História Nanny - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Tags 2jae, Babá, Criança, Família, Gay, Got7, Jackson Wang, K-pop, Markjin, Yaoi, Yugbam
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Palavras 3.136
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu voltei mais cedo, já estava com o último capítulo pronto e provavelmente não conseguiria postar no sábado.
Boa leitura!

Capítulo 10 - Yeol


 

    Bambam acordou com o coração apertado naquela manhã de sexta-feira. Aquele seria seu último dia como babá de Kim Taehyung, Jisoo voltaria na segunda. O tailandês não deveria estar se sentindo tão triste, continuaria vendo o garoto, porque afinal de contas estava namorando com o pai do menino, mas Kunpimook iria sentir saudades de passar a manhã toda brincando, de levá-lo até a escola, de ficar para jantar com os dois Kim. Sem com que percebesse, lágrimas já escorriam por seu rosto, porém, ele as enxugou e disse a si mesmo que não ficaria assim, prometera que aquele seria o dia mais divertido de todos.

    Levantou da cama e se dirigiu a seu amado e pequeno closet, revirou tudo até achar as roupas mais coloridas e felizes que ele tinha, além de que, tinha pintado o cabelo na noite anterior, pretendia fazer uma pequena surpresinha para Taehyung e Yugyeom, até que as ideias de Jackson Wang não eram totalmente inúteis.

    —Eu ainda não tô acostumado com você com esse cabelo. Ficou muito lindo, acho que sou gay. — Jackson falou assim que Bambam entrou na cozinha, o tailandês apenas o olhou como se questionasse o porquê de ser seu amigo.

    —Eu sempre fui lindo, e o fato de você ser gay, sempre soube. — Pegou duas bananas na fruteira e o saquinho com sua amada granola.

    —Ata bom, senta lá Claudia. — O chinês tinha visto essa frase em algum lugar na internet, não lembrava onde, mas ela se encaixou perfeitamente na situação. — Mas sério, está preparado para o seu último dia de emprego?

    —Nem um pouco, eu vou sentir tanta falta de brincar com meu bebezinho.

    —Que drama, você tá namorando o Yugyeom, poderá ver o Taehyung quando quiser. — Jackson no fundo não entendia o amigo.

    —Eu vou sentir falta de ir para lá de manhã, dar o café da manhã para ele e depois ficar brincando até a hora do almoço, meu deus, eu amo demais essa criança, o que está acontecendo comigo? — Bambam deitou a cabeça na mesa da cozinha e fechou os olhos. — Eu não me reconheço, mas é em um bom sentido sabe.

    —Eu sei, você amadureceu muito nesses dois meses. Agora levanta essa bunda, você não quer se atrasar logo hoje, certo?

    —Espera, que horas são? — Levanta a cabeça e olha para o celular que Jackson estendia a sua frente, droga. — Você não quer me dar uma carona? — Tentou fazer aegyo, apenas tentou.

    —Tudo bem, vamos logo. — Jackson terminou rapidamente de comer enquanto Bambam escovava os dentes, os dois logo saíram do apartamento em direção ao estacionamento do prédio. Assim como no primeiro dia de trabalho, Bambam estava tão nervoso que não se deixou aproveitar o “passeio” de moto. A cada quarteirão que passavam, o frio em sua barriga apenas aumentava, assim como uma leve vontade de chorar. Em poucos minutos os dois se encontravam em frente ao prédio.

    —Sem rostinho triste, Kunpimook. Você disse que hoje ia ser o melhor último dia de emprego de todos. — Jackson encorajou o amigo antes de dar um tapa na bunda do mesmo e ir embora. Bambam apenas negou com a cabeça e entrou no prédio rindo, seu melhor amigo era inacreditável.

    O universitário cumprimentou o porteiro e entrou no elevador, que graças as forças do universo, estava vazio. Enquanto a caixa de metal subia, a ansiedade de Bambam voltava, mas lembrou do que o chinês disse, hoje o dia era para ser de felicidade, felicidade e gratidão. Saiu do elevador e andou apressadamente até a porta de Yugyeom, tocou a campainha como fazia todos os dias e esperou alguns segundos até que o mais velho fosse abrir a porta, quando o Kim o viu ali, simplesmente paralisou, não que fosse algo estranho o ver ali a essa hora da manhã, mas o tailandês estava simplesmente deslumbrante com os fios descoloridos, tinha combinado perfeitamente com ele, na verdade, Yug achava que qualquer coisa combinaria perfeitamente com Bambam.

