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História Namorada de aluguel (Camren) - Capítulo 278


Escrita por: Pq_nao_eu

Capítulo 278 - Como acabar se nem começamos?


 

* Camila e Vero chegaram em casa meio tarde, Vero foi tomar um banho e depois deitou na cama pra ver televisão. Estava tão distraída que quando seu celular tocou nem viu quem era, foi logo atendendo.
 

- Alô.

- Oi... difícil você hein! - era Lucy e ela pensou que se tivesse visto o identificador não teria atendido.

- Por que? Sou nada... - sorriu de leve porque pelo menos parecia que Lucy não estava chateada com ela, como ela achou.

- Não me liga... eu ligo, você não atende...

- Tá falando de ontem né? Desculpa mas eu estava ocupada aí quando vi já era tarde pra te ligar...

- E hoje, fez o que? - Lucy praticamente a cortou porque sabia que aquilo era desculpa porque teve o dia todo de hoje pra ligá-la

- Hoje foi nosso último dia de aula, teve uma confraternização lá.

- Ah é? E como foi? - Lucy perguntou toda animada, querendo puxar papo com ela.

- Ah foi legal...

- Mas fizeram alguma coisa?

- É... teve um almoço de surpresa oferecido pela escola lá mesmo.

- Hum... legal.

- É... - Vero falou e depois ficou-se um silêncio. Aquilo estava irritando Lucy pela forma que estava sendo tratada.

- Você não está muito afim de papo né?

- Tô sim. Por que?

- Vero, para de tentar querer me enganar cara, pra que? Você não quer mais, enjoou sei lá? É só falar...

- Claro que não, nada a ver. Para de falar besteira!

- Eu não tô falando besteira, eu tô vendo! Você está estranha desde domingo à noite quando te liguei, não fala comigo direito, eu ligo e fica me evitando. Pra que isso, não é mais fácil falar a verdade? - depois do que ela falou, Vero nada falou apenas respirou fundo - É... assim está ficando difícil...

- Claro, a garota que eu tô gosta de outra!

- Você tá? Eu não vejo isso. Eu vejo eu tendo que correr atrás de você e você fugindo de mim.

- Por que será né? Será que é por que eu tenho que ficar vendo você suspirar por outra?

- Eu suspirar? Tá louca? Quando eu fiz isso?

- Ah Lucy, me poupe tá! Eu não sou imbecil, eu sei!

- Ah sabe, Vero? Sabe de quê? O que você deveria saber você não sabe ou pelo menos finge que não!

- O que eu deveria saber?

- Por que eu tenho que te contar se quando eu peço você não me diz as coisas?

- E o que você acha que eu tenho pra contar?

- Não sei! Mas deve ter alguma razão pra você ter ficado dessa forma comigo, a única que eu consigo pensar é que você não quer mais e não consegue me dizer.

- Eu não quero mais? Hahaha... é... tá bom Lucy. É bem ao contrário!

- Porra, então por que você está me tratando assim? Por que você foge?

- Porque eu não aguento mais droga! Você sabe o que é ter que olhar na cara dos seus amigos e mentir pra eles todos os dias? Sabe o que é ficar imaginando o dia que eles vão descobrir tudo e qual será a reação deles? Sabe o que é ter que se contentar em ver todos os seus amigos com as pessoas que eles gostam ao lado nas festas, nas datas festivas como agora no Ano Novo e Natal e eu não poder estar com você? Sabe? Eu tô diferente com você? Tô mesmo porque me irrita não poder ter você a hora que eu quero, ter que ficar me escondendo pra ficar com você! - depois de tudo que ela falou ficou um silêncio, Lucy ficou do outro lado pensando no que dizer também, afinal ela estava certa. Vero respirou fundo.

- O que você vai fazer no Natal e no Ano Novo? - foi o que mais a interessou nessa história toda, saber onde ela estaria, sentiu ciúme ao pensar que ela estaria em alguma festa sozinha. Vero respirou fundo antes de responder, ainda tentava se acalmar.

- No Natal a gente vai pra casa da Normani, uma amiga, depois da meia noite e no Ano Novo parece que a Lauren vai dar uma festa lá na casa dela.

