História Na lama pelo amor. - Capítulo 1


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Categorias TWICE
Tags 2yeon, Dahmo, Michaeng, saida, Satzu, Sohyo
Visualizações 75
Palavras 3.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, LGBT, Luta, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Finalmente estrando fic nova xD Eu espero de coração que vocês gostem, essa fanfic vai ter um foco mais na comédia e um pouco de romance também xD Me digam o que acharam, o que acham que vai acontecer daqui pra frente, vamos trocar ideia <3 Eu sou legal gente xD Desculpem os erros, a maioria obviamente é proposital devido ao jeito de falar escolhido, fora isso se acharem algum que não for devido a isso, peço que me desculpem <33 Amo vocês demais <33 Boa leitura gente <33

Capítulo 1 - Bezerros e um sorvete.


05h00min:

 

  Um lindo e deslumbrante dia se iniciava, o sol vinha chegando lentamente, iluminando todo o campo verde, as plantações, os animais que começavam a pastar, o galo que já cantava o mais alto que podia anunciando a chegada de um novo dia. A propriedade da família Yoo era um tanto quanto grande e bonita, cultivavam coisas como trigo, arroz e outros tipos de grãos, a fazenda fornecia para a maior dos comércios da cidade e o lucro era bom demais, suficiente para que pudessem viver de uma situação razoável, não tinha tantos luxos, mas conforto, amor e diversão não faltavam ali, algumas briguinhas também não.

 

  A mesa do café estava bem arrumada e lado a lado sentadas o casal tomava café, Nayeon e Jeongyeon não eram o exemplo de casal incrível, não eram perfeitas, tinham seus defeitos. Mas o que não faltava ali era muito amor e felicidade, brigavam mas no minuto seguinte se resolviam. Nayeon tinha um temperamento meio forte, enquanto que Jeongyeon um temperamento mais divertido, relaxado e calmo é claro, no fim das contas as duas se completavam imensamente.

 

—A minha flor quer mais café? — Jeongyeon perguntou se inclinando para o lado e deixando uma mordida pela bochecha da esposa. Nayeon sorrio e limpou o bigode de leite que havia formado em seu rosto. —Coisa mais fofa de mundinho meu, minha coelha.

 

—Pois sou mesmo e acho bom tu não ir se engraçar com nenhuma outra, senão corto tu na enxada. — Nayeon sorrio e Jeongyeon riu, adorava o ciúmes da esposa mesmo depois de tanto tempo. —Oshi e me sirva o café logo, ainda to morta de fome.

 

—Toda vez que tu me fala isso, me lembro daquele dia que tu falou da gravidez, você vivia cheia de fome, eu tinha que levanta cedinho pra ordenha as vaca. Isso quando você num levantava primeiro e ia lá com a canequinha.  — Disse servindo o café para a outra, Nayeon lhe deu um selinho demorado e suspirou.

 

—Lembro como se fosse ontem, pena que a gente num arrumo mais nenhuma cria. Mas também quem precisa de uma quando se tem a nossa bichinha, ela é pequena, mas vale por duas cria. — Nayeon falou e Jeongyeon concordou enquanto alcançava o bolo e cortava o maior pedaço que conseguia, a castanha deu um leve tapa na mão da loira. —Para de ser olho grande, nossa fia nem comeu ainda.

 

—Falando nela, onde é que essa menina se meteu em? Já ta na hora de se levanta oshi, num gosto de preguiça. — Perguntou curiosa e Nayeon deu de ombros, pois quando levantara a mais nova já não estava em casa. —Hm, se ela saiu, quer dize que você e eu estamos sozinhas?

 

—Sim... Mas vê se num começa Jeongyeon, ainda nem terminamos de comer oshi. — Falou, porém o invés de se afastar, ela começara a se aproximar um pouco mais. Jeong sorrio ladino e puxou a esposa para seu colo. —Yoo Jeongyeon... Você pare com essas coisas...

 

—Ah mais eu num paro... Amo minha esposinha, quero ficar de chameguinho com você minha flor do campo, a mais bonita de todas. — Murmurou começando a distribuir beijos pelo rosto da castanha, Nayeon sorrio boba. —A gente podia ir lá toma um banho, juntinho você e eu nas espuma tudo...

