História Na última jogada ( One-shot ) - Capítulo 1


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Categorias Death Note
Personagens Beyond Birthday, Hideki Ide, L Lawliet, Light Yagami, Matt, Mihael "Mello" Keehl, Misa Amane, Nate "Near" River, Raito Yagami, Rem, Ryuuku, Sachiko Yagami, Shuichi Aizawa, Teru Mikami, Touta Matsuda, Watari
Tags Death Note, Drama Yaoi, Ficção, Lawlight, Lemon, Lightlaw, Lightxl, Lxlight, One-shot, Psicológico, Yaoi
Visualizações 55
Palavras 3.246
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo❤

Essa fic será uma One-shot, de lawlight, eu estou fazendo isso para uma amiga aqui do spirit e para todos que amam esse shipp, já avisando que eu não pretendo fazer uma continuação, estou fazendo por que minha monna pediu então farei o melhor para agrada-la e fazer o máximo para tds vcs gostarem^^


•Ja aviso que pode ficar um pouco confuso, pelo fato de que usei um contexto muito formal e em algumas partes exageradamente detalhado, mais espero que gostem

-coloquei eles flex, pelo fato de que não consigo imagina-los com um Uke e um Seme e para mim eles são Seke.



Boa leitura! ❤

Capítulo 1 - Capítulo único: Chekmat


Fanfic / Fanfiction Na última jogada ( One-shot ) - Capítulo 1 - Capítulo único: Chekmat


Capítulo único: Chekmat



Narradora Pov's


 Sinos. Esse barulho soava repetidas vezes junto a uma intensa chuva, que ao ver do de cabelos negros, não acabaria tão cedo, pela densidade das gotas e opacidade das nuvens, duraria, provavelmente o dia todo.  Triste o fato de que em uma folga no protesto ao Kira, tudo se tornou escuro e vazio, igual o céu. E as nuvens, representavam os pensamentos vagos, que perguntavam a si mesmo por que se sentir assim, tão isolado, duas mentes psicóticas que se foram separadas e ao mesmo tempo que queriam isso, se perguntavam agora, oque resta fazer, sem seus longos dias impetuosos de investigação, que no fim nem tinham um objetivo.  

 A chuva que caía junto a lágrimas, já se misturava com os desesperados suspiros mútuos por ajuda, de quem, necessariamente? Não sabia dizer, mais seu corpo e sua mente, por hora, percorriam desesperadamente um caminho sem volta de pensamentos impuros, como desejar o corpo alheio, ao nível que desejava poder ter os sentimentos do rival para si. 

 Chorar. Não é algo muito imprevisto e dramático? Para se estar fazendo ao pensar em um inimigo? que deveria ser, e na verdade esta prendendo o mais velho em um ciclo sem fim de questionamentos, sem respostas.  

 Lawliet, o detetive mais bem falado do mundo, estava mesmo pensando se foi sensato acabar com Light? Um mero jovem que se disse Deus com seus pensamentos maléficos sobre a sociedade. Mas, L sabia, que aquilo nem de longe se referia ao povo, ele em particular tratava-se de si, e do rancor que sentiu quando a angustia de ter o tedio veio até si como uma pancada. Sabia que aquilo, não era totalmente em parte de uma necessidade por ocupação, e sim, a falta de algo, como se o coração que nele forá construído, foi destruído no mesmo instante pelas mesmas mãos que o moldaram des de o início, se o arquiteto desse sentimento sabia sobre sua abstrata construção, era isso que perturbava o de pele clara, como a neve em dias amargos de Inverno. 

 - Você quer pegar um resfriado? - Uma voz que causou mais arrepios, em uma frase, deu sentido a mais de mil perguntas, o som que junto a chuva se tornou mudo nos ouvidos de L, que ao curver-se viu um sorriso divertido de canto, que ele considerou, provocante.  

Silêncio. Prevaleceu no local, onde agora só o barulho das frias gotas de chuva batendo contra o chão era oque tomava a atenção de ambos, que ao mesmo tempo, olharam para as iris a frente uma da outra, vendo refletido a angústia que era selada no fundo do túnel. Como se fosse pela força da imaginação, os pensamentos se encontram distantes, na mente psicótica dos dois, que se olhavam sem medo de revelar os verdadeiros sentimentos.  