- Bem movimentado hein seus dias... - Lucy usou um tom irônico, não conseguiu esconder o ciúme.

- Movimentado por que? Você vai ficar em casa no Natal e no Ano Novo?

- No Natal com certeza, no Ano Novo já não sei. Mas agora que eu já tô sabendo dos seus planos, pode deixar que eu vou arrumar o que fazer!

- Tá irritadinha assim por que? Só por que eu falei no nome do seu amorzinho? - Vero também não perdeu a oportunidade de provocar, estava irritada mas não era nem com ela, era com a situação em si.

- Nada não, Vero! Boa festa ou melhor boas festas, se divirta!

- Digo o mesmo pra você!

- Valeu. - depois da troca de farpas as duas ficaram em silêncio e quem falou primeiro foi Lucy - Vou desligar, beijos.

- Beijos... até... - esse até de Vero a irritou profundamente como se ela não estivesse nem aí.

 

* Desligou o telefone na mesma hora sem falar mais nada. Descarregou a raiva no telefone quando desligou, o tacando com força na cama.
 

- Merda, merda, merda!! - Lucy sentou na cama passando a mão no rosto rápido, várias vezes irritada - Odeio essas brigas sem motivo mas também quem manda ela ser chata, implicante e linda... Ai sacoooo... - Lucy não queria ficar brigada mas também não ía ligar de volta apesar de saber que ía morrer de saudades, afinal já estava, mas dessa vez quem errou provocando e falando merda foi ela! Deitou na cama pra tentar dormir.

 

* Vero assim que viu que Lucy tinha desligado deixou o celular cair do ouvido e ficou ali na cama, parada, pensando em tudo, olhando pro teto. As cenas delas duas e a conversa de agora vinham a sua mente e ela não sabia o que fazer, estava morrendo de saudades dela mas nessa raiva da situação acabou brigando com ela ao invés de sentarem e conversarem direito, mas agora já tinha ído né. E o pior é que quanto mais ela pensava menos chance ela via pras duas e isso foi lhe dando uma agonia, um aperto no peito e quando viu já derramava as primeiras lágrimas, as primeiras por causa dela. Resolveu deitar na cama pra tentar se acalmar, foi nessa hora que ouviu batidas na porta e Camila entrando em seguida, sorte que ela estava de bruços, então enfiou a cabeça entre os braços que estavam acima da cabeça pra ela não perceber.

- Ah oi Vero, eu vim ver se minha blusa veio aqui pro seu guarda-roupa. - Vero permaneceu na mesma posição, só fez que sim com a cabeça. Camila entrou, procurou nos armários mas não achou nada até que desistiu - Achei não, deve estar pra lavar sei lá... Tá tudo bem, Vero? - perguntou ao chegar mais perto e ver que ela continuava da mesma forma.

- Tá. Só tô com um pouquinho de dor de cabeça. - Vero falou virando o rosto só um pouquinho pra Camila não perceber nada.

- Hum... Quer alguma coisa então? Remédio...?

- Precisa não, vou tentar dormir. Só apaga a luz e fecha a porta por favor?

- Tá bom. Qualquer coisa chama tá? - falou da porta.

- Tá. - assim que Vero respondeu Camila saiu e ela pode soltar um suspiro que estava preso na sua garganta - Droga!! Por que, por que? - falou sozinha e mais umas lágrimas desceram até que ela foi vencida pelo cansaço. 

 

POV. Laurem

 

No dia seguinte fomos no aeroporto pegá-los, eu, meus pais e o Harry. Vieram todos aqui pra casa almoçar e meus tios íam se hospedar aqui em casa mesmo, ficamos a tarde toda conversando e mais tarde o Harry disse que ía sair porque tinha marcado um cinema com o Lou. Fiquei lá em casa mesmo, tinha marcado de sair no dia seguinte com a Camila, hoje ía ficar lá com a minha prima, era sacanagem largar a menina lá.

