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História Nada menos que "clichê" - Capítulo 15


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Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 15 - Fiveteen


Fanfic / Fanfiction Nada menos que "clichê" - Capítulo 15 - Fiveteen

Pela primeira vez acabei dormindo de bruços assim como Laurel, aquele poço de pecado dormia feito um anjo toda estirada sobre a cama, nem mesmo parecia que era tão mandona, pervertida e tarada, já eu sentia o ardor de meus queridos glúteos quando resolvia mexer alguns milésimos, mas pior foi a Laurel jogando a perna sobre eles inconscientemente enquanto dormia, havia sido deliciosa sua tortura mas já dizia um antigo professor meu, quando a mente não pensa, o corpo paga, minha mente esqueceu-se que eu não tinha nádegas de aço e agora eu nem fazia ideia de como iria trabalhar naquele estado.

Levanto-me da cama antes mesmo do despertador tocar porque já não aguentava mais o incômodo, e os toques inconscientes de Laurel contra minha pele não ajudava, fui até o seu banheiro e deixei por um longo tempo aquela zona do meu corpo ser molhada pela a água fria, e era confortante mas era só uma colher de chá até eu sair do chuveiro, lembrei também que eu pelo menos deveria trazer roupas já que não saía da casa dela antes do amanhecer, uma calcinha nova pelo menos, eu não era bisbilhoteira mas tinha curiosidade em abrir o armário embaixo da pia e procurar alguma pomada ou remédio para assaduras, como era muito cedo e ela ainda dormia como pedra sobre a cama toda esparramada, eu vesti aquele robe de banho que ela tinha no banheiro e fui até a cozinha dela preparar café da manhã, porque eu sempre estou com fome. Olhei para o armário dela e vi que tinha muito pouca coisa mesmo, Laurel não gastava quase nada com alimentos pelo o visto, tinham poucas produtos que eu sabia que se não fosse por Júlio, não estariam ali, então eu fiz o café do jeito que deu, tinha queijo dentro da geladeira e pão.

- Uma cebola e será tudo o que eu preciso. - Fui até a parte de legumes.

Respirei aliviada que tinham coisas semelhantes na geladeira, o que significava que o Júlio cozinhava, e mais uma vez eu tinha minha torrada de ovos na mão. Pensei em sentar para comer mas quando tentei não deu certo, então eu vi que estava ainda mais ferrada, acabei tomando café em pé mesmo sobre o balcão.

- Que cheiro é esse?

Olhei para o lado em susto, Laurel estava com seu robe de seda preta e os cabelos desgrenhados andando pela a casa.

- Torrada de ovos, quer? - Lhe ofereci um prato.

Ela olhou para mim com estranheza

- Você cozinha?

- Não sou Chefe, mas eu me viro.

Ela olhou para o prato como em investigação, era como se aquela simples refeição estivesse com uma bomba interna escondida.

- Você deixou a porta do meu quarto aberta, acordei pelo o cheiro.

Ela olha atentamente para a torrada, era cômico sua face observando o prato como uma detetive.

- Parece bom - Ela diz com estranheza.

- Prova Laurel, isso não vai explodir ok?

- Você não quer provar comigo? - Ela se senta na cadeira.

- Não posso sentar.

Ela olhou para mim confusa mas logo depois conseguiu associar as peças.

- Oh, Já entendi. Deveria ter me avisado ontem.

- Bom, não achei que fosse arder tanto.

- Vem até o quarto comigo. - Ela se levanta.

Eu sigo o caminho até seu quarto, ela anda na frente.

- Vai, deita ali. - Ela aponta para a cama.

- Pra quê?

- Você não está assada?

Vejo ela caminhar lá para dentro do Closet e eu faço o que ela deseja, retiro o robe branco felpudo e deito-me de bruços, ela aparece com uma maleta pequena e retira uma pomada.

- Vou passar a pomada, ela alivia a ardência e ajuda a curar mais rápido.

Ela senta sobre minhas pernas como na noite anterior mas ao invés de chicotada, eu recebo suas mãos macias alisando um lado dos meus glúteos ardidos, acharia aquilo excitante se não estivesse naquele estado.

- Deveria ter batido com um pouco menos de força. - Diz ela

- Acho que deixo você me bater mais forte se o resultado for você alisando minha bunda com suas mãos maravilhosas.

- Rachel, você é demais. - Ela diz

Não podia lhe enxergar mas sabia que havia um sorriso seu ali, ela alisou o outro lado.

- É errado?

- O quê?