 

—Então me leva minha vaqueira... — Gritou animada e Jeongyeon se levantou com a mesma em seu colo.

 

  As duas começaram a sair da cozinha aos beijos, porém ao chegarem na sala acabaram por parar ao ouvirem o som alto de alguns tiros que vinham do lado de fora. Jeong jogou Nayeon no sofá e jogou-se em cima dela afim de protegê-la ou pelo menos tentar proteger. Nesse momento pela janela daquele cômodo, uma jovem entrara o mais rápido que conseguira e se jogara no chão, começando a se arrastar para debaixo de uma pequena mesa que havia ali pela sala. Logo os tiros pararam e o casal saiu lentamente do sofá, Nayeon ajeitou seu vestido e Jeongyeon fez o mesmo arrumando suas roupas, ambas caminharam até a mesinha e botaram as mãos na cintura.

 

—Por que diacho tu ta ai enfiada debaixo dessa mesa dona Yoo Chaeyoung? — Nayeon disse claramente brava, Chaeyoung tirou as mãos da cabeça e levantou a mesma pra olhar para a mãe, sabia que ela estava uma fera. —Responde se não vou te esquentar mocinha com aquela cana que fica atrás da porta.

 

—Calma Nay, nossa bichinha quase tomou um tiro nos miolos. — Jeongyeon estendeu as mãos para a filha segurar e se levantar, Chaeyoung fez isso e abraçou a loira. —Mas numa coisa tua mãe tem razão fia, tu precisa conta pra gente o que aconteceu.

 

—Ah cê sabe né mãe, eu levantei bem cedinho pra ir lá na fazenda do seu João, tentei pegar uns bezerro dele, mas o velho já tava mais do que acordado, fico doido e começo a dar tiro pra todos os lados. — Chae coçou a cabeça e virou o rosto olhando a mesa do café. —Ai eu fugi como sempre e acabei aqui juntinho de vocês.

 

—Chae você sabe bem o que eu penso disso. Não é justo você nossa fia fica fazendo tudo isso, correndo risco de vida, enquanto tua prometida num faz é nada pra te ter também. — Nayeon resmungou e ela estava certa, porém Chae não entendia o ponto de vista da mãe.

 

—Deixe a menina Nayeon, cê sabe muito bem que desde o nosso tempo as coisa já eram assim, eu mesma passei um aperto pra consegui tua mão. — Jeong disse nostálgica e Nayeon revirou os olhos. —Se lembra como que foi difícil conseguir? Dei um duro danado.

 

—Eu lembro sim, como poderia esquece, tu teve que suar a camisa de verdade. — Falou já mais calma e começara a seguir até a cozinha, Jeong e Chae foram logo atrás. —Aquele tempo era um pouco mais fácil até, hoje em dia ninguém mais gosta de ajuda os vizinho.

 

  Jeongyeon concordou e a família se reuniu na mesa, Chaeyoung começara a pegar tudo que via pela frente para comer, a mais nova estava morrendo de fome desde que acordara cedinho, não conseguira tomar leite na fazenda dos Hirai e nem comer queijo da carroça do fornecedor de queijo da cidade.

 

—Come devagar Chae e ouve eu aqui. — Jeong disse e Chae encarou a loira. —No meu tempo, eu tive que consegui 20 galinha das melhor e um galo índio, as galinha até que num foi difícil. No começo eu fazia as mesma coisa que você, tentava roubar dos vizinho, mas um dia eu desisti  por que quase tomei um tiro na orelha e comecei ajudar na feira.

 

—Ocê ta falando sério? Que dize, você ta falando sério mãe? — Chae perguntou de boca cheia e ganhou um belo de um tapa dado por Nayeon. —Desculpa mãe.

 

—Sério, ta pensando que era mel na bolacha? Era não fia, tive que trabalhar na feira pra ganhar as galinhas e bom, depois eu negociei com seu avô e o véio aceito, ai eu montei no cavalo mais encapetado dele e consegui num cai. O resto tu sabe né, casei cá tua mãe, tivemos você e agora estamos aqui. — Terminou a historia e segurou a mão da esposa.