Passamos a tarde pondo o papo em dia e ela me disse que talvez viesse morar aqui porque um professor dela a tinha indicado pra um estágio aqui numa faculdade mas ela estava vendo ainda, nada certo. Depois ela ficou me perguntando de mim, da Camila... Enrolei ela, desviando o assunto rsrs... Perguntei dela também como que ela estava com as mulheres e agora quem me enrolou foi ela, disse que não tinha ninguém, duvido né! Gata do jeito que ela é... hahaha. Mais a noite fui falar com a Camila no telefone, ela tinha ído se deitar, falou que estava cansada da viagem e tal...

Tentei tirar da Camz o que ela queria de Natal mas nada, ela nunca me ajudava, nunca me dizia o que queria. Como no dia seguinte eu ficaria com ela resolvi ir no shopping na sexta, afinal já era domingo e pior que eu não podia nem pedir ajuda as meninas... O jeito seria quebrar a cabeça lá no shopping rs. 

 

POV. Camila

 

Passei a manhã toda no maior tédio, não tinha nada pra fazer e a Lauren estava ocupada lá no aeroporto, queria vê-la hoje mas fazer o que né, se ela teria que ficar lá com a família e dar atenção pra prima... A Vero não tinha saído do quarto também.

Depois do almoço minha mãe me chamou pra ir no mercado com ela pra fazer as compras de Natal e como eu odeio ir a mercado sozinha com ela porque ela não sai nunca de lá e eu fico irritada arrastei a Vero com a gente. Ela reclamou mas foi. E pior que eu ainda tinha que arranjar um dia pra ir no shopping comprar os presentes de Natal e ainda tinha o da Lauren que eu teria que comprar sozinha. Acabou que eu combinei de ir com a Vero e a Mani na sexta mas resolvi ir hoje sozinha ver o da Lauren, mais tarde quando chegasse do mercado.

No dia seguinte conversando com a Lauren descobri que ela também iria no shopping mas disse que iria em outro com as meninas que aí não teria muito problema, se bem que não tem nada a ver nos encontrarmos no shopping, mas eu tenho medo de não conseguir disfarçar se eu a vir rsrs.

Enfim consegui comprar tudo, estava tudo certo. Já era sábado a noite e amanhã seria Natal e essa semana passou tão corrida que eu mal consegui ver ela, por isso estava mais que ansiosa pra amanhã a noite.

 

* Vero tinha ído com Camila e Normani fazer as compras mas acabou faltando uma coisa. Ela tinha ficado na dúvida se comprava ou não algo pra Lucy porque elas não se falaram mais depois daquele dia em que discutiram, não sabia como elas estavam, se tinham terminado mesmo e tinha medo de perguntar e saber a resposta.

Naquele sábado então resolveu comprar algo pra ela, mesmo que tivesse acabado ela queria dar algo pra ela, afinal não era só porque estavam dessa forma que tinha deixado de gostar dela. Mas para sua surpresa ao olhar a vitrine de uma loja viu ela lá dentro. Ficou tão boba parada olhando, a admirando que nem percebeu que ela tinha saído da loja e estavam frente a frente, Lucy também tinha ficado estática pela surpresa, só acordaram porque uma pessoa pediu licença a Lucy que estava parada na porta da loja. Foi Vero quem falou primeiro.

- Oi.

- Oi. - Lucy respondeu tão sem graça quanto ela e instintivamente passou a mão no cabelo o que fez Vero babar, o gesto acabou ficando sexy mas sem ela querer. Ficou um silêncio depois, até Vero quebrar.

- Tudo bem?

- Uhum. E você? - pareciam duas desconhecidas, era notável o clima estranho de longe.

- Também. - Lucy deu aquele sorriso sem graça só com os lábios antes de dizer.

- Que bom.

- É... - mais uma vez aquele clima - Er... você ía entrar? - apontou pra loja.

- Não. Quer dizer... ía, eu... - Vero se enrolou toda e Lucy a olhou com a sobrancelha erguida, Vero percebendo sua enrolação sorriu negando com a cabeça e agora quem se perdeu foi Lucy no sorriso dela mas como Vero estava de olhos fechados nem percebeu - Eu estava olhando mas não sei...

- Ahm. Bom, eu... tenho que ir... - Lucy falou e Vero assentiu, as duas doidas pra não se afastarem mas nenhuma das duas dizia a primeira palavra por isso Lucy se virou e saiu. Vero fez o mesmo, doida pra chamá-la mas estava sem saber como e sabia que estava errada e teria que ser dela o primeiro passo.

