História Na Velocidade do Coração - Capítulo 21


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 2.762
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tão gostando de como as coisas estão se desenrolando? queria saber o feedback de vocês sobre a história se esta sendo legal pra vocês vamos ver como estão as coisas entre os irmãos

Capítulo 21 - Acerto, e dias em perigo


Fanfic / Fanfiction Na Velocidade do Coração - Capítulo 21 - Acerto, e dias em perigo

Depois da faculdade.

Kátia e Luís saem do prédio e vão andando lado á lado pra ir até a parada esperar o ônibus juntos.

Na parada...

Henrique esta nervoso esperando pelos mesmos. quando se vira pro lado e os vê rapidamente poem o capuz, e bota o cotovelo na estrutura e cruza à perna se misturando às outras pessoas.

- Faz um tempinho que não voltamos juntos não é. - Comenta a mesma. Realmente eu iria perder meu ônibus mas... não subiria com você e a verdade. é que Henrique estando aqui. (Eles chegam e se sentam lado a lado nos bancos.) me ajudaria nesse processo eu iria pegar carona na moto dele. - Só garotas são autorizadas em subir na minha pequena fiz você senta nela por causa da perna. - Penso suspirando.

- Eu não quero mais me interferir na sua relação com ele.

- Obrigado. - Agredece à olhando atento.

- Mas ainda tenho meus receios sobre ele. posso até ser insuportável quanto à isso mais é por que você é meu irmãozinho! (Expressa ficando de lado e apertando às bochechas dele ao mesmo tempo que ele reclama.) e quero te proteger (Fala parando voltando pra sua postura anterior o deixando aliviado.) ele foi embora e você ficou arrasado.

Henrique ao escuta aquilo se sente mau.

- Só não quero que sofra mais, por amizades que não vão te fazer bem acho ele um sem coração. - E você tá doidinha pra viver uma louca aventura com esse bad boy frio. - Penso bufando.

- Ão contrario irmã o que não falta nele é um coração.

- Que meloso! - Penso e resmungo.

Esse coração tá ferido, e extremamente magoado se você souber do porque lhe dara pena. - Nem ouse contar pra Luís. - Penso ameaçador.

- Eu não quero saber mais do que já penso. - E à brutinha ataca novamente. - Penso sorrindo de lado cruzo os braços. - Você é tão teimosa! não é diferente dele nesse quesito. - Credo!

Henrique e Kátia falam juntos.

Kátia e Luís olham pro lado e nisso Henrique se esconde tapando a boca no desespero.

[...]

- O que eu menos quero é ser comparada a ele tá irmãozinho. - Fala agradecendo irônicamente.

Henrique suspira aliviado.

Quebra de tempo.

O ônibus vem se aproximando e eles se levantam do banco. indo pra frente. dão sinal como outras pessoas também ó fazem, e o ônibus foi parando aos poucos abrindo às portas da frente... e de trás. outros passageiros desceram e na frente subiram várias pessoas eles ficaram, meio que imprensado s na fila mas... tendo um pouco de espaço. Luís ficou na frente da irmã que bufa.

- Se isso foi uma aposta pra correr não valeu porque eu nem fui avisada.

- Na verdade, nem era é porque eu quero achar. um assento mais rápido que você. - Responde dando língua e depois passando o cartão. - Crianção. - Pensa indo pra frente e também passando o cartão quando... uma pessoa esbarra em suas costas. - Ei! (Exclama.) calma ai já vou passar. - Sentiu saudade? - Responde a voz que susurra em seu ouvido a fazendo se arrepiar involuntariamente ela logo reconhece. - Henrique! (Grita olhando pra trás e "todos" a encaram lhe deixando desconcertada.) não esperava mais te ver por hoje. - Comenta normalizando a voz e se virando de volta pra frente.

- Eu to com ela motorista. - Me pronuncio. e ela volta á me olha só que dessa vez brava e eu sorrio forçado. reparando na cena Luís se levantou da cadeira e se aproximou... - Ei da pra passarem! - Reclama uma senhora atrás do Henrique e em seguida outros que ainda não haviam subido. - Passe logo ou dessam meus jovens estão bloqueando à entrada dos passageiros. - Aconselha o motorista. - Eu já passei meu cartão então permaneço. - Declara Luís pro motorista. - E você minha jovem? - Pergunta o motorista a Kátia. - Eu já ia passar o cartão quando essa pessoa aqui! (Aponta pra Henrique que fica supreso.) atrás me atrapalhou. - Responde passando o cartão. - Eu fui reduzido a uma pessoa qualquer! - Penso atónito. - Vamos Luís. - Diz o empurrando.

