História Na ponta do precipício - Capítulo 3


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Categorias Zac Efron
Tags Zac&emma
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Palavras 1.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite, desculpem a demora para postar o novo capítulo. Aconteceu uns problemas familiares e fiquei sem tempo para escrever.
Espero que estejam gostando e caso estejam, comentem para eu saber e continuar postando minha história.
Boa leitura! 😘

Capítulo 3 - Ele quer só prazer?


Eu estava parada em frente à rua enquanto procurava pela limusine de Zac, porém os únicos carros que passavam por aqui eram fuscas e combis. Afinal essa área da cidade não era habitada por ricos ou milionários.

De repente vejo um carro se aproximando devagarzinho, como se procurasse por alguma coisa. Deve ser o Zac, penso enquanto corro o mais rápido possível que o meu salto permite.

- Oi Zac. - Digo olhando pela janela para dentro do carro e enrusbecendo ao ver que o motorista, na verdade, era um idoso. - Oh, perdões. Precisa de ajuda?

- Ah sim, moça. Sabe onde fica o restaurante La Salsa? Quero comprar a comida favorita de minha esposa como presente de 23° aniversário de casamento. - Diz o idoso estacionando para permitir que outro carro passase.

- Vire a sua direita e siga reto durante 3 quarteirões, depois vire a sua esquerda e no meio da quadra encontrará o seu restaurante. - Digo me afastando do carro e o vendo seguir as instruções que lhe dei.

- Além de linda, também ajudar os idosos à encontrar o seu caminho desejado? - Escuto alguém dizer e viro minha cabeça à procura de quem havia digo, me deparo com os olhos azuis de Zac me encarando enquanto ele sorri de bochecha à bochecha.

- Veio à pé? - Pergunto me aproximando dele e lhe cumprimentando com um beijo na bochecha. - Não acredito que Zac Efron veio caminhando para me encontrar.

- Acredite, eu vim. - Diz ele antes de estender um buquê de girassóis em minha direção e me devolver o beijo, desta vez no canto de minha boca. - Girassóis para a flor mais linda, no caso você, que já encontrei.

- Obrigada Zac! - Di lhe dando um abraço e apoiando minha cabeça no ombro dele enquanto sinto suas mãos acariciando minhas costas.

- Então, por onde devemos ir? - Pergunta Zac após eu recuar para trás pra exalar o cheiro doce das flores.

- Na mesma direção na qual enviei o idoso. - Digo pegando em sua mão e lhe guiando pela rua escura e molhada na qual eu morava.

Ao chegarmos no restaurante, não sinto mais o calor da mão de Zac contra a minha e percebo que ele havia à largado.

- Que lugarzinho simples. - Diz Zac olhando ao redor e passando a mão em seus cabelos morenos para arrumar os fios rebeldes. - Onde vamos nós sentar?

- Na mesa 04. - Digo apontando para a mesa localizada no canto direito do restaurante, que permite que observamos o movimento da rua.

Zac se senta e pega o cardápio em cima da mesa enquanto eu fico olhando para os poucos carros que passavam ali.

- Vou querer esse filé com arroz. E você? - Diz Zac largando o cardápio na mesa e pondo sua mão sobre a minha. - O que houve?

- Nada, só estava pensativa. - Digo pegando o cardápio e escolhendo o mesmo que eu sempre escolhia quando ia ali com meus pais. - Peixe milanesa com arroz e farofa.

- Tudo bem. - Diz Zac levantando seu braço para chamar a atenção do garçom que atendia outra pessoa.

- Sim senhores? O que desejam? - Diz o garçom tirando sua caneta de trás de sua orelha direita e começando à anotar nossos pedidos. - E a bebida?

- Vinho tinto. - Digo arregalando meus olhos ao receber uma careta feia vinda de Zac. Mas que audacioso, penso cruzando os meus braços.

- Cerveja. - Responde Zac com um sorriso no rosto e desviando sua atenção entre mim e o garçom.

