História Nanaimo Bars - por do sol (Sunset) - Capítulo 26


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Categorias Monkey Majik
Personagens Blaise Plant, Maynard Plant, Personagens Originais
Tags Agressão Física, Agressão Verbal, Efeito Borboleta, Família Disfuncional, Monkey Majik, Múltiplas Realidades, Musica, Recomeços, Relacionamento Abusivo, Teoria Do Caos, Trio
Visualizações 4
Palavras 655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Sunset (por do sol) cp 9-3


“Existe um universo de coisas que não sabemos sobre o universo de pessoas com quem convivemos “

Seus olhos se encontraram no meio daquela escuridão. Para ela os dele eram faróis,  para ele os dela eram a perdição. Ele sabia no momento que entrara no quarto com ela aninhada ao seu peito, que a última coisa que iam fazer era conversar. 

  Ele tentou ganhar algum tempo, abaixando-se ao frigobar para pegar uma  cerveja, procurando as palavras certas para começar. Ele realmente queria e precisava conversar com ela. Mas a menina não o permitira  falar nada, delicada e voluptuosamente beijara suas costas, subindo para sua nuca, fazendo-o esquecer-se da cerveja, das palavras e até do tempo.De fato não lembrava sequer como tinham chegado até ali, nem como ele se encontrava deitado entre as pernas da morena, sob os domínios de suas carícias e beijos em seu corpo. O perfume que exalava da pele e dos cabelos dela o embriagava, confundia-lhe os sentidos, desnorteava-o. Como aquela pequena o fazia perder o prumo daquela forma, ele não conseguia entender. Estava tão submisso a ela, que nem se reconhecia.

-  Stella - gemeu segurando as mãos dela na cama. Tinha que retomar ao menos o controle do tempo ou ficaria insano. Ela sorriu de modo safado entreabrindo os lábios para sussurrar-lhe algo

- Quer que pegue mais leve com você ? - gemeu com uma voz rouca causando um rubor na face do rapaz, quase imperceptível por conta da escuridão do quarto. Ela cruzou as pernas às  dele, deixando o vestido escorregar ainda mais para cima do próprio corpo. A interação de suas peles causou estremecimentos involuntários a ambos.  - apesar de parecer que não - elevou um pouco a pélvis, apenas para permitir que suas partes íntimas se encontrassem. O membro rijo do rapaz parecia querer rasgar a roupa que o restringia. Maynard deixou o gemido escapar-lhe abafado por entre os lábios. Não podia permitir que aquela pequena soubesse o quanto o enlouquecia. Era, afinal, só uma menininha.

"Uma Menininha".

“Menininha”

...

“Menininha?”

- Quantos anos você tem?

- O que? - a voz da menina soou esganiçada, em parte pelo choque da pergunta, num momento como aquele, e em parte porque sabia que uma hora essa pergunta viria. Só queria que não tivesse sido exatamente naquela hora.

- Qual a sua idade? E acho que você entendeu na primeira vez que eu perguntei. - a sensualidade da sua voz desaparecera por completo. Isso a impressionava, a habilidade que ele tinha de mudar do fogo para o gelo, sem quase qualquer esforço. Sabia que era algo útil em situações de pânico, como "cara, esquecemos as guitarras" ou " terremoto, permaneçam todos calmos" e quem sabe "tem um alce no quintal, e agora?". Mas naquele momento aquele gelo deixava a jovem em pânico. - porque você sabe que eu não vou adiante, até você me dizer - necessário acrescentar que sua habilidade era extensiva ao ambiente, assim ele poderia executar seus movimentos estratégicos e controlar melhor  qualquer situação, de modo a obter os resultados esperados. Acalmaria a banda enquanto mandava buscar as guitarras, confortaria as pessoas enquanto buscava protegê-las do terremoto e muito provavelmente  domaria o alce fazendo dele um animal doméstico altamente sociável. No Natal seria uma grande festa! Tudo sob controle, sob o seu controle. Exatamente como fazia agora. 

- É-é. .. - a voz tornou-se falha . Não poderia fugir da resposta. Conseguira fugir o dia inteiro, deveria se considerar bastante habilidosa. - se eu disser é  ai que você não vai mesmo..  - ele suspirou longa e demoradamente como se estivesse deixando um sentimento ruim se esvair em sopro ao invés de um sonoro palavrão.

- Me diga que pelo menos é mais do que 15... - chiou jogando-se ao lado dela na cama. Ela empertigou-se quase ofendida e pela cabeça de Maynard desfilavam várias modalidades de suicídio caso ela não tivesse nem 15 anos



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