- Eu estar me acendendo com as suas mãos aí?

Laurel apertou minhas nádegas com mais força acabei dando um gemido de dor.

- Ahw Laurel!

- Puc Puc bundinha da Rachel.

Dessa vez, eu não poderia ficar mais maravilhada.

- Faz de novo. - Pedi Suplicante.

- Chega, ok? - Ela saiu da minhas pernas e deitou-se ao meu lado.

- Laurel... - Supliquei com uma voz angelical

Vi ela morder os lábios enquanto sorria

- Já fiz.

- Por que você é tão má comigo?

- Eu nunca disse que era boazinha.

- Quem deveria ser punida é você! - Começo então a sair da cama.

- Você sabe que eu faço muito melhor.

- Minha bunda mandou lembranças. - Coloco o robe branco dela felpudo.

- Vai para onde?

- Vou ali limpar o que eu sujei e terminar de comer.

Ela desamarra o seu robe de seda maliciosamente.

- Aqui está a comida.

- Não que seja ruim, mas de onde você arruma tanta energia?

- Ah sei lá. Vai ver eu tenho os hormônios fortes, quando eu gosto eu repito, só isso. - Laurel ficou nua sobre a cama.

- Ótimo. Na volta eu como você.

- Está me trocando por comida?

- Jamais, sou como coração de mãe, sempre cabe os dois.

Saio do quarto dela e volto para a cozinha, volto a fazer mais torrada, me entreti grelhando levemente a cebola e montando ela no pão, depois colocando molho Katchup como se fosse uma chefe cinco estrelas dos programas culinários.

- Pensei que isso estaria horrível mas você me surpreendeu.

Eu viro então para a sua direção e vejo ela comendo a torrada enquanto lambuzava-se com o molho Katchup, apoiada contra o balcão, do mesmo lado que eu e atrás de mim.

- E se tivesse ruim? O que você diria? - Lhe olho desafiante e aproximo dela.

- Eu não diria, eu te seduziria. - Ela pousou o dedo indicador sobre meus lábios desenhando minha boca com sua mão provocante.

Seus lábios tinham um sorriso malicioso como se fosse uma mera brincadeira o que estava falando, mas conhecendo o seu jeito, eu não duvidava que ela usaria essas artimanhas.

- Não preciso que finja para mim. - Ela foi se aproximando, o canto de sua boca melado com molho.

- É por isso que eu te seduziria. - Ela passou o seu queixo por meus lábios.

- Limpa pra mim. - Sussurrou ela para mim

É claro que ela tinha que lambuzar-se de propósito, Laurel nunca dava o famoso: "Ponto sem nó" um verdadeiro perigo. Passei a língua no lugar apenas para retirar o que ela havia sujado "acidentalmente" mas ela foi mais espera e puxou meu rosto para que meus lábios encontrassem os dela e então eu lhe beijei, Laurel sabiamente foi puxando meu corpo contra o seu, esfregando-se sobre mim, buscando contato com suas mãos em movimento, causando calor entre nossos corpos, ousadamente suas mãos já invadiam o robe branco felpudo o qual eu vestia e eu até mesmo esqueci o que estava fazendo ali, Laurel sabia como me render facilmente e eu nem mesmo havia percebido, coloquei o seu corpo contra o balcão e com apenas um pequena força, seu corpo ficou sobre ele, ela entreabriu as pernas já encaixando meu corpo ali apesar de estar um pouco mais alta naquele momento, desci minhas mãos para a suas pernas de forma inconsciente e Laurel correspondeu abrindo ainda mais espaço com elas, as mesmas esfregando-se sobre o tecido do robe, levantando-se na direção do meu braço, entendi o seu recado e abracei suas pernas com meus braços deixando seu corpo inclinado sobre o balcão e com espaço total a sua nudez pessoal, nossas bocas separaram-se, ela foi retirando o seu robe de seda e eu lhe ajudei com isso, automaticamente sua mão puxou minha cabeça para ela de volta, ela puxou os meus lábios com os seus e soltou guiando minha cabeça para o seu pescoço, seu rosto já estava vermelho assim como nossas bocas, ela olhou para mim.

- Quando estiver comigo, eu sou a prioridade.

(...)

Eu e Laurel estávamos mais atrasadas do que o normal, eu havia acordado cedo de fato, mas quando estamos nos divertindo as horas passam como minutos e nós duas perdemos a noção do tempo depois de fazermos sexo pela a cozinha, sexo na cama dela e ainda mais algumas brincadeiras dentro do banheiro quando a Laurel me pediu para fazer a "Laurel mágica" dela cantar.

