História Nanatsu No Taizai - Maho No Gekimetsu - Capítulo 2


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Categorias Fairy Tail, The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Acnologia, Meliodas, Natsu Dragneel
Tags Crossover, Demonios, Fadas, Fairy Tail, Pecados
Visualizações 51
Palavras 1.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura pessoal ^^

Capítulo 2 - A Curiosidade da Maga e a revelação da mais nova Bruxa


Fanfic / Fanfiction Nanatsu No Taizai - Maho No Gekimetsu - Capítulo 2 - A Curiosidade da Maga e a revelação da mais nova Bruxa

O Rei de Bartra de Liones teve mais uma visão. No momento que pôde, ordenou que os sete pecados capitais fossem ao reino para falar-lhes sobre. King e Diane aproveitavam a paz do reino para se divertir um pouco na floresta do descanso e Ban ao ver alguém que em sua impressão parecia familiar acaba conhecendo uma pessoa peculiar.

Essa é uma história de quando o mundo ainda não era dividido entre humanos e monstros.

Uma história dos tempos antigos.

No reino de Liones, o reino mais forte da Britânia em um país de cavaleiros sagrados.

A batalha contra os Cavaleiros Sagrados: Hendrickson e Dreyfus finalmente teve um fim.

Mas outra ameaça estava prestes a aparecer, agindo nas sombras… Então mais uma vez eles entram em ação, os sete Pecados Capitais.

- Montanhas -

As montanhas são lugares perfeitos para se fazer um passeio, claro desde que não se ande muito na beirada dos caminhos. Através de uma ideia dada por Margaret; Verônica leva Elizabeth para dar uma volta pelas montanhas. E assim como sempre Griamor escoltaria Verônica, e para ajudar Howzer as acompanha também.

- Foi uma maravilhosa ideia da nossa irmã desse passeio não acha Veronica? - Pergunta Elizabeth enquanto controlava calmamente seu animal.

- Sim, apenas achei estranho ela não ter vindo junto – respondi Veronica – acho que ela apenas deu essa ideia para passar mais tempo com o Gilthunder, quando chegarmos vou dar uma dura nela.

Elizabeth riu da expressão de raiva que Veronica fez. As duas princesas iam na frente em suas éguas enquanto Howzer e Griamore seguiam atrás.

- Que tédio – diz Howzer se apoiando no cavalo – ei Griamor, como você aguenta fazer essas viagens com a Veronica? A gente tá andando há meia hora e eu já estou querendo pular do penhasco.

- Acho que não diria isso se estivesse acompanhando Diane ao invés da princesa Elizabeth – diz Griamor sorrindo de forma triunfante.

Os cavaleiros seguiram normalmente até que encontram uma mulher encapuzada no caminho fazendo com que as princesas parassem os cavalos.

- Ei você está no caminho – diz Veronica na cara dura.

- Irmã Veronica – repreende Elizabeth e em seguida vira-se para a andarilha – você está bem? Precisa de ajuda?

- Não… - responde a andarilha com uma voz calma e doce – o reino de Liones fica por aqui?

Howzer e Griamore descem de seus cavalos e caminham calmamente até onde a andarilha estava, ambos não baixam a guarda, já que aquilo estava um tanto estranho...

- Basta descer essa montanha e andar mais um pouco, acredito que não levará mais do que meia hora andando - responde Howzer.

- Oh… Não imaginei que estaria tão perto assim… - a mulher encapuzada acaba deixando escapar um sorriso.

Seu capuz era azul escuro, e seu manto da mesma cor cobria completamente seu corpo, não deixando uma brecha de quer aparecer, porém uma parte de seu rosto era visível, sua boca delicadamente cuidada e sua pele branca.

- De onde você vem? Você vive nessa montanha? - Pergunta Howzer desconfiado.

- Ei Howzer, que pergunta é essa? - Sussurra Griamore no ouvido de Howzer.

- Não, tudo bem. Ele me foi bem útil – de repente a mulher encapuzada saca uma lâmina por baixo de seu manto – prometo ser rápida.

