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História Não Consigo Superar - Capítulo 1


Escrita por: MsArtHeart

Notas do Autor


(Continuação da oneshot Can't Help It / Não Posso Evitar)

Esta fic se passa desde a série 52 até o fim de Convergence: The Question e envolve também as HQs da Batwoman até a edição 30 +- durante a The New 52 era, a minissérie Crime Bible: Five Lessons of Blood, Detective Comics com o debut da Batwoman e a Renee como a A Questão II e por fim o evento Final Crisis: Revelations.

Essas oneshots não tem nada a ver com o filme das rapinas, mas admito que eu já bolei alguma coisinha sobre...

Ps. Greg Ruka senpai me nota ae por favorzinho kkk /RT

Enjoy!~ [ Frightened by a dream / You're not the only one / Running like the wind / Thoughts can come undone ]

Capítulo 1 - Não Consigo Superar


 

::::: Renee's PoV :::::

Heh. Batwoman...

A última vez que a vi, até aonde eu lembre, ela não estava assim. Nosso verdadeiro último encontro ocorrido num terraço qualquer e motivado pela minha busca pela compreensão das linhas nefastas escritas na Bíblia Do Crime não foi o dos mais calorosos, mas certamente cheio de promessa e juras...

...Não de amor.

A fiz jurar nunca mais interferir em quaisquer problemas que eu tenha assim como eu jurei não meter meu bedelho nas investigações dela; a sermos extremamente profissionais e nunca e em hipótese alguma procurar uma a outra novamente.

Esse era o acordo.

Ou ao menos deveria ser...

Eu devia ter adivinhado que a realidade seria totalmente diferente. Katherine Rebecca Kane é o espírito encarnado da rebeldia, então eu devia ter esperado ela um dia quebrar esta promessa... Não que eu já não tivesse a má fama de quebrar as minhas próprias.

Uma vez eu jurei a mim mesma nunca mais por meus pés na mansão dos Kane, e por belos dez anos a promessa se manteve firme... Até aquele calhorda curioso chamado Charlie aparecer com a maior das piadas sem graça em forma de investigação criminal. Ele me trouxe o caso mais ardiloso e não menos esquisito de toda a minha carreira de Detetive. E ainda para completar minha má sorte o caso tinha que envolver diretamente os Kane... E nenhuma facção interestelar mexe com a minha Kate, definitivamente não enquanto eu estiver de olho.

Tch, eu podia ter dito para ele dar um jeito de engolir aquele dinheiro e sumir da minha frente, eu podia ter ignorado toda a minha preocupação travestida de curiosidade... Em vez disso, eu abracei o caso como se fosse a única coisa que me mantém respirando neste mundo. Eu lutei com todas as forças contra meu coração que palpitava a cada passo que eu dava no piso amadeiradamente caro daquela mansão, mas no exato segundo em que Katherine Kane esteve em toda sua rica e mimada presença e a uma distância irresistivelmente pequena à minha frente...

Todos os anos que eu passei tentando esquecer que um dia a amei foram em vão.

A quem estou mentindo? A primeira e única coisa que me atormentava o juízo naquele momento era segurar aquela mulher e nunca mais soltá-la. Ter todo aquele sentimento delicioso e não menos perigoso à disposição dos sentidos... Madre Del Cielo, apenas manter contato com aqueles olhos verdes me fazia navegar nos mares da nostalgia...

E então ela me perguntou rudemente o que eu estava fazendo ali mesmo depois de tudo que aconteceu. E no mesmo instante me lembrei do por que tê-la deixado. A verdade é que eu nunca de fato gostei daquela Kate Kane socialite à minha frente; do seu lado seco e desinteressado que age como se o mundo respondesse apenas às suas vontades mimadas, e na época em que a deixei era como se isso fosse tudo que a definia.

Aquele foi o momento que eu usei e abusei de todo o meu sarcasmo, já esperando por sua impulsividade. E devo admitir... O soco que ela me deu nem sequer doeu, ele apenas atiçou ainda mais minha impetulância. Mas a verdade é que, apesar de toda a violência, eu... Por mi santo dio, se ela se aproximar um pouco mais eu estarei a seus pés feito um perro... E adivinha? Ela realmente se aproximou, totalmente em brasas e determinada a me dar o maior cacete. Los infiernos que eu a deixaria dar o segundo soco, então me desviei e imobilizei seus braços, suspirando pesadamente. Nós duas estávamos à flor da pele... E este foi o exato momento em que ela me mostrou ainda ser antiga Kate que eu sempre fui louca.

Oh, si, si. Eu caí na pecaminosa tentação que Kate Kane representa.

