História Nada é por acaso - Capítulo 57


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Categorias David Luiz, Nina Dobrev, Thiago Silva
Personagens David Luiz, Nina Dobrev, Personagens Originais, Thiago Silva
Tags David Luiz, Nina Dobrev, Thiago Silva, Zoe Infante
Visualizações 108
Palavras 2.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeeeee demorou mas acredito que vai valer a pena. 😁😙🙄 boa leitura genteeeeee.

Capítulo 57 - Passado Doloroso


Fanfic / Fanfiction Nada é por acaso - Capítulo 57 - Passado Doloroso


Zoe  On:


Senti os pingos do chuvisco leve que se fazia presente hoje na cidade parisiense , umidecerem meus cabelos e apertei o passo  de volta para a casa dos Moreira Marinho. 

Meus filhos precisavam de mim, devem estar famintos e  estar com eles era tudo o que eu queria agora, pegar neles e sumir era tudo que me apetecia fazer.

Mas feliz ou infelizmente eu cresci e amadureci, agora que sou mãe  no verdadeiro sentido da palavra sei que não  posso simplesmente  pegar neles e sumir. Uma coisa sou eu e as coisas  que eu fazia quando  eles não  eram nascidos, outra coisa são  os meus filhos que agora estão aqui, eu pensava neles primeiro, só  depois em mim.

E sumir como sempre foi meu refúgio não  era a solução desta vez, acho que uma vez na vida eu teria que enfrentar os problemas, dar a cara para bater e tentar a todo custo resolve-los, fugir não  é  solução.

Ainda mas quando o problema  é  um casinho  de infância  que o meu namorado teve com a "prima", que já fez questão  de deixar bem claro que não  veio só acompanhar a bruxa da bisavó  dos meus filhos, mas sim para atormentar.

Ela veio para nos atormentar, veio para tentar mexer com ele, veio para tentar trazer o passado  que eles tiveram  para o nosso presente, e eu não  vou sumir, não  vou chorar, não  vou deixar ela reinar e se sentir a poderosa.

Por mais que eu esteja com raiva e triste por saber que eles tiveram um rolo, é  o passado do David, e isso não  me diz respeito, o que eu tenho que fazer agora é  estar  do lado dele, e mostrar para prima "Ka" que eu estou aqui e não  pretendo ir a lugar algum. 

Afinal a namorada do David sou eu, a mãe  dos filhos dele sou eu. Eu tinha mais e que me impor mesmo, eu tinha todo o direito. É ela e a vovó  Olívia que se prepararem  porque se depender de mim elas voltam para o Brasil  amanhã  no primeiro vôo.  

-Zoe... -Senhor Hector  me chamou assim que entrei. -A Lígia acabou de me contar o que aconteceu...

-É foi um dia e tanto. -Forcei um meio sorriso. 

--Mil perdões  pelo comportamento da minha mãe e da Karen. -Disse envergonhado. -As vezes elas...

-Está tudo bem senhor Hector. -Falei. -O senhor não  teve culpa  nenhuma e já  passou.

-Mesmo? -Me olhou preocupado.

-Sim. -Assenti. -Agora eu vou ter com os meninos que eles já devem  estar  com fome.

Subi para o andar seguinte torcendo para não  dar de cara com nenhuma das "visitas" e graças a Deus não esbarrei nem em uma e nem em outra.

-A mamãe  já deve estar chegando. -Ouvi  David falar com os meninos. -Eu acho.

-Já cheguei. -Falei assim que adeentrei  no quarto. -Quem são  as coisinhas mais lindas da vida da mamãe, que devem estar cheios de fome. 

Me sentei para amamenta-los enquanto  David  observava silenciosamente todos os meus movimentos

-Zoe... Se pronunciou após longos minutos em silêncio.

-Está tudo bem. -O interrompi.

-Como assim? -Me olhou confuso. -Você...

-Eu não  vou brigar com você. -Coloquei Matteo já adormecido entre as almofadas e caminhei até  ele me sentando em seu colo. -Não tenho porquê. Eu não  estou feliz com isso tudo, óbvio que eu não  estou, mas eu não  vou me virar  contra você porquê  eu sei que  é  isso  que ela quer, e se você  diz que foi coisa de criança sem importância   eu acredito. -Suspirei. -Eu prefiro  acreditar em você. 

-Amo você. -Beijou de  leve meu pescoço. -Muito.

-Eu também amo você. -Acariciei seus cabelos, e me assustei  com os trovões que se faziam lá  fora. 

-Parece que vai chover. -Disse olhando para a janela. 

-E se agente fosse embora antes disso? -Sujeri. 

-É. -Assentiu. -Então vou  só  avisar que agente não  vai jantar.

