História Na Mira do Feiticeiro - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor, Bruxa, Bruxo, Feitiço, Lobisomens, Lobo, Perseguição, Possessivo, Romance, Sobrenatural
Visualizações 508
Palavras 4.397
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - 08 (Não Revisado)


Bianca Narrando:

O desespero​, medo e arrependimento, é o que me define nesse momento. Desespero que sinto para sobreviver. Medo que tenho de morrer. Arrependimento por não encontar minha irmã.

Essa cãibra piora, não consigo me manter firme e boiando. Marina está desesperada. Minha vontade é de gritar e mandar-la chamar ajuda, mas essa dor não deixa. Cada vez que abro a boca para falar, a água entra, e meu medo me faz fecha-la para manter o ar dentro dela.

_ SOCORRO!!! - Grita a Marina desesperada.

Talvez ela tenha chamado a atenção dos seguranças, ou talvez não. A dor da cãibra aumenta e eu não consigo me manter boiando, me curvo por causa da dor e começo a afundar, luto para voltar a superfície, mas é em vão

_ ALGUÉM AJUDE AQUI!!! - Ouço a voz da Marina.

Começo a lutar cada vez mais, enquanto me afogo cada vez mais. Essa dor é insuportável. Sinto a água chegar por minha garganta enquanto luto. Consigo guspí a água, mas acabo engolindo mais em minha tentativa falha de pegar ar.

Começo a engasgar sem parar enquanto sinto a água em minha garganta. Meu corpo luta, mas apenas minhas mão chegam a superfície. Escuto sons abafados, mas nada mais importa, meu corpo começa a ficar dormente e não tenho mais força para lutar.

Começo a afundar lentamente, conforme meus últimos vestígios de ar saem de minha boca. Tudo vai escurecendo conforme eu afundo, tudo não passa de um silêncio. Tão escuro. Tão calmo. Tão... Sozinho.

É assim que se define a morte?

Fecho meus olhos a esperando, pois não acredito que serei salva.

_ S-Seja feliz... - Falo com esforço enquanto coloco minha mão em seu rosto, sentindo sua barba enquanto minha visão começa a ficar embaçada.

_ Não permitirei que vá! - Ouço sua voz com determinado. - Fique comig... -

Minha audição falha e sinto a dor aumentar, e ao mesmo tempo diminuir e o imenso sono invadir-me. Só uma palavra vêm em minha mente antes de entregar-me ao fim;

Eu amo-te... Drian...

Sinto algo estranho em meu corpo. Um formigamento estranho, abaixo de meu corpo.

Será um extinto involuntário para sobreviver?

Sinto um frio forte me alcançar do nada.

Será a morte?

Ouço vozes abafadas.

Será o além?

Sinto um formigamento estranho em minha boca. Sinto algo estranho indo e vindo em meu peito.

_ Bianca!! - Escuto alguém me chamar e logo em seguida eu engasgo. Viro para o lado tossindo e tirando a água para fora de meu pulmão. - Você está bem?!

_ D-Drian? - Pergunto conforme minha vista volta ao normal.

_ Você está bem, menina?! - Escuto a voz da Marina.

Sinto novamente a dor em minha perna e levo minha mão até ela. Faço careta de dor enquanto tento de alguma forma, fazer essa dor parar, enquanto me recupero do afogamento.

_ O que foi?! - Pergunta o Drian ao me ver contorcendo. - O que ouve com ela?! - Pergunta ele pegando na gola da blusa Marina e a puxando para ele - Eu mandei cuidar dela!

_ E-Eu não sei senhor! - Fala ela trêmula. - Ela disse que teve uma cãibra dai... -

_ Ai! - Solto um gemido por causa da dor, mas sei que isso não passou despercebido por eles.

_ Deixe-me ver isso. - Fala ele levando a mão, com a atenção, na minha perna - Me fale onde dói. - Fala ele massageando de leve minha perna. Até chegar na parte em que dói e eu fazer uma careta e dar um gemido de dor - Aqui?

Pergunta ele com ambas as mãos em minha perna. Eu confirmo com a cabeça. Ele começa a examinar minha perna, enquanto faz uma massagem, mas antes de tudo ele franze as sombrancelha.

_ Isso não é normal. - Fala examinando minha perna enquanto eu tento de alguma forma fazer essa cãibra passa. - É um feitiço. Vou ter que anula-lo ou nunca terá fim.

Fala ele fazendo uma névoa branca na palma de sua mão e colocando em minha perna. Sinto um alívio fraco em minha perna, mas logo vai se intensificando. Vou relaxando aos poucos, enquanto sinto a cãibra ir em bora.