    —Eu acho que acabo de me apaixonar mais uma vez por você. — Falou quando finalmente voltou a seus sentidos, se aproximou do mais novo e analisou toda aquela beleza de perto, não aguentou ficar apenas olhando e logo colocou seus lábios. — Bom dia.

    —Bom dia. — O tailandês sorria bobo, como fazia todos os dias ao ser recebido daquela maneira.

    —Bammie, Bammie, você chegou. — O garotinho saiu correndo para abraça-lo assim que o jovem pôs os pés dentro da casa. Yugyeom, que estava quase atrasado, se despediu rapidamente dos dois e disse que naquele dia iria fazer uma enorme surpresa aos dois, finalmente deixando Taehyung aos cuidados do babá. — Olha o seu cabelo, parece um idol. —  O homem se abaixou e Taehyung mexeu um pouco em seu cabelo.

    —Oi bebê. Dormiu bem?  

    —Eu não sou um bebê. — Fez um biquinho e sentou-se no sofá. — Bammie, eu sonhei com você e com o papai.

    —O que você sonhou?

    —Sonhei que você e o papai estavam juntos igual ao tio Jinyoung e o tio Mark. — Bambam ficou um pouco desconfiado ao ouvir isso, será que o menino já viu ele e Yugyeom trocando beijos?

    — Sério? E o que você achou disso? — Estava curioso para saber, uma hora ou outra contariam que estavam juntos, queria estar preparado para isso. No entanto, a resposta do garoto foi apenas um dar de ombros.

    —Do que vamos brincar hoje? — Perguntou já se levantando e caminhando até o quarto dos brinquedos, Taehyung passou correndo na sua frente e entrou no cômodo, saiu de lá alguns segundos depois com dois sabres de luz e uma máscara do Darth Vader. O tailandês não pôde deixar de sorrir ao ver aquela cena, aquilo o fez lembrar de seu primeiro dia cuidando do garoto.

    —Eu vou ser o Darth Vader. Porque...

    —Porque os vilões são mais legais, certo? — Interrompeu o garotinho e pegou o sabre azul que estava em sua mão. — Eu vou ser o Luke Skywalker versão tailandesa. —Logo os dois começaram uma guerra de sabres, as pernas de Bambam não foram poupadas pelo temido mini Darth Vader e seu sabre de luz vermelho. Correram a casa toda, subiram em cima dos sofás, nas camas, bagunçaram as almofadas na sala, tudo aquilo estava sendo divertidíssimo, Bambam amava o modo como Tae via as coisas, sua imaginação era enorme.

    —Eu tô morto. — O mais velho se jogou no tapete da sala e a criança o acompanhou.

    —Eu também. Bammie, quero comer, faz pipoca? — O menino olhava para o tailandês enquanto fazia aegyo, Tae não precisava disso, já era extremamente fofo naturalmente.

    —Tudo bem, só espera um pouquinho, vai guardar os sabres enquanto isso, okay? — Levou alguns minutos para que os dois se levantassem e fossem fazer o que tinham lhe sido pedido, Bambam fez a pipoca e suco para os dois, quando chegou a sala não ficou surpreso ao ver o garoto na Netflix só esperando para dar o play em Star Wars, mais uma vez, ele nunca cansava daqueles filmes.

 

(...)

 

    —Eu não acredito que você juntou todo mundo para um almoço em plena sexta-feira. — Bambam falava um quanto surpreso, Yugyeom ligou mais cedo o convocando para ir almoçar junto a ele em um restaurante no centro, o tailandês não questionou, apenas arrumou Tae e foi até o lugar marcado, porém, ao entrar no estabelecimento encontrou Yugyeom acompanhado dos três melhores amigos e de Jackson e Youngjae, o que diabos eles estavam fazendo ali?

    —Hoje é um dia especial, e sexta-feira é dia de juntar os amigos mesmo. — Yugyeom respondeu sorrindo inocentemente, ou tentando fingir ser inocente.

