História Nada Fácil - Tomarry - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Tom Riddle Jr.
Tags Gay, Magia, Romance, Tomarry
Visualizações 339
Palavras 1.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, LGBT, Magia, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie gente! Desculpa a demora para o episódio, ainda estou me organizando quanto a fic ^^
Bem, me desculpe erros ortográficos, não reviso os episódios kk
Espero que gostem do episódio, tentei não enrolar muito, para que não haja tantos episódios com o Harry sofrendo no presente, então não liguem de estar muito ''apressado''.
Fiquem com o ep, kisses ^^

Capítulo 2 - Palavras de amor para um (não) amante


Fanfic / Fanfiction Nada Fácil - Tomarry - Capítulo 2 - Palavras de amor para um (não) amante

‘’ Uma vez pedi por uma nova chance de ser alguém ’melhor’. Não sei o que tinha na cabeça’’

-   Sra. Martins

Com o abrir dos meus olhos, vi Gina espantada e chorosa. Não havia dado certo…

É claro que quando Voldemort me atacou com o Avada Kedavra, eu sobrevive, duas vezes, aliás. Porém acreditei que se fosse a minha pessoa à ordenar o feitiço, conseguiria, de vez, ter meu último suspiro. Se é tão difícil matar-me, porque deixar-me viver? Isso quebra as porras das leis da natureza! Que merda, minha própria proteção me torna presa de mim mesmo. Derrotado pela maldição do ‘’Menino-que-sobreviveu’’, deixei minha esposa para trás, e fui diretamente ao meu quarto. Não há esperanças em mim a muito tempo. Enlouquecer me parece algo tão rotineiro, cada vez me sinto mais e mais maluco. Só de pensar que julgava a loucura de Voldemort… realmente só sabemos de uma dor quando sentimos na pele.

Adentro o meu refúgio, um único lugar que consigo me sentir confortável, longe de toda a desgraça do mundo, longe de tudo e todos ou pelo menos, quase todos. O meu quarto. Um suspiro esvaiu de mim, expressando todo… todo sentimento que ainda restava em mim. Falhei como salvador, marido, pai, como amigo e pessoa. Não tenho vontade de continuar falhando em sequência, crescendo regressivamente.

Nem me lembro ao certo quantos anos fazem que eu ocupei este quarto, tentei me afastar o máximo possível de Gina, então não pensei duas vezes sobre dormirmos separados. Sentei-me perto da porta, escorando na parede. Antes de me afundar num mar de pensamentos, o animal rastejante aproximou-se de mim. Estranhei isso, ele havia de ficar com as crianças, não? Passei a mão em meus cabelos, da mesma maneira que passeio em próprios delírios. 

Difícil se afastar de alguém que mora junto a você - sibilou Wanda, uma Smokenake - normalmente eu venho aqui quando não quero purpurina nos olhos - dizia com ironia, como sempre. Com tudo, era notório que não mentia.

Como qualquer outra Smokenake, suas escamas eram num degradê de verde floresta, verde grama e verde oliva. Seu nome se dava ao fato de soltar, pelas narinas, uma fumaça tóxica. Porém, ela é usada somente quando a cobra se sente ameaçada, ou entra numa batalha.

Necessita de algo, Wanda? Sabe que não quero companhia - falo cansado. 

Ela se rastejou até mim, e subiu em cima do meu corpo, se enrolando das minhas pernas até minha barriga. 

Como se você tivesse autoria aqui, querido você não manda nem em você mesmo - atreveu-se a dizer em seu dialeto - Aquele velho barbudo tá aqui, o das roupas esquisitas.

O que Dumbledore faz aqui? 

Levantei com Wanda, e entreabri a porta.

_ Não podemos deixá-lo sequer pensar em morrer, Srta. Gina - falou Dumbledore, que estava de costas para mim. Gina tinha o olhar amedrontado, ainda chorosa, provavelmente por causa do que aconteceu na sala de jantar - é muito arriscado à minha ditadura, sua morte, pelo menos ainda. 

