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História Na lama pelo amor. - Capítulo 5


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Notas do Autor


Demorei um pouco, mas finalmente voltei. Espero que gostem desse inicio de preparação da feira, desculpem qualquer erro e desculpa a demora, eu ando com uns problemas financeiros ai, mas vai tudo se resolver <3 Amo vocês demais <33 Boa leitura gente <33

Capítulo 5 - Mimosa e cheiroso


Fazenda da família Jeon - 05h50min:

 

  O sol já começava a dar as caras por toda região rural, parecia que o dia seria extremamente bom, o clima estava gostoso, nem frio e nem quente demais, pelo menos não até o presente horário, já que ao decorrer do dia a temperatura poderia vir a aumentar um pouco mais. O dia estava apenas começando, mas a família Jeon já estava de pé tinha muito tempo, pois finalmente o dia de preparação da feira havia chego e com ele muitas coisas as serem feitas, pois além de desafios, tinha comida e outras coisas que eram oferecidas por cada família, muita gente ia participar, até mesmo pessoas da outra região rural que ficava um pouco mais perto da cidade.

 

—Somi ocê devia senta para come, não vai cresce mais do que isso. — Jihyo falou ao ver a esposa comendo em pé enquanto ia de um lado para o outro dentro da casa, Somi estava com pressa para ir até o local onde tudo aconteceria e pegar um espaço bom, por mais que tudo fosse previamente arrumado pelo organizador do evento todo.

 

—Da tempo de senta não. Jih ocê viu meu chapéu? Num to achando e eu num quero ir de cabelo sorto...

 

—Acho que ocê deixou lá dentro do banheiro ontem.

 

—Ah é mermo, obrigado meu dengo.

 

  Somi deu um selinho rápido na Park e fora atrás do chapéu, nisso Tzuyu adentrou a cozinha bocejando, era bem cedo e a mesma estava acostumada a levantar um pouco mais tarde, por volta das sete ou oito se tivesse chance ou nenhuma tarefa, isso tirando os dias em que ia levar o leite para Sana. A mesma beijou o rosto da mãe e se sentou para tomar café, Jihyo fez o mesmo e sorriu vendo que a filha parecia mais feliz nos últimos dias, porém isso só fazia aumentar sua vontade de lhe perguntar sobre os boatos que acabaram chegando em seus ouvidos nas últimas semanas.

 

—Florzinhas, to indo lá para o locar da feira, depois ocês me encontram lá né?

 

—Assim que tomar café mãe...

 

—Sim amor, pode fica despreocupada, logo chegamos lá e encontramos ocê.

 

—Num esquece de levar arguma coisa para come e beber também, amo ocês e até mais. — Somi ajeitou o chapéu em sua cabeça, deu um beijo mais demorado em Jihyo e um estalado na bochecha de Tzuyu, fazendo com que a mesma resmungasse irritada.

 

  Jihyo começou a tomar café com a filha, logo fora possível ouvir o som do caminhão partindo, isso era tudo que a mais velha queria ouvir para enfim bater na tecla que tanto estava lhe atormentando nos últimos dias. Ela encarou Tzuyu, a jovem estava bem tranquila tomando seu café da manhã e escrevendo algumas coisas em um papel, provavelmente rimas e coisas do tipo que estavam vindo em sua cabeça durante aquele momento. Por mais que Jihyo odiasse atrapalhar aquele momento de inspiração da filha, ela precisava falar sobre aquilo ou ficaria curiosa por mais tempo e isso era ruim.

 

—Então como vai a missão de conquista a sua cremosa minha fia? — Jihyo puxou assunto finalmente.

 

—Acho que bem ruim mãezinha, a Sana ama quando eu levo leite, mas ela num nota que eu amo ela...

 

—Mas e os versinho fia?

 

—Sana transforma eles em serenata e canta para a fia dos Kim...

 

—Hm, entendi. Mas então num faz sentido o que eu ouvi falarem... — Disse e Tzuyu a encarou curiosa, pois nada chegara em seus ouvidos. —Andou correndo uns boatos que ocê dormiu com a Sana, sua mãe e eu num demo muita bola sabe, mas eu tinha que pergunta fia. Isso aconteceu mermo?