 

—Eu vou ver o que faço pra num precisa rouba mais. E vou fala com a Mina também mãe, ver se ela aceita falar com vocês. — Disse e a castanha assentiu, Chae suspirou imaginando o momento em que veria sua amada flor e lhe beijaria a boca que tinha gosto de manga doce.

 

  Chaeyoung suspirou completamente boba de amor, as duas mais velhas sorriram e Jeongyeon lembrou-se de uma coisa que ao seu ver era engraçada e talvez importante para a filha.

 

—Chae deixa a mãe tira uma duvida aqui que surgiu. — Jeong coçou o queixo e Nayeon arqueou a sobrancelha enquanto Chae assentiu de imediato. —O que você faz com o seu cobertor naninha quando você e a Mina vão fazer nheco, nheco? Tu esconde ele ou larga de lado?

 

  A mais nova quase engasgara com o bolo que tinha na boca, Jeongyeon adorava tirar uma com a cara da filha, porém Nayeon não gostava nada, por isso acertara um de seus mais fortes tapas no braço da Yoo.

 

—Da bola pra ela não fia, sua mãe acordou besta hoje. Deve se falta de mexe no canavial ou dormi direito. — Comentou e Chae suspirou concordando.

 

—A gente ainda nem fez essas coisa mãe. Mina e eu num fazemos nada alem de beijar e ficar abraçadas. Pois eu amo aquele cheirinho de lavanda que ela tem e o gosto de manga que os lábio doce dela tem também. — Chaeyoung era complemente besta por Mina e isso não tinha como duvidar. —E mãe Jeong, a mãe Nay já me disse que essas coisas só pode fazer depois do casamento, ai Mina e eu vamos pode ir lá pro canavial igualzinho outros casal faz.

 

—Pois então se ela disse ta dito. Agora vamos come que isso ta muito bom bichinha e tu precisa cresce. — Jeongyeon achou melhor encerar a conversa, não ia mais encher a filha para não apanhar da esposa novamente.

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07h15min:

 

  Ainda era bem cedo, mas a agitação na casa da família Myoui era consideravelmente grande, não por haver serviços demais ou alguma confusão, mas sim por que a filha do casal estava agitada. Mina andava de um lado para o outro, ela não morava muito longe das fronteiras, então fora bem possível ouvir os tiros de toda manhã, ela sabia bem o que significavam, que sua amada mais uma vez tinha ido atrás de conseguir as coisas para ter sua mão, mas o problema era que isso parecia cada vez mais distante. A japonesa já estava cansada de ter que esperar tanto e ver todos os dias seu pai fazendo o mesmo discurso.

 

—Mina cê tem que entende minha fia, aquela mulher num é pra você. Ela num consegue nem arruma 30 bezerro, quem dirá cuida de você e da tudo que você precisa pra ser a melhor fazendeira e criadora de gado que essa cidade já viu. — O pai de Mina insistia em dizer enquanto a mais nova caminhava de um lado para o outro bufando de raiva.

 

—Ela é pra mim sim meu pai e o senhor num tem nada de haver com isso. Quem ama ela sou eu e não o senhor. Quero se criadora de gado não, quero é viver uma vida de paz e sossego, cultivando alimentos bons e não boi pros rico mata no frigorifico da cidade. — Mina esbravejou. —E o senhor ta exigindo demais dela e sabe bem disso, arruma 30 bezerro é impossível meu pai, nenhum fazendeiro vai quere ajuda e ela num consegue rouba, nem compra porque o senhor é o único que vende e o seu João ama mais os boi dele do que ama a esposa.

 

—Mina o cê abaixa esse tom minha fia, se não te dou um tapa que vai faze tu para lá no cafezal das Jeon. Agora me deixe menina e vá cuida das tuas coisas que eu vou cuida das minhas, quando aquela pirralha aparece aqui com o que eu pedi a gente conversa, do contrario tu vai é casa com a herdeira dos Jung. — Disse se sentando pra ler o jornal em sua cadeira na varanda, Mina deu um gritinho nervosa.