- E você? - Pergunta o motorista para mim. - Eu... é... (Começo a fica nervoso.) - Se não tem como pagar é melhor descer. - Pede sendo apoiado por outros passageiros menos Luís que se desvencilha de sua irmã... - Eu pago o dele! - Responde passando o cartão e dando uma piscada. para Henrique que sem jeito olha de lado.

[...]

- Você me fez perder o assento agora uma senhora se sentou nele. - Reclama se segurando na barra. e na cadeira no lado oposto de sua irmã ficando de costas pra ela mais pro lado. - Você não iria ceder o assento pra essa senhora? (Pergunta o olhando de lado mas. sem deixar de se segura na barra e cadeira.) você está ficando tão sem coração tanto quanto seu amiguinho ai. - É.. claro que eu ia dar! quando partissimos. - Se defende abaixando o tom de voz gradativamente.

- Valeu. - Agradeço me aproximando dos mesmos, ficando ão lado de Kátia que me encara séria e encomodada.

Depois às pessoas foram subindo e passando o cartão pra passarem e o ônibus fechou suas portas partindo.

Durante o trajeto...

O ônibus acabou dando uma freiada brusca! então Kátia se desequilibrou mas com agilidade Henrique. à segurou pela cintura e nisso eles se encararam.

- Tá tudo bem ai? - Pergunta um Luís preocupado olha de lado. - Cuidado, gatinha (Susurra.) - Comento avisando dando um sorriso sacana.

- Ta tudo sim. - Responde dando um pigarro. e se desvicilhando de Henrique se recompõem voltando a se segura como antes.

[...]

Uma passagera acabou se levantando. deixando um assento vago na frente de Kátia e Henrique que se olharam.

- As damas primeiro eu sou um cavalheiro. - Digo indicando o assento. e ela se senta olhando de lado.

- Porque você entrou no ônibus?(Pergunta curiosa.) deixou sua moto (Comenta confusa.)

- Ela se encontra no estacionamento da faculdade não numa rua qualquer então... ela vai ficar bem.

- Tá... - Responde arrastado. - Mas... eu queria que você me esclarecesse. o motivo pra você ter vindo de ônibus? e no mesmo que o nosso. - O questiona o olhando atenta.

- À verdade é que eu já me desculpei com o Luís, e ele me perdoou mas agora quero me desculpar com você também. por ter ido embora sem avisar não precisa me perdoar. você não é obrigada quero que o faça de coração era isso que eu queria falar pra você. - Respondo sem jeito. estendendo a mão e ela me olha depois para minha mão. - Não poderia ter esperado o dia seguinte? ou ter ligado pro meu irmão? - Não, pois essa foi a oportunidade que encontrei não teria sua atenção dessas duas formas que me perguntou. no ônibus você não tem saída ou você saltaria com ele em movimento? - Pergunto a questionando. - Que! (Se espanta.) eu iria me matar por sua causa eu em. - E porque se desculpar comigo? não sou eu que me magoei foi meu irmão. Mas... eu te beijei (Falo baixo abaixado bem próximo só pra que ela escutasse.) eu não poderia ter feito isso. estava proíbido por suas regras e no dia seguinte desapareci ou melhor fugi, é a palavra certa você não se sentiu assim... usada? - Sera que ele pensa que foi um erro nosso beijo? - Pensa por um breve momento. tentando não transparecer decepção.

- Talvez...não... sei... - Responde devagar o deixando confuso.

Kátia resolve aperta a mão de Henrique. que sorri sincero e ela ficou á reparar na expressão do outro durante o ato.

- Então... a sua casa é por esse caminho? - Pior que não. - Respondo nervoso. - Se cuidem! - Digo pros mesmos antes de puxa a cordinha e ir pra porta de trás. Motorista pode para! (Grito)

Quebra de tempo.

Henrique esta em casa deitado na cama. mexendo no celular distraído quando recebeu uma mensagem e um emoji. lhe chamou a atenção então clicou.