Olho para minha perna e me perco na beleza desse homem concentrado no que faz. Ele está sem camisa e todo molhado.

Que flash foi aquele que tive?

Não importa. Foi ele quem me salvou e agora está me ajudando.

Depois que termina, ele volta a prestar atenção em mim. Ele ergue meu tronco e faz algo que me surpreende; Ele me abraça.

_ Nunca mais me de um susto desse. - Ouço sua voz séria enquanto me aperta em seus braços.

_ M-Me salvou? - Pergunto com uma certa dificuldade - P-Por que? - Pergunto e ele me solta, mas olha firme em meus olhos.

_ Eu não vou te perder, mete isso na cabeça. - Fala ele sério e leva a mão até meu rosto. - Quem lhe deu permissão de nadar na piscina? - Ele pergunta sério. - E que porra de pedaço de pano é esse?

_ É um biquíni. - Falo séria.

_ É um pedaço de pano que não tampa nada. - Fala ele sério. - Só de olhar, já fico duro.

_ Você tem potência o suficiente para ficar duro? - Pergunto com deboche.

_ É a segunda vez que mensiosa  minha potência no sexo. - Fala ele e pega no meu queixo - Por acaso está querendo que eu te jogue na cama mostre minha potência?

_Você tem? - O desafio com o olhar.

_ Quer vir comigo e descobri? - Ele pergunta malicioso para mim. - Tenho certeza que vai gostar da minha pegada.

_ Convencido. - Falo séria. - Eu gosto de pegada de homem de verdade, e não de escroto que precisa estuprar para ter prazer. - Falo com uma certa raiva. - Dispenso.

_ Bianca... - Fala ele em um suspiro. - Não vou discutir meus atos com você. - Fala ele sério e me pega no colo, estilo noiva.

_ Ei! - Reclamo.

_ Não reclama, porque não vai adiantar. - Fala ele e me leva, até onde as pessoas deitam para tomar sol. O qual eu não sei o nome. Logo após ele me deita lá, ele olha para mim.

_ Coloque isso - Fala ele, agora com os olhos colados em meu corpo enquanto pega o roupão que a Marina trouxe. - Não quero ninguém olhando o que é meu.

_ Desde quando meu corpo é seu? - Pergunto irônica enquanto pego o roupão e começo a vesti-lo.

_ Você é minha mulher, portanto, tudo em você é meu. - Fala ele firme

_ Vai sonhando querido. - Falo séria, mas sem deixar o tom irônico - E esse biquíni não está curto. É seu olhar de gavião que amplia o que não deveria.

_ Não me provoca, Bianca. - Avisa ele sério.

_ Obrigado. - Falo olhando para o lado.

_ O que?

_ Obrigado - Falo agora olhando para seus olhos - Obrigado por me salvar.

_ Esperei muito tempo para ter você. Não vou permiti que simplesmente saia do meu lado - Fala ele olhando em meus olhos.

_ Quanto anos você tem? - Pergunto curiosa. - Você disse que me vigia desde os meus cinco anos. Quanto anos você tem, então?

_ Tenho 1143 anos. - Fala ele me deixando com os olhos arregalados e minha boca em um perfeito "O".

_ O que você é? - Pergunto chocada e curiosa.

_ O bruxo mais forte de todos. - Fala ele e eu faço uma cara óbvia. - Mas também sou imortal. Com esse poder todo que tenho, acha mesmo que eu não faria um feitiço de imortalidade?

_ Nesse caso por que não me deixa ir embora? - Pergunto com sarcasmo - você é imortal e eu não. Não vai querer uma velhinha gagá como mulher, não é?

_ Não precisa se preocupar. - Fala ele sério, mas noto o sarcasmo em sua voz - Quando fizermos sexo pela primeira vez, você se tornara imortal como eu.

_ Como assim?! - Pergunto assustada.

_ Fiz um feitiço antes de busca-la - Fala ele, mas eu o interrompi.

_ Não quer dizer antes de me sequestrar? - Falo séria.

_ Não. - Fala ele sério. - Você sempre foi minha, eu só peguei o que é meu.

_ Só nos seus sonhos mais distantes. - Falo séria. - Querido, eu não pertenço a ninguém.

_ Como eu queria que me chamasse de querido com amor. - Fala ele e pega em meu rosto. - Posso continuar?

_ Pode. - Falo séria.