 

—Que? Não mãezinha, a última vez que vi Sana foi naquele dia que fui leva o leite na casa dela sabe, mas isso num é novidade, ocê sabe que eu faço isso a muito tempo.

 

—Eu sei fia, mas nunca se sabe, podia te dado certo arguma coisa e ocês terem ficado junto, ai ocê saiu cedo e vorto antes de sua mãe e eu acorda, num sei né. Mas eu confio em ocê Tzuyu, sei que ocê nunca faria essas coisa sem falar comigo pelo menos.

 

—Do jeito que as coisa vão indo, acho que nunca vou faze, pelo menos não com a Sana...

 

Oshi desistindo? Cadê minha fia e o que ocê fez cum ela? Tzuyu, ocê só precisa agir um pouco mais diferente, assanhada não, é claro, mas eu digo ser um pouco mais direta.

 

—Mãe ocê sabe bem como a Sana é, um anjo inocente mãezinha. Eu num sei como ser direta e num assusta ela sabe.

 

Cumpricado fia, mas chega de mansinho, tenta mostra que se ama ela, mas num com atitude de amigo sabe, aborda diferente, mas lentamente.

 

—As vez eu sinto uma vontade de garra nela e enche de beijo aquela boca... Ai mãe da até uns calor sabe. — Tzuyu riu sem graça após falar.

 

—Minha nossa em, acho mior ocê começa a anda cum camisinha no borso da calça. Assim evita pobrema antes do casório.

 

  Tzuyu riu alto das palavras da mãe, porém até sentiu que fazia sentido, pois do jeito que as coisas andavam, ela realmente sentia que em algum momento iria tacar o foda-se e agarrar Sana para realizar todos os seus desejos, sonhos e pedi-la em casamento. Tzuyu não queria nem namorar, ela queria mesmo era casar direto com a japonesa e viver feliz para sempre, claro que isso soava como um conto de fadas bobo em sua cabeça, mas ainda sim era seu sonho e gostaria de realiza-lo o mais breve possível.

 

—Convide ela para um passeio, só ocês duas, tente segura a mão dela. Coisas assim minha fia, sua mãe Somi era uma lesma no meu tempo, e eu fui chegando assim no mansinho.

 

Avá mãezinha, ocê vai me dize que ocês num eram duas danada, pensa que eu num lembro do avô cuntando que ocês viviam dando perdido nele e na avó.

 

—Mas olha só, isso foi só depois que nóis cumeço a fica junto mermo sabe, ai num tinha como controla, era uma agitação que ocê nem imagina. Tempo bão que num vorta mais, pelo menos não como era.

 

—Bom, eu vo pensa num jeito de aproxima mais devagar dela. Agora vamo toma o café logo e ir lá ajudar a mãe, ou ela vem busca nóis.

 

—Tudo bem, só tome cuidado, pois ocê sabe que nóis quer respeito cum ocê fia.

 

—Sana é a pessoa mais respeitosa que eu cunheço mãezinha.

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Fazenda do coronel Myoui - 06h10min:

 

  Já fazia pouco mais de meia hora que Mina havia despertado, ela tomara um longo banho, colocara roupas frescas e que lhe permitiam se movimentar de forma livre, pois o dia seria bem corrido. O dia de preparação da feira agrícola era importante demais para sua família, pois era quando seu pai fazia os melhores negócios com o gado, tanto em questão de venda como em compra, o coronel Myoui era muito bom com negócios e estava sempre interessado em lucrar mais e mais.

 

  Mina não se importava muito com tais coisas, ela só queria mesmo era conseguir se livrar de sua pretendente e claro ficar com Chaeyoung sem que ela precisasse sofrer com seu pai escroto. Ao finalmente sair de seu quarto, a Myoui ouvira vozes vindo da sala de estar, provavelmente seu pai estava falando com algum capataz ou coisa parecida, pois tinha tantas coisas para serem levadas até o local, obviamente ele precisava de ajuda. Em passos lentos ela seguiu até o cômodo, queria pode ir logo até o espaço da feira e ficar olhando Chaeyoung com as mães, mesmo que de longe.