Minutos depois, o garçom volta com nossos pratos e bebidas dentro de um pequeno balde de gelo. Ele me entrega um copo cheio de vinho e entrega à Zac uma Skol aberta.

- Bem, me conte mais sobre você. - Diz Zac antes de meter uma grande porção de filé acompanhado de arroz em sua boca.

- Eu nasci em Estocolmo, mas me mudei para cá aos 16 anos junto com meu pai que se separou da minha mãe na mesma época. Eu sai de casa com meus 21 anos e comecei à trabalhar num escritório sobre livros, mas fui demitida por faltar demais e agora trabalho num mercado aqui perto.

- Qual mercado?

- Zaffari - Digo tomando outro gole do meu vinho e encarando seus olhos azuis. - E você? Quero saber da sua história.

- Bem, seu futuro cunhado se chama Dylan - Futuro cunhado? - E aos 17 anos me operei do apêndice, sendo assim atrasei as filmagens do filme que eu estava fazendo na época. Já participei de peças infantis que desencadearam outras oportunidades para mim. - Diz Zac terminando sua cerveja e voltando sua atenção pro seu prato quase vazio.

- Quais peças infantis você participou?

- A mais bacana foi a do Peter Pan. - Diz Zac antes de pedir a conta para o garçom que passava por nós.

- Eu adoro o Peter Pan, porém em Once Upon a Time prefiro mil vezes o Capitão Gancho...

- O que é Once Upon a Time?

- Eu pago a minha. - Digo observando Zac tirando suas dezenas de notas de 100 de sua carteira sofisticada. - Once Upon a Time é uma série de televisão, nunca assistiu alguma série? - Pergunto enquanto pago a conta e procuro o casaco no qual eu trouxe.

- Ta procurando por isso? - Pergunta Zac se levantando e mostrando meu casaco amarrado em sua cintura.

- Me dê ele agora senhorito! - Digo correndo o mais rápido possível atrás de Zac, que tinha saído restaurante à fora.

Encontro ele parado em um beco escuro, com uma mínima iluminação vinda de um poste dali. Ele sorri e pega minha mão, levando-a aos lábios e beijando.

- To com frio. - Digo me soltando dele e tentando pegar meu casaco, porém ele se vira rapidamente e me põe contra a parede fria de tijolo.

- Eu te esquento. - Diz ele aproximando seu rosto do meu e quando nossas respirações se misturam, fecho meus olhos e junto nossos lábios em um beijo molhado e lento.

Ele me puxa pela cintura e sinto sua ereção na minha coxa, meus pelos se arrepiam quando sua mão desce para minha bunda e ali fica durante todo o beijo.

Por falta de oxigênio, nós afastamos e quando abro meus olhos, me deparo com olhos azuis me olhando fixamente.

- Vamos pra sua casa, Emma. Você está linda com este vestido, porém vai ficar mais ainda sem ele. - Sussura Zac em meu ouvido enquanto distribuí diversos beijos pelo meu pescoço, me fazendo ofegar.

- Você só quer sexo? - Pergunto afastando ele com minhas mãos e fazendo uma cara de desgosto para o mesmo.

Zac me encara por um longo tempo e após fingir uma tosse, se afasta de mim e coça seus cabelos morenos.

- Já está tarde, te acompanho até sua casa. - Diz Zac desamarrando meu casaco de sua cintura e, delicadamente, me entregando-o  sem sequer me olhar.

- Quer saber? Eu sei o caminho de casa.


Coloco meu casaco e com o queixo levantado, passo por Zac e caminho em direção à casa, ciente de que a partir de hoje, provavelmente, nunca mais veria ele.



Notas Finais


Será que Emma é somente mais um brinquedo de prazer e sexo para o famoso e galã Zac Efron ou será que os sentimentos dele por ela são reais?
Descubra amanhã, no novo capítulo.
Espero que tenham gostado!
- Emily ❤


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