 

—Mas num vou mesmo ta doido. Meu pai, espero que tu encarecidamente pense no quanto ta sendo injusto, já penso de a Chae toma um tiro? A responsabilidade é tua que pediu pra ela os bezerro. Eu valho muito, por que sou uma flor do campo, mas o senhor exarou demais já. — Falou mais baixo e o mais velho deu de ombros, não estava nem ai, queria os bezerros ou não tinha mão em casamento.

 

—E eu espero Mina, que cê perceba que tudo  o que faço é pro teu bem fia. Agora me deixe em paz e vá cuida da tua vida, das tuas coisas menina, vá ver como anda a contagem do gado pra vacinação. — Disse fazendo sinal para que Mina saísse e ela assim o fez, mas não seguiria a sugestão do pai, iria fazer o que bem quisesse.

 

  Saiu dali batendo o pé e bufando, queria muito que seu pai parasse com aquilo, mas pelo jeito ele não tinha a menor intenção de fazer isso. A japonesa andou até a cocheira, onde sem muita dificuldade colocou a cela em seu cavalo favorito, ajeitou tudo e saiu com mesmo sem um destino certo, mas esperava de todo coração conseguir encontrar com Chaeyoung e enche-la de beijos, para que ela tivesse forças para continuar tentando e lutando pelo amor de ambas.

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10h00min:

 

  Falatório, ofertas, risos e fofoca eram as principais coisas que podiam ser ouvidas naquela enorme feira de todo dia, onde as pessoas da cidade podiam comprar os melhores produtos direto da fazenda, estava mais para um mercado a céu aberto. Tinha queijo de todo tipo, grãos, frutas, verduras e legumes, tinha peixe e carne de todo os tipos também, cana de açúcar, leite do melhor e utensílios que eram absurdamente uteis dentro de casa e sempre tinha alguém precisando comprar. Algumas barracas se forneciam roupas também e sapatos, mas as barracas mais animadas eram a do sorvete e a do pastel, onde a maioria dos jovens se reunia pra passar a manhã falando bobagens.

 

—Eu vou cumpra a droga do sorvete que ela quer. Saia daqui bicha fedorenta... — Gritou uma jovem de cabelos não muito longos enquanto caminhava até uma loira.

 

—Mas nem pense nisso, quem vai cumpra o sorvete vai se eu... — Gritou uma castanha de cabelos longos puxando a outra e tentando passar em sua frente. —E fedorenta é você que vive ordenhando vaca.

 

—Melhor que vive rolando no chiqueiro atrás dos porco... E saia da minha frente, quem, vai cumpra o sorvete pra Dahyun vai se eu e ponto. — Empurrou Sana para o lado e avançou, porém a outra foi mais rápida e logo a segurou. —Desencosta de mim com esse palito de dente seu e vai caça o que faze...

 

—Palito de dente? Cê nunca viu pra sabe se é isso mermo, cume que pode sai falando? O seu que deve ser minúsculo. — Sana esbravejou e enquanto isso não muito longe dela, Dahyun e Tzuyu observavam e riam de ambas, pareciam duas crianças.

 

—Quê? Repete ai que eu num escutei. — Momo avançou contra a outra e elas iniciam mais uma nova briga.

 

  Não tinha jeito, bastava ficarem perto que as brigas começavam, mas ambas tinham motivo, pois eram pretendentes da filha caçula da família Kim. A jovem não conseguia se decidir se queria casar com Momo, a filha mais velha do Hirai ou com Sana, a filha única dos Minatozaki. As duas tinham muitos dotes, eram de famílias ótimas e Dahyun se sentia bem ao lado de ambas, mas não chegava a querer ficar com as duas como um poliamor, estava apenas confusa.

 

—Bom, se ficarmos esperando elas estamos ferradas. Eu pago o sorvete, você vai querer de que? — Perguntou a filha única da família Jeon. Tzuyu achava divertido ver as duas brigando, mas se sentia um pouco chateada, pois amava muito Sana e gostaria de ser a prometida dela.