 Uma gota fria escorreu junto a uma lágrima, que o Yagami não identificou por estar camuflada nas profundezas da chuva. 

- Light, oque faz aqui? - Se referiu a o criminoso que agora deveria estar bem longe ou condenado, estar em sua frente, mas não mudou o tom de voz e usou a mesma suavidade de sempre, falando com clareza cada uma das palavras. 

- Achei que ficaria feliz em me ver! - Usou o tom divertido que fazia L ter espasmos de raiva, por que ele sempre Agia assim, como se tivesse tentando tirar o mínimo de informação de todos? Repugnante para L, e divertido para o Yagami, que se prendia ao seu próprio joguinho, onde, por vez, ele e o de pele pálida eram as peças principais. 

Um jogo não roda sem ter um começo. Meio. E fim. É como uma história. E Na opinião de ambos, o começo nem sequer se lembram já que quando foram dar-se por conta, já jogavam seriamente em uma competição por superioridade, no meio do jogo, onde os obstáculos são o maior problema, e nesse sentido, para eles o único desafio era provar quem é melhor. Já o fim, é algo que nunca pensaram chegar, como se quisessem jogar para sempre, e por mais que ouvesse negação sobre isso, ambos sabiam que na verdade não queriam ter um vencedor, caso isso acontecer o jogo acabaria. 

Morte é o fim, mais também a coisas piores do que isso, como dar um último Chekmat, a fase final onde tudo é mais difícil e todos sabem que após isso termina, não a oque fazer, e por esse motivo a ocasião da última jogada tem que ser a melhor. 

Em quanto Light, em seus pensamentos, se sentia no começo do jogo, L se sentia no fim, exaustos fisicamente e sem dúvidas, psicologicamente transtornados sobre oque fazer na trajetória até o Chek.


Uma aproximação. Uma nova lágrima e uma nova rodada, onde dessa vez, Light decidiu dar as cartas, e em um ato desesperado de sair na dianteira, se aproximou consideravelmente do menor, deixando um certo espaço para provocar, não queria que a próxima jogada fosse assim tão fácil para o detetive. 

Sorriu lascivo, L hesitou, e ele não pôde deixar de esconder a felicidade que surgiu de ponta a ponta se estendendo em seus lábios, um ponto a mais? Claro que não, cada movimento era válido, e isso não significaria que Light venceu a jogada, pelo contrário, ele deu início a uma guerra sem fim e números indeterminaveis de análises para preparar o próximo movimento, que se estenderia provavelmente, até que um dos dois permitisse a derrota. 

Com a mente distorcida, por precaução, o segundo jogador preparou um ataque e uma defesa, que surpreendeu o dono do primeiro ato ao ver L erguer-se, ao nível que ele deduziu, dos lábios alheios, que não contiveram um sorriso entre um selinho calmo e agradável que desproviu um na boca do outro. O por que? Nenhum deles sabia, mas um jogo que começou, de geito algum pode ser parado, e agora, quem der a primeira trégua, perderia claramente nessa última brincadeira. 

- Quer jogar? - Dessa vez o primeiro a iniciar uma conversa sem sentido foi L, que tratou de sorrir na mesma velocidade que o de cabelos castanhos, sabendo que agora o movimento seria dele, voltou na mesma posição de antes: Costas curvadas de um modo corcunda naturalmente, e os pés no chão, sem a intenção de fazer qualquer outra coisa. 

A chuva já foi esquecida assim como o barulho da mesma, a única preocupação agora foi tentar uma jogada melhor que a de Light, que agarrou fortemente os cabelos negros, amassando os fios em seus dedos, sem deixar é claro, a sensualidade de fora, já que foi isso que prevaleceu no momento. 

- Vamos fazer isso lá dentro - Agora ele cortou o clima. L realmente não entendeu oque ele quis dizer e seu semblante se contorceu em dúvida. 