* Deve ter dado uns vinte passos pensando nisso até que parou e resolveu voltar mas quando olhou pra trás Lucy não estava mais lá. Resolveu pegar o telefone e ligar pra ela, chegou a pensar que ela não atenderia mas atendeu.

- Oi.

- Onde você tá?

- Duas lojas depois de onde eu estava.

- Fica aí, eu tô indo praí. - enquanto Vero falava andava pra lá - Quero falar com você.

- Pra que?

- A gente tem que conversar...

- Conversar o que, Vero? Acabamos de conversar e pelo que eu vi você não tem nada pra falar comigo.

- Lu... para pow, eu tô indo praí. Aliás tô aqui, já cheguei. Cadê você?

- Tô na loja.

- Então sai.

- Não posso, tô comprando uma coisa aqui. - Lucy continuava meio seca com ela.

- Tá. Vou te esperar então. Tô aqui fora. - Lucy nem a respondeu, desligou o celular e terminou de fazer o que fazia. Uns minutos depois saiu da loja, Vero a esperava na porta.

- Fala. - Lucy parou na frente dela, cruzou os braços.

- Vamos conversar, por favor?

- Vero, está tarde eu tenho que ir...

- Por favor! Você está de carro? Pode ser lá mesmo, é rápido, depois eu vou. - Lucy acaba aceitando e elas vão pro carro e aquele silêncio volta.

- Se quiser pôr essas sacolas lá atrás... - Lucy sugeriu no que Vero aceitou instantaneamente, se ergueu ficando meio de quatro no banco pra fazer isso e Lucy olhou na hora sem querer e acabou dando maior secada na bunda da outra. 

* "Calma Lucy, calma.... Quem está errada é ela, ela que tem que pedir desculpas. Lembra disso!" Ela pensava isso falando pra si mesma, se virou pra frente tentando se controlar, resolveu olhar lá pra fora. Ficou de olhos fechados com o cotovelo apoiado na janela esperando ela acabar. Estava nervosa, a mão suando frio.

Vero voltou-se a sentar mas Lucy não se mexeu, o silêncio reinou até Vero tomar coragem e falar. Se virou pra ela pra isso.

- Você quer terminar? - perguntou baixo.

- Terminar o que, Vero? - Lucy virou apenas o rosto pra perguntar - Nem temos nada pra terminar! - ela continuava magoada.

- Eu sei. - Vero baixou a cabeça ao dizer, suspirou uma vez e tentou começar a falar - Eu... - mais um suspiro e ela olhou pro lado mordendo o lábio porque estava com um nó na garganta - droga... - suspirou mais uma vez se virando pra ela - eu tô sentindo muito a sua falta... Eu não queria ter brigado...

- Por que brigou então? - Lucy continuou a olhá-la mas sem virar o corpo. O coração já tinha amolecido mas não queria dar o braço a torcer. Vero ainda sem olhá-la fez o gesto com as mãos de "não sei".

- Droga... - baixou a cabeça a apoiando no joelho e com a mão no rosto - Eu não sei nem mais o que eu tô fazendo... - Lucy não aguentou vê-la naquela posição, daquele jeito e a abraçou.

- Vem cá... calma... - fazia carinho nos cabelos da outra.

- Desculpa... - Vero sussurrou perto do seu ouvido e Lucy sentiu seu corpo todo se arrepiar mas Vero nem percebeu, estava quase chorando.

- Tudo bem... está tudo bem... - a abraçou mais forte fazendo carinho.

- Eu sei que você deve estar brava comigo... - a olhou se afastando do abraço - não me ligou mais... e talvez queira...

- Porque eu queria que você ligasse, Vero! - Lucy a interrompeu - Porque às vezes parece que você só está comigo porque eu te ligo, porque eu peço... Eu queria me sentir desejada, que você quisesse mesmo ficar comigo... - enquanto Lucy falava ela negava com a cabeça dando a entender que ela estava errada no que falava.

- Eu quero! - a tocou no rosto se aproximando, deixando os narizes quase colados - Eu quero você, muito! Esses dias foram horríveis! Não aguento mais ficar longe de você! - falou isso a olhando nos olhos pra em seguida descer o olhar pra boca dela.

