História Nae salanghaneun yulyeong - Capítulo 21


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Categorias Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Big Bang, Comedia, Coréia, Daesung, Drama, Escola, Got-7, Hentai, Imagine, Jackson, Kawai, Kpop, Romance, Seungri, Shoujo, Sobrenatural, Taeyang, Top
Visualizações 13
Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um pouquinho dessa fic maluca que vcs adoram 😂
Desculpem qualquer erro 😉
Boa leitura!

Capítulo 21 - Destino


Depois de uns cinco minutos de excitação Jiyong apertou o pequeno botão do interfone.

Meu corpo gelou, mais que o ar frio que corria aquela rua deserta onde já não havia mais iluminação além das lâmpadas.

Eu não sabia o que esperar ou como me comportar. Jiyong estava nervoso também e isso não me ajudava em nada.

Uma voz feminina se pronunciou do outro lado do aparelho.

Gd - Mãe, sou eu... - Disse apenas. 

A voz demorou a responder, quando o fez não passou de um suspiro melancólico e dolorido.

Em menos de segundos a porta da frente se abriu, de lá um homem que pelo o que me recordava de fotos era o pai do Ji, saiu e andou até o portão.

Seu olhar era incerto. Era como se visse a oitava maravilha do mundo, e essa o assustava mais que tudo na vida.

Gd - Pai. - Falou se aproximando mais da grade. 

Sr. Kwon - Você... O que está acontecendo? - Perguntou sem entender. - Eu estou enlouquecendo!

De trás dele uma senhora apareceu correndo em nossa direção. O portão começou a se abrir automaticamente e antes de qualquer um ter reação ela se jogou nos braços de Jiyong enquanto chorava alto.

A cena me deixou sensível. Fiquei imaginando a reação de meus pais caso algo me acontecesse.

Lágrimas tomaram conta de meus olhos, e põe mais que tentasse domina-las não consegui.

Gd - Desculpe... - Disse abafado pelo abraço.

Sra.Kwon - Não faça isso. - Respondeu com a voz estridente pelo choro. - Você não tem culpa de nada meu filho.

O pai de Jiyong ainda se encontrava em choque. Lágrimas corriam em seu rosto, mas nem um passo ele conseguia avançar. 

Sra.Kwon - Nosso filho voltou querido! - Gritou para ele enquanto separava o abraço e se agarrava ao braço do filho. - Ele está aqui!

Sr.Kwon - Mas como? Eu vi... Eu vi tudo o que aconteceu... Jiyong, eu vi o seu...

Gd - Viu o meu corpo depois do que houve não foi? - Perguntou, logo recebendo um aceno positivo de seu pai. - Eu meio que posso explicar. Não que eu entenda o que está acontecendo, mas posso explicar.

Foram alguns minutos de olhares trocados entre os dois, até que Jiyong tomou a iniciativa e foi até o pai. Com um abraço silencioso eles pareciam mais calmos.

A mãe de Jiyong me olhou de relance, devia estar se perguntando quem eu era. Mas nesse momento acho que isso era o que menos importava para ela.

Entramos na casa. Eu apenas seguia Jiyong que parecia nem lembrar que eu estava ali.

Sentamos todos na sala onde havia uma pequena lareira acessa e sobre ela várias fotos e cartas para Jiyong. Não pude deixar de notar que todas eram após a morte dele, enquanto as fotos eram de antes do bigbang debutar.

Se eu me sentia deslocada ali? Muito. Mas iria fazer um esforça para não interromper aquele momento da família Kwon. Por mais difícil que fosse.

Eles conversaram e choraram por um bom tempo, talvez horas. Até que finalmente pareciam notar minha presença.

Gd - Se não fosse a Hana acho que teria enlouquecido. Ela quem cuida de mim desde que... Desde o acidente e tudo o que houve.

Sra.Kwon - Obrigada! - Disse me olhando e curvando um pouco o corpo.

Sem saber o que dizer apenas me curvei também.

Sr.Kwon - Acho que temos muito o que conversar filho. Ainda não acredito muito nessa teoria de que você voltou a vida. Talvez o acidente tenha apenas te deixado em coma e...

Gd - Vocês me viram após o acidente, sabem o que aconteceu. Não tem outra explicação além de que eu morri e agora estou aqui apenas como um "fantasma".

Sra.Kwon - Nos vamos descobrir o que houve Jiyong. - Falou enquanto se levantava. - Mas você devia ter vindo até nós desde o início! Como acha que ficamos sem você? Foi difícil. Sua irmã está abalada com tudo isso também.

Gd - Não comentem com a Dami ainda. Ela não está no país não é? Imagina se ela souber e correr para cá como uma louca. Pode ser perigoso.

Sr.Kwon - Concordo.

Sra.Kwon - Tudo bem. Vou pedir que ela venha até aqui e contamos no dia que ela chegar. - Concordou agora mais calma. - Vai dormir aqui hoje não é? - Perguntou nos olhando.

Hana - Ahn... Eu tenho que ir embora. Tenho que cuidar do meu primo e tenho que trabalhar. Mas se Jiyong quer ficar, posso ir de táxi para casa.

Gd - Vou com você. Fui eu quem insistiu para que viesse.

Sra.Kwon - Mas filho, você arrescem chegou. Ainda temos muito o que conversar. Tem noção de que foi horrível perder você?!

Hana - Tudo bem Jiyong, eu vamo um táxi e vou direto para casa. Se quiser pode me ligar depois. 

Meu coração estava doendo só de pensar em ir sem ele. Mas eu não iria estragar esse momento.

Suspirando contrariado ele concordou. Fiquei mais uma hora com a família Kwon. Conversamos sobre os últimos dias em que estive com Jiyong e meio que comentamos que tínhamos uma "relação" mas que a coisa era estranha. Afinal quem é que namora estando morto?!

Chamei o táxi que não demorou a chegar. Assim que saimos na rua percebemos que estava chovendo. Nós distraímos tanto conversando que nem foi possível perceber o temporal que se formou.

Com um guarda chuvas emprestado me despedi dos pais de Jiyong e dei um beijo rápido em Ji que me abraçou forte. Corrí então até o táxi que para minha sorte abriu a porta do carona para que eu não me molhasse mais ainda.

Entrei e cumprimentei o motorista, expliquei meu destino e seguimos viajem.

O moço era simpático, foi boa parte do caminho reclamando da chuva e me fazendo rir.

Porém a visão da estrada era limitada e quando percebemos havia um caminhão de frente conosco. 

Não tive tempo de pensar antes que tudo escuressesse.

 


Notas Finais


Espero q tenham gostado eheuehu Sei q o cap está curto e meio sinistro mas as coisas vão evoluir aos poucos.


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