 

—Bom dia meu pai, a benção.

 

—Deus abençoe fia. Num vai cumprimenta nossa visita?

 

  Mina finalmente olhou para o lado a fim de cumprimentar a pessoa com quem seu pai conversava antes, no entanto o belo e encantador sorriso simpático sumira rapidamente de seus lábios, pois quem estava ali naquela sala com seu progenitor era nada mais e nada menos do que Jessica Jung, a tão falada herdeira dos Jung, seu mais novo compromisso.

 

—Olá... Mas então papai, com sua licença eu vou espera o senhor lá fora e pedir que preparem meu cavalo, quero ir cum ele até ao local da feira.

 

—A senhorita nem pense em sair daqui, Jessica veio ver ocê, trouxe um presente e ocê vai cum ela até o local da feira, não comigo. Aliás creio que a feira vai ser um bom lugar para ocês se conhecerem mior e ficarem mais juntas.

 

—Que? O senhor bebeu?

 

Num se avexe minha boneca, nóis podemo ir juntinhas no seu cavalo ou cada uma no seu próprio, creio que seu pai num ai de ter impedimento nisso, eu te respeito.

 

—Pois num tenho mermo, agora já me vou e vejo logo ocês duas lá.

 

  O coronel parecia satisfeito com aquele momento, Mina por outro lado parecia querer esganar Jessica, depois esganaria seu pai e fugiria com Chaeyoung para um lugar bem distante, talvez outra cidade ou país. Após a partida do coronel, Jessica enfim estendeu os braços na direção da japonesa, nas mãos das mesma havia uma caixa bem bonita, obviamente comprada na cidade.

 

—Por favor, sei que ocê num gosta de eu, mas aceite meu presente que foi escolhido de coração e arma.

 

  Mina suspirou longamente e logo pegou a caixa, poderia ter recusado, mas tinha que lembrar que estava mudando de atitude e agindo diferente, pois só assim ficaria mais livre para poder continuar com Chaeyoung e ganhar seu próprio espaço, um que seu pai não podia controlar. A morena logo tirou o laço e abriu aquela caixa, havia um tipo de coroa de flores e no meio da mesma uma pequena caixinha, a qual obviamente continha uma jóia, ela abriu a caixinha menor e arregalou os olhos.

 

—É o nosso aner de noivado.

 

—Agradeço ocê de coração, mas num posso aceita o presente de arguem que nem sequer amo... — Mina estendeu a caixa novamente para Jessica, porém a mesma recusou-se a pegar.

 

— Mais depois do casamento do amor virá querida...

 

Ocê tem noção de que eu num quero me casa cum ocê né? — Mina deixou a caixa sobre o sofá e colocou as mãos na cintura enquanto encarava a outra.

 

  Jessica se aproximou um pouco dela, Mina ficara estática com tal gesto, o que fez Jessica vibrar por dentro, pois ela tinha esse efeito até mesmo em sua prima Momo, claro que sua intenção era sempre zoar com ela, já com Mina era bem diferente.

 

—Eu tenho, mas a questão é que eu adoro menina birrenta e ocê me deixa louca lindinha...

 

  Por um momento Mina achara que Jessica ia beija-la o que fez a mesma dar alguns passos para trás ou ia enchê-la de tapas, porém a mesma se afastou ajeitando sua blusa xadrez e sorriu diante da postura totalmente desconcertada de sua querida noivinha. Mina respirou fundo e saiu dali pela porta da frente sem dizer nada, estava furiosa e com uma vontade imensa de xingar aquela mulher de todos os palavrões possíveis. Jessica rira um pouco e fora logo atrás, não podia perder um segundo ao lado da Myoui, pois pretendia beija-la até o final da feira e fazer o pedido oficial.

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Local de preparação da feira - 06h45min:

 

  O espaço em que a feira agrícola aconteceria como todos os anos era gigante e mais do que suficiente para que todas as famílias pudessem arrumar seus espaços para que tudo acontecesse da melhor forma possível. A maior parte das famílias já estavam ali arrumando seus barracas, a parte de comidas e claro a dos jogos, pois a maioria fazia esse tipo de coisas para dar prêmios e algumas outras coisas que eram bem legais, principalmente quando eram coisas da cidade. Algumas famílias da outra região também estavam ali, afinal era um evento bem grande e aberto a todos que quisessem participar do mesmo.

