História Não Conte a Ninguém - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Ash, Beemo "BMO", Brad, Cake, Finn, Fionna, Hudson Abadder, Jake, Litch, Marceline, Marshall Lee, Princesa De Fogo, Princesa Jujuba, Príncipe de Fogo
Visualizações 10
Palavras 3.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo Um


Marceline

Dias de hoje...

Cinco homens — dois de cada lado e outro sentado à cabeceira da mesa de jantar à minha frente — me observam, cabisbaixos.

Minha arma foi barrada na porta.

— É um jantar pacífico, senhorita — explicou o segurança — As armas não são necessárias e nem permitidas.

— Claro — respondi, tirando a arma da parte de trás da calça, deixando-a em cima da mesa dourada.

Sabia que não deveria trazer mais de uma, pois com certeza seria revistada antes que aceitassem minha entrada. E estava certa.

Mas não necessecito de armas.

Desarmada, levando uma garrafa de vinho e rodeada por quatro dos agentes mais experientes de Lich Mouven, passei por uma dúzia de seguranças e entrei no estômago do leão.

Eu já sabia que o vinho que eu trouxe seria tirado de mim por alguns dos garçons e colocado no meio da mesa.

Lich agradeceu o presente. Era um vinho frânces caro, afinal, seria grosseria dele não me agradecer, mesmo sabendo que estou aqui para executá-lo.

— É mesmo verdade? — pergunta Lich, em um tom despreocupado, olhando para mim da extremidade oposta da mesa — Brad está oferecendo uma recompensa por três de seus ex-agentes? Inclusive você?

Faço que sim.

— Acho que pelo menos desta vez os boatos são verdadeiros.

Um sorriso discreto e confiante surge nos cantos da boca rígida e envelhecida de Lich. Seu cabelo é curto e grisalho, com um corte liso na nuca e repartido para um lado da frente, colado à cabeça minúscula por uma dose farta de gel.

— E acho que é sorte sua eu não ter interesse algum em receber recompensas de um homem como Brad. — Seu sorriso se torna mais arrogante, como se eu tivesse que lhe agradecer por estar viva.

Faço que sim mais uma vez e levo a taça de vinho aos lábios. Não é o da garrafa que eu trouxe.

O homem de cabelo escuro sentado  à minha direita, com uma cicatriz acima da sobrancelha esquerda, pega o guardanapo branco à sua frente. Ele o desenrola do cuidadoso arranjo e o abre no colo. Os outros três homens sentados nas laterais da mesa o imitam quando percebem os garçons entrando por uma porta lateral, equilibrando pratos cheios. Lich permanece na mesma posição, sem desviar o olhar do meu, mesmo quando o garçon coloca o prato à sua frente.

Lich junta as mãos e apoia os cotovelos na mesa.

— Então srta. Marceline — começa ele —, pelo que eu entendi, a senhorita foi enviada aqui para obter informações sobre meu chefe... Estou certo?

— Sim — respondo, sem, no entanto, dizer mais nada.

Prefiro que ele se esforce pelos detalhes que sei que deseja, antes de mandar me matar.

— E o que faz a senhorita pensar que irei compartilhar tais informações? — Ele parece se divertir com a ideia.

Minha expressão se mantém. Fria. Clama. Impertubável. Ele fica mais nervoso a cada segundo com minha falta de tensão. Eu sou uma só. Desarmada. Sentada em uma mesa entre cinco homens que, com certeza, estão armados até os dentes, apesar das alegações do segurança. Sou só uma mulher dentro de uma mansão em terras particulares nos arredores de Nice, França, com ao menos nove homens armados patrulhando o exterior.

Mas ele deve saber que eu não sou só uma mulher, no fim das contas.

Junto as mãos, o imitando.

— Antes que essa maravilhosa noite acabe — gesticulo brevemente, indicando a sala de jantar —, posso garantir que terei a informação que estou a buscar. — Ergo delicadamente o indicador. — Mas não é apenas isso... Você irá me contar de livre e espontânea vontade.

Ele fica surpreso. E satisfeito.

Lich balança a cabeça e leva a taça de vinho aos lábios, depois a deposita calmamente na mesa. Ele age sem pressa, assim como eu, me fazendo esperar por uma reação mais completa. O louro à minha direita me olha por cima da borda da taça. Os quatros estão vestidos como Lich: terno preto de alfaiataria e gravata. Diferente de mim: uma blusa social branca com um colete cinza, assim como a calça. E como se fossem um só, todos pegam o garfo e começam a comer ao mesmo tempo. Lich finalmente se junta a eles, embora eu tenha certeza de que isso não tem nada a ver com fome e apetite. Ele quer apenas prolongar a pausa por mais alguns instantes. Alguns instantes mais que o necessário.