    —Não quando vocês ainda vão ter que trabalhar a tarde. — Bambam finalmente se sentou à mesa junto dos 6 patetas. Taehyung correu para sentar ao lado de Youngjae, assim ficando ao lado de Jackson também, o garotinho ainda não conhecia o chinês, mas era apaixonado por Youngjae desde o dia em que se conheceram.

    —Então você é o tão famoso Tae? Achei que você fosse maior. — Jackson falou olhando para o garotinho.

    —Você é o moço que imita o scooby-doo. E eu ainda tô crescendo, você também não é tão grande, meu appa é bem maior que você. — O garotinho falou e Jackson ficou um pouco surpreso, Youngjae começou a gargalhar fazendo com que os outros também começassem a rir, sua risada era muito contagiante.

    —Bambam, você disse que tinha excluído esse vídeo do Scooby-doo, eu não acredito que confiei em você por todo esse tempo para isso não passar de uma mentira. — O modo drama do chinês acabara de ser ativado. — E você, sua coisinha fofa, eu não sou baixinho, okay? Sou compacto.

    —Acho que todo mundo já viu esse seu vídeo, uma vez o Bambam mandou no grupo da faculdade. — O loiro apenas olhou para o melhor amigo, e sem dizer nada, fingiu que ia sair do local, mas logo voltou com um sorriso nos lábios, adorava fazer um drama.

    —Eu ainda achava o Jaebum dramático, mas depois dessa cena do Jackson, alguém leva essa pessoa para atuar por favor. — Jinyoung ria um pouco desacreditado, não conhecia o chinês muito bem, mas o achava superdivertido, os meninos sempre diziam que o Park tinha uma espécie de sexto sentido, assim como as mulheres, e bom esse sexto sentido agora dizia que todos ali naquela mesa iriam ser bons amigos, mesmo com todas as divergências entre eles.

    Eles almoçaram entre muitas risadas e ataques de fofura, Taehyung era a criança mais adorável desse planeta e os tios nunca cansariam de babar o garoto.

    —Appa, eu quero mais sobremesa. — O menino já tinha comido seu pudim de chocolate e metade do de Jinyoung, mas ainda insistia por mais, mesmo o pai tendo negado inúmeras vezes. — Appa, por favor. — O garoto agora ameaçava começar a chorar, Mark pegou a mão do garotinho e saiu rapidamente da mesa com ele, iria comprar mais sobremesa para seu sobrinho preferido.

    —O Mark vai deixar o Taehyung mimado. Já fazia um tempo que ele não chorava pedindo algo. — Yugyeom fala respirando fundo.

    —Ele ainda é pequeno, tenho certeza que em pouco tempo ele começa a aprender que isso nem sempre funciona.

    —Se seu namorado parar de fazer os gostos dele, quem sabe funcione.

    —Vamos parar com discussão besta, todo mundo aqui é muito coruja com o Taehyung, até você Yugyeom, não seja hipócrita. — Jaebum, o salvador da pátria. — Sério, olhem para o Tae ali.  

    Já no outro lado do estabelecimento, Taehyung observava as prateleiras de doces enquanto se decidia qual iria comer.

    —Mamãe, eu quero esse aqui. — Quando o menino finalmente tinha decidido, uma vozinha ao seu lado chama sua atenção, uma bela garotinha estava ao seu lado junto da mãe.

    —Tio Marku, eu quero esse aqui também. — Apontou para o mesmo lugar que a menina apontava segundos atrás, as crianças agora se encaravam, até que Taehyung mostrou a língua para a menina e ela começou a chorar, Mark, constrangido, apenas pagou o doce e puxou Tae de volta para a mesa, foram recebidos com as gargalhadas dos amigos que tinham presenciado toda a cena.

    —O que eu te falei sobre mostrar a língua? — Yugyeom perguntou fingindo estar bravo.

    —Disse que só era para fazer com o tio Jinyoung. — O menino falou baixinho lembrando das palavras do pai, Jinyoung lançou um olhar mortal para Yugyeom que tentava não rir, essa não era a resposta que ele estava esperando do filho, mas tudo bem.

   

(...)