Na verdade não queria admitir a si mesmo os pensamentos obscenos e apaixonados que ambos tinham, preferia pensar que era um jogo e queria que fosse assim até o final, onde, que por qualquer descuido podia dizer que foi adrenalina, quando na verdade, estava tomado por vontades impuras. 

Em um desespero de tentar fortalecer a defesa, L não deixou ser domado e beijou ferozmente os lábios do mais novo, já estavam a um nível de não saber se realmente existe um superior, talvez, que por um descuido, ambos fossem iguais e ao mesmo tempo tão distintos. 

Em quanto tentava explorar a cavidade bucal de Light, o maior usava isso para praticamente sugar os lábios de L, já não sabiam quem estava no comando, por que na mesma intensidade que  Lawliet socava sua língua na boca do outro, o mesmo fazia questão de sugar sempre que um novo movimento era formado pelos dois na vontade de apenas desejar um a o outro, não importando em que sentido. 


A porta se abriu bruscamente com o chute que o moreno deu, para que pudessem entrar sem separar suas bocas e com cada passo só indensificavam os amassos que era provido da contração de um corpo no outro, como um abraço necessitado, onde precisavam cada vez mais estar grudados. 

Sem pensar duas vezes Light passou sua mãos para baixo da camisa do mais velho, onde sentiu a pele sensível que se arrepiou sob o ato, sentindo as ousadas mãos de L passarem o dedo levemente por seu membro, apenas com a pontinha, tendo que segurar o riso provocante que soltaria ao ver o mais novo segurar um som obsceno. 

Parece que Lawliet conseguiu tomar a dianteira e fazer com que o parceiro ficasse loco por seu corpo. Mas um passo de cada vez deve ser analisado, agora era a vez do Yagami contra atacar , e com isso, decidiu dar permissão as suas próprias mãos que percorreram as coxas expostas, e nesse gesto, logo se viu apertando as nádegas de L, que não deixou de conter um suspiro. Ambos sorriram, e dentre um novo suspiro, Light continuou a apertar o local que lhe proporcionar prazer logo, assim como, sua cavidade também seria usada. A língua do pálido passou protestando o quanto deveria cansar o assassino em série A sua frente, que para ele, estava agora tão submisso de um modo que ele mesmo estava, como um serial killer e um investigador estariam assim tão atraídos um pelo outro, de forma que no momento só se importavam com sigo mesmo, como uma ganância e uma gula inçaciavel por apenas possuir o outro para fazer com que de uma vez por todas alguém ficasse no topo. 

O dominante , para eles, seria oque da os primeiros passos em um avanço lucrativo, e o passivo, seria oque foi indefeso e não contra-atacou bem o suficiente para escapar de uma ordem, por isso, se rendeu ao primeiro golpe. Então por esse motivo, sem nem dizer nada, sabiam que seriam versáteis nesse tipo de situação, pelo simples motivo de que para provar ser o melhor, teriam que primeiro saber o potencial do outro, como em uma briga para ver quem doma quem, de um modo selvagem e explícito. De um modo que só eles sabiam oque significa. Amor? Ou talvez uma paixão momentânea?... Pode também ser apenas desejos saciáveis que precisam ser cumpridos apenas no momento, para em breve acabar. Ou até mesmo, uma vontade imensurável de desfrutar ao máximo um do outro, para, quem sabe aguardar satisfeito o fim como uma vitória, ou então para ter o argumento de que teve um ponto a mais antes de acabar. 

Com o concentimento necessário, L também ousou atos que levavam ambos a loucura com toques tão simples, que nem mesmo eram rápidos, eles desproviam mais de intensidade, um toque que equivalia por 10, um beijo que dava o dobro de excitação, como se a vontade de foder e o medo de perder se misturassem em um desejo mútuo , oque aumentava o calor, e os corpos quentes já exalavam a temperatura elevada a todo o cômodo. 


Agora no quarto, Light joga o mais velho na cama sem ter piedade, e agressivamente domina seus lábios, adentrando a blusa assim como antes, e dessa vez , passando mais vagorasamente os toques por todo o abdômen de L, sincronizando as massagens a o beijo que se estendia a cada entrelaçar de linguas, deixando que barulhos explícitos escapassem de seis lábios sempre que uma chupada era feita, misturando as salivas, praticamente engolindo um ao outro. 