-Ótimo. -Comemorei. 


David  On:


Me senti aliviado por saber que a Zoe estava do meu lado e não  contra mim. É  um peso enorme que sai dos meus ombros.

Tudo que eu menos queria e precisa agora é ter uma crise no relacionamento. Já  bastava as crises familiares  que tenho tido ultimamente.

Meu maior desejo agora é  manter o máximo de distância possível da minha avó e da Karen e manter elas a mil metros da Zoe.

-E porquê? -Me perguntou na cara dura. 

-Sério mãe? -Questionei. -Acha que estamos  em um bom clima para jantar em família?

-O jantar está  quase pronto e não  sei para onde você quer ir com tanta pressa com esse temporal que está  lá  fora!

-Para minha casa. -Respondi. -O único  lugar aonde tenho paz. 

-Deixa de drama menino. -Falou. -Eu não  vou deixar você  sair por aí dirigindo neste temporal ainda mais com duas crianças.

-Eu não vou ficar para jantar mãe! -Afirmei. -Esquece. 

-Fica  então até  a chuva  passar, acredito que a Zoe não  vai querer sair com esse tempo.

-Mãe você  sabe muito bem porque  nós  queremos e precisamos ir embora. 

-Vai  continuar fugindo da Karen? Vai dar esse poder para ela? -Me repreendeu. -Ai  é  que ela não para de  te atormentar mesmo. Para de fugir e coloca ela no lugar. 

-Eu  prefiro evitar qualquer tipo de contacto com ela. -Falei.

-Olha a sua avó  aí. -Forçou um sorriso gigante. 

-Então vamos jantar? -Avó Olívia  perguntou.

-Infelizmente eu preciso ir avó. -Neguei. 

-A não, não  vai fazer uma desfeita destas com a sua avó. -Dramatizou. -Além disso o tempo está  péssimo para você  sair. 

- Eu estava falando isso para ele agora mesmos. -Minha mãe concordou.  

-Vó... -Tentei falar mas fui interrompido.

-Como amanhã é  domingo, vamos jantar e você passa a noite aqui, assim eu fico mais tempo com os meus bisnetos  e com você meu netinho favorito. -Apertou minhas bochechas. -Que tal? E amanhã eu vou fazer aquele café da manhã  que você adorava quando era mais pequeno. 

-Claro avó, eu fico. -Assenti derrotado, eu sabia que ela não  desistiria  até  conseguir que eu ficasse. 

-Ótimo. -Sorriu simpática demais para o meu gosto. -Então vai lá  chamar a sua namorada e vamos para a mesa.

 Suspirei prevendo o quão  longo seria esse jantar e essa noite. Eu só  queria  sair por essa porta a fora, ou melhor pegar na Karen  e jogar ela por essa porta a fora. Porque se eu não  fizesse isso, certamente a Zoe faria por nós.

-Eu não  vou. -Afirmou. 

-Zoe... -Tentei dizer, só  tentei. 

-Era para agente ir embora e você vem me falar de jantar e ainda passar a noite aqui. -Disse. -Você é  louco?

-E você  acha mesmo que eu queria ficar? -Questionei.

-Não não queria, mas faz toda a questão  de agradar a sua vovozinha. -Gritou. 

-Não grita vai acordar os meninos. -Avisei. -Nós estamos conversando  e não  brigando Zoe. 

-Então bom jantar David, porque  eu estou  sem a mínima fome, já me basta ter que passar a noite aqui. -Disse e bateu forte com a porta do banheiro.


                         (....)


Já no bendido jantar, eu me limitava a olhar para o meu prato, já que a conversa que rolava solta não  me agradava, as companhias e o ambiente muito menos.

-Então David a Zoe não  vai mesmo descer para jantar? -Karen se dirigiu a mim. 

- Eu já disse que não. -Repeti  algo que já havia dito. -Você é  surda?

-David! -Minha mãe  e minha avó me  repreenderam e  Live  gargalhou. 

-Deixa tia, eu já estou habituada avó. -Falou.

-Onde você  está  aprendendo a ser assim tão  grosso? -Avó Olívia me olhou.

-Quem diz  o que quer ouve o que não  quer. -Meu pai respondeu por mim. 

-A e você ainda  está  apoiando ele Hector. -Minha avó  olhou desta vez para o meu pai. 

-Bem eu já terminei. -Me pronunciei. -Com licença.

-Vai sair assim da mesa? -Minha mãe  me repreendeu.

-É, vai sair assim da mesa? -Karen  sussurrou debochada.

-Não sei se você reparou Karen mais eu tenho filhos. -Respondi. -E eles são dois mãe, a Zoe deve estar precisando de ajuda. 