 

    Depois do almoço animado, os amigos se despediram, Bambam planejava voltar para o apartamento com Tae, para aproveitarem o ultimo dia juntos como babá e criança fofinha, mas Yugyeom tinha outros planos, ele não voltaria mais ao trabalho naquele dia, passaria o resto do dia junto aos dois e planejava leva-los em um lugar especial.

    —Onde nós estamos indo? — Yugyeom dirigia por um caminho diferente do que se usava normalmente para acessar o seu destino, apenas para que Bambam não soubesse para onde estavam indo.

    —É surpresa, mas aposto que você vai gostar, o Tae vai gostar mais ainda. — Os dois ficaram o tempo todo perguntando para onde estavam indo e se já tinham chegado. Quando Yugyeom estacionou o carro, eles saíram quase correndo do mesmo, em um segundo reconheceu onde estavam, aquelas árvores que protegiam os banquinhos, algumas crianças no playground, o balanço de cor verde, era um parquinho, mas não um parquinho qualquer, era aquele onde eles se conheceram, Bambam já tinha voltado ali com Taehyung algumas vezes, mas nunca na companhia de Yugyeom.

    —Esse lugar parece estar mais bonito hoje. — Bambam admirava tudo de uma maneira diferente, parecia que a grama estava mais verde, que o sol estava clareando tudo de uma maneira diferente, que as crianças ali eram felizes e suportáveis.

    —Acho que até ele sabe que hoje é um dia especial. — Yugyeom falou baixinho e segurou na mão de do tailandês e na do próprio filho, logo eles o arrastou até o banquinho onde Tae foi falar com um universitário chorão.

    —Ei filhote, você pode ir brincar, mas não se esconda ou algo assim, lembra como ficamos preocupados da última vez? — O menino assentiu rapidamente e foi correndo para o escorrega onde tinha outras crianças brincando. —Acho que devíamos contar para ele, hoje. — Falou sem tirar os olhos do garotinho.

    —Hoje, mas não é muito cedo, só estamos junto à o quê? Duas semanas?

    —Não fale como se isso fosse algo que vai acabar amanhã, eu quero ficar muito tempo com você, tipo, o resto da minha vida. — O coreano sorriu, aquele sorriso que fazia o coração de Bambam acelerar, lembra?

    —Olha, eu não tô pronto para casar, se seu plano era me pedir em casamento, sinto muito, mas...

    —Cala essa boca, Kunpimook. Eu não sou tão apressado assim. — Yugyeom riu um pouco, mas no fundo, ele realmente queria passar o resto de sua vida ao lado de Bambam. — Voltando ao assunto, temos que contar ao Tae, ele não sabe que a Jisoo volta na segunda, se eu pudesse eu deixaria você cuidando dele, mas a gente tem um contrato e tal, se eu pedisse para que ela saísse agora, ela diria que foi pelo motivo de ter tirado férias, eu poderia ser processado. Mas sério, você sabe que ele vai ficar triste quando falarmos que hoje é seu último dia como babá, mas ele ficará feliz se souber que você vai continuar nas nossas vidas, como namorado do “appa”. — Bambam pensou um pouco, parecia ser o melhor momento para contar.

    —Faz sentido, espero que ele aceite isso bem. — Começou imediatamente a ficar nervoso. Yugyeom deixou o garotinho brincar mais alguns minutos antes de chamá-lo para aquela conversa.

    —Senta aqui Tae, eu e o Bammie temos algo muito importante para falar com você. — O Kim mais velho colocou a criança sentada entre eles, o semblante sério do pai, fazia o pequeno Tae ficar um pouco nervoso, será que tinha feito algo de errado?

    —Eu não te contei ainda, mas a Jisoo volta na segunda-feira, está com saudades dela?

    —Sim, eu tô com muitas saudades da Noona, eu quero que segunda chegue logo. — O menino ficou animado, os dois adultos ali ficaram um pouco surpresos, será que no fundo o tailandês era apenas a babá temporária para o garotinho?

    —Você sabe que quando a Jisoo voltar, o Bammie não vai mais cuidar de você, certo? Hoje é o último dia dele como babá. — Ao escutar essas palavras, o menino imediatamente direcionou seu olhar para Bambam, o tailandês tentou sorrir, mas o estado em que sua mente estava não deixou que ele fizesse isso.

