História Namorado de aluguel - Yang Jeongin, Stray Kids - Capítulo 38


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Categorias Red Velvet, Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Irene, Joy, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Personagens Originais, Seo Chang-bin, Seulgi, Wendy, Yang Jeong-in, Yeri
Tags Amizade, Jeongin, Romance
Visualizações 181
Palavras 1.092
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 38 - Se quiser saber o quanto eu te amo, é só contar as estrelas


Fanfic / Fanfiction Namorado de aluguel - Yang Jeongin, Stray Kids - Capítulo 38 - Se quiser saber o quanto eu te amo, é só contar as estrelas


Jeongin- Não acredito que vocês levaram três horas para fazer dezesseis perguntas. Três horas.

Dany— Culpa da S/n. As perguntas mais longas foram as dela. 

Eu ri.

S/n— Se você não analisasse cada uma das minhas perguntas, Jeongin, eu não teria demorado tanto. E ainda temos mais quatro.

Ele entrou no estacionamento da universidade.

Olhei para os prédios grandes à nossa frente. Descemos do carro, e Jeongin o trancou.

S/n— Estou animada para surpreender o meu irmão. Nunca fiz nada parecido.

Ele colocou algumas moedas no parquímetro.

Jeongin— Ele vai adorar, tenho certeza.

Dany— Ou vai ficar irritado. Uma coisa ou outra —  Dany opinou, com um sorriso de provocação.

 Jeongin permaneceu entre nós enquanto andávamos, e Seungmin ficou do outro lado de Dany. Depois de um minuto, Jeongin apoiou um braço nos ombros de Dany e o outro sobre os meus. 

Ah, que bom, entrei na categoria “irmã”.

Peguei o convite para ver o nome do prédio onde aconteceria a cerimônia: Macgowan Hall. Eu havia estado naquele campus algumas vezes, duas por causa do Bang Chan, duas para visitar Hyunjin, mas não lembrava onde ficavam todas as coisas. Paramos na frente de um mapa do campus.

Vi imediatamente o café onde conheci Hyunjin. Esperava sentir alguma coisa, a perda, saudade, mas não havia nada.

Jeo— Deve ser no departamento de teatro e cinema, certo? — O dedo de Jeongin tocou, no mapa, o prédio ao lado daquele para o qual eu estava olhando.

S/n— Já veio aqui antes?

Jeongin— Não, mas tenho pensado em me transferir para cá. O programa do curso de teatro é incrível.

Por isso ele quis vir? Para conhecer o campus, encontrar motivação?

S/n— Você devia começar o curso aqui, então — sugeri. Seria divertido ter Jeongin na UCLA comigo.

Jeongin— Preciso fazer as matérias básicas em algum lugar mais barato.

Dany— É, nem todo mundo tem bolsa — Dany comentou.

Como ela sabia disso? Dany pesquisou sobre mim?

Jeongin— Você tem bolsa para a UCLA? — Jeo perguntou. — A cada minuto que passa aprendo mais sobre você.

S/n— Preciso tirar uma foto — falei, em parte para mudar de assunto, em parte porque tive uma ideia. — Fiquem ao lado do mapa do campus. 

Jeongin ameaçou protestar, mas dei um empurrãozinho nele.

S/n— Vai logo.

Recuei vários passos e peguei o celular.

S/n— Tudo bem, hum, Seungmin, chega um pouco mais perto da Dany. Isso,melhor. Um pouco mais perto, na verdade. Muito bom. Agora abraça a Dany, como o Jeongin está fazendo. Vai ficar mais legal. — O rosto de Dany ficou um pouco corado, e a cara aborrecida de Jeongin virou um sorriso. —Digam UCLA.

Depois de comer alguma coisa, chegamos ao teatro com uns dez minutos de antecedência, mas não vi meu irmão em lugar nenhum.

S/n— Ligo para ele?

Dany— Seria divertido se ele te visse na plateia — opinou Dany. — A gente pode falar com ele depois.

S/n— É, boa ideia. — A ideia era boa porque eu estava nervosa. Ele havia pedido para eu não vir, e eu tinha medo de estragar a noite especial do meu irmão com a minha presença. Ignorei o receio. Ele ia ficar feliz. Eu ficaria, no lugar dele, se o visse na plateia no dia do meu discurso de campanha, ou em uma das várias vezes em que tive que discursar diante do colégio.

Alguns minutos antes das seis, as luzes foram apagadas e um telão se acendeu no palco. Eu ainda estava tentando localizar meu irmão, que agora imaginava estar sentado na primeira fila. Mas a parte de trás de sua cabeça parecia tanto com a de tantas outras: cabelo preto na metade da gola da camisa. Quando o relógio do meu celular marcou seis horas, um homem alto ocupou o pódio no palco e bateu com o dedo no microfone algumas vezes.

??— Olá, amigos, familiares e, é claro, alunos do curso de cinema. É um prazer ver todos aqui. Sou o dr. Hammond, chefe do departamento de cinema. Bem-vindos à nossa cerimônia de premiação de fim de ano, na qual destacamos as melhores produções do período letivo. Sei que o tempo de vocês é valioso, então vamos direto ao ponto.

Meu irmão estava certo: a cerimônia era lenta. Um trecho de cada filme era exibido depois do anúncio do prêmio que ele havia recebido. Eram trechos curtos demais para entender o filme, mas longos o suficiente para a cerimônia se tornar arrastada. Peguei o celular e mandei uma mensagem para Jeongin.


S/n:

Serve para uma competição esportiva?

... 

Era minha vez de perguntar, e eu tinha certeza de que reduzia suas possibilidades de resposta no Vinte Perguntas a poucas opções. Não era uma pessoa, não era um lugar, não respirava. Podia ser carregado.

Um segundo depois, o celular dele vibrou e ele sorriu ao pegar o aparelho e ler minha pergunta.

Seus dedos se moveram sobre a tela digitando por mais tempo do que o necessário para um simples sim ou não. Apertei de leve seu joelho, e ele riu. É claro que, quando a resposta chegou, era uma análise da minha pergunta.

Jeongin:

Competição esportiva é uma expressão muito ampla. Está pensando só em uma competição? Ou quer saber se um dos usos pode ser em uma competição esportiva?

S/n:

As pessoas gostam de jogar com você? Ou é uma coisa que só acontece uma vez, e aí elas aprendem a lição?

Jeongin:

Essa é uma das suas perguntas? Porque, nesse caso, seriam dezoito. E,como essa é a segunda vez que joga comigo, é você quem tem que me dizer.

Dany me deu uma cotovelada, e eu levantei a cabeça a tempo de ver o nome do meu irmão no telão com o título de sua produção:

Reprogramando uma geração.

Dr. Hammond— O projeto a seguir — disse o dr. Hammond — é um dos meus favoritos. A visão e a perspectiva trazidas por Bang Chan são brutas, honestas e reais. Por causa disso, além do prêmio pelo processo de documentação,Bang Chan ganhou o maior prêmio do ano: melhor filme. Parabéns, Bang Chan! Eu queria exibir o filme todo hoje, porque há muito para mostrar, mas não será possível. Sendo assim, vamos ver um trecho e depois, por favor, venha receber seu prêmio.

Na tela, o nome de meu irmão e o título do filme desapareceram,substituídos pela imagem do campus da UCLA. Os alunos seguiam para as salas de aula, os corredores estavam cheios e a câmera focalizava pessoas com seus celulares. Reconheci imediatamente o local da cena seguinte: nossa casa. Ouvi a voz de Bang Chan. 




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