História Namorado de aluguel - beauany - Capítulo 16


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Categorias NOW UNITED
Personagens Any Gabrielly, Bailey May, Heyoon Jeong, Joalin Loukamaa, Josh Beauchamp, Lamar Morris, Noah Urrea, Personagens Originais, Sabina Hidalgo, Sina Deinert
Tags Beauany, Livro, Namorado De Aluguel, Now United
Visualizações 116
Palavras 994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura!

Capítulo 16 - Capitulo 16


Fanfic / Fanfiction Namorado de aluguel - beauany - Capítulo 16 - Capitulo 16

 

 

Paramos em frente à casa dele. Josh desligou o motor e saiu do carro antes que eu pudesse detê-lo. Quando parou do meu lado e abriu a porta, eu disse: — Desculpa. Eu devia ter avisado que precisava de carona para casa.

— Ah. — Ele olhou para os dois lados da rua, como se esperasse ver um carro parado em algum lugar. — Minha irmã foi te buscar?

— Sim.

— Ela é cheia de estratégias.

— Sim, ela é. — Continuei sentada no carro, esperando que ele fechasse a porta e voltasse para o banco do motorista.

Mas Josh continuou onde estava. E apontou para a casa.

— Você precisa ir embora agora? A minha irmã vai querer um relatório. Acho que você pode contar tudo melhor que eu.

O relógio do painel marcava dez horas. Eu ainda tinha duas horas até o meu horário de voltar para casa.

— Tudo bem. Claro.

Andamos até a porta da frente, e Josh a abriu e entrou. Sentada no sofá da sala, joalin desligou a TV imediatamente e olhou para nós.

— E aí?

Josh me abraçou.

— Você vai gostar de saber que a noite foi de muitos joguinhos e muito ciúme. Não sei bem quem jogou mais e quem sentiu mais ciúme, mas a any fez tudo o que você a fez jurar que faria.

Joalin olhou para mim.

— Tudo bem. Agora eu quero saber exatamente o que aconteceu. Nada dessa bobagem vaga.

Nesse momento uma mulher entrou meio agitada na sala. O cabelo formava um coque frouxo preso por um lápis e várias mechas haviam escapado do arranjo, dando a impressão de que ela havia enfrentado uma ventania.

—Joshua, eu sabia que tinha escutado sua voz. Preciso do seu rosto.

— Mãe, estou com uma amiga. — Ele apontou na minha direção.

A mulher sorriu para mim.

— Não sei em que isso muda as coisas. Pode trazê-la.

Joalin se levantou e foi atrás da mãe, que já saía da sala sem esperar por uma resposta.

— Não adianta discutir — disse josh. — Ela sempre vence. — E me levou pelo corredor até uma sala grande com porta dupla e assoalho de madeira.

Dentro dela havia toneladas de pinturas, algumas concluídas e penduradas, outras pela metade, e também havia telas em branco. Uma delas repousava sobre um cavalete, e no chão embaixo dele havia uma folha grande coberta de manchas de tinta, como se alguém tivesse abandonado a pintura no meio. Todos nós entramos na sala.

— Mãe, esta é a any.

— Ai, desculpa, que falta de educação. — Ela estendeu a mão para mim.

— Eu sou a Úrsula. Peço desculpas por roubar este garoto, mas preciso desse rosto lindo. Ah, me fala se este rosto não inspira criatividade.

Josh e joalin reviraram os olhos.

— Ela diz isso sempre que traz a gente aqui, e depois cria coisas como aquela. — Josh indicou uma pintura que era meio inseto, meio zebra, um rosto que se abria para revelar uma flor desabrochando. — Eu não inspirei aquilo.

— Inspirou sim — a mãe afirmou.

— Ela se sente sozinha aqui — comentou joalin.

— Os meus filhos debocham de mim, mas são as minhas musas. — Ela me estudou. — Acho que você também pode ser uma musa. A sua estrutura óssea é incrível.

— Não acredite nisso — joalin interferiu. — O que ela está dizendo é que quer pintar ossos, ossos de dinossauro, provavelmente, ou coisa parecida, enquanto olha para você.

Úrsula não parecia ofendida com a provocação. Só deu risada e começou a pintar, enquanto Josh ficava sentado no banco diante dela. Pelo jeito como o analisava, ela parecia usá-lo como modelo, mas eu via a tela, e aquilo não era Josh, definitivamente.

Joalin olhou para mim.

— Desembucha. Quero saber tudo o que aconteceu hoje.

Olhei para a mãe deles sem saber se queria admitir a mentira na frente dela.

— Minha mãe já sabe — joalin falou. — Apesar de não concordar, ela entende por que o nosso cérebro imaturo pode achar que isso é necessário.

— Não foi isso que eu disse, joalin. Falei que a vingança é produto de emoções mal direcionadas, mas eu tenho algumas emoções com relação a Heyoon também.

— Você não disse mal direcionadas — joalin argumentou, em voz alta. — Lembro nitidamente de você falando “imaturas”.

— Talvez eu tenha dito “pouco desenvolvidas”.

— É a mesma coisa — joalin e Josh falaram ao mesmo tempo.

Josh deu uma pincelada larga de azul-marinho na tela, bem embaixo dos olhos roxos e tortos que já tinha pintado.

— O que eu quero dizer é que a vingança nunca é a resposta.

— Sei, sei. — joalin abanou a mão para a mãe e olhou para mim. — Conta logo sobre a vingança.

Olhei para Úrsula e tentei descobrir se estava aborrecida com a discussão.

Ela não parecia brava.

— Bom, a Heyoon estava lá com o Ryan.

— Eu sabia! —joalin gritou. — Eles ainda estão juntos, não estão?

Eu assenti.

— Mas você estava certa. Ela também queria o Josh.

— Não queria — Josh interferiu.

— Então por que o abraço? Por que sentar tão perto e tocar sua perna?

— Ela tocou sua perna? — A expressão de joalin endureceu.

— Tocou? —Josh perguntou.

— Ah, por favor — disse joalin. — Você sabe que sim. Não se faça de inocente, Joshua. E você deve ter gostado.

Ele a encarou com uma expressão neutra, indecifrável.

— Quero saber se vocês deram o troco — joalin falou, olhando para mim.

— Ficamos de mãos dadas, trocamos abraços, dançamos...

— E a any pulou em cima de mim — Josh contou.

Eu arfei, chocada, e Úrsula me encarou.

— Eu não... Bom, mais ou menos. Foi um acidente. Eu não queria te derrubar.

— Espero que ela tenha visto — joalin falou, sorrindo.

— Viu.

Ela girou uma vez com os braços abertos, depois me segurou pelos ombros e me sacudiu.

— Você é incrível. A vingança é incrível.

Úrsula pigarreou.

— Porque eu tenho uma mentalidade muito, muito imatura — joalin acrescentou.

— Amanhã todos nós vamos ser pessoas melhores — disse Úrsula, e era quase a mesma coisa que Josh dissera mais cedo. Olhei para ele, e Josh assentiu uma vez.

Pessoas melhores. O jeito como eles falavam me fazia querer tentar.

 

 


Notas Finais


gostaram?
comentem e favoritem estão gostando da fic
ultimo de hoje, amanhã tem mais
xoxo S2


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