- Ei senhorita, melhor baixar isso – diz Howzer segurando a bainha de sua espada – Griamore!

No momento que Howzer dá o sinal Griamore ativa sua magia defensiva e cria duas barreiras, uma em cada princesa. Em seguida a andarilho faz uma investida em Howzer que defende por puro reflexo com sua espada.

- Você é bem rápida – comenta Howzer – então Griamor vai ficar só olhando?

- Wall – Griamore aponta sua espada para sua adversária e cria uma barreira que a cerca por completo.

A mesma fica surpresa com a barreira, mas não se desespera – ora, até que vocês são bons – comenta ela.

- Agora nos diga, por que queria nos matar? E o que pretende fazer em Liones? - Pergunta Howzer se aproximando da barreira.

Ela permanece quieta e calada deixando os cavaleiros confusos, então ambos decidem levá-la ao reino para ser interrogada lá.

Enquanto isso em uma floresta nos arredores do reino Ban conhecia alguém…

- Você faz parte dos sete pecados capitais? - pergunta a garota.

- Isso mesmo – diz Ban colocando suas mãos no bolso e fazendo seu olhar morto – e você quem é?

- Me chamo Asuka Hellbrione, mas eu não acredito em você – responde ela.

- Hum? Por que?

- Você parece ser bem fraco… - Asuka guarda a espada e volta até a beirada do lago.

- Se você está dizendo… Bom, eu vou indo – diz Ban começando a andar.

- Está bem… Foi um prazer conhecê-lo Ban – Asuka começa a tirar seu equipamento e em seguida sua roupa.

- Digo o mesm- ao olhar para trás novamente Ban vê as costas nuas de Asuka e a lateral de seu seio.

Ver aquilo despertou algo em Ban, não que ele nunca tivesse visto uma mulher nua, mas de alguma forma ela parecia ser diferente. Após a mesma entrar no lago ele volta a si e segue seu caminho de volta ao chapéu de Porco.

Depois do meio dia Ban finalmente chega ao bar e ao entrar encontra Meliodas lendo um livro, sentado no balcão.

- Eai capitão – Ban vai direto para trás do balcão e veste seu avental, pronto para fazer um belo almoço como sempre.

- Então, achou o que estava procurando? - Meliodas pergunta sem nem tirar os olhos do livro.

- Não, era apenas uma impressão… - Ban começa a pegar as panelas e alguns ingredientes.

- Entendo.

A porta se abre novamente e Diane entra no bar sorridente como sempre – Capitão! Como foi sua manhã?

- Oi Diane, foi normal e a sua? - Meliodas mais uma vez continua com sua atenção dedicada ao livro.

- Foi boa, King me levou em um encontro, mas no final ele pareceu mais quieto, achei até estranho – comenta Diane um pouco pensativa – bem, vou trocar de roupa.

Diane sube as escadas e em seguida King entra flutuando em cima de seu travesseiro.

- Yo King, Diane disse que você ficou estranho no final do encontro, aconteceu alguma coisa? - Pergunta Meliodas sem tirar os olhos do livro, mais uma vez.

- Estranho? - De repente em um instante as lembranças do belo corpo nu de Diane voltou a sua mente e junto disso… Um sangramento nasal – Sim… A Diane…

- Ele tá sangrando – comenta Ban mexendo em uma das panelas.

- Sim, ele tá sangrando – comenta Meliodas enquanto vira uma página.

Em seguida Merlin aparece com seu teletransporte na taverna e segundos depois Gowther abre a porta e entra também.

- Certo, certo, certo – diz Meliodas fechando o livro e descendo do balcão – todos os pecados estão reunidos, após a comida e um breve descanso vamos falar com o rei Bartra, então não exagerem na bebida.

- Capitão o que estava lendo? - Pergunta Gowther curioso.

- É verdade, nós quase nunca vemos o capitão lendo alguma coisa – comenta King, mostrando-se um pouco animado pelo capitão estar agindo diferente.

Meliodas então move seu livro e mostra a capa dele a todos – tática dos amassos.

