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História Namorando? - BokuAka - Capítulo 1


Escrita por: e Bokuaka-chan


Notas do Autor


Oiie, pessoal! Como vocês estão? Espero que muito bem, como sempre!💞✨

Aqui está mais uma one-shot do nosso tão amado casal, mas agora com um mini BokuAka!💞✨

Aproveitem!💞✨

Capítulo 1 - Namorando?


Existem diversos passos a serem dados após o início de um namoro. Claro, nem sempre é garantida a duração de um relacionamento, mas certamente aqueles que permanecem passam por diversos desafios.

Nessa lista podem estar inclusos brigas, discussões e desentendimentos. Porém, todas as dificuldades são seguidas de felicidade. Entre elas podemos apresentar o casamento, viagens, encontros e expansão.

"Expansão", essa foi a palavra dita por Bokuto Koutarou quinze anos atrás ao seu marido, quando ambos decidiram que era hora de terem um novo membro na família. Então, com vinte e três anos, o casal de corujas ganhou mais uma luz em sua vida.  

Sato foi um garotinho que ambos conheceram durante uma viagem que fizeram até o Canadá. Foi como amor à primeira vista, segundo o platinado. Há algum tempo falavam sobre adoção, mas jamais imaginaram que encontrariam o tão pedido pequeno durante o passeio. Claro, a burocracia para trazê-lo até o Japão foi enorme. Documentos, comprovante de casamento e renda foram alguns dos muitos quesitos necessários para que no fim pudessem finalmente se tornar uma família. 

Cerca de um ano e meio depois, a guarda foi concedida e os sobrenomes "Akaashi" e "Bokuto" foram colocados no registro do menino. Desde o primeiro momento, o moreno também se mostrou apegado aos maiores e isso fez com que um laço fosse criado desde o princípio.

Durante as visitas ao orfanato, era comum que Sato começasse a chorar ao avistar os futuros pais. 

Bom, esse foi o início de um novo ciclo para a família Bokuto. Porém, quinze anos depois, alguns sinais da adolescência passaram a aparecer e diga-se de passagem que Koutarou não estava preparado psicologicamente para aquilo.

– Pai, mãe, eu preciso conversar com vocês. Eu não sei muito bem como dizer isso, mas vocês são meus melhores amigos e não queria esconder… Não é algo tão importante, mas acho que vão gostar de saber! – falou o moreno mais novo, sentando-se na mesa com os pais para dar início ao jantar e à sessão de falatórios sobre o dia. Definitivamente eram uma família extremamente barulhenta, mas felizmente nunca receberam reclamações dos vizinhos de outros apartamentos por tal fato.

– Você ficou de recuperação em Matemática de novo, filho? Sabe que pode pedir minha ajuda sempre que precisar, não é? – perguntou Keiji, enquanto colocava os pratos e talheres na mesa. Koutarou apenas ouvia enquanto descia as escadas, mas já imaginava que, não eram problemas com a escola, a preocupação do garoto.

– Não é bem isso… É sobre uma pessoa, na verdade – exclamou Sato coçando sua cabeça pelo nervosismo. Akaashi estranhou, nunca errava nas previsões referentes ao filho, mas agora parecia diferente.

– Sato Akaashi Bokuto, o que você fez? – indagou o platinado ao adentrar o cômodo com os mais novos. Ambos não podiam ver, mas Kou estava com os dedos cruzados para que aquele assunto não chegasse tão cedo. Seu querido e inocente bebê não estava finalmente namorando, estava?

– Eu não fiz nada grave, pai. Eu juro! É só que você sabe que eu já tenho quase dezesseis anos, certo? Nessa idade nós sentimos vontades. Foi assim com você e a mamãe, não?  

– Espera, você perdeu a virgindade? Sato, você só tem quinze anos! – repreendeu Keiji. A expressão cômica do mais velho arrancou alguns risos do filho e um olhar surpreso do esposo.

– Como assim? Filho, você é um bebê! Você não fez mesmo isso, fez? – perguntou o bicolor ainda surpreso pela suposição do parceiro.

– Não, vocês entenderam errado. Eu não fiquei com ninguém! Bom, não nesse sentido… Foram apenas alguns beijos 

– Nossa, graças a Deus! Não é, Bokuto-san… Koutaro? Ei, amor? – chamou enquanto balançava as mãos em frente ao rosto alheio. Certamente a informação sobre o beijo havia o espantado ainda mais. Para si, seu pequeno era apenas uma criança pura e que necessitava de amor. Por esse motivo não esperava ter aquela conversa tão cedo.

– Será que o papai pifou? Devemos levar ele ao médico?

– Ele vai ficar bem, foi apenas o calor do momento. Mas agora me conta... Quem foi que você beijou? Ele era bonito? Nós nos conhecemos? 

– Sim, vocês conhecem. É aquele menino que veio aqui semana passada, lembra? Ele é bem inteligente e também é ótimo nos esportes, principalmente no vôlei. Ele é capitão do time da escola e também é o Ace – disse o menor com um sorriso bobo estampado no rosto. Finalmente Bokuto pareceu "acordar" de seu transe e se colocou ao lado de Akaashi na mesa de jantar.

– Foi por isso que você decidiu entrar para o time como levantador? – perguntou a mãe.

– Na verdade é meio difícil não se apaixonar pelo esporte quando seus dois pais são jogadores da seleção japonesa. Eu entrei por vontade própria, digamos que ele foi apenas um "brinde".

– Eu também era Ace e capitão do time, filho. Sua mãe era levantador da Fukurodani e nós nos conhecemos no colégio.

– Pai, você contou essa história umas cem vezes desde que eu era pequeno. Depois você se formou e esperou mais um ano para a mamãe se formar também, mas jogou em outros times durante esse tempo. Depois vocês dois começaram a faculdade e viajaram o mundo jogando com o tio Kuroo e o tio Kenma… É, eu sei muito bem sobre o romance de vocês – exclamou rindo da cara do pai, juntamente de Keiji.

– Eu já contei tantas vezes assim? Não sabia que era tão previsível! 

– Você é, amor. Acredite! – disse o moreno, beijando os lábios do outro.

– Mas você gosta disso, não é, bebê? – as bochechas de Sato começaram a se avermelhar rapidamente com a interação melosa do casal. Ambos sabiam que o menino ficava envergonhado com as demonstrações de afeto, e por isso faziam de propósito para irritá-lo.

– Vocês são muito melosos e apaixonados… Podem guardar os beijos para mais tarde? 

– Você também vai ser assim quando namorar, filho. Não se preocupe! – falou Bokuto ainda notando a expressão do mais novo.

– E-Eu meio que já estou namorando… 

– Como assim??? 

E esse foi o início de uma longa discussão e lições de moral que Bokuto insistia em dar, mesmo sabendo que Sato não cumpriria nenhuma delas. Porém, lá no fundo o casal estava feliz de saber que o filho havia conhecido alguém que o fazia se sentir especial, e que o amava de verdade.



 


Notas Finais


Agradecimentos:

Capa: @izushouto
Gostaria muito de agradecer pela capa maravilhosa e o trabalho impecável! Estou extremamente contente e satisfeita!💞✨

Betagem: @_LadyPhoenix
Queria muito te agradecer pela betagem incrível! Muito obrigada pelas dicas e correções, com certeza vou usá-las daqui para frente. Seu trabalho é maravilhoso e eu estou super feliz!💞✨

Até a próxima! <3


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