História Namorada de Mentirinha - Capítulo 2


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Farlan Church, Grisha Yeager, Hange Zoë, Hannes, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Oluo Bozado, Pastor Nick, Personagens Originais, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Ymir
Tags Rivamika
Visualizações 181
Palavras 888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ooooiii genteee
nem demorei né? que top, não de acostumem pois eu vou demorar, sorry not sorry

genteee, mt obrigada pelos comentários e favoritos, vocês são 10 <3

eu não tenho muito o que falar aqui, então fiquem com o capítulo e boa leitura sz

Capítulo 2 - Olá, pirralha.


Fanfic / Fanfiction Namorada de Mentirinha - Capítulo 2 - Olá, pirralha.

– Nossa Mikasa, o que você tem? – Armin me perguntou pela décima vez aquela manhã. 

– Eu?! Eu não tenho nada, estou completamente normal. – respondi rapidamente, cuspindo uma unha que eu tinha acabado de roer.

– Ah, claro. – senti uma ponta de sarcasmo na fala do meu melhor amigo. – Como se uma pessoa que só falta comer o dedo está completamente normal. – me imitou.

Pensei um pouco enquanto olhava para um Armin de sobrancelhas arqueadas. Por que eu estava escondendo isso dele mesmo? O loiro era meu melhor amigo desde criança. 

Mas aí eu pensei de novo, e conclui o por quê de não falar pra ele; vergonha, muita vergonha. Eu já estava com vergonha disso sem ninguém saber, imagina se eu contasse pra Armin? Minha cabeça iria explodir de tanto nervosismo. 

Só eu mesmo pra fazer uma cagada dessas. Parabéns, viu Mikasa!

– Mikasa, você está me dando medo! – escutei Armin sussurrar, se afastando de mim. – Você tá com aquela cara de psicopata.

– Ah... me desculpa. – respondi.

– Mikasa, pelo amor de Deus! O que você tem? – Armin segurou meu rosto, para que eu olhasse pra ele. – O que você tem é muito sério. Você praticamente nunca pede desculpas! – o loiro estava desesperado.

Resolvi contar, talvez se minha cabeça explodisse, eu ficaria mais feliz. 

– É que eu fiz uma cagada. – soltei, como se jogasse um caminhão de lixo cheio em cima do Arlet. 

Armin me olhou, com uma expresso de "De novo?", e eu suspirei. 

– O que tu fez dessa vez? 

– Eu mandei um nude errado! – de olhos fechados e esperando uma mesada na minha cara, soltei a bomba. Mas logo abri os olhos, vendo que tudo estava calmo demais.

Quando abri os olhos, olhei para o loiro, e ele estava com uma expressão indecifrável. Ele estava tipo "a". 

– Armin? – chamei e ele nem se mexeu. – Hey?! – passei minhas mãos pela cara dele, mas não deu em nada. – Armin, reage! – dei dois tapas na cara dele, fazendo a criatura acordar do transe.

– Meu Deus, sonhei que você tinha mandado um nude errado, Mikasa. – ele falou, com uma expressão de alívio no rosto.

– Mas aconteceu mesmo. 

Assim que falei, Armin bateu a cabeça diversas vezes na mesa da cantina, e eu fiquei com vontade de chorar.

Ele nem tinha ouvido a pior parte.

– Isso é por que você ainda não ouviu a pior parte. – disse, e ele levantou em uma velocidade assustadora, me encarando. 

– Ah, não. Por favor, não me diga que você mandou um nude pra o seu Zé da padaria. – ele fez uma cara esquisita.

– Pior.

– Seu pai?

– Pior.

– Pra seu tio?

– Pior.

– FALA LOGO CARALHO, OU EU VOU TER UM ENFARTO! – ele gritou nervoso, atraindo a atenção de todos na cantina pra gente.

Assim que notou, ele entrou pra debaixo da mesa, morrendo de vergonha, enquanto eu tomava meu suco normalmente. 

– Pra quem você mandou aquela merda de nude? – sussurrou Armin, de debaixo da mesa.

– Pro Levi. 

Assim que falei, Armin levantou de supetão, batendo com a cabeça na mesa e caindo de novo, mas logo se levantando e me pegando pela gola do uniforme do colégio.

– Levi?! Levi Ackerman?! Aquele seu primo psicopata que quase me deixa careca na infância e que hoje em dia tá um gostoso, que estuda no segundo ano e que tem o signo virgem?! – ele me olhava feito um psicopata. 

– É...? – respondi, incerta.

Armin sabia mais do meu primo do que eu mesma. Eu só fui saber que ele ainda era vivo ontem a noite. Da pior forma possível. 

– Interessante. – ele me soltou, se sentando e voltando a sua classe habitual.

As vezes Armin me dava medo, muito medo mesmo.

– Interessante?! – perguntei, indignada. – Armin, eu estou na mão do demônio.

– Realmente uma pena. – disse, tomando seu suco, me olhando com uma falsa inocência.

Olhei pra ele desacreditada. 

– Armin!

– Por favor, só não me diga que você queria enviar esse nude para o Eren. – ele falou, e o olhei confusa. 

– Claro que era para o Eren, pra quem mais séria? – disse como se fosse óbvio.

– Meu Deus. – ele murmurou, balançando a cabeça negativamente.

– O que--

– Tenho que ir, bye, bye. – disse e saiu, praticamente correndo.

Fiquei paralisada no mesmo lugar. Impressão minha ou Armin tinha gostado disso?

xXx

– Você acha que está na hora de executarmos nosso plano? – perguntou o loiro, enquanto tomava sua xícara de chá, em um canto completamente sem luz. 

– Sim, acho que essa com certeza é a melhor hora. – Armin sorriu perverso, sendo acompanhando pelo outro loiro.

– Certo, está na hora de colocarmos a Operação RivaMika em prática. – sorriu se levantando, logo se mostrando Erwin Smith.

– Parece que chegou a hora tão esperada. – Armin disse, sorrindo. – Estava esperando por isso a tempos. – sorriu, sendo acompanhando por Erwin. 

xXx

Eu andava pelos corredores do colégio, indo em direção aos vestiários, até tranquila, pois tinha acabado de sair da educação física, e pude descontar minha raiva dando boladas em pessoas que não tinham culpa de nada, mas estava melhor.

Tinha acabado de chegar na ala feminina dos vestiários, e glória ao pai que não tinha ninguém. Odeio muito tumulto, ainda mais quando estou irritada, fica mais fácil de cometer um homicídio, e sou muito nova para ir presa.

Eu já tinha tirado minha blusa, então estava apenas com o short da educação física, e sutiã, mas quando estava prestes a tirar a parte de baixo da roupa, escuto uma voz que me deu arrepios.

– Olá, pirralha.


Notas Finais


até o próximo sz


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