_ Quando eu te penetrar pela primeira vez, o feitiço será ativado. - Fala ele acariciando meu rosto. - Quanto mais eu estocar, mais o feitiço se desenvolverá e quando gozarmos, o feitiço estará finalizado e você será imortal como eu. E será minha para sempre.

_ Você não pode fazer isso! - Falo sentindo uma raiva inexplicável.

_ Amor, eu já fiz - Fala e da um beijo em minha testa, o que me irrita mais. - Consegue andar?

Ele pergunta e eu confirmo com raiva, tento me levantar, mas minha perna falha e eu caio. Por sorte o Drian me segura e me pega no colo, estilo noiva

_ Parece que não. - Fala o Drian enquanto começa a andar de volta a mansão - Marina faça um lanche e um suco para a Bianca.

_ Pera ai, onde está me levando? - Pergunto, começando a reparar em sua beleza.

_ Para nosso quarto. - Fala olhando para frente e começando a subir os primeiros degraus da mansão.

_ Seu quarto. - O corrijo e acabo recebendo um olhar bravo dele. Dou um sorriso e eu o olho desafiando. - Está com fome?

_ Por que a pergunta? - Pergunta sem intender minha pergunta.

_ Cara feia é fome. - Falo o provocando e consigo.

Mas ele respira fundo e volta a andar em direção ao quarto. Assim que chegamos no quarto, ele abre a porta com sua magia e entra.

Ele me coloca deitado na cama e vai até o banheiro. Ele liga a torneira e deixa a água cair na banheira. Depois ele começa a tirar a calça. Como eu sei disso? Ele não fechou a porta.

_ Pode pelo menos pode fechar a porta? - Pergunto e ele da um risa e vai até porta apenas de com a calça aberta, dando para ver sua cueca de cor preta.

Ele para em frente a porta e olha para mim.

_ Não. - Fala ele e abaixa a calça junto com a cueca.

Por sorte, eu consigo me virar a tempo e colocando um travesseiro em meu rosto para que ele não veja meu rosto vermelho.

_ Que foi? - Escuto sua voz, ao mesmo tempo que sinto a cama afundar - Está com vergonha de me ver pelado?

_ Está desperdiçando água. - Falo mudando de assunto.

Depois, disso, sinto seu braço pegar em minha cintura e me puxar para ele, podendo sentir seu membro em minha coxa.

_ Vem tomar banho comigo... - Sussurra ele beijando meu ombro.

_ Pega uma mulher qualquer e toma banho. - Falo tentando não ligar para seu membro pulsando em minha pele.

_ Quero você! - Fala ele me pegando novamente no colo estilo noiva.

_ Ei me solta! - Falo me debatendo em seus braços. Mas sem sucesso.

Drian me coloca na banheira e logo depois entra na banheira, e desliga a torneira. Tento sair da banheira, ja que só estou com biquíni, mas Drian me puxa e usa sua magia para me prender enquanto ele se aproxima e tira meu biquíni de baixo

_ Ei! - Reclamo.

Drian nada fala e tira meu biquíni de cima e eu me escondo entre as espumas. Ele, novamente usa sua magia, fazendo meu biquini flutuar e o coloca em um sexto de roupa. Enquanto isso ele solta um suspiro enquanto relaxa na banheira.

Olho com raiva para ele.

Quem ele pensa que é?

Ele pisca para mim, me irritando ainda mais.

Me aguarde Drian, você vai pagar por isso!

_ Não vai tentar nada? - Ele pergunta enquanto começa a relaxar na banheira.

_ Para você me ver nua? - Pergunto com raiva. - Não obrigado.

Ao fim disso escuto uma risada dele, me fazendo olha-lo sem intender.

_ Você não me aceita agora, mas vai aceitar. - Fala ele enquanto relaxa na banheira. - Não vejo a hora disso acontecer. E quando acontecer você vai me aceitar tomando banho com você. Podemos até nos diverti enquanto isso. - Fala ele e solta um suspiro. -  Fico duro só em pensar.

_ Até em baixo da água? - Pergunto.

_ Você me deixa duro em qualquer lugar. - Fala ele sério e me puxa de encontro ao seu peito.

Que peito é esse Deus? Esse homem é a perfeição em pessoa...

_ Me solta! - Falo séria.

_ Não. - Fala ele calmo. - Quero relaxar com você nos meus braços.

_ Seu... - Minha boca trava. Ele enfeitiçou minha boca de novo?!

_ Shhhh. - Fala ele e beija minha testa. - Relaxa...

