História Não Adianta Fugir - Capítulo 9


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Esporte, Famí­lia, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 9 - Piscotica


Meu sono estava maravilhoso até eu acordar três dá manhã,como porra eu acordo três da manhã com sede ? Mas fazer oque.

Tomei minha agua,e fui ao banheiro,quando voltei tirei meu celular do carregador e fui deitar novamente.

Eu fiquei literalmente grudada a parede,então mesmo a cama sendo de solteiro,sobrava um breve espaço,meus olhos já estavam pesando de novo até alguém me cutucar,quando eu olhei para trás era o Bill,ele estava sem oculos,a cara fofa que ela fazia para mim me deixava envergonhada



~ e pensar que eu estou parecendo um bicho ~


- Oque foi Bill ? - falei o fitando

- posso deitar um pouco com você - ele falou desviando o olhar

- sim - falei voltando a virar para a parede


A cama avia afundado,ele me abraçou pelas costas e meu frio passou mais,seus longos dedos passavam pelas minhas costas nuas onde a blusa não cobria.

Ele colocou todo o meu cabelo em cima do travesseiro,seus labios passaram suavemente na minha nuca me fazendo arrepiar.

Sua boca já beijava minha nuca eu dava leves suspiros presos para não fazer barulho,suas mãos firam até a minha sintura me puxando mais para perto de seu corpo.

- B-bill para a minha mãe pode acordar - coxichei segurando no travesseiro

- ela não vai - ele falou a virando de frente

Ele puxou meus labios e os beijou com força,suas mãos já estava puxando meu cabelo enquanto o mesmo atacava meus labios.

Eu apenas tentava acompanhar,suas mão longas e gelidas me Faziam arrepiar,minhas unhas medias quase curtas arranhavam de leve suas bochechas

- Bill...minha mãe - falei em um leve gemido enquanto ele mordia meu pescoço

- é só não fazer barulho - ele coxichou em meu ouvido

Ele passou a mão na minha coxa,minha respiração era forte. Ele estava me olhando com carinho.

- Jane se eu tranza-se com você...você não ligaria de ter tido sua primeira vez com seu amigo ? - ele coxichou isso no meu ouvido um pouco triste

- você não e apenas meu amigo,você é bem mais que isso,e eu não vou ter minha primeira vez de volta eu a perdi a seis anos atrás - falei afundando minha cabeça no travesseiro

- mas é claro que vai ser ! - ele falou um pouco alto e depois voltou a coxichar - naquele dia não teve carinho,não teve amor,não foi por vontade dos dois

Eu o olhei e vi seus olhos brilharem enquanto ele falava isso,parte do brilho era por lagrimas acumuladas porém ainda assim se via olhos com carinho se referindo minha primeira vez,eu estava com vergonha obviamente. Aqueles olhos verdes me olhavam profundamente,seus labios finos estavam pouco ressecados quase não percebia-se só olhando fixamente igual eu estava fazendo para perceber.

Aqueles cabelos brancos e luminosos se fundia com as frestas de luz do luar que estavam a entrar pela cortina da janela nessa madrugada tão "calma".

Quando eu fexei meus olhos e fui tentar aproximar nossos labios ele bateu sem querer nossos dentes nos fazendo rir. Ele passou seu dedo polegar na minha bochecha,sua boca mordeu com uma pequena pressão meu labio inferior,sua cara estava feliz porém a felicidade se misturava com ansiedade.

- posso continuar oque estavamos fazendo da ultima vez - ele falou em um cuxicho rouco

- S-sim...não faz isso - falei empurrando cabeça dele da minha barriga

Ele a dava pequenos beijos,não sabia se sentia cocegas ou um prazer "engraçado" de se sentir. Suas mãos me tocavam descontroladamente, enquanto eu massageava aqueles lindos cabelos brancos.

Ele passou a lingua no meio da minha barriga para cima até chegar perto de meu sutiã,minha blusa ainda somente levantada atrapalhava o toque favoravel para mim.

