História Não Conte a Ninguém - Imagine Jaehyun - Capítulo 15


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Notas do Autor


Boa leitura, Cherries. <3

Capítulo 15 - Capítulo 15


Fanfic / Fanfiction Não Conte a Ninguém - Imagine Jaehyun - Capítulo 15 - Capítulo 15

Após aquela conversa com Taeyong eu estava me sentindo um pouco mais animada, sua presença é tão agradável que nos piores dias possa ter a certeza de contar com ele.

Nesse meio tempo, precisei pegar o elevador que leva ao andar mais alto do edifício sendo essa a localização da sala do meu pai, acredito que o mesmo esteja na companhia da noiva terminando os preparadores para a breve reunião que será realizada hoje depois do almoço, ainda por cima papai teve a brilhante idéia de irmos jantar como família no restaurante mais frequentado em gesto de comemoração.

Meu trajeto até a sala estava sendo tranquilamente, nenhum encontro indesejável até o momento, porém, dobrando o próximo corredor tive um breve esbarram com Jaehyun, nossos olhares se prenderam, até o instante que ele fingiu estar tossindo ao romper contato.

— Sobre mais cedo…

— Não quero saber! — Cortei ele de uma forma arrogante, mordendo em seguida meu lábio inferior ao tratar de seguir caminho.

Sequer ousei olhar para trás, talvez eu poderia fracassar e dar meia volta querendo ouvir a desculpa mais esfarrapada que ele tenha a dar, mas não, contive meus firmes passos chegando próximo a porta da sala de papai a qual segurei a maçaneta hesitando duas vezes de girar, conforme tinha medo de pegar o casal aos beijos. Confiante da minha capacidade de amadurecimento, adentrei a sala soltando a respiração presa, tudo estava normal, ambos trabalhando para a realização da reunião.

Rebecca estava eufórica, deixando bem notável a felicidade em saber que metade da empresa a partir de hoje será dela, e se casando com papai terá o futuro mais esperado ainda.

Assim que entrei no campo de visão de ambos, sorrisos foram esbanjados em demonstração de simpatia, mas não havia algum que fosse no meu rosto, eu queria deixar o mais claro possível a Rebecca que ela nunca terá espaço nela família e a mesma aparentou saber disso pois sua expressão julgada por mim ser falsa.

— Filha, estávamos esperando por você. Precisa assinar, também. — Estendeu-me a caneta que estava em sua mão direita, obviamente que não a peguei.

— Tem total confiança em Rebecca, papai ?

Questionei sem pudor, vendo a expressão daquela mulher assim como os seus braços descruzarem.

— Que besteira está perguntando, S/N ? Trate logo de assinar aqui! — Seu tom de voz foi alterado, poderia perder até mesmo a paciência que não iria solucionar de nada, algo entre Rebecca e Yuta está acontecendo envolvendo a nossa empresa.

— Não, sem um advogado presente!

Afirmei confiante, antes de sair daquela sala batendo os pés, ao lado de fora permaneci escorada na porta sentindo-me perdida, ao mesmo tempo apreensiva para o que tenho a descobrir. Com segundos deixando o local, busquei pela parte de advocacia da empresa onde trabalha Taeyong, o advogado mais novo e espetacular ganhador de muitas guerras nos tribunais.

— Eu ? Mas, trabalho para o seu pai, boba.

Ele usou a mão bagunçando meus cabelos, dando volta na sua mesa sendo seguido por mim.

— Eu sei, mas preciso apenas que esteja presente na reunião e me explique os termos, do contratado. — Parando seu passos, virou-se mostrando seu biquinho nos lábios, pensativo. — Só conheço você, afinal, somos amigos. Ou não ?

— Se eu for demitido, vai ter que sustentar a mim e meu gato. — Não contive a pequena risada, Taeyong é uma gracinha.

— Aceito seus termos.

— Certo, agora me conte mais sobre sua amiga.

Sentou-se na sua cadeira, dando atenção ao trabalho que tinha a fazer sem deixar a mim de lado, que agora sentia as mãos suando frio junto ao estômago embrulhando.

— Sabe, ela parece com alguém familiar.

— É ? Quem seria ?

— Uma amiga minha, bem cheirosinha. — Ergueu seu olhar, sorrindo para mim que senti as bochechas queimando. — Então, ela gosta mesmo do vacilão ?

— Não sei dizer, mas ele mexe tanto com ela. Tipo, desperta lados que ela jamais imaginou ter. — Brevemente peguei-me viajando em nosso primeiro contato, naquele apartamento moderno sendo bem a cara dele.

— S/N ? Não precisa fingir pra mim.

— O quê ? — Acredito que nossa conversa teria continuado, se não fosse pela figura cretina surgida no local exigindo absurdos de Taeyong, nem aparentava ser amigo do mesmo neste momento.