Apesar de eu estar com raiva, sou obrigada a tomar banho com o Feiticeiro Original e nada posso fazer. Eu não vou dar o gosto de ele me ver nua. Bianca Narrando:

O desespero​, medo e arrependimento, é o que me define nesse momento. Desespero que sinto para sobreviver. Medo que tenho de morrer. Arrependimento por não encontar minha irmã.

Essa cãibra piora, não consigo me manter firme e boiando. Marina está desesperada. Minha vontade é de gritar e mandar-la chamar ajuda, mas essa dor não deixa. Cada vez que abro a boca para falar, a água entra, e meu medo me faz fecha-la para manter o ar dentro dela.

_ SOCORRO!!! - Grita a Marina desesperada.

Talvez ela tenha chamado a atenção dos seguranças, ou talvez não. A dor da cãibra aumenta e eu não consigo me manter boiando, me curvo por causa da dor e começo a afundar, luto para voltar a superfície, mas é em vão

_ ALGUÉM AJUDE AQUI!!! - Ouço a voz da Marina.

Começo a lutar cada vez mais, enquanto me afogo cada vez mais. Essa dor é insuportável. Sinto a água chegar por minha garganta enquanto luto. Consigo guspí a água, mas acabo engolindo mais em minha tentativa falha de pegar ar.

Começo a engasgar sem parar enquanto sinto a água em minha garganta. Meu corpo luta, mas apenas minhas mão chegam a superfície. Escuto sons abafados, mas nada mais importa, meu corpo começa a ficar dormente e não tenho mais força para lutar.

Começo a afundar lentamente, conforme meus últimos vestígios de ar saem de minha boca. Tudo vai escurecendo conforme eu afundo, tudo não passa de um silêncio. Tão escuro. Tão calmo. Tão... Sozinho.

É assim que se define a morte?

Fecho meus olhos a esperando, pois não acredito que serei salva.

_ S-Seja feliz... - Falo com esforço enquanto coloco minha mão em seu rosto, sentindo sua barba enquanto minha visão começa a ficar embaçada.

_ Não permitirei que vá! - Ouço sua voz com determinado. - Fique comig... -

Minha audição falha e sinto a dor aumentar, e ao mesmo tempo diminuir e o imenso sono invadir-me. Só uma palavra vêm em minha mente antes de entregar-me ao fim;

Eu amo-te... Drian...

Sinto algo estranho em meu corpo. Um formigamento estranho, abaixo de meu corpo.

Será um extinto involuntário para sobreviver?

Sinto um frio forte me alcançar do nada.

Será a morte?

Ouço vozes abafadas.

Será o além?

Sinto um formigamento estranho em minha boca. Sinto algo estranho indo e vindo em meu peito.

_ Bianca!! - Escuto alguém me chamar e logo em seguida eu engasgo. Viro para o lado tossindo e tirando a água para fora de meu pulmão. - Você está bem?!

_ D-Drian? - Pergunto conforme minha vista volta ao normal.

_ Você está bem, menina?! - Escuto a voz da Marina.

Sinto novamente a dor em minha perna e levo minha mão até ela. Faço careta de dor enquanto tento de alguma forma, fazer essa dor parar, enquanto me recupero do afogamento.

_ O que foi?! - Pergunta o Drian ao me ver contorcendo. - O que ouve com ela?! - Pergunta ele pegando na gola da blusa Marina e a puxando para ele - Eu mandei cuidar dela!

_ E-Eu não sei senhor! - Fala ela trêmula. - Ela disse que teve uma cãibra dai... -

_ Ai! - Solto um gemido por causa da dor, mas sei que isso não passou despercebido por eles.

_ Deixe-me ver isso. - Fala ele levando a mão, com a atenção, na minha perna - Me fale onde dói. - Fala ele massageando de leve minha perna. Até chegar na parte em que dói e eu fazer uma careta e dar um gemido de dor - Aqui?

Pergunta ele com ambas as mãos em minha perna. Eu confirmo com a cabeça. Ele começa a examinar minha perna, enquanto faz uma massagem, mas antes de tudo ele franze as sombrancelha.

_ Isso não é normal. - Fala examinando minha perna enquanto eu tento de alguma forma fazer essa cãibra passa. - É um feitiço. Vou ter que anula-lo ou nunca terá fim.

Fala ele fazendo uma névoa branca na palma de sua mão e colocando em minha perna. Sinto um alívio fraco em minha perna, mas logo vai se intensificando. Vou relaxando aos poucos, enquanto sinto a cãibra ir em bora.