E eu queria mais, sin dudas eu queria mais que apenas segurá-la... Mas a barreira que nos impedia de termos além do que podíamos ter já estava posta, alta e operante. E não vou mentir que aqueles poucos segundos que a senti em meus braços foram o suficiente para me mostrar que ela ainda valia a pena, que ainda existia uma fagulha aquela jovem idealista que eu um dia dividi a vida.

Naquela noite eu encarei todo meu passado com Kate à cara-tapa. Eu evitei o máximo que pude, mas não consegui esquecer o quanto amei esta mulher... Ainda amo, se eu finalmente admitir meus sentimentos. Ela é aquele tipo de mulher que se porventura você cruzar seu caminho você vai carregar consigo a memória para sempre, seja ela o perfume, a voz ou sua presença marcante... Esquecê-la realmente é algo impossível, pois como pode ver, Kane é um sobrenome de grande influência em Gotham, assim como tudo que tem relação com a guilda dos morcegos.

Mas vou te dizer viu, curioso mesmo é descobrir da forma mais crítica e dolorosa que esta Kate Kane também é uma mulher morcego. Eu realmente não consegui esconder a surpresa e muito menos negligenciar a preocupação quase instantânea que senti assim que liguei os pontos aos fatos enquanto investigava a Intergangue. De certa forma eu carrego esta preocupação comigo até hoje. Foi minha preocupação inquietante que me fez me afastar e voltar para Gotham City tantas vezes... Tudo pela Kate... Talvez até seja por isso que houve momentos em que era difícil encará-la...

Mas eu já disse antes, não? Passado é passado e lá deve ser deixado. E estes episódios e devaneios aconteceram em outros tempos. Tempos que atingem o ápice do doce e despenca até o amargo no mesmo instante... E Charlie ainda era vivo, espirituoso e cheio de respostas prontas na ponta da língua... Pena que as respostas nunca saciavam suas perguntas. Agora eu quem faço as perguntas por ele... Irônico, não acha? A policial que perseguia fantasiados no final das contas também se tornar uma fantasiada...Tsk. E parece que desde que troquei o quepe pela fedora o passado veio me fazer suas visitas assombrosas... O mais engraçado disso tudo é como o passado de Charlie acaba se fundindo ao meu...

...Sim, estou falando de Caçadora.

Eu esperei uma reação no mínimo apavorada dela em vez da colaborativa que recebi na primeira vez em que tivemos contato pelo mesmo lado da moeda. Talvez seja o respeito silencioso que eu tenho por ela ser professora e o dela por mim por eu ter sido policial, vai saber... Chame isso de compromisso social se bem te servir. E eu sabia que Charlie tinha um excessivo porém respeitoso carinho por esta digníssima pessoa. Sempre que podia ele tentava testar meu humor quando recontava de um jeito irritante e orgulhoso o fato de já ter tido um ou outro jantar romântico com Caçadora. Eu nunca consegui adivinhar se ele tentava me fazer inveja do jantar, do romance ou da própria Caçadora, aquele calhorda sem rosto. Porém ele viu-- Melhor dizendo, ele me apresentou Batwoman, então creio que estamos mais do que empatados nesta disputa de quem namorou a heroína mais bela. Que Dios esteja cuidando bem dele agora.

Mas realmente, Helena parece não se importar com quem eu sou e vice versa. Se me fizessem essa pergunta, do porquê dela não querer sequer saber de meu passado e muito menos julgá-lo, eu responderia que ela provavelmente também esteja apenas curando um coração partido. Uma ferida eterna se comparada a minha, provavelmente. Apesar de tudo -e isso eu realmente acho bem interessante sobre ela- é que, independente do tempo que leve, quando Helena entrega sua confiança à você, ela vai ser fiel até o fim e você dificilmente sequer conhecerá outra pessoa tão devota quanto. E por último, o que mais me intriga sobre ela é justamente essa lealdade, ainda mais quando ela se mostra uma mulher que se apega muito fácil as pessoas... Me impressiona a rapidez em que ela se apegou a mim. É até capaz de eu ser amaldiçoada por comentar, mas... Para uma mulher que cresceu em meio a uma rígida educação religiosa, Helena é bem... Flexível...

...Literalmente.

Ahem.

Mas como nem tudo é alegria e gratidão,

Olha só aonde o destino me trouxe agora...

De volta à Gotham City e em uma péssima hora. Estou tentando entregar os poucos medicamentos que não foram saqueados por uma população desesperada ao único hospital que ainda está operando no meio dessa bagunça sem nome. Quisera eu fosse só isso... Pois ainda estou a virar Gotham City do avesso em busca de um instável Harvey Dent que está sofrendo uma crise de identidade. Sigh... Já perdi a conta de quantos desastres não identificados já atingiram Gotham e eu nem me atreverei a recontar. E meu raríssimo consolo é eu não estar me virando sozinha aqui. Ganhei o reforço das duas heroínas que mais me tiram o fôlego. Se elas vão acabar lutando entre si eu não sei, mas dada à forte tensão que estou sentindo no ambiente, a previsão é verdadeira... Parte de mim está se deleitando com este clima e se não fosse por Gotham estar sob outra ameaça sem pé nem cabeça de ser destruída, eu faria questão de por lenha nesta fogueira...