É indiferente da minha parte quanto a minha tentativa de suicídio, com tudo não me sinto mau e muito menos triste, no máximo decepcionado por ser apenas tentativa. Observei Alvo e Gina, os dois falavam com um tom de preocupação, quase pranto. Preocupação e medo.

_ O que eu faço? Ele não me vê mais como sua amada, não depois de descobrir que seu companheiro de alma era você-sabe-quem - A ruiva contava - Não quero mais fazer parte disso, tenho que recuperar, com meus filhos, os anos perdidos! 

_ Srta. Gina, acho que ainda não me compreende - falou o barbudo, pegando no braço da ruiva com força, a puxando para mais perto - Você não tem escolha, muito menos voz! Agora como uma boa esposa, vá servir seu marido, cuidar de seus filhos, qualquer coisa, mas não se atreva fazer qualquer coisa fora dos meus planos. Ainda há espaço em Azkaban para, por exemplo, apoiadores de Voldemort.

_ O que ? Como assim? Eu nunca apoiei - Dumbledore nem deixou a mulher terminar.

_ E quem se importa se realmente foi você, ou não? A minha palavra já basta. Então, tenha em mente que eu posso acabar com a sua vida de mãezinha e esposa carente, num piscar de olhos e não duvide de mim - Não consigo ver a expressão do homem, porém não é necessário.

Ouviria mais, caso Wanda não houvesse derrubado, com sua cauda, uma taça.

_ Hãn? - Gina olhou em nossa direção com temor, seu rosto avermelhado entregava seu nervosismo. Dumbledore nem se deu o trabalho de virar-se, não que precisasse olhar em meu rosto para que suas palavras proferidas surgirem efeitos.

_ Preferiria que não soubesse disso, mas não é terrível que fique a par das coisas. Por sinal, Potter, é melhor que não saia de casa - disse já saindo da casa - as pessoas parecem não gostar das mudanças que eu fiz e, bem, seu nome está vinculado ao meu - falou e fechou a porta.

Olhei para Gina uma última vez no dia. Se me importasse, sentiria-me traído. Mas como sempre, sentiria, iria, porém não vou. Retirei- me.

Se abre a porta para o amor, também abre para a dor - disse Wanda - me desculpe...

Não se culpe - digo para ela - vamos, se eu quiser realmente morrer, tenho que encontrar um jeito. Eu sou fraco, não aguento continuar, não aqui, não agora.

Você ainda pode fazer algo, talvez burle sua própria proteção - sibilou a cobra - Há um livro que diz sobre vários feitiços, todos proibidos, uma vez usados é azkaban como viagem sem volta

_ Que livro é esse?? - perguntei, será finalmente minha chance?

_ Ele fica na mansão Dumbledore - comentou Wanda, simples.

_ Na casa de Dumbledore?! Como você sabe, Wanda?

_ Todas as visitas de Gina, eu acompanhava - falou com desdém - achava que se uma cobra ficasse em seu pescoço, ficaria mais segura. Ora, sou apenas  filhote. Olhe, eu não gostaria de lhe apresentar ao seu ultimato, mas amo você demais, tanto que dói te ver assim…

Não respondi. Ela sabia que a muito tempo fui desonrado a sentir compaixão ou amor após meu companheiro morrer. A maldição deixava claro, quando seu companheiro é morto, parte ou toda sua alma é levada junto.

_ Vamos encontrar esse livro!

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Tentarei fazer o próximo maior, este foi só mais uma prévia!^^
Por sinal, vocês preferem eps de 1.000 até 2.000 palavras, descrevendo mais os sentimentos, onde acontecem menos coisas nos episódios, ou eps grandes começando as coisas rápido?
Eu prefiro a primeira opção, porém quero saber a opinião de vcs^^
Kisses


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