    —Por que? Eu quero os dois, eu não quero que o Bammie vá embora, você vai me deixar Bammie? Você disse que ia ficar por muito tempo, não faz muito tempo ainda. — Taehyung não entendia porque não poderia ficar com os dois, ele amava a noona, mas Bammie agora era seu melhor amigo, não queria que nenhum dos dois o deixasse. Rapidamente o rosto do garotinho começou a ser molhado pelas lagrimas, ele não queria que mais ninguém o deixasse.

    —Eu não vou te abandonar, eu só não vou mais na sua casa todo dia, nem te buscar na escola, mas eu prometo que a gente vai continuar sendo melhores amigos e eu vou te visitar várias vezes. — Essas palavras fizeram o garotinho chorar ainda mais.

    —MAS EU QUERO VER VOCÊ TODO DIA. VOCÊ VAI ME DEIXAR COMO A MINHA OMMA FEZ? — O tailandês ficou sem palavras ao escutar isso, olhou para Yugyeom e viu que o homem respirava fundo.

    —Tae, escuta o papai, não precisa chorar, olha para mim. — O homem tentou em vão enxugar algumas lagrimas do garotinho, mas novas não paravam de molhar aquele rostinho angelical. — Você sabe que o tio Mark e o tio JInyoungie namoram certo? Tipo dois homens junto também podem namorar. — O menino escutava as palavras do pai sem entender nada, por que ele estava falando disso? — Eu e o Bammie nos gostamos muito, então agora estamos namorando também, você vai vê-lo quase todo dia e ele vai continuar indo lá em casa, vai brincar com você, vai jantar com a gente, mas não todo dia, entende? — O menino respirou fundo, finalmente as lagrimas estavam diminuindo, o seu sonho tinha virado verdade, Bammie e seu appa juntos.

    —Então quer dizer que você não vai me abandonar? —Perguntou baixinho e o tailandês sorriu enorme para o garoto.

    —Eu nunca vou te abandonar, nunca. — Fez um carinho nos cabelos do menino.

    —Então, você agora é meu outro appa? O tio Jaebum disse uma vez que quando o papai casasse com outra moça ela ia ser tipo minha omma, mas ele tá namorando com um menino, então agora você é tipo meu appa? — O garotinho agora estava começando a ficar animado com a ideia, os adultos ali estavam mais uma vez surpresos com o garoto e como ele mudava de humor rapidamente, crianças.

    —Ainda não, por enquanto eu sou apenas seu melhor amigo, okay? — Sorriu mais uma vez e encheu o rosto do garotinho de beijos, Yugyeom apenas observava a cena e sorria, amava muito aqueles dois.

    —Que tal nós irmos tomar um sorvete? — Yugyeom falou e logo um Taehyung saltitante começou a falar do sabor que iria escolher. O pai segura em uma das mãos do garotinho, enquanto Bambam segura na outra, eles eram uma família, uma linda família e ninguém seria capaz de dizer o contrário.

    Enquanto caminhavam ali, juntos, no lugar onde se conheceram, o tailandês apenas conseguia pensar no quanto sua vida mudou em apenas dois meses, a virada que o jogo deu em somente 60 dias, tudo aquilo era inimaginável, ele se apaixonou, não só por Yugyeom, mas também por Taehyung. Ele amadureceu, não era mais a mesma pessoa, não era mais um jovem inconsequente, se tornara um homem adulto pronto para a vida, e pensar que toda essa história começou porque ele não podia pagar sua maldita fatura.

    


Notas Finais


Eu tô bem triste por me despedir dessa história, eu queria fazer um final bem bonitinho e meloso, mas isso foi o que saiu.
Espero que eu não tenha decepcionado vocês, essa é a primeira vez que eu termino uma fanfic com mais de um capítulo.
Obrigada a todo mundo que favoritou e especialmente a vocês que gastavam um tempinho comentando.
Espero que tenham gostado de Nanny e obrigada por ler até aqui.
Ah, pretendo voltar logo logo com novo projeto Yugbam, então me aguardem.
E gente, continuem sempre votando e apoiando nossos meninos, fighting.
❤🐤


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