Ele se sentou e me sentou com força no seu colo,ele estava com as pernas na cama enquanto as minhas encostavam meus pes na madeira,eu estava sentada no colo dele olhando para ele. Nós estavamos entrelassados como fones de ouvidos que não queria que seus nós se separassem,os beijos em meus ombros me deixavam arrepiada o suficiente para corar.

Um celular começou a tocar desconsoladamente,nos dois caimos no chão,o susto foi tão grande que a queda era inevitavel,eu me separei dele e fui ver de quem era o celular era da minha mãe...a mesma estava sentada na cama todadescabelada e com olheras as quais nã estavam nada boas.

Era um numero desconhecido,minha mãe tomou um susto ao olhar uma mensagem,ela ficou estatica. Seu celular foi ao chão com toda forçar fazendo o mesmo se despedaçar.

- Porque a senhora fez isso ! - falei recolhendo os tais pedaços

- ele ia me rastrear ! Você vai ter que intender oque eu vou fazer

Ela se levantou as pressas,suas mãos foram logo em meu celular e bom,ela o partiu ao meio sem dó nem piedade. O odio tomou conta de mim,o meu celular tinha aoenas dois miseros meses de uso e ela fez isso !

- MÃE - gritei irritada - que porra - falei olhando o mesmo dividido ao meio

[...]

Minha mãe nos levou para a casa de uma tinha minha,ela é meio...piscotica.

Tudo a está doida é resumido em morte sangue e carnificina,o Bill ficou muito assustado perto dela,a mesma me chamava de miniatura de demonio,Porque isso ? eu não sei e pretendo ficar sem saber

- mini demonia faz um favor pra titia ? -ela falou com um sorriso largo

- oque você quer - falei já assustada

- vai na cozinha e pega uma garrafa vermelha pra mim

Eu abri a geladeira eo cheiro da mesma era de podre,quando encostei na garrafa quase vomitei o cheiro avia piorado. Eu apenas engolia seco e segurei a respiração,coloquei a tal garrafa com um liquido grosso dentro nas mãos de minha tia e fiquei a observando.

Ela abriu esse deliciava com o tal odor nojento e podre,eu a olhava com um serto "nojinho" digamos assim,a minha mãe entrou na sala e arregalou os olhos.

Ela deu um tapa forte na garrafa fazendo a mesma voar longe,a cara dela era de tristeza

- porque você fez isso - ela falou olhando oara o liquido expalhado no chão

- VOCÊ AINDA TRITURA PESSOAS ! - minha mãe gritou nervosa

Uma ansia de vomito veio forte,eu apenas corri esbarrando com força no Bill,abrir a tampa da privada e coloquei tudo para fora,foi como se o cheiro de podre tivesse vindo dez vezes pior.

A cada vez que eu lembrava de pedacinhos de coisas junto ao liquido vermelho,me dava mais ansia.

- eu não sei como viver no meio disso - falei para mim mesma

- eu também não viu -o Bill falou com cara de nojo

Eu dei descarga e lavei minha boca,passei enxaguante bucal e tudo que tinha direito nesse momento. Eu apenas me sentei no chão e fiquei pensando.

O Bill me olhava atentamente,eu tinha a sensação de que eu podesse perde a sanidade a qualquer momento.

- Bill...vem matar comigo hoje a noite - falei o olhando

Ele acentiu com a cabeça positivamente sorrindo,seu rosto tão delicado e tão fexado ao mesmo tempo me deixa nervosa e assustada.

Hoje ná janta foi a pior coisa do mundo,a doente da maya se trancou no quarto para que ninguém a visse comendo. Minha mãe até tentou desfarçar os gritos dela com risadas altas ou conversas aleatorias porém nã deu nada certo.

- como seu marido tem uma doida dessa como irmã -o Bill perguntou assustado

- pra você ver oque eu passei eo que eu passo até hoje - ela falou sem expressão



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