Outra vez, evitamos manter contato e nem precisei checar sua expressão, o seu tom de voz denunciava a irritação em ter nos pego conversando na maior intimidade, não que eu estivesse usando Taeyong para fazer ciúmes, foi obra do destino deixando-me um tanto que satisfeita. Então, retirando-me daquele andar segui para a recepção, onde poderia descansar um pouco antes do horário do almoço em família, foi nesse meio tempo que vi Rebecca passando apressadamente, ainda com a mesma euforia.

Não hesitei em seguir ela, a encontrando no estacionamento da empresa escondida atrás de uns carros, ligando para a alguém o qual não temeu em demorar atender sua ligação.

— Sim, hoje teremos um passo dado. — Certo, não dá para se saber exatamente do que se trata, mas a única coisa esperada para hoje é seu nome contendo metade da porcentagem da empresa. — Espero você em nosso casamento, mamãe.

Quando Rebecca encerrou aquela ligação esbanjando seu sorriso largo, o meu havia sido desfeito.

— Ah, S/N… O que faz por aqui ?

Como eu estava aérea, acabei sendo flagrada pela mulher loira.

— Por que tem Yuta como amigo no Instagram ? — Questionei de uma vez aquilo que não descia por minha garganta, vendo ela pegar o celular e procurar algo no mesmo. — Ele te procurou pedindo dicas, de como me conquistar ?

As mensagens dele eram de ontem, minutos após ter passado a seguir ela.

— Não sei o que acontece entre vocês, mas se ele não te faz bem, continue longe. Daqui pra frente seremos uma família, óbvio que quero sua felicidade, S/N. — Ela alisou meu cabelo com a mão, recolheu-me em um abraço e pediu para entrarmos juntos na empresa.

Agora, eu estava mais confusa do que nunca.

(...)

Jantar em família uma ova, pois eu não estava entendendo em que parte dela se encaixa Jaehyun, esse sentado ao meu lado na mesa. O lado bom é que a reunião precisou ser adiada ficando para outro dia ainda não agendado, pois a presença de Jaehyun é preciso já que a empresa é metade dele, mas como o mesmo precisou sair pela tarde não foi possível ser realizada, porém, papai fez questão desse jantar já que as reservadas haviam sido feitas.

— S/N voltará a dançar. Estão sabendo ?

— Sério, Carl ? Quero ingresso na primeira fila. — Rebecca estava sorridente, confundindo mais ainda minhas teorias. — O que há com vocês ? Estão calados.

Encarei Jaehyun, mas ele não a mim continuando a se deliciar com sua taça de vinho, perdendo a paciência quando a loira retornou com as perguntas invasivas.

— Carl, controle a boca da sua noiva.

Foi bem grosso o seu tom de voz, por mais que a postura fosse calma saboreando seu drinque. 

— Desculpa, Jaehyun. Rebecca está animada para o casório. — O amigo de papai forçou um sorriso, antes de pedir licença para ir ao toalete.

Como eu estava preocupada com sua forma estranha de agir, sendo bem diferente até mesmo quando eu costumava ignorar ele e o tratar mal, não demorei a pedir licença inventando de ir ao toalete feminino, também. Na metade do caminho entre os dois corredores separando os toaletes, senti meu pulso sendo agarrado e meu corpo puxado para dentro da salinha entre eles, onde estava Jaehyun mantendo seu corpo colado ao meu.

— Eu sabia que iria vir atrás.

— Não seja convencido, apenas queria saber se está tudo bem. — Soltei-me do seu aperto, afastando dele antes que eu pudesse ter uma recaída e avançar naqueles lábios charmosos.

— Preocupa, neném ? Não precisa, sou grandinho se é que me entende.

Ergueu uma das sobrancelhas fazendo aquela expressão que faz minhas pernas ficarem bambas, a cara mais sacana de todas capaz de bagunçar meus pensamentos, dando espaço apenas para em como é bom estar em seus braços, sentir ele de forma suja invadindo-me a cada gemido escapado por minha boca.

Jaehyun teve a audácia de juntar nossos corpos outra vez, meus seios foram esmagados por seu peitoral conforme suas mãos apertavam minha carne da cintura, pressionando da forma que poderia seu sexo contra mim. Em instantes, presa ao seu olhar penetrante e dominante, peguei-me prestes a cometer a maior das besteiras que seria dar pra esse homem no restaurante, então com todas as forças recebidas não sei onde, empurrei seu peitoral usando minhas mãos e, avancei na direção da porta, sentindo ainda o tapa que recebido em meu bumbum junto as suas palavras sujas antes que eu pudesse sair.

— Louco pra te foder com força, garota!

A respiração estava fora do ritmo, precisei passar no toalete antes de voltar a mesa, meu coração batia de uma forma acelerada que eu julgava sair a pela boca a qualquer instante, sem falar em como eu estava suando junto a excitação criada mo meio das minhas pernas, com tão pouco fiquei com a calcinha encharcada. Eu estava precisando me aliviar, ou com certeza ao voltar a mesa encontrando com Jaehyun acabaria sentando nele, portanto, entrei em uma das cabines e retirei minha calcinha aproveitando estar de vestido, conseguindo tocar minha intimidade pulsante.