Olho para minha perna e me perco na beleza desse homem concentrado no que faz. Ele está sem camisa e todo molhado.

Que flash foi aquele que tive?

Não importa. Foi ele quem me salvou e agora está me ajudando.

Depois que termina, ele volta a prestar atenção em mim. Ele ergue meu tronco e faz algo que me surpreende; Ele me abraça.

_ Nunca mais me de um susto desse. - Ouço sua voz séria enquanto me aperta em seus braços.

_ M-Me salvou? - Pergunto com uma certa dificuldade - P-Por que? - Pergunto e ele me solta, mas olha firme em meus olhos.

_ Eu não vou te perder, mete isso na cabeça. - Fala ele sério e leva a mão até meu rosto. - Quem lhe deu permissão de nadar na piscina? - Ele pergunta sério. - E que porra de pedaço de pano é esse?

_ É um biquíni. - Falo séria.

_ É um pedaço de pano que não tampa nada. - Fala ele sério. - Só de olhar, já fico duro.

_ Você tem potência o suficiente para ficar duro? - Pergunto com deboche.

_ É a segunda vez que mensiosa  minha potência no sexo. - Fala ele e pega no meu queixo - Por acaso está querendo que eu te jogue na cama mostre minha potência?

_Você tem? - O desafio com o olhar.

_ Quer vir comigo e descobri? - Ele pergunta malicioso para mim. - Tenho certeza que vai gostar da minha pegada.

_ Convencido. - Falo séria. - Eu gosto de pegada de homem de verdade, e não de escroto que precisa estuprar para ter prazer. - Falo com uma certa raiva. - Dispenso.

_ Bianca... - Fala ele em um suspiro. - Não vou discutir meus atos com você. - Fala ele sério e me pega no colo, estilo noiva.

_ Ei! - Reclamo.

_ Não reclama, porque não vai adiantar. - Fala ele e me leva, até onde as pessoas deitam para tomar sol. O qual eu não sei o nome. Logo após ele me deita lá, ele olha para mim.

_ Coloque isso - Fala ele, agora com os olhos colados em meu corpo enquanto pega o roupão que a Marina trouxe. - Não quero ninguém olhando o que é meu.

_ Desde quando meu corpo é seu? - Pergunto irônica enquanto pego o roupão e começo a vesti-lo.

_ Você é minha mulher, portanto, tudo em você é meu. - Fala ele firme

_ Vai sonhando querido. - Falo séria, mas sem deixar o tom irônico - E esse biquíni não está curto. É seu olhar de gavião que amplia o que não deveria.

_ Não me provoca, Bianca. - Avisa ele sério.

_ Obrigado. - Falo olhando para o lado.

_ O que?

_ Obrigado - Falo agora olhando para seus olhos - Obrigado por me salvar.

_ Esperei muito tempo para ter você. Não vou permiti que simplesmente saia do meu lado - Fala ele olhando em meus olhos.

_ Quanto anos você tem? - Pergunto curiosa. - Você disse que me vigia desde os meus cinco anos. Quanto anos você tem, então?

_ Tenho 1143 anos. - Fala ele me deixando com os olhos arregalados e minha boca em um perfeito "O".

_ O que você é? - Pergunto chocada e curiosa.

_ O bruxo mais forte de todos. - Fala ele e eu faço uma cara óbvia. - Mas também sou imortal. Com esse poder todo que tenho, acha mesmo que eu não faria um feitiço de imortalidade?

_ Nesse caso por que não me deixa ir embora? - Pergunto com sarcasmo - você é imortal e eu não. Não vai querer uma velhinha gagá como mulher, não é?

_ Não precisa se preocupar. - Fala ele sério, mas noto o sarcasmo em sua voz - Quando fizermos sexo pela primeira vez, você se tornara imortal como eu.

_ Como assim?! - Pergunto assustada.

_ Fiz um feitiço antes de busca-la - Fala ele, mas eu o interrompi.

_ Não quer dizer antes de me sequestrar? - Falo séria.

_ Não. - Fala ele sério. - Você sempre foi minha, eu só peguei o que é meu.

_ Só nos seus sonhos mais distantes. - Falo séria. - Querido, eu não pertenço a ninguém.

_ Como eu queria que me chamasse de querido com amor. - Fala ele e pega em meu rosto. - Posso continuar?

_ Pode. - Falo séria.

_ Quando eu te penetrar pela primeira vez, o feitiço será ativado. - Fala ele acariciando meu rosto. - Quanto mais eu estocar, mais o feitiço se desenvolverá e quando gozarmos, o feitiço estará finalizado e você será imortal como eu. E será minha para sempre.

