História Nada demais - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Luka Couffaine, Marc Anciel, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg
Visualizações 24
Palavras 705
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Literatura Feminina, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Nada de más


Após o jogo de beisebol, o time estava na pizzaria aproveitando o rodízio. Ganharam o jogo por Home Run. O time era formado por: Adrien, Luka, Nathaniel, Nino, Kim, Ivan, Marc, Elias e... Charlie. Charlie é... era Marinette, mas a mesma se descobriu não binária. Não binário é uma pessoa que não se sente pertencente a um gênero. Não se “acha” nem homem nem mulher. Elias é o irmão mais velho da mesma, que apoia as decisões e escolhas da irmã sem julgar.

Também estavam com eles o professor de educação física que formou o time, Plagg e Max, o treinador. Apesar de não ser o melhor em atividades físicas, a inteligência e esperteza que ele tem acima dos outros o torna o melhor para ajudar a levar o time a vitória.

 

Papo vai, papo vem, tal como as garçonetes e os garçons que serviam todos o tipo de pizza estranha e o refrigerante. Tudo ia bem até que tiveram que fazer silêncio.

- Bem, como sabem, O jogo ia mal. Não avançávamos as bases o suficiente, Adrien, Marc e Nino foram eliminados e o Luka não conseguiu pegar direito aquela bola, mas... se o Kim não tivesse me convencido a colocar Charlie para rebater a bola, não teria feito Home Run. – Plagg falou com orgulho daquela virada. – Um brinde para Charlie. – Ele levantou um copo de coca cola.

- Espera, também quero dar um discurso. – Interrompeu Adrien. – Desde já, é mais forte que nós, mais veloz que nós, mais inteligente que nós. Apesar do último elogio parecer que é para o Max, estou falando de Charlie. – Todos levantaram os copos e quando estavam quase bebendo...

- Eu também quero falar. – Dessa vez foi Luka que atrapalhou.

- Só levantem a mão quem quer dar um discurso. – Charlie falou e além de Luka, levantou a mão Elias, Nathaniel, Nino, Marc e Max. – Tudo isso? Só de raiva, eu vou dar meu discurso por último!

- Na verdade, pode deixar o meu por último? – Pediu Luka.

- Então vai Nathaniel, Marc, Nino, Max, Elias, eu e Luka. – Charlie disse isso e todos disseram um “ok” em uníssono.

- Charlie, você me ajudou com certos problemas e eu nunca tive como agradecer. Era só isso porque eu sou tão ruim nisso como sou correndo. – Riram.

- Charlie, graças a ti eu tive coragem de me declarar pro Nath. Tive coragem de tentar entrar no time. E agora, estamos namorando e fazendo parte de mais uma vitória graças a você. – O casal dá as mãos.

- Cê desenrolou a Alya pra mim. Fez eu criar coragem para publicar meu mixes na internet e agora tem famoso querendo me contratar. Valeu por ser você.

- Eu sempre achei que seria inútil nesses tipos de coisa, mas você me mostrou que meus conhecimentos podiam ser a ajuda mais útil do mundo. Desculpa por hoje ter falhado, mas você passou por cima e superou minhas expectativas.

- Maninha que está se segurando para não chorar... – Deram risadas. – Eu sempre tive orgulho e respeito. Sempre soube que você era capaz de se levantar sem ajuda. Isso é tão verdade que você ajuda os outros que caem a seu redor. Não tem ninguém melhor que você.

- Eu... não vou falar porque senão eu choro. – Limpou a lagrima que escorreu.

- A verdade é que... – Luka parecia mais hesitante, diferente dos outros, que falavam com orgulho. – Quando você era a Marinette, eu tinha uma enorme atração por ti. Me ajudou em tantas coisas e ficou tão próximo de mim que eu só consegui me apaixonar mais. Isso não mudou quando você assumiu sua não “binariedade”. – Eles dão uma olhada de orgulho. – Charlie, cê quer namorar comigo?

Fica um minuto de silencio e Charlie solta outra lágrima. – Sim. – Fala com rouquidão e o resto levantava os copos em comemoração. Comemoração ao jogo, aos discursos acabarem e ao novo casal, que já estava aos beijos. Enquanto ao resto das pessoas na pizzaria? Alguns olhavam estranhado para saber se tratava-se de uma mulher ou homem que o rapaz mais “nítido” beijava. Outros tinham olhar de reprovação e outros de admiração ou estranhamento. Mas a maioria estava pouco se fodendo, aliás, era só um casal se beijando.


Notas Finais


Isso foi um tanto pessoal para mim.


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