Ninguém merece isso, nem eu. Eu acho uma grande cara de pau as pessoas se sentarem, comerem, beberem, como se estivesse tudo normal, como se estivesse  tudo bem. Pura hipocrisia, e é  assim que  todos queriam que eu agisse em relação  a Karen. Queriam que eu fingisse que nada aconteceu, e que está  tudo bem, mas é  impossível, eu não  consigo, eu não sou de ferro.

Olhar para ela me faz lembrar de coisas que eu lutei muito para esquecer, me faz lembrar  do meu passado doloroso, e logo agora que isso já não  era  tão  presente  na minha vida, ela me cai assim, de paraquedas  como se nada fosse. 

Me deitei ao lado da Zoe, que fingiu estar dormindo para não  ter que falar comigo, mas eu sei exactamente quando ela está  dormido.

-Eu sei que você  não  está  dormindo Zoe. -Falei. -Fala comigo amor?

Esperei a resposta em vão, acho que tempo suficiente  para ela realmente adormecer. Já eu me ocupei em ver a chuva cair pela janela, tentando adormecer.


                         (....)


2:50 da manhã, despertei com um de meus filhos começando  a chorar, me levantei rápido para que a Zoe não acordasse, ela tem dormido pouco ultimamente.

-Hei? -Me aproximei do berço improvisado. -O que foi garotão?

Coloquei a chupeta de volta em sua boca e foi só isso que Benjamin precisou  para cair no sono novamente. Quem me dera a mim adormecer assim em um estalar de dedos.

Desci até a cozinha para pegar uma água e refrescar meus neurônios, já devia estar todo mundo dormindo pelo silêncio e pela escuridão. Engano meu.

-Sem sono? -Karen  apareceu em um roupão minúsculo.

-Deixa eu adivinhar. Você também  está  sem sono?

-É, parece que os assuntos que temos pendentes têm  nós tirado o sono de igual modo. 

-Nós não  temos assuntos pendentes. -Falei. -O que passou passou, é passado!

-David. -Se aproximou. -Essa raiva, esse ódio todo que você  sente por mim, mostra que o passado ainda está  bem presente entre nós. 

-Você  esperava que depois de tudo eu te recebece com um beijo e flores? -Perguntei. -Me poupe e nos  poupe Karen por favor.

-Você acha que não  foi difícil para mim? -Questionou. -Acha que foi fácil? Acha que eu queria fazer o que eu fiz?

-Alguém te obrigou? Alguém te obrigou Karen? Olha nos meus olhos e me diz! -Exige. -Alguém te obrigou?

- Eu tinha só 16 anos, eu era só  uma criança. -Sussurrou. 

-Porque  você veio então? Para me fazer reviver tudo que eu estava aprendendo a esquecer?

-Eu vim porque eu não aguentava  mais imaginar como você estava, com quem, fazendo o que, eu precisava te ver. E apesar de não ter  encontrado você como eu imaginei eu estou orgulhosa de você, de te ver sendo pai.

-Porque você não  me deu  oportunidade  de ser. -A recordei.

-E você  não  sabe como eu me arrependo  todos os dias por isso. -Fungou. 


Zoe On:


Quando acordei e vi a cama vazia do meu lado, fui ao andar de baixo sabendo que encontraria o David ali.

Só  não  esperei o encontrar em um mine debate com a tal prima Ka. Em vez de interromper parei para ouvir a discussão abafada pelos sussurros. 

Talvez eu descobrisse finalmente  o que eu achava que ele  ainda estava me escondendo.

-Você não  presta Karen, nunca prestou, e não  é  agora com esse dito arrependimento que vai começar a prestar.

Concordo, de todo, ela não  presta, o tipinho  ruim só  de olhar. 

-Você pode não acreditar, mas doi  tanto em mim como em  você David. Pois até hoje eu penso como seria, se seria parecido comigo  ou com contigo. Até  hoje o meu coração se quebra em mil pedaços quando eu me lembro  que ela ou ele teria hoje 4 aninhos. 

Oi? Desculpa? É isso mesmo que eu estou ouvindo? Ou eu estou entendendo errado? Ela? Ele? 4 aninhos? Não, não pode ser. 

-Mas como você se acha a dona do mundo ou a mais importante dele  decidiu se privar e me privar também de viver tudo isso, por puro egoísmo. -David disse, e eu acho que ele estava chorando. -Por puro egoísmo Karen, você  tirou o meu filho e passe o tempo que passar, diga você o que dizer, eu não  vou te perdão e mesmo que eu quisesse, isso não  tem perdão  possível.

NÃO!











 


Notas Finais


E ai gente?😓😲😢 Me dizem pfv porque eu ñ sei o que dizer para vocês🤔


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