King cospe a bebida que já ia começar a tomar.

Depois de alguns minutos Ban anunciou a comida pronta e todos reuniram-se para enfim comer acompanhado de uma leve bebida claro. Comeram, beberam se divertiram e dormiram, com exceção de King, Merlin e Gowther. Merlin saiu para frente da Taverna e ficou olhando o céu amarelo que cobria o reino. King descansava em seu travesseiro, Diane estava ainda de mãos dadas com Ban após uma queda de braço de não terminada e o capitão dormia calmamente no balcão.

Merlin continuou a observar o reino até que sentiu um poder mágico diferente fazendo-a ficar séria.

- O que foi Merlin? - Pergunta Gowther ao ver ela mudar seu humor.

- Diga ao capitão que eu o encontrarei no reino – essas foram as palavras de Merlin antes que ela sumisse usando seu teletransporte.

- Certo.

No castelo Merlin aparece perto de Griamor e Howzer que voltavam das salas subterrâneas do castelo. Ela nota que nenhum deles havia lutado e então pergunta...

- Ei rapazes, o que houve? - Merlin mostra seu sorriso de sempre.

- Uma louca tentou atacar a gente, eu pus ela em uma cela para ser interrogada depois pelo rei – responde Howzer, que mostrava estar surpreso e confuso pela situação em que estava.

Após a resposta de Howzer, Merlin foi até as salas subterrâneas ver quem era a prisioneira, ao sentir seu poder mágico ela encontrou facilmente a cela na qual ela estava. As portas eram de ferro, contendo apenas uma pequena janela que podia ser aberta apenas pelo lado de fora. Merlin então abriu essa pequena janela e viu a prisioneira fazendo alguma espécie de símbolo estranho na parede de pedra com o próprio sangue. Merlin usa um de seus itens mágicos para ver o poder mágico dela, porém o contador mostra que ela tem zero no quesito magia, ou seja, não possui poder mágico.

Após terminar de fazer o símbolo a mulher ia começar a citar algumas palavras até que Merlin interveio fazendo a marca sumir com apenas um estalo de dedo. A mulher ficou surpresa com a habilidade mágica de Merlin e fez um olhar com ódio e surpresa misturada.

- Que feitiço ia fazer? Nunca vi esse símbolo antes – pergunta a maga curiosa.

- Isso não é algo do seu tempo querida – a mulher vai até a porta e encosta seu corpo totalmente na porta – mesmo você parecendo ser bem vivida.

- Do que está falando? - Merlin sorri, pelo visto aquela mulher parecia saber mais do que aparenta.

- A grande criança prodígio que enganou o rei Demônio e a Deusa. Nós soubemos quando você fez isso – dessa vez a mulher começa a sorrir, mas diferente do sorriso de Merlin, essa mostrava uma expressão facial mais nítida – admito que foi algo hilário.

- Quem é você? - O sorriso da maga carmesim sumiu, e um olhar atencioso pairou.

- Eu sou filha daquela que habitou entre as guerras, aquela que vai trazer a paz a todos os clãs. A filha daquele que tudo sabe...

- Não estudei essa parte nos livros, acho que ainda vou chegar lá – Merlin sorri – por que não estraga a surpresa?

- Será mesmo que eu deveria fazer isso, você deve ter bastante tempo para estudar sobre, claro se sobreviver – Merlin não entende esse último comentário da mulher – meu nome é Karen, eu sou uma Bruxa de Yuwena.

Karen coloca a sua mão sobre outra marca que estava no portão de ferro e cita algumas palavras estranhas e então em seguida a marca explode jogando o portão contra Merlin e esmagando-a contra a parede.

Karen então sai da cela, seus pulsos que estavam cortados para desenhar os símbolos começavam a se regenerar e sua aparência a mudar.

Aquela era sua real aparência, uma mulher alta e jovem com cabelos louros ondulados na altura dos ombros e olhos azuis.

- Hora de começar a primeira parte.


Notas Finais


Qualquer dúvida sobre a história é só perguntar
Digam suas teorias ^^


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