Meus glúteos ainda incomodavam, Laurel então me deu o nome da pomada para que eu comprasse na farmácia enquanto ela dirigia a sua Mercedez, eu fazia o máximo de esforço para fingir que o calor gerado entre minhas roupas e o banco macio não pioravam a minha situação, mas ela logo percebeu.

- Acho bom você não ir trabalhar, está visível como água que você está de esforçando para não pular desse carro.

- Não se preocupe comigo, você está atrasada.

- É, eu sei. Mas eu tenho o Marcco para me cobrir ou a Michaela se o noivo chupa-pau dela colaborar no humor dela.

- Lembro de você desesperada da última vez que acordou em cima do horário.

- Eu tinha uma reunião naquele dia, hoje só vou ler casos e conversar com alguns clientes.

- Júlio disse que a sua poltrona é maravilhosa.

- Ela é mesmo, mas toda vez que ele senta nela, deixa ela inclinada demais e enche minha mesa de terra com os seus sapatos, eu não suporto!

- Você acertou o celular no pênis dele, coitado.

- Ele sabe que eu não gosto que deixe minha poltrona daquele jeito nem fique brincando na minha mesa, eu mandei ele sair mas estava com falta de tolerância para esperar a boa vontade dele.

- Ali, cruza essa avenida. - Aponto o caminho para o meu trabalho.

Eu geralmente gostava de admirar Laurel e sua atenção exclusiva no trânsito enquanto dirigia, mas o queimor nas nádegas queria que aquele carro corresse a uma Kilometragem maior.

- Tem certeza de que você não quer ir pra casa? Como vai ficar sentada o dia todo?

- Eu vou até uma farmácia comprar uma compressa de gelo. - Laurel deu uma risadinha

- Você é teimosa viu?

- Não é teimosia, é trabalho demais. Tenho sorte de ter dado a chave e minha confiança ao Peter ou eu já estaria ainda mais louca, o Noah não acorda cedo, parece até mesmo o meu irmão e agora está me dando trabalho com sua falta de organização.

- Que interessante, pensei que fosse filha única.

- Eu tenho um irmão, mas eu não tenho o mesmo carinho que você tem com o Júlio.

- Mais velho ou mais novo?

- Mais velho.

- Você não tem cara de mais nova.

- Está me chamando de velha? - Ela riu

- Não. Estou dizendo que você se comporta como uma irmã mais velha.

- Eu só tento ser ajuízada.

Laurel estaciona o carro em frente ao meu escritório, ela olha para a placa em cima e lê em voz alta.

- Raynoh Edition. Legal, de onde vem o nome?

- Ray é o meu apelido, Noh é o apelido do Noah.

- Boa Sorte Rachel, tenha um bom dia.

- Não fala isso, você chicoteou minha bunda.

- Então tenha um péssimo dia e que a sua bunda arda mais que o fogo na minha "Laurel Mágica".

- É melhor parar de falar essas palavras sujas, ou vai se atrasar ainda mais. - Digo rindo maliciosa.

- Não é uma má ideia transarmos bem aqui na frente, uma pena eu ter mesmo clientes para conversar.

- Laurel! Eu estava brincando. - Digo inacreditada

- É uma pena então. - Arregalei os olhos assustada

- Laurel, isso é uma avenida pública e eu estaria em frente ao meu trabalho.

- Eu sei, mas meu carro tem fumê, ninguém veria nada mesmo.

Não veriam, mas ouviriam.

- Depois sou eu quem não presto. - Balanço a cabeça em negação e começo a retirar o cinto.

- Já disse que amo uma descaração. - Diz ela maliciosa de modo ambíguo.

Saio do seu carro e então entro lá para dentro, quando abro a porta vejo Júlio sentado no sofá com suas pernas cruzadas, Peter como sempre não tirava os olhos do monitor mas quando me viu chegar, cumprimentou-me.

- Bom Dia Senhorita Rachel.

- Bom Dia Pett. Júlio o que faz aqui?

- Bom dia Rachel.

- Bom dia.

- Vim pegar a minha chave que está com você. - Tateio meus bolsos

Lembro então, que deixei a cópia dele na maçaneta da porta e que depois de atrasadas a Laurel trancou o apartamento usando essa mesma chave.

- Júlio me desculpe, mas não estou com sua chave.

- Como assim não está? Você perdeu a chave da casa de Laurel?