Mensagem on:

💥🔫 Se livre dessa enquanto pode. - Cobrador [14:27] - Pistola d'água? - Penso coçando á cabeça confuso a observa aquele emoji.

Quebra de tempo.

Depois do almoço Henrique voltou pro quarto pra se trocar. e descendo as escadas novamente no fim ela pois e quando estava chegando na porta...

- Filho!? - Chama a mãe do.

- Iai. - Respondo me virando. - Pra onde vai com tanta pressa? - Pergunta o questionando enquanto esta com a mão na cintura. - Preciso resolver um assunto que eu pensei. que não iria mais resolver. - Respondo a deixando com uma expressão confusa. - Pode me responder sem transforma isso num enigma.

Nisso o pai dele também aparece e se aproxima.

- Filho tá saindo? (Pergunta com uma expressão decepcionada.) eu queria tanto que você me acompanhasse pra ver a partida de golfe. lá no clube eu também chamei seu irmão mas... ele se encontra muito ocupado hoje e não vai pode nós acompanhar.

- Assim como o meu irmãozinho (Sarcástico.) eu também tenho coisas a resolver foi mau paizão. - Respondo dando batidinhas em seu ombro. depois voltando pra minha posição.

- Mas eu sei, que depois teremos muito mais oportunidades já que voltei a mora aqui. - Comento já abrindo à porta saiu.

Os pais dele se olham.

Do lado de fora...

Depois de achar sua pequena (moto.) na garagem no meio de tantos carros.

Nas ruas...

Enquanto Henrique dirigia ele ficava olhando pros locais ão seu redor. e como tudo não havia mudado afinal, não deu tempo de conseguir senti por tanto tempo o impacto da distância.

Quebra de tempo.

Parando em frente ão seu antigo trabalho. Henrique parou a moto se apoiando com o pé tira o capacete e a chave da ignição e em seguida olha pro estabelecimento, dando uma respirada funda desceu.

[...]

Entrando na oficina...

- Oi senhor Frankie. - Falo batendo no balcão o vejo. arrumando as coisas o assustando ele se vira para mim surpreso. - Henrique você aqui!? pensei que não te veria mais, você me soava tão decidido com seus planos. - É... tem certos planos que queremos fazer. mais nem sempre estamos no controle deles. - Respondo sem graça. - Hum...então... vamos ser diretos sobre o porque de esta aqui? - Pergunta curioso o olha atento.

- A verdade é que o senhor abriu as portas pra mim (O outro assente.) depois do meu primeiro emprego em seguida. levei tantos não! e esse é o emprego que mais me indentifiquei fica perto de veículos ainda mais, de motos! e o senhor me deu tantas chances mesmo não sendo. merecedor delas e de sua paciência... - Direto ão ponto Henrique. - Comenta o cortando paciente. - Ainda posso garanti outra chance? eu quero voltar. - É Henrique, eu já solicitei um novo ajudante. pelo seu currículo ele não carrega muita experiência então... eu vou ter que ensi.... (Fala mas é cortado.)

- Deixa comigo eu ensino ele o senhor tem mais coisa, pra fazer do que ensinar um aprendiz. - Comento me prontificando. - Bem realmente, então faremos assim... você vem aqui amanhã no horário que você sempre vinha para recepciona. esse novo aprendiz e ensiná-lo tudo que sabe e voltara ão mesmo tempo, a trabalhar aqui lhe pagarei só um pouco por essa ajuda mas não posso garantir que esse aumento. seja tão grande mas... o farei então... o que me diz?

Henrique quando ia responder seu celular vibrou no bolso o fazendo bufa.

- Eu aceito! - Respondo alegre depois. que o aparelho parou o outro sorri de lábios fechados retribuo e saio.

Do lado de fora...

Henrique tira o celular do bolso e vê que era uma chamada perdida de Luís. pensou por um momento se retornaria mas... não o fez e seguiu de volta pra moto mas... quem disse que o outro desistiu?

Ligação on:

- Luís o que é tão urgente? - Pergunto batendo o pé no chão. - Se você vier pra minha casa eu te mostro.- Responde com o ar de mistério. - Tá... você tá tão misterioso bem... eu vou ai! mas... com cautela. - Aaa Henrique eu não vou armar nada pra você! - Reclama chateado. - Hum... mais de qualquer jeito...