- Eu também quero você!
 

* Vero a puxou pela nuca a beijando. As duas morrendo de saudade, se beijavam como se o mundo fosse acabar, se puxavam e brincavam uma com a língua da outra distribuindo apertões pelos corpos. Ficaram assim até o ar faltar e pararam o beijo com vários selinhos.

- Não faz mais isso... não briga mais comigo assim... - Vero sussurrava com os lábios roçando nos dela que estava de olhos fechados balançando a cabeça.

- Eu não pensei que ía sentir tanta a sua falta assim...

- Eu morri de saudade de você! - Vero falou com mais vontade e elas se perderam uma nos lábios da outra de novo, uma puxando a outra pra mais perto e com as mãos percorrendo uma o corpo da outra livremente, estavam num amasso frenético quando ouviram um barulho de alarme e uma luzinha se ascendendo, no susto Vero se afastou um pouco pra ver o que era, alguém entrava no carro ao lado, por isso o barulho - Acho melhor a gente parar né... - ela falou com os lábios perto da outra novamente, Lucy só concordou com a cabeça olhando pra boca dela. Não aguentaram e se beijaram de novo mas quando viram que o negócio ía começar de novo, pararam

- Para... - Lucy falou e parou pra pegar fôlego - para antes que comece de novo.

- Desculpa... - as duas de olhos fechados e rostos colados - eu... - ela ía beijá-la de novo.

- Vero... para, por favor...

- Tá, tá... parei... - se afastou um pouco erguendo a mão - É que eu não consigo me controlar com você.

- Mas temos, olha onde a gente está.

- Tá certo, você está certa. Além do que está ficando tarde a beça.

- Pois é. O estacionamento está ficando vazio... - Lucy comentou e depois tornou a olhá-la - Te levo... - Vero assentiu e Lucy deu partida no carro, as duas foram meio em silêncio só ouvindo o som do carro - Prontinho. Uma quadra antes rs... - Vero a olhou sorrindo e em seguida suspirou encostando a cabeça no banco ainda a olhando - Que foi?

- Não queria ir... rsrs. - Lucy sorriu também.

- Nem eu... Por que você acha que eu vim devagar? - as duas sorriram, Lucy se virou tocando no rosto dela.- Mas tá tarde...

- É...

- Você vai mesmo pra casa da sua amiga amanhã?

- Vou.

- Hum. Podemos nos ver no dia 25 então? Depois do almoço... porque imagino que você tenha que almoçar com seus pais né?

- Aham.

- Eu também, vou almoçar na minha vó mas depois a gente pode sair...

- Aham. - Vero respondeu e em seguida se aproximou dela, tomando seus lábios em seguida mas um beijo mais calmo dessa vez, as duas suspiravam entre o beijo. Vero o terminou com vários selinhos - Boa noite então minha chatinha. - ela falou olhando pro seu rosto, fazendo carinho, Lucy sorriu.

- Boa noite mas a chata aqui é você... - aproximou o rosto do ouvido da outra e sussurrou - Minha chata... - Vero se arrepiou toda, respirou fundo dando um beijo no pescoço dela pra disfarçar.

- É melhor eu ir né? Não é bom você ficar aqui muito tempo parada, ainda mais a essa hora.

- Tá. Até segunda então...

- Até. Mais amanhã te ligo, posso né? - Vero estava com a mão na maçaneta do carro pra abrir.

- Claro que pode... - falou e sorriu. Vero fez o mesmo e se aproximou mais uma vez pra dar um selinho nela mas teve o rosto puxado pra um beijo mais intenso - Tchau... - Lucy falou depois do beijo.

- Tchau. - Vero respondeu sorrindo toda boba. Saiu do carro indo na direção de casa, com um sorriso no rosto, cumprimentou seu pai e Sinu que eram os únicos que ainda estavam ali e subiu pra quarto. Estava tarde mas ela não estava com sono, foi tomar banho e ficou lá sonhando com o que acabara de acontecer, cada vez que a via mais certeza tinha de que estava apaixonada.

* E assim o domingo chegou e junto com ele o Natal...



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