Por que como boa descendente latina que sou, eu quero mesmo é ver o circo pegar fogo.

...Apesar da grande cara de pau minha por sequer pensar em uma coisa absurda dessas -até porque Gotham City nem possui uma praia ou baía frequentável para eu poder me sentir dentro de um De Férias Com O Ex da vida-, tudo correu como planejado e Harvey Dent de nossa linha cronológica está salvo e um pouco mais são e estável, não fosse um único detalhe... Papa está muerto. O grande patriarca dos Montoya deixou este mundo caótico. Para meu alívio e redenção ele partiu me concedendo seu amor e o rogo por perdão e isso me valeu mais do que qualquer desavença sem resolução ainda carregada nas costas de nossa família... Em contrapartida, os outros desgostos e desilusões continuam me ardendo a alma como nunca. E como por mais sal na injúria não parece o suficiente para o meu destino, eis que minha eterna ferida aberta me indaga novas questões. Questões das quais eu sinceramente faço questão de evitar dar respostas...

- Kate, meu pai acabou de morrer! Essa maldita barreira de colméia finalmente caiu e nós praticamente enfrentamos dois Duas Caras no mesmo dia, dois! Meu emocional não aguenta mais nada, então conversamos sobre nosso futuro um outro dia.

- Outro dia quando? Daqui a mais dez anos? Olha pra mim, Renee. Eu tenho cara de alguém que está morto? Eu sobrevivi-- Nós sobrevivemos àquele tormento! Quando você vai superar? Não há mais Intergangue, seita adoradora de crimes ou qualquer outra coisa que nos impeça de ficar juntas agora!

- Por el amor de Santa María-- Sigh... Já que você não lembra, eu vou te dar um nome: Captain Sawyer.

- Você sabe que se você me aceitar na sua vida outra vez eu largo ela hoje mesmo...

- É por isso que eu nunca poderia te aceitar de volta, Kate! Quando você vai aprender a assumir um compromisso!?

- Tch. Olha quem está falando sobre manter compromissos.

- Kate, a Maggie foi uma colega de trabalho muito próxima! Pelas bolotas de mi perro, ela era a minha capitã! Eu nunca poderia fazer isso com ela!

- E nunca vai fazer mesmo pois quem começou tudo isso fui eu! Eu genialmente achei que namorar outra fardada me faria esquecer de você- ...Na verdade... Ela quem me ofereceu amparo quando você me deixou pela segunda vez.

- [...] ...Ela...Chegou a descobrir que você ainda é apaixonada por outra pessoa?

- Talvez ela nunca tenha imaginado que um dia você já dividiu a cama comigo... Pelo menos até ela visitar minha casa. Aí é onde começa a brincadeira de detetive de vocês. Mas se ela desconfia eu nunca vou saber.

- Desconfiada ou não, eu não vou dar motivo para quebrar meu respeito pela Maggie. Passar bem, Senhorita Kane.

- Hã...? Renee, espera-

...Sim, eu larguei Kate sozinha no terraço do hospital de Saint Luke e segui meu rumo.

Sabe Dios o que eu decidiria se eu tivesse ficado mais um minuto na presença dela... Porque... Sua proposta foi irresistívelmente tentadora, si, mas nós duas já fomos seduzidas demais pelo desejo de ficar juntas sabendo que as circunstâncias nunca nos ajuda, e cada separação é mais dolorosa que a última. Mas Kate tem mesmo que ser tão insistente...? Sigh... Foi péssima idéia eu ter deixado Kate me acompanhar com a Hel até o hospital. Eu sequer devia ter concordado com a presença dela na busca pelo Duas Caras para início de conversa! ...Tsc... O que está feito, está feito. Melhor eu sair de Gotham o quanto antes... Mas Infelizmente ainda tenho assuntos inacabados a resolver nesta cidade infernal.

Desta vez cheguei rápido em casa. Não quis correr o risco de ficar presa em uma nova novela em forma de problema. E observar cada tijolo e concreto e fumaça de Gotham City me deixa doente... Se não fosse pela valiosa parceria com a Hel, eu já teria partido sem pensar duas vezes... Mas do que tenho a reclamar realmente? Acordos são acordos. E a cama que divido com ela é quente, cheirosa e macia. De jeito nenhum eu recusaria abrigo oferecido de bom grado.