_ Você não pode fazer isso! - Falo sentindo uma raiva inexplicável.

_ Amor, eu já fiz - Fala e da um beijo em minha testa, o que me irrita mais. - Consegue andar?

Ele pergunta e eu confirmo com raiva, tento me levantar, mas minha perna falha e eu caio. Por sorte o Drian me segura e me pega no colo, estilo noiva

_ Parece que não. - Fala o Drian enquanto começa a andar de volta a mansão - Marina faça um lanche e um suco para a Bianca.

_ Pera ai, onde está me levando? - Pergunto, começando a reparar em sua beleza.

_ Para nosso quarto. - Fala olhando para frente e começando a subir os primeiros degraus da mansão.

_ Seu quarto. - O corrijo e acabo recebendo um olhar bravo dele. Dou um sorriso e eu o olho desafiando. - Está com fome?

_ Por que a pergunta? - Pergunta sem intender minha pergunta.

_ Cara feia é fome. - Falo o provocando e consigo.

Mas ele respira fundo e volta a andar em direção ao quarto. Assim que chegamos no quarto, ele abre a porta com sua magia e entra.

Ele me coloca deitado na cama e vai até o banheiro. Ele liga a torneira e deixa a água cair na banheira. Depois ele começa a tirar a calça. Como eu sei disso? Ele não fechou a porta.

_ Pode pelo menos pode fechar a porta? - Pergunto e ele da um risa e vai até porta apenas de com a calça aberta, dando para ver sua cueca de cor preta.

Ele para em frente a porta e olha para mim.

_ Não. - Fala ele e abaixa a calça junto com a cueca.

Por sorte, eu consigo me virar a tempo e colocando um travesseiro em meu rosto para que ele não veja meu rosto vermelho.

_ Que foi? - Escuto sua voz, ao mesmo tempo que sinto a cama afundar - Está com vergonha de me ver pelado?

_ Está desperdiçando água. - Falo mudando de assunto.

Depois, disso, sinto seu braço pegar em minha cintura e me puxar para ele, podendo sentir seu membro em minha coxa.

_ Vem tomar banho comigo... - Sussurra ele beijando meu ombro.

_ Pega uma mulher qualquer e toma banho. - Falo tentando não ligar para seu membro pulsando em minha pele.

_ Quero você! - Fala ele me pegando novamente no colo estilo noiva.

_ Ei me solta! - Falo me debatendo em seus braços. Mas sem sucesso.

Drian me coloca na banheira e logo depois entra na banheira, e desliga a torneira. Tento sair da banheira, ja que só estou com biquíni, mas Drian me puxa e usa sua magia para me prender enquanto ele se aproxima e tira meu biquíni de baixo

_ Ei! - Reclamo.

Drian nada fala e tira meu biquíni de cima e eu me escondo entre as espumas. Ele, novamente usa sua magia, fazendo meu biquini flutuar e o coloca em um sexto de roupa. Enquanto isso ele solta um suspiro enquanto relaxa na banheira.

Olho com raiva para ele.

Quem ele pensa que é?

Ele pisca para mim, me irritando ainda mais.

Me aguarde Drian, você vai pagar por isso!

_ Não vai tentar nada? - Ele pergunta enquanto começa a relaxar na banheira.

_ Para você me ver nua? - Pergunto com raiva. - Não obrigado.

Ao fim disso escuto uma risada dele, me fazendo olha-lo sem intender.

_ Você não me aceita agora, mas vai aceitar. - Fala ele enquanto relaxa na banheira. - Não vejo a hora disso acontecer. E quando acontecer você vai me aceitar tomando banho com você. Podemos até nos diverti enquanto isso. - Fala ele e solta um suspiro. -  Fico duro só em pensar.

_ Até em baixo da água? - Pergunto.

_ Você me deixa duro em qualquer lugar. - Fala ele sério e me puxa de encontro ao seu peito.

Que peito é esse Deus? Esse homem é a perfeição em pessoa...

_ Me solta! - Falo séria.

_ Não. - Fala ele calmo. - Quero relaxar com você nos meus braços.

_ Seu... - Minha boca trava. Ele enfeitiçou minha boca de novo?!

_ Shhhh. - Fala ele e beija minha testa. - Relaxa...

Apesar de eu estar com raiva, sou obrigada a tomar banho com o Feiticeiro Original e nada posso fazer. Eu não vou dar o gosto de ele me ver nua. 

 



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