isso, professor. - Levantou meu queixo com o dedo.

- Não precisa ter medo.

- Prefir-

- Helena, me diga, qual o nome de seus pais. - Sentou ao meu lado.


~Quebra do tempo~ ◖Carro◗  

※16:25※


Essa vadia quase quebrou meu nariz e como suspeitei, quebrou meu braço. Estou com diversos hematomas no corpo, bochecha cortada e com roxos no rosto também. Minha boca está cortada, meu olho está com a parte inferior roxa, um verdadeiro horror. O doutor fez uns curativos nesses locais machucados, mas ainda sim é um horror.

O médico também disse que eu poderia ter quebrado uma costela, pelos chutes. Ah, sabe meu joelho? Pois é... 'Tá todo fudido também, por isso não consigo andar direito, 'to acabada, esse é o resumo.

Agora estamos indo para a casa, 'to com um puto cagasso de meu pai estar lá, já que não cheguei no horário certo. Se me ver nesse estado, vai surtar e não quero isso.

- É aqui? - Estacionou.

- É sim. - Respirei fundo ao ver o carro do meu pai. - Obrigada, professores.

- Helena, por favor... Nos diga quem fez essa barbaridade contigo... - Johnny pegou gentilmente meu rosto com as duas mãos.

- Precisamos fazer alguma coisa, isso não pode ficar assim.

- Não precisa ter medo. - Engoli a seco. - Foi algum dos garotos que anda com você?

- Não, eles não fariam isso comigo.

- Então quem foi? - Respirei fundo. - Foi alguma garota? - Assenti. - Da sua sala? - Neguei.

- Mina. - Se olharam. - Mas não precisam fazer nada, só... - Suspirei. - Sei lá...

- Vamos fazer sim, que isso, essa menina te deixou num estado deplorável, olha aí. - Valeu pela sinceridade aí, 'fessor.

- Acho melhor eu entrar. - Assentiu e me soltou, saindo do carro e dando a volta, vindo me pegar no colo, estilo noiva, assim como Jaehyun fez.

- Seus pais estão em casa? - Jung perguntou quando paramos em frente a porta.

- Minha mãe foi viajar e meu pai provavelmente está aí. - Tocou a campainha e advinha quem atendeu? Ele mesmo, senhor Henrique e, logo atrás dele estavam os meninos, olha que beleza, não? - É... Oi... Povo. - Johnny me colocou no chão.

- Bombom! Onde estava? Quem fez isso contigo? Fiquei tão preocupado... - Me abraçou apertado. - Você... Quebrou o braço? - Se afastou. - E vocês são...?

- Somos professores de Helena, sou Johnny, muito prazer. - Sorriu.

- Jung Jaehyun, desculpe por nos conhecermos nessa situação. - Sorriu também. - Encontramos sua filha no chão de um corredor, toda machucada e a levamos para um hospital.

- Como... O... E quem fez isso?

- Descobrimos que uma aluna fez isso e te garanto que ela vai ter a devida punição. - Olhei para meus pés.

- Podemos conversar em particular, senhor...?

- Henrique e claro, vamos. - Me olhou. - Entre bombom, já estou indo fazer algo para comer e cuidarei de você, ok? - Apenas balancei a cabeça.

- Helena, seu óculos. - Johnny colocou o objeto em meu rosto, delicadamente. - Não trincou. - Sorriu.

- Muito obrigada, Sr. Jung e Sr. Seo.

- Fique bem, Helena. - Me apoiei na parede e tentei andar até a sala, Brutus veio me ajudar.

- Sabia que não devia ter deixado você sozinha, cria. - Jeno me colocou sentada no sofá. Meu joelho 'tá doendo 'pra caralho.

- Ai, Lena... - Me abraçou. - Dói muito?

- Não muito, meu chinês. - Mentira, dói 'pa porra.

- Anãzinha... - Se sentou ao meu lado. - Como essa pessoa conseguiu fazer isso contigo?

- Meio que dois seres me seguraram.

- Esses covardes... - Jisung balançou a cabeça.

- Só assim para conseguir derrubar Helena Gonçalves dos Santos, né anjos. - Joguei os cabelos, fazendo todos rirem, quer dizer... Todos menos Jaemin, ele apenas me olhava, com um olhar indecifrável, medo? Com certeza.


~Quebra do tempo~ ◖Quarto◗  

※18:34※


Os garotos já tinham ido embora, e eu acabei de sair do banho, Jaemin me ajudou a fazer isso enquanto meu pai cozinha algo, ou pelo menos tenta. Ele ainda não dizia nada, só abria a boca para perguntar se doía, estranho...

Me vesti (foto de capa), fiz o de sempre e prendi meu cabelo em um coque despojado, me deitando na cama.

- Por que está tão quieto? - Nem olhar para mim, meu namorado olhava. - Está tão ruim assim para tu nem me olhar? - Respirou fundo.

- Foi ela, não foi? - Olhei para minhas mãos. - Foi, não foi, Helena? - Perguntou mais uma vez, um pouco mais alterado.

- Jaemin... - Abri a boca, mais nada saía.

- Sabia! Essa... Essa... - Passou a mão no rosto. - Falei para ela ficar longe de você, eu disse! - Me assustei com seu surto e me encolhi na cama.

- Calma. - Disse num fio de voz.

- Desculpa... - Se sentou em minha frente. . - Ah... Meu amor... - Me abraçou. - Não pude te proteger, quebrei a promessa que fiz para a tua mãe.

- Ei... - Levantei seu rosto. - Você não teve culpa, ok?

- Sou o motivo disso tudo. - Passou a mão em minha perna.

- Não pense assim. - Encostei nossas testas. - Ninguém mandou ser tão irresistível assim, Na Jaemin. - Rimos.

- Eu te amo.

- Também te amo, smurf da deep web. - Me deu um selinho.

- Fi- Opa. - Nos afastamos assim que meu pai entrou.

- Oi, pai. - Sorri. - O que é que o senhor fez aí? Qual é a gororoba?

- Prove. - Levantou um colher e enfiou na minha boca. - Gostoso?

- Hm... - Forcei um sorriso. - Que delícia.

- 'Tá horrível, não está?

- É, horrível. - Suspirou.

- Vamos pedir uma pizza.

- Melhor mesmo.

- Dói?

- Um pouco.

- Quer algum remédio? - Assenti. - Ok, vou trazer. - Saiu do quarto.

- Amor? - O olhei. - Preciso resolver uma coisa aí, mas depois eu volto, ok?

- Onde vai? Não me d-

- Juro que volto. - Beijou meus lábios de um jeito calmo. - Te amo e já volto, hein. - Se levantou.

- Jaemin! Volta aqui! Tu n-

- Te amo muito. - Saiu do quarto.

- Ai que merda! - Já devem imaginar onde é que esse garoto vai, não é?


(P.O.V Jaemin) ◖Carro◗  

※18:45※


Mina 'tá fudida! Nossa... Mas vou acabar com essa garota!

Filha de um puta, mexeu com a minha Helena, tem noção da gravidade? Do estado em que ela deixou minha namorada?

Ah, mas essa vadia não perde por esperar... Se prepare Mina, sua vida vai ser um inferno a partir de agora...




Continua???


Notas Finais


Eita, eita, eita!

Mina é uma cachorra, não?
Ih porra... O que será que Jaemin vai fazer hein?

A próxima fiz está prevista para semana que vem, ok? Ok.

ENFIM, até o próximo capítulo meus anjos, amo vocês ❤


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