 

—Concordo, compra pra mim o mesmo que comprar pra você. Eu num sei o que faze com que essas duas, ambas são incríveis Tzuyu. — Dahyun comentou se sentando enquanto Tzuyu fazia o pedido. —Sana é muito respeitadora e eu até que gosto sabe, ela diz que até num devia me beija na boca, por acha que é farta de respeito. Já a Momo é mais peste, ela me respeita, mas ela me da um calorzinho que meu pai do céu, eu gosto muito. Ela vive me roubando beijo quando a gente sai passear.

 

—Sei conheço as peça, bom chame elas antes que se matem e vamos toma o sorvete antes que minha mãe apareça aqui e me leve embora. — Disse observando ao redor para ver se Jihyo não estava por ali já.

 

—Momo-san, Sana-san, venham toma o sorvete. A Tzu compro pra nóis tudo. — Dahyun fez um aceno e logo as duas japonesas se levantam dali animadas, e correram pra sentar uma de cada lado da Kim. —Vocês num podem fica brigando assim, coisa feia.

 

—Foi essa praga que cumeço... Vontade de enfia o sorvete no nariz dela... — Sana resmungou irritada e segurou a mão de Dahyun.

 

—Só apontei as verdade, num tenho culpa se ficou se doendo ai. Palito de dente. — Momo disse sorrindo e logo estendeu seu sorvete para a Kim. —Cê quer um pouco meu docinho de queijo?

 

—Hm, eu quero sim Momo-san. — Disse e logo provou o sorvete da Hirai, Sana fez careta e estendeu o seu também até ela. —Obrigada Sana-san. —Dahyun também provou o dela e Sana sorrio.

 

—Hyun gostou mais do meu sorvete né meu dengo? — Sana mostrou a língua para Momo e a Hirai quase estourou a casquinha de sorvete que tinha em mãos.

 

—Oshi que mentira mais cabeluda, bem mais até do que tua bunda seca. — Momo provocou e Sana lançou um olhar mortal para ela. —Ela gosto mais foi do meu, né mermo docinho de queijo?

 

—Aff, ela gostou dos dois, por que são iguais, Cêis poderiam para de briga né, parece duas criança cheia de ranho nariz que briga por tudo. — Tzuyu resmungou e ambas pararam.

 

  As duas começaram a começaram a mimar Dahyun enquanto ela conversava com Tzuyu sobre coisas do dia e a feira agrícola que em breve teria com todas as fazendas da região, teria muitas coisas e seria absurdamente divertida.

 

—Tzuyu minha fia, podemos ir já. Cumprei as borracha de panela de pressão, uma faca nova, uns copo e aquele chapéu de paia que tua mãe queria, agora ela vai fica uma coisa linda de morre. — Jihyo colocou a mão livre no ombro da filha e sorriu para as outras. —Bom dia pra vocês, alguma vai quere carona?

 

—Eu vou tia Jih, preciso fazer umas coisa com a minha mãe na fazenda. — Sana disse se levantando. —Hyun meu anjo, eu me vou, mas cê tome cuidado com essa ai que ela é pestilenta demais. A gente se encontra depois. — Sana deixou um beijo molhado pela bochecha da Kim e sorriu.

 

—Até mais Sana-san, a gente se vê sim. — Disse de modo fofo e Sana começou a seguir com a família Jeon.

 

—Essa idiota ainda me paga Hyun. — Momo resmungou e lambeu seu sorvete, Dahyun balançou a cabeça e sorriu.

 

—Deixe ela quieta Momo-san e vamos embora, da uma vortinha no canavial. Faz tempo que a gente não vê como as cana estão. — Sorriu inocente e Momo quase engasgou com o sorvete.

 

—Vamo então minha flor de maracujá com queijo. — Momo apelidava Dahyun com coisas relacionadas ao queijo, por ela ser bem branquinha como um, ou como um tofu.


Notas Finais


Enfim é isso, espero que tenham gostado, me digam o que acharam e o que acham que vai acontecer <33 Amo vocês demais demais e não se esqueçam que a fic é voltado pro humor, nada colocado aqui é pra ofender as meninas ou quem esta lendo <3 Amo vocês demais <33 Desculpem os erros não propositais e até mais gente <33


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