 

  Sana estava arrumando o cercado e local onde ficariam os porquinhos a serem pegos na competição, a mesma tinha formar a parte enlameada deles e garantir que nenhum iria sair daquele espaço, pois seria um grande problemas pegar eles novamente. Não muito longe dali, na verdade praticamente ao lado, Momo estava ajeitando os local para a competição de ordenhar vacas que sua família iria realizar, a mesma estava descendo com as vaquinhas do caminhão e deixando elas amarradas de forma estratégica, para que nenhum participante fosse prejudicado. O único problema era que a última vaca acabara por empacar logo após descer do caminhão e Momo estava sozinha, ela empurrara, puxara e tentara conversar com a vaquinha, mas infelizmente ela não se mexia.

 

—Acho que eu to ouvindo os lamentos de uma franga, porque oia, ocê só tem força é nas palavra, porque num consegue nem desatola a vaquinha, frouxa... Além de broxa também é frouxa.

 

—Ocê cale sua boca em Sana, pois se não eu vou fazer ocê engolir essa lama ai do seu curar de porquinho.

 

  Momo gritou para a outra japonesa enquanto tentava puxar a vaca, Sana riu alto da mesma e decidiu que iria continuar provocando, pois estava adiantada e com tudo sob controle.

 

—Ah deixe disso, ocê num consegue nem desatola a vaca, quem dirá consegui joga euzinha na lama, se enxergue broxa.

 

—Broxa é a tua mãezinha. Arreei as carça para ocê vê se eu num te faço vê as via láctea toda sua palito de dente.

 

—Já vai começa com essa merda... Eu não vou arria nada, e ocê deixe quere minha bunda, vai vê se toma uns chá ou aquele remédio de véio para ver se funciona ai.

 

  Nesse momento Sana virou para pegar o ultimo porquinho, porém o mesmo acabara escorregando de suas mãos, pois elas estavam úmidas, enquanto isso pelo outro lado Momo vinha em sua direção, completamente sedenta para lhe pegar e com toda certeza esfregar sua cara na lama do curral dos porcos. Sana não sabia se ia atrás do porquinho ou se entrava na briga com a outra japonesa.

 

—Me zoa vai, oia ai a merda que deu para ocê também. Mas isso só vai piora, pois eu vou ai faze ocê engoli suas palavra palito de dente.

 

  Momo agarrou Sana pela camisa xadrez e começou a tentar soca-la, porém Sana também era ótima em brigar e logo fora revidando e batendo nela como podia. Era soco, chute, tapa e tudo que era possível ser feito naquele momento, Sana até mesmo tentara morder a outra, não conseguia, mas se pegasse iria causar um machucado feio. Enquanto isso a vaca continuava ali parada, porém o outro animal estava correndo desesperadamente por todo o espaço da feira, isso começara a gerar confusão.

 

—Droga... Me sorta uai, preciso pega o cheiroso... — Sana dava nome para todos os seus porquinhos e odiava quando eles tinham que ir embora.

 

  Sana empurrara Momo e logo sairá atrás de seu porquinho, porém Momo não desistiria tão facilmente, por isso ela também sairá correndo só que afim de pegar Sana e terminar o que haviam começado segundos atrás. Ninguém podia lhe chamar de broxa e sair impune, isso era uma calúnia, claro que a historia do palito de dente também não era confirmada, por isso Sana ficava indignada quando Momo a chamava disso. Ambas estavam na mesma situação, o único ponto de ligação era Dahyun, que inclusive se encontrava ali no local ajudando suas mães com os cavalos e toda decoração do espaço reservado para sua família.

 

  As duas estavam correndo sem se importar com as outras coisas e pessoas que estavam por ali, Sana queria pegar o porquinho querido e Momo precisava pegar Sana para fazê-la engolir suas palavras. Elas passaram pelo local do da competição que teria de moer café, Sana pulou por cima das sacas e quase caiu nos moedores, ficará tão nervosa que não passava nem mesmo uma agulha em sua bunda. Momo estava logo atrás da mesma e cheiroso correndo tão rápido que parecia ser o porquinho de estimação do Flash.