Para não deixar escapar sua vez, L toma providência em erguer o rosto e beijar o lóbulo do rapaz em cima de si, lambendo a região, e o barulho de sua língua contra a pele alheia soava como um filme porno onde o único barulho que prevalecia eram sons de alívio, suspiros Baixos que continham gemidos. 

O de pele clara inverteu as posições, tendo ele agora, que tomar o comando e fazer algo , e a peça que ele decidiu mexer é o início de um jogo provocante, sorrindo em quanto se abaixa entre o meio das pernas do Yagami, até estar com o rosto no ponto que queria. Com isso pôde ver o mais novo o encarar desejoso, e devolveu o olhar, não deixando nenhum segundo de encarar as iris que lhe deram tanto trabalho, e agora, estavam dando tanto prazer tão repentinamente, inesperado a decisão que os dois tiveram de terminar com a jogada final. 

L lambeu os lábios em antecipação, e nisso usou os próprios dentes para abrir o zíper a sua frente, fazendo Light anciar e salivar em luxúria, querendo mais. O que restou foi a vontade imensurável de Lawliet o provocar , mas ignorou a rivalidade e a busca por vingança, tocando diretamente pela primeira vez no membro do de cabelos castanhos, que sorriu. 

Light não era mais virgem pois já tiverá outras namoradas no passado, ja L nunca fez sexo com ninguém, e de qualquer forma, era a primeira vez de ambos com outro homem. 

Com a ponta da língua, ousou um movimento encostando calmamente o órgão molhado contra a ereção já com pré-gozo, e dessa vez, um ponto para L que com tão pouco esforço fez o maior ter um problema a ser resolvido. 

Lentamente fez questão de usar sua vez para passar calmamente des de a glande, até o fim da extensão, e nesse percurso fazia questão de usar bem a língua, passando de forma sensual rodeando com um rastro de saliva onde podia, oque certamente fez sons abafados escaparem, mesmo que contra a vontade, Light soltava suspiros de estar recebendo tal agrado na mão de seu arqui-inimigo. 

Como esquecer isso depois e agir normalmente, na força policial, como ninguém suspeitaria de olhares carregados com malícia, que esperariam por uma próxima vez. Mas os pensamentos aos poucos se esvairam ao lembrar-se que tudo isso seria o final, e como o último protesto, teria que ser bem feito. 

Os movimentos de vai e vem se estendiam até onde o de cabelos pretos conseguia, e o que não cabia, era masturbando pelas mãos que faziam mágica no membro alheio. 

- De quatro - Ordenou sem expressão, nem mesmo terminou o trabalho na parte da frente e já queria saciar a cavidade do mais novo. 

Light não respondeu, e fez oque lhe foi pedido, ficando de quatro na cama e olhando por cima do ombro com um olhar que dizia "Se me machucar, vai pagar", e L por coincidência entendeu, assentindo. Chupou três de seus próprios dedos de forma erótica, abaixando a própria calça para começar uma lenta masturbação em si mesmo, com o propósito de estar lubruficado. Parou na metade da preparação, e pensou " O último jogo, essa é a última jogada e a última peça a ser movida, que tal então jogar com tudo oque tenho? " Pensou Lawliet tirando os dedos de sua boca e olhando de um modo assustador para o maior, sorrindo lascivo logo em seguida. 

Nem sequer avisou quando penetrou seu membro inteiro de uma só vez, fazendo com que as paredes do interior apertado do Yagami se contraissem, e uma forte dor foi alastrada em sua traseira. ardia. Ele queria que L tirasse. Mas como acabar com a diversão que mal começou? 

Ele mesmo deu um ponto positivo a o mais velho quando gritou alto, em um grunido de dor e prazer que ele já não conseguia identificar. Desesperadamente agarrou lençol o apertando ao nivel da pressão que seus dentes faziam em morder o próprio lábio, e ai que por descuido, quando voltou a se dar por conta, percebeu, L esperou para que ele se acostumasse, pois não conseguiu machuca-lo. 