Quebra de tempo.

Henrique chega em frente a casa de Luís e bate a porta o mesmo vai atende...

- Henrique você é muito desconfiado. - Comenta abrindo a porta.

É, o jeito que eu adiquiri pra não ser enganado. - Respondo entrando olhando pros lados.

- Sente-se, quer uma água? - Pergunta cordial. - Não quero beber nada (Respondo me sentando e o mesmo assente se sentando. ão meu lado se vira pra mim.) como disse o meu chefe "vamos ser diretos"!

- Chefe? - O encara confuso. - É, eu ia te dizer isso depois mais já que me chamou... vou ser direto fui aceito na oficina novamente! - Comento alegre.

- Ou! real oficial? (Responde incrédulo e eu afirmo com a cabeça veemente.)

- Parabéns cara! - Recebe contente. - E qual é a sua novidade!? - Pergunto o encarando de braços cruzados. e com uma das sobrancelhas arqueadas. - Se lembra quando eu e a Duda resolvemos trabalhar juntos? - O relembra se levantando. - É... (Respondo seguindo meu olhar em Luís confuso.) mas já não mais lembrava.

[...]

Luís volta com uma caixa de sapatos em mãos se sentando novamente.

- Então... fizemos isso por você. - Diz entregando a caixa para o outro que pega receoso. - Não tem uma bomba aqui não né. - Respondo brincando e ele ri falso e abaixo a cabeça e abrindo a caixa...

Henrique vê um papel e o pegando e abrindo...

Carta on:

- Dedicamos nosso primeiro recebimento. pra te ajudar e lembre se sempre conte com a gente e deixe sua teimosia, de querer resolve tudo por conta própria

L,D

Carta off:

- Luís, vocês passarão aquele tempo todo lá só pra me ajudar porque? - Pergunto o questionando parando de olhar pra carta.

- Eu sei que você quer voltar pro hotel quer sua independência de volta. mais pra isso dinheiro é essencial e estava em falta pra você, eu ia te entregar isso antes mais... você fugiu! como um fugitivo que escapou da cadeia.

Antes que Henrique respondesse sobre tal ato seu celular tocou no bolso e preferiu ignora.

- Pode ver o que é Henrique. Não eu posso ver o que é depois e isso que você fez juntamente com Duda pode ser de bom grado mais... eu vou devolver (Fala estendendo à caixa.) como uma forma de pagar por ter ficado aqui e ter pego. seu dinheiro sem o seu consentimento. - Sobre o dinheiro... realmente foi errado o que você fez mas eu iria te dar de qualquer forma. você estava... ou está ainda com á corda no pescoço? e dormir um na casa do outro por longo período bem... se a tanta intimidade porque não? além do mais precisando de um mão amiga? é eu parei de receber mesada porque... eu e Duda! formamos uma parceria eu sou empregado dela, e ela minha chefa e assim vou indo até eu me formar e conseguir. um emprego de carteira assinada.

- Fico feliz...

O celular de Henrique voltou a toca atrapalhando o momento.

- Eu realmente preciso?... - Digo indo pega o celular com o mesmo assentindo com q cabeca.

- Vou só olhar o que é rapidinho e dessa vez vou deixa no silêncioso. - Comento me levantando e indo para um canto, pegando o celular com a outra mão coço à cabeça.

As notificações que Henrique receberá. eram várias mensagens não lidas e às abrindo ficou extremamente tenso.

Mensagem on:

- Cadê você? quando vamos nós encontra? - Cobrador [15:36]

Segunda mensagem...

- Quanto tempo eu terei mais que espera por seu pagamento? ou quer que eu mesmo pague? [16:44]

Henrique olhou pra última mensagem. nervoso engoliu em seco e voltou a guarda o celular respirou fundo, e em seguida se virou para Luís tentando transparece tranquilidade.

- Parece até, que viu um fantasma


Notas Finais


A cena da parada de ônibus e dentro do ônibus contém no meu trailer de apresentação, dos personagens se vocês quiserem rever pra deixa essa cena ainda mais viva começa no minuto
2:02

https://youtu.be/M2mRckafDHY

Henrique tá correndo perigo e ainda vai continuar recusando a ajuda do Luís? a nossa trama só tá esquentando e isso vocês vai ver nos próximos capítulos


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