Diferente dos outros fantasiados que gostam de exibir sua criatividade por ai, eu decidi apenas usar métodos tradicionais. Ou seja, eu entrei no prédio de cara limpa e pela porta da frente até chegar as escadas-- de jeito nenhum eu confiaria nesse elevador mal reformado! ...E assim que tirei a chave da fechadura e pus o pé direito adentro do nosso apartamento...

...Eu levei o terceiro maior susto da semana.

- Bem vinda de volta, Campeã Dos Justos.

- Eu meio que estou curiosa em perguntar e provavelmente não vou gostar nem um pouco da resposta, mas... Por que você ainda está vestida com o seu uniforme se já terminou sua ronda de rotina? Ainda mais logo essa versão...a melhor e mais sedutora de todas.

Acredite, eu tentei não me sentir desconfortável com a Caçadora apontando sua bésta bem na minha cara. Eu nem quis incluir na pergunta o motivo dela o estar apontando para mim para inicio de conversa! Eu pude apenas manter meus braços para o alto com as chaves da porta ainda em uma das mãos enquanto a observava chegar perto...

- Porque..

Mais perto...

- Esta noite...

Mais perto ainda...

- ...Será de caça. A sua.

Oh, si, pior que ela está falando sério. Cada passo de Helena eu sentia minha vida estar em suas mãos, mesmo quando ela largou sua arma no meio do caminho enquanto se aproximava de mim. Quando ficamos frente a frente ela levantou seus próprios braços e entrelaçou as minhas mãos com as suas e avançou três passos até eu sentir minhas costas bater contra a porta. Nossos torsos praticamente colaram e eu por pouco me perco nesse perfume de lavanda que ela está usando... E ainda segurando minhas mãos, Hel abaixou nossos braços e lentamente aproximou seu rosto do meu. Enquanto eu me distraía com seu hálito fresco, ela levou as mãos enluvadas para a gola do meu sobretudo e o afastou de meus ombros e o jogou em um canto qualquer. Foi com a leve brisa causada pelo movimento que eu recobrei a linha de raciocínio.

- Ah, não. Não me olhe assim. Já não basta a Kate querer discutir relação no meio do terraço do hospital e agora me vem você vestida pra matar e o que mais fo--

- Cala a boca, Renee. Isso não se trata de discussão e sim... Retribuição.

- Neste caso ent-- Whoa!

Ela me puxou do seu jeito bruto que estou bem acostumada e me empurrou contra a cama que dividimos, pressionou seu corpo contra o meu e se afastou brevemente para rasgar a blusa fina e afastar meu sutiã com os dentes.

- --Poxa, Hel! Eu gostava dessa blu-

E esse beijo dela tentando me calar..? É de um gosto tão proibido e ao mesmo tempo tão... Oh. CÉUS!

Hel começou a fazer coisas com a língua que está ficando difícil até de tentar pensar e sentir ao mesmo tempo. Que mulher...

- C-Ce sabe Hel.. Se eu o menos imaginasse que você também se interessa pelo outro time eu não teria feito a linha amiga sem benefícios até hoje e--

- Sem mais uma palavra, detetive Montoya. Minha vez de ditar as regras agora.

- Hmmmm, agora sim estou me sentindo realmente caçada...

Dada a situação, impossível eu não fazer um gracejo desses. Ela me conhece o suficiente pra saber que eu não conseguiria me conter.

Droga, Renee! Assim você vai arruinar o clima!

Parece que eu acertei um de seus botões, pois Helena imediatamente me colocou uma amordaça feita da minha própria blusa rasgada e me imobilizou os braços acima de minha cabeça. Um movimento claro de quem sabe prender bandidos... Nem fiz questão de bancar a policial má e ir contra as suas vontades nesta dança que ela quer tanto conduzir, porque... Bem... Ela acaba de me deixar curiosa.

E que comece a rodada de perguntas~

 

 

 

Fin~


Notas Finais


A/N:

NÃO TEM QUARENTENA NEM CORONGA VIRUS QUE SEGURA O MÊS DO ORGULHO LGBTQ+ PORRAAAAAAA

Ahem, feliz mês do orgulho lgbtq+ pessoarrr~

E se na oneshot anterior ficou parecendo que a Kate só sifu, essa aqui não deixou mais duvidas rs

E a próxima oneshot vai dar voz a esse shipp injustiçado que é Huntress x The Question viu...Que por sinal adorei o serviço de fã que o Ruka fez durante a série Lois Lane número 10, me senti contemplada kkk

Pra quem não liga para spoilers fora de contexto, segue o link (tem que por os . pontos) :

Theaudientvoid tumblr com /post/618064081529831424/renee-montoya-explains-the-dc-multiverse

Cya!~

(Próxima e última oneshot: Helena's PoV)

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