E foi ai que ambos descartaram a opção de fazer só por desejos, e se uniram em forçar imaginação para pensar que pode ser algo passageiro, anulando logo que pensaram mais um pouco. Poderia então ser uma paixão ardente? Será que Light tem idéia do coração que construiu no garoto de pele flácida sem expressão? E será que L, sendo cuidadoso demais, atingiu o ponto sentimental de um criminoso? 

Tantas perguntas. E apenas uma resposta, que nesse momento, se encontrava na vontade de unir seus corpos. 

Light fechou os olhos, e, quando percebeu, já nem doía mais, e contra a sua vontade começou a rebolar vagarosamente no membro ereto dentro de si, que latejou só com os pensamentos maliciosos que L teve. Um movimento brusco foi feito, e assim por diante, sem em nenhum momento deixar a rivalidade de lado, mais que tudo queriam demonstrar o quanto se odiavam, e ao mesmo tempo, o quanto precisavam um do outro, unir seus córpos e suas almas ao mesmo tempo em que jogavam em Chek, como um abraço e uma facada logo após o aconchego de uma paixão. 

As frenéticas estocadas faziam ambos ter espasmos, gemendo a cada movimento, e já não tentavam abafar o som descontrolado que era exibido da boca dos dois rapazes, que estavam totalmente perdidos em tentação e prazer. 

- Aah aaannh L-law... - Não conseguiu terminar  a frase por que a única coisa que saia coerente de sua boca eram gemidos. 

- Mmhhhpp aah Light... - Gemeu em resposta com uma estocada certeira que ele repetiu fazendo o mais novo enlouquecer. 

O ranger da cama estava descontrolado assim como o som de um corpo batendo no outro, pele com pele, couro de duas almas gêmeas que situavam em se odiar, quando na verdade, estavam presas pelo laço do destino, na corrente de amor e ódio. 

Light mordeu o lábio inferior e empurrou L para que o mesmo se retirasse de seu interior, e feito isso, o virou com tudo no mesmo momento em que meteu fortemente no mais velho da mesma forma que o novo submisso havia feito consigo, dando uma estocada brutal para reparar a face de Lawliet, que se perdia em um semblante de rubor e dor, que fez ele se prender a conexão que estavam um com o outro. 


Yagami esperou o mesmo tanto, e como se tivesse adivinhado o pedido, começou a se mover de encontro com a bunda de L, estocando brutalmente de forma que novamente a mesma experiência passada se retrocedesse para agora, onde os gemidos se tornavam visíveis e se instalavam nas vozes e na respiração dos psicóticos. 

- Aanh nhhgg K-kira, v-vai, K-kir...- Parou de falar por uma estocada ainda mais intensa que Light deu de excitação após ouvir o mais velho o chamar de "Kira", isso só os excitou mais. 

- T-te amo... L-law.... Hmmph, v-voce... - Olhou com rubor e olhos marejados pelo prazer, parando de se mover para encarar L que não estava diferente. 

- T-te.... A-amo L-light, T-te am... - Um sorriso se formou nos lábios de ambos, que continuaram a fazer com que só existissem eles no mundo. 

Dizendo isso para um inimigo, ou se é que pode ser chamado de rival aquele com quem decidiram passar a noite, e a cada novo gemido mais e mais se clareava na mente deles que isso, era a paixão que tinham por jogar com alguém ao nível, a altura de ser seu inimigo. 

A chave para o quebra cabeça estava mais simples de se achar do que L pensava, e estava no quão importante um é para o outro. 

Você deve amar seus inimigos, e de certa forma, odia-los. 



Depois..... 

Dias chuvosos se alastravam no céu que era para ser bonito nas manhãs em que se encontrava azul, e agora, só era visível o cinza que predominava, assim como as lágrimas no rosto de Light, foi condenado, e pior de tudo... Matou o coração que ele mesmo moldou. 




Notas Finais


Espero que tenham gostado, e desculpem os erros, tentei deixar o mais certo possivel^^


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