- Não, eu não perdi. Mas eu deixei a chave na maçaneta da porta quando cheguei lá, Laurel e eu saímos atrasadas hoje, ela trancou a porta com a chave que estava lá e deve ter deixado a dela dentro do apartamento.

- A Laurel só saiu de casa agora? - Júlio olhou assustado para o relógio.

- Sim, ela veio me trazer.

- Uau! Laurel não gosta de atrasar no trabalho! Você fez ela entrar em coma?

Eu poderia lhe contar os motivos que levaram Laurel e eu a nos atrasarmos, mas preferi deixar que ele pensasse que fosse o sono mesmo.

- Você conhece a sua irmã.

- Bom, vou até a empresa então. Peter me deu o número da conta bancária daqui, Eu já transferi o dinheiro, agora basta esperar a divulgação.

- Obrigado Júlio, espero que seja um sucesso.

- Tchau Tchau.

- Tchau.

Ele levanta-se e então sai do escritório, Peter vem até mim.

- Fiz um cronograma de trabalho, temos pedidos até semana que vem.

- O quê? Tudo isso?

- Sim senhora. Não é ótimo?

- É ótimo, mas vai nos deixar com grandes trabalhos, se continuar aumentando durante a semana você vai ter que fazer hora extra pra mim.

- Sem problema senhorita Rachel.

- Peter não é por nada não, mas você tem vida social?

- Como assim?

- Você sai com seus amigos, ou com a família, sei lá, você tem alguma coisa além de jogar videogame com o seu amigo?

- Minha vida não é muito agitada senhorita Rachel, mas eu gosto assim, também gosto de fazer companhia pra senhora. - Sorri de nervoso para Peter sem saber o que dizer.

- Vou ali na farmácia, volto logo.

Deixei Peter ali e então fui até a farmácia, confesso que me senti envergonhada por dentro ao ter que pedir uma compressa térmica e uma pomada para assaduras da marca que Laurel me indicou.

- Temos duas versões aqui, uma para partes íntimas adulta e outra infantil, qual a senhorita deseja? - A farmacêutica olhou para mim curiosa

- É...É...Eu quero...É...Quanto é a infantil?

- Quantos anos tem a criança?

- Mas porque isso importa?

Eu começava a achar que a farmacêutica suspeitava que a pomada fosse para mim, minha vontade de responder era: "A criança tem vinte e sete anos e vai apanhar por me fazer passar essa vergonha."

- Por que se ela não for um bebê, a outra versão já serve e pode ser mais eficiente.

- Por que vocês tem a versão infantil então?

- A versão infantil é mais indicado para bebês, eles possuem uma pele mais frágil, e a pomada não causa nenhum tipo alergia neles, coisa que pode acontecer com a outra versão.

- Bom...Eu...Eu..

Eu poderia simplesmente admitir que a bendita pomada era para mim, mas eu não conseguia, a timidez era demais.

- Minha filha andou aprontando um pouco, eu dei uns tapas na bunda dela e então ficou vermelha...

- Quantos anos tem sua filha?

- É...Se...Sete.

- Bom, se for assim, leve a outra versão mesmo.

- Ótimo. Então me dê a versão adulta mesmo.

Dei um segundo sorriso de nervoso naquele dia, a atendente passou o produto e eu finalmente pude respirar em alívio quando meus pés saíram daquela farmácia, voltei para o escritório, Peter me olhou confuso ao notar o que eu carregava.

- Senhorita Rachel, a senhorita se machucou? - Disse ele preocupado

- Nada demais Peter, agora volte a fazer o que estava fazendo.

Entrei na minha sala e então tranquei a porta, era uma coisa louca, mas eu sabia que se continuasse com aquela bendita roupa, o calor mais as esfoliações na minha pele iriam me fazer surtar. Coloquei a compressa na cadeira, desci a calça e calcinha e fiquei nua em cima do gelo.

- Ah senhor que alívio.

Eu fiquei por boas horas ali em cima do gelo trabalhando, mas também comecei a sentir frio, o gelo não retirava as marcas das esfoliações mas aliviava em muito as assaduras, mas é claro que isso foi só até o horário antes da chegada do Noah que resolveu me atormentar batendo na sala.

- Rachel?

- O que é Noah?

- Por que você está trancada?

- Vai trabalhar Noah!

- Eu vou, mas quero saber sobre você e a Laurel. - Revirei os olhos

- Não tem nada pra saber!

- Tem sim. Sempre tive curiosidade pra saber como aquela deusa age na cama.

- Noah Fica Quieto! O Peter não pode ficar ouvindo essas coisas em um ambiente de trabalho.