 

Ocê pare palito de dente, pois quando eu pega ocê vai se pior, eu vou fazer ocê cumer terra...

 

—Sai do meu pé chulé, já te falei que eu num sou palito de dente... Diacho de broxa insistente, vai se trata bicho do mato.

 

—Sua quenga... Broxa é ocê que cum esse palito de dente deve de nem faze cocegas nas florzinha da cidade.

 

—Pois num faço mermo, já que eu num frequento lugar assim cheio de nojeira... Por isso num deve de funciona né, pego micróbio...

 

—Quê micróbio? Eu nunca peguei isso não...

 

  Sana revirou os olhos e continuou correndo, tinha que conseguir alcançar o porquinho, ele estava causando confusão demais, Momo também apertou o passo, queria pegar a outra japonesa logo, e fora que as duas não queria ficar ouvindo os berros de Somi devido ao fato que elas quase derrubaram todas as coisas de seu espaço. As duas viraram a direita no local onde os cavalos estavam sendo colocados, os mais bonitos da família Kim e certamente os mais bravos. Elas passaram por ali sem fazer muita bagunça, porém ainda sim trocando xingamentos, tropeçando e quase se matando, os chinelos de ambas acabaram ficando por ali mesmo, enquanto isso as anciãs da família Kim observaram bem as duas, Dahyun estava ali também, mas fingira não ligar apenas para não despertar suspeita nas mães.

 

—Mais oia Fany-ah, vê se pode aquelas duas criatura brigando e correndo pela feira, a pobre vaquinha empacada e o porquinho lutando pela vida. — Taeyeon comentou com a esposa e a mesma riu, Dahyun olhava aquilo e não sabia se ria ou se continuava daquela forma apenas disfarçando.

 

—Aquelas duas vive brigando, fiquei sabendo por arto que elas briga desde que começaru a corteja a merma mulher, pobrezinha deve passa aperto cum as duas.

 

—Ainda bem que nossa cria num se envorve com gente assim.

 

  Taeyeon comentou com a esposa, Dahyun quase sentiu seu coração saindo pela boca nesse momento, mas manteve sua expressão tranquila e serena no rosto, assim evitando suspeitas por parte das mais velhas, porém uma hora elas iriam ficar sabendo.

 

  Enquanto isso Momo e Sana continuavam sua jornada, correndo pela feira igual duas doidas, a diferença é que agora o porco estas nas mãos de Sana, porém Momo ainda queria pegá-la, e só pararia quando finalmente conseguisse. As duas já tinham derrubado varias coisas de outras pessoas, estavam suadas até demais e o sol nem estava forte, pois ainda era bem cedo, tinha até uma brisa bem gostosa.

 

—Me deixa em paz broxa... Vai desatola sua vaca...

 

Ocê deixe a mimosa em paz... E pare de me caluniar, tu nunca provo para sabe e eu sou broxa ou não, pare e prove, presta dos inferno.

 

—Mas nem que me pague, tu que nem pense em encosta em eu... — Sana virou o rosto para ver se Momo esta muito perto e quase engasgou, a outra estava muito perto. —Eita porra, ocê num desisti não...

 

—Claro que num, ocê vai engoli suas palavra palito de dente do inferno...

 

  Porém devido a distração de Sana que ainda olhava para trás, a mesma não conseguira ver o que havia em sua frente e acabará caindo direto em cima de nada mais e nada menos do Yoo Nayeon, a mulher mais brava que havia naquele recinto. Devido a velocidade Momo não conseguira parar e cairá em cima de ambas, cheiroso escapara novamente e voltara direto para o local onde estava a lama e seus irmãos. Sem perder tempo elas se levantaram e saíram correndo novamente, Jeongyeon desceu do caminho e foi logo ajudar a esposa a se levantar, ela parecia brava.

 

—Cadê minha cana? Jeong, pega para mim, que é hoje que eu vou mata o coroner Myoui.