Com os dedos deslizando pela área sensível, permiti-me fechar os olhos imaginando a figura de Jaehyun na minha frente junto ao seu sorriso cretino, querendo me pegar em todas as posições imagináveis. Passei então a esfregar meu clitóris, reprimindo meus suspiros mordendo meus lábios, sentindo imenso prazer dado por mim mesma, não esquecendo que não poderia demorar ou ficaria estranho, portanto, com mais algumas pressionadas naquele pontinho de prazer consegui atingir um leve orgasmos.

Logo estava subindo minha calcinha, pensei em lavar os dedos, mas continha duas mulheres no local gerando a vergonha de ter feito tal coisa capaz de me fazer sair correndo, retornando a mesa onde os três me encararam.

— Demorou tanto, filha. Já até chegou a sobremesa. — Lamentou papai, minha cara era de culpada por algo sujo enquanto o criador dessa culpa estava agindo naturalmente.

— Tinha muitas pessoas no toalete.

— Jaehyun disse o mesmo. Bom, vamos comer!

Disse papai se distraindo com a sobremesa e, por baixo da mesa seu amigo cruzou nossos dedos das mãos em um gesto inesperado, não demorando para apertar o indicador e o do meio ao aproximar seu rosto do meu ouvido prestes a sussurrar algo.

— Dedinhos mágicos, certo ?

No momento que a conta foi paga deixamos o restaurante seguindo para o estacionamento, Jaehyun havia deixado o dele um pouco afastado do nosso sendo o primeiro a ir embora, com isso não ficou presente na hora que papai sorriu sem graça e virou-se para mim antes que eu pudesse entrar no veículo.

— Tudo bem voltar de táxi, filha ? Queria um momento a sós com Rebecca. — Fechei os punhos não apreciando a situação, não confiando ainda nessa mulher. Mas, no momento não tenho provas contra ela.

— Tudo bem, pai. Estava pensando mesmo de pegar uma balada com uns amigos. — Mentira mais idiota do mundo, porém, ele não percebeu pois não conhece minha vida anti social.

Andando e contando meus passos pelo trajeto da parada de ônibus mais próxima, preferindo voltar em um do que pegar táxi, senti a primeira gotinha de chuva tocar meu rosto, era só o que restava para mim estar na merda e piorando, percebi estar sendo seguida por um carro preto não conseguindo enxergar muito bem sua marca devido a escuridão da rua, até entrar em desespero quando o veículo arrancou parando na minha frente impedindo meu caminho.

— Vou gritar! — Ameacei, desesperada vendo o vidro da janela abaixar revelando a imagem da pessoa.

— Grite quando sentar no meu pau.

— Jaehyun ? Não tinha ido embora ?

— Parei no bar próximo, quando vi minha indefesa menininha passando. Noite perigosa, alguém pode abusar desse corpinho tentador. — Revirei meus olhos, diante das suas palavras e risadinha cafajeste.

— Tipo você ?

— Só abuso se você permitir, agora deixa de conversa e entra!

Eu teria recuado negando sua gentileza, mas ir embora com ele seria bem melhor que pegar essa chuva prestes a desabar.

Já em seu veículo apreciando a cidade sendo inundada pela chuva, comecei a sentir frio sorrindo em seguida ao ver o homem viril deslizar o ar, assim como oferecer a bebida quente próximo a mim. Sua imagem dirigindo é a mais provocante possível, passei a observar ele ignorando a tempestade lá fora, a música da rádio ajudava com o clima o qual ficou quente quando sem querer, acabei me queimando com a bebida quente despejada em mim quando passamos por um buraco fazendo o carro estremecer.

— Tenha mais cuidado, garota!

Jaehyun gritou comigo ao sair da rua estacionamento o carro, preocupado que eu tenha me queimado não hesitando de se livrar da camisa que estava usando, para limpar a mim.

— A culpa foi sua, seu cretino. Sempre é sua! — Não entendi os motivos dos meus olhos estarem lagrimando, assim como a voz de choro.

— Desculpa, S/N. Não era minha intenção.

— Está se desculpando pelo momento aqui, ou por ser um cretino insensível ? — Ele me olhava atenciosamente, assustado com as lágrimas rolando por minhas bochechas.

— Eu não a beijei, mesmo que seja difícil acreditar. Eu não a beijei, desde que tive você em meus braços nunca mais consegui desejar outra mulher, S/N. — Escutei sua voz em um tom calmo, apertei os olhos liberando as últimas lágrimas e enfim, encarei sua face próxima a minha. — Desculpa por ser esse cretino insensível.







Notas Finais


Eu não abandonei vcs, aos poucos estou respondendo todos com bastante carinho e atenção.
Espero que tenham gostado do capítulo. Até mais, bb's. <3

Meu perfil @Meiyeol


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