- Ele não está mais aqui, já mandei ele ir almoçar.

- Pelo menos isso.

- Agora abre vai!

- Já que você não sabe chegar no horário aproveita para ir trabalhar.

- Eu não vou trabalhar enquanto você não abrir essa a porta.

- Então se você continuar atrasando pedidos eu não irei resolver mais nada entendeu?

Ele suspira pesadamente e então aparentemente desiste de tentar entrar, eu saio de cima do gelo pois já sentia minha temperatura baixar consideravelmente, e então visto-me adequadamente passando a pomada antes de colocar a roupa.

- Argh! Nem com aroma isso aqui deixa de ter odor de peixe.

Saio da sala então para ir no banheiro e lavar minhas mãos meladas de pomada branca, Noah então se levanta de sua mesa.

- Que cheiro de peixe é esse?

Entro no banheiro imediatamente tentando retirar aquele troço pegajoso e fedorento.

- Rachel? Ei! O que você está fazendo?

- Noah me deixa vai!

Queria poder ficar presa naquele banheiro para evitar o Noah mas teimosia também era um ponto forte dele, saí do banheiro a contragosto mas ele me seguiu até a sala e eu não consegui ficar sozinha de novo, ele olhou para a minha mesa.

- Pomada? Você está com assadura?

- Noah pelo o amor de Cristo, sai daqui.

- Eita que vocês duas capricharam na esfregada!

- Bom, agora já sabe. Vaza!

- Senta aí, vamos conversar!

- Não Noah, eu não quero sentar.

- Mas eu quero, agora senta!

- Eu já disse que não quero!

- E vai trabalhar como? Em pé? Senta aí logo!

- Eu gosto de ficar em pé, merda! - Fui mais rígida.

Noah atravessou a mesa e puxou a cadeira para me forçar a sentar, observando a compressa de gelo na cadeira.

- AH MEU DEUS, A LAUREL TIROU A VIRGINDADE DO SEU...

- NOAH CALA BOCA! - Dou um pisão em seus pés.

- Você fez anal com a Laurel ontem? Que Safada descarada!

- Eu não fiz anal nenhum com a Laurel, eu não sou você e a Laurel não é o Júlio.

- Que Preconceito!

- Não é preconceito. Eu só amo minha parte frontal muito mais que amo a de trás, amo tanto que ela vive sendo lavada a base de Johnson Baby.

- Credo! Você usa produto infantil?

- Qual é o problema? Produtos infantis são anti alérgicos, bem cheirosos e deixam a pele mais macia.

- É, mas a Laurel te come com cheiro de criança! Começo a achar que ela é uma pedófila!

- Isso não tem nada a ver! Além do mais eu estou passando agora o sabonete de frutas vermelhas que ela me deu, e é maravilhoso, fica tudo bem docinho.

- Se você não fez anal porque está usando gelo e pomada? O que aconteceu com o seu traseiro?

- Eu.. Eu caí da cama e fiquei com a bunda dolorida.

- Isso não explica a pomada!

- Eu...Eu...Me empolguei em cima da Laurel.

Noah olhou para mim com um rosto desconfiado

- Não precisa ficar com vergonha, realmente a maioria das mulheres possuem esse receio de fazer essa tentativa e você se entregou a Laurel sem pudores, é fofo isso sabia?

- Noah, eu não....Esquece! Vai trabalhar. - Disse em desistência

- Parabéns a mais nova bunda fura...

- CHEGA NOAH!

- Está legal! Mas saiba que já que gastou uma fortuna com seu mais novo passatempo, quero ver como vai se sair amanhã.

- Amanhã? Como assim amanhã?

- Eu não acredito, você marcou e nem mesmo sabe qual é o dia?

- Dia de quê?

- Da suas aulas de natação!

- Ah não..

Eu havia me esquecido da natação e agora teria que ir com a bunda toda surrada, torceria para poder nadar de short.

- Eu não quero você lá.

- E por que não? Não sou eu estou pagando?

- Isso não faz diferença, a aluna sou eu.

- Mas eu quero ver aonde você desperdiçou tanto dinheiro.

- Sem chance, eu não vou te levar.

Antes que Noah possa dizer algo, o meu celular começa a tocar, olho no visor vejo o nome Júlio.

- Oi Júlio.

- Você disse que a Laurel se atrasou hoje porque dormiu demais.

- Sim?

- Mas A cozinha está toda Revirada e o robe da Laurel está jogado em cima da pia! Algo a dizer sobre isso? 


Notas Finais


Bye Bye!


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