 

—Se acarma amor, que num foi o coroner que te derrubo, foi a fia dos Hirai e a Minatozaki lá dos porco.

 

—Mas oshi, elas parece que tão se divertindo. — Disse ao ver as duas correndo do outro lado do espaço, agora Momo tinha em mãos uma vareta e Sana tinha o que parecia ser um chinelo, provavelmente achado em alguma barraca, pois o seu próprio estava jogado perto do espaço das Kim.

 

—Essas jovens de hoje em dia, sempre se divertindo.

 

—Pois é, mas o minha fia, porque ocê num vai brinca também? Só num vai chega perto da Myoui, pois se aquele coroner for implica cum ocê eu vou ser obrigada a mata ele na base da cana.

 

—O mãezinha eu num quero brinca num e nem vou lá perto da Mina... Por mais que eu quera, aquela droga de pretendente dela ta lá perto e o coroner rearmente num vai deixa eu me achega...

 

Num desanime meu anjo, ocê fica aqui cum nóis e depois vê se achega na cremosa sem aquele véio ver. — Jeongyeon deu um tapinha nas costas da filha.

 

—Mas bem que ele podia ver. Estou louca para matar aquele mardito... — Nayeon sorriu diabolicamente enquanto se imaginava batendo no coronel até que ele pedisse desculpas para sua filha e claro liberasse o casamento.

 

  Chaeyoung balançou a cabeça e continuou tirando as sacas do caminhão, Jeongyeon suspirou, pois sabia que seria difícil evitar que a esposa visse o coronel, ele estava ali na feira também e em breve começaria a passear com ela, sem duvidas iria passar próximo delas. A loira virou olhando na direção que antes o mesmo estava, porém ele já havia saído de lá estava vindo na direção delas, Nayeon já não estava mais viajando na maionese, ela havia voltado a mexer com as comidas, deixando tudo bem ajeitado.

 

—Jeong, ocê acha mior o pudim perto da cocada ou o do doce de abobora?

 

—Da paçoca na verdade, mas deixe isso ai e vem aqui cum eu vê um negocio no caminhão...

 

Oshi mas agora? Ainda é cedo Jeong e eu nem tumei remédio hoje, acho mior não agora...

 

  Jeong nem queria nada do que ela estava pensando, apenas queria evitar que sua esposa começasse a terceira guerra mundial com o coronel Myoui e os dois acabassem tacando fogo no que logo seria uma grande e bonita feira, cheia de jogos, comida e tudo mais que envolvia diversão, felicidade e prêmios.

 

—Eita que eu achei que a mãezinha já tava na menopausa... — Chaeyoung resmungou bem baixinho para si mesma e riu sozinha, pois se Nayeon ouvisse ficaria muito zangada.

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  Enquanto isso do outro lado da feira, muitas outras famílias estavam armando suas coisas também, família como os Manoban, os Kim que por sinal eram parentes distante da família de Dahyun, moravam em outra região de fazendas, mas todo ano estavam ali na feira. Também havia os Jang, que eram a família de Elkie, uma das joven mais galantes da outra da cidade e também ótima nas competições. Podia se ver também a família Kang, os Song estavam pelo local também mas pareciam focados apenas em comidas e na parte de cantoria, a filha dos mesmos tinha uma voz ótima e tinha os Park que era outro família mais focada em comida.

 

  Todas essas famílias eram compostas por garotas ótimas e que estavam ali para vencer e se divertir, por mais que pudesse acontecer alguma briga nos jogos, já que Momo e Sana eram competitivas, porém as outras também eram e com certeza causaria alguma confusão, fosse ela grande ou pequena. Mas enquanto tudo não começava de fato, era hora de confraternizar e ver se havia alguém novo no lugar, pois conhecer pessoas novas era sempre bom, se bem que algumas pessoas estavam mais interessadas em comer do que fazer amigos.

 

Vamo lá Jennie, ocê prometeu que nóis ia ver se ia ter frango... — Jisoo importunava a noiva que não estava nem um pouco afim de sair de onde estava sentada, pelo menos não naquele momento.

 

—Vai ocê amoreco, eu num to afim de ir agora não bichinha...

