História Namorada de Aluguel - Capítulo 7


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ally Brooke, Camren, Dinah Jane, Dinally, Fifth Harmony, Vercy
Visualizações 214
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, LGBT
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooohhh quem voltou fiuuuu!!!!
Estavam com saudades da tia aqui???
Acho que não né.
Mas voltei pra atentar a vida de vocês :p

Capítulo 7 - Capítulo 07


Eu estava me arrumando pra ir pra aquele inferno chamado escola novamente, porém agora eu tinha uma motivação que se chamava Dinah Jane, uma das garotas mais bonita da escola vulgo minha namorada, ontem descobrir que sua familia trabalha para a minha e percebi que ela morre de medo dos pais super protetores que ela tem, também percebi que ela me trata bem diferente quando estamos sozinhas, tipo nada de abraços ou sorrisos toda hora, eu sei que não somos amigas nem nada mas não custa nada ser mais simpática.

-- Pensando em que baixinha? -- ela perguntou sentando ao meu lado, e lá estava o seu sorriso lindo novamente, eu definitivamente tinha que parar de ser trouxa.

-- Nada demais -- sorri novamente para ela, que se aproximou de mim e me deu um selinho me pegando de surpresa, fechei meus olhos automaticamente e sentir seus lábios macios no meu.

-- Ecaaaa que nojo -- ouvi a voz da Kim ao fundo e simplismente fingir não escutar.

-- Seu sorriso é lindo -- disse perdida no sorriso da loira a minha frente que não parava de sorrir pra mim, e aquilo não era uma encenação -- e fica mais lindo ainda quando você está com vergonha.

-- O papel de te deixar envergonhada é meu amor -- com a sua mão direita tirou uma mecha do meu cabelo e colocou atrás da orelha -- mas ele é todo seu baixinha -- mas eu sabia que da parte dela sim era uma encenação.

-- Poderia ter sido romântica sem esse baixinha -- entortei a boca e me encostei na cadeira.

-- Eu fui romântica e engraçada ao mesmo tempo -- ela disse virando pra frente pois o professor de história havia chegado.

-- E idiota -- retruquei baixinho, e ela escutou pois balançou a cabeça sorrindo.

A aula estava ótima, Dinah estava concentrada em sua atividade e eu que já havia terminado a minha, eu estava olhando para ela que mordia a cabeça da caneta freneticamente, como faltava pouco para o intervalo o professor disse que quem já havia terminado podia sair e eu claro fui a primeira a levantar mas foi ai que todos começaram a rir de mim e eu fiquei sem entender o porque.

Dinah levantou furiosa e e puxou algo das minhas costas e só então percebi que era uma folha e nela estava escrito "Tenho uma doença grave: SOU SAPATÃO", olhei incrédula para aquele papel e antes que o professor ou mais alguém falasse alguma coisa sair correndo da sala em direção ao banheiro onde me tranquei na primeira cabine e comecei a chorar.

Podia ser apenas uma brincadeira para a pessoa que fez aquilo mas me magoou profundamente, dizer que alguém é doente por simplismente amar uma pessoa do mesmo sexo é desumano, tentei controlar o choro mas foi impossível, chorei ate ouvir batidas na porta, e uma voz que me fez chorar mais ainda.

-- Pequena eu sei que você ta ai e eu só quero te ajudar -- eu estava com vergonha de olhar para a Dinah e eu não sabia o motivo, talvez porque foi humilhação demais pra um dia só -- Eu não vou sair daqui enquanto você não parar de chorar e aceitar um abraço meu.

Eu continuei na cabine pois uma hora outra ela iria cansar e finalmente ir embora, porém não foi assim.

-- O que eles fizeram com você foi desumano e quando eu souber quem foi eu vou esganar com minhas proprias mãos -- ouvi sua voz do outro lado e me permitir da um sorriso de lado mesmo chorando um pouco ainda – eu juro que vou pegar e cortar em picadinhos e depois dá para os cães da rua – arregalei os olhos não acreditando no que ouvia – É melhor não vai que dá dor de barriga nos bichinhos -- completou e pela sua voz ela realmente estava falando serio.

-- Ok você venceu Jane – sai da cabine erguendo as mãos – eu não quero mais falar sobre esse assunto – fui em direção a pia para lavar o rosto e para evitar de encara-lá também – você podia por favor pegar minhas coisas na sala?

-- Você vai embora? – ela perguntou chegando mais perto de mim e por instinto eu me afastei, sabia que aquilo não tinha sido uma boa ídeia e estava demorando para que as pessoas achassem outro modo de me atingir mesmo eu mudando.

-- É melhor assim – na verdade eu sabia que não podia fugir o tempo todo, mas fugi era a única coisa que eu sabia fazer de melhor e que eu fiz todos esses anos, todos os malditos dias da minha vida.

-- Não – ela disse firme – você não vai embora como uma derrotada – ela chegou mais perto de mim segurando a minha mão – você é minha namorada e vai sair deste banheiro de mãos dadas comigo e se alguém se atrever a falar alguma coisa eu meto a porrada e depois seguro a sua mão novamente.

Aos poucos mesmo que rápido eu estava conhecendo o jeito e manias da Dinah, ela era brincalhona, sempre sorridente e bondosa, com o coração gigante, mas o tamanho de sua bondade era do mesmo tamanho da sua ignorância se uma pessoa machucasse alguém que ela se importasse, a sua altura e seu corpo musculoso ajudavam bastante a intimidar qualquer pessoa, ela era uma pessoa boa acima de tudo e por mais que ela falasse besteiras como matar alguém eu sabia que ela não teria coragem.

-- Vamos lá mostrar pra todo mundo que o amor não é doença, mas que o preconceito deles sim, isso sim precisa ser tratado – ela dizia com sua mão estendida para mim e um sorriso singelo no rosto confortando meu coração.

Segurei em sua mão e ela me puxou para um apertado abraço que me aconhegou dentro de si, sorri com aquele ato e senti seu cheiro lembrando de suas palavras e tentando colocar na minha cabeça que o problema não estava em mim e sim nas pessoas que queriam me ferir, ela me deu um beijo na testa e me puxou pela mão para fora do banheiro, andamos pelos corredores de mãos dadas com vários alunos nos olhando principalmente o trio KSC, sorri e acenei para elas que bufaram de raiva, Dinah acompanhou meu gesto e sussurrou em meu ouvido “Essa sim é minha garota”.



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