 

—Mais ocê prometeu, agora tem que cumpri mulher. Deixe de preguiça...

 

  Jisoo empurrou Jennie por trás e ela quase cairá do caixote que estava sentada, porém com isso a mesma percebera que sua noiva não iria deixa-la em paz por nada no mundo, pelo menos não enquanto não fossem ver as comidas que estavam sendo feitas, então com um sorriso ela se levantou e saiu dali puxando Jisoo consigo. Não muito longe dali estavam os Park e os Jang, as mais novas das famílias já haviam saído dali para ver todo o local e os rostos novos por ali, os velhos também é claro.

 

—É hoje que eu vou achar a cremosa do meu coração. — Elkie falou animada enquanto caminhava com as outras.

 

—E ocê lá é mulher de uma cremosa só? Num vem cum esses papo.

 

—Falou a que ta enrolando a Rosé já faz uns dois anos. Case com a bichinha logo...

 

—Mais num sou eu que num quero casa, Rosé ocê ta me deixando mar falada amor. — Lisa fez um bico enorme.

 

—Fiz nada não, me deixe, ocê num pede mermo e pronto.

 

Alá Elkie, a Lisa se ferro. — Seulgi falou empurrando Elkie com o cotovelo, porém a mesma parecia perdida no mundo da lua.

 

  Mas não era para menos, Elkie realmente estava perdida, pois seus olhos haviam pousado em umas das flores mais bonitas da feira, provavelmente a que ganharia caso houvesse um concurso de beleza. Era obviamente para Tzuyu que a jovem olhava, pois elas já estavam se aproximando da área da família Jeon, onde obviamente a flor favorita de Elkie estava. A mulher nem dera bola para o que as mulheres estavam falando, apenas sairá dali dando passos mais largos até alcançar sua donzela querida. No caminho ela apanhará uma flor de uma das barracas que estavam arrumando e suspirou quando finalmente chegou ao seu destino.

 

—Bom dia. — Disse tirando seu chapéu com a mão livre e estendendo a mão com a rosa branca para a Jeon mais nova, para a sorte da mesma Somi estava bem distraída arrumando o café ou quase isso, apenas Jihyo que estava perto, mas fingindo nem ver nada é claro. Tzuyu se virou e sorriu automaticamente, adorava flores demais, sonhava ganhar um belo buque de Sana um dia. —Uma singela flor para a mulher mais linda que meus zoio já teve o prazer de ver, ocê é mais bonita que todas as flor desse mundinho todo.

 

Ocê é muito doce, agradeço a flor. — Tzuyu estava meio sem graça, nem lembrava de que todo ano Elkie fazia a mesma coisa, a vergonha lhe fazia esquecer.

 

—Disponha, num se avexe por favor, mas ocê num gostaria de que...

 

—Gostaria de nada, pois Tzuyu esta ocupada me ajudando, só fez uma parsa para beber água.

 

  Elkie gelou um pouco ao ouvir a voz de Somi lhe interromper, Tzuyu suspirou, pois sabia como sua mãe era ciumenta e pelo visto Jihyo nem poderia dizer nada, pois ela havia ouvido o que Elkie falara e provavelmente pretendia lhe convidar para passear pela feira.

 

—A senhora me descurpe, eu num queria atrapaia, mas sua fia é coisa mais linda que eu vi nessa vida. Cum licença.

 

  A jovem saiu dali colocando o chapéu em sua cabeça e mandando um beijo para Tzuyu, a mesma sorriu e sentou do lado de Jihyo, as duas queriam poder fofocar um pouco sobre a moça, porém Somi estava completamente irritada.

 

—Descarada, ela que num se atreva vorta aqui e vir cum essas florzinha ai...

 

  Somi disse emburrada, a mesma era muito ciumenta com relação a Tzuyu. Jihyo e a mais nova começaram a rir dela, pois era engraçado ver seu biquinho.


Notas Finais


É isso, espero que tenham gostado, me digam o que acharam e o que acham que vai rolar <33 Talvez eu demore um pouco pra voltar, mas eu volto <33 Amo vocês demais <33 Até mais gente <33


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