Lich mastiga e engole.

— É mesmo? — pergunta, finalmente, com um sorriso e um ar de autoridade. Seu garfo brilhante de prata tilinta no prato de vidro quando ele o solta.

— Sinseramente, sim — respondo confiante, como se estivesse chovendo lá fora e convidando-o a ir até a janela e verificar por si mesmo. — Eu sei que a sua Regra é comandada por monsieur Jacobsen Parker. Ele mesmo assumiu ano passado, depois que monsieur Finnald Gerald foi morto em Nova York — Lich limpa a boca com o guardanapo e continua escutando. — Também sei que sua Regra só trabalha no mercado negro e que muitos dos empregados de Jacobsen são americanos enviados para assassinar americanas inocentes.

Lich inclina a cabeça grisalha, pensativo.

— Ora, por favor, senhorita, não queira me fazer acreditar que logo a madame se importa com o que acontece com algumas pessoas inocentes — provoca ele.

Permaneço impertubável por fora, mas, por dentro, suas palavras queimam. E ele sabe disso, ou não teria falado.

Levando novamente a taça aos lábios, encaro o olhar de Lich, desafiando-o a me testar mais, sem precisar mover um músculo do rosto.

Ele dá um sorriso fraco e toma mais um gole.

Coloco a taça na mesa.

— Bem, tenho que perguntar... — começa Lich, olhando para a comida. — Se a senhorita sabe de tudo isso, o que mais poderia querer de mim?

— Quero a chave da caixa de segurança de Nova York — respondo.

As rigas ao redor da boca de Lich ficam mais fundas com o sorriso. Ele olha para o garçom de prontidão à sua esquerda, que se aproxima.

— Por gentileza, faça-nos o favor de abrir o vinho que a srta. Marceline teve a generosidade de trazer — ele aponta para garrafa.

O garçom obedece e deixa a garrafa aberta no centro da mesa.

Os outros quatro homens deixam os talheres sobre os pratos, sabendo que algo mais do que um jantar está acontecendo e precisam ficar alerta. Todos ao mesmo tempo limpam a boca com o guardanapo depois de um gole de vinho.

Lich estala os dedos, e uma mulher com  cabelo loiro preso em um coque, entra por uma porta lateral e se aproxima dele. A mulher é maravilhosa. Vunerável. Frágil. Usa uma sai preta curta e justa que adere ao seu corpo voluptuoso. Estudo a curva suave de seu pescoço nu e a fartura dos seios por baixo tecido branco e fino da blusa.

Adoraria tê-la sob meu controle.

Ela retribui meu olhar sombrio por um instante, mas desvia os olhos antes que Lich perceba. Naquele breve momento, pude sentir o pequeno espasmos entre suas coxas.

— Troque as taças, por favor, mademoiselle — ordena Lich, e a mulher se apressa em obedecer.

– Gosta do que vê? — pergunta o dono da casa, notando meu olhar para a moça, quando ela sai da sala. — Talvez eu pudesse lhe oferecer os serviços dela antes que nossa reunião termine. Eu sou generoso, afinal. Só porque não pretendo deixar que a senhorita saia daqui viva, não significa que não possa lhe conceder os luxos da vida antes da morte. Pense nisso como um presente de despedida.

— Não será necessário — respondo — Mas agradeço a oferta.

— Bem, a senhorita deveria ao menos comer alguma coisa — retruca ele, apontando para a comida diante de mim, que ainda não toquei.

Balanço a cabeça e suspiro.

— Não vim aqui para jantar, monsieur, como o senhor bem sabe. Vim apenas pegar a chave.

— Bom, a senhorita não a terá — responde ele, abrindo outro sorriso. Então aponta para o louro sentado ao meu lado e ordena: — Traga a caixa preta que está em cima da minha escrivaninha.

O homem dirige a mim um olhar frio, coloca o guardanapo em cima da mesa e fica de pé. Quando está saindo da sala, a mulher de cabelo loiro e com fogo entre as pernas volta com três finas taças de vinho calculadamente posicionadas entre os dedos. Ela põe uma na frente de cada um, se aproximando de mim por último. Apoia a taça, sem pressa. Não lhe dou o luxo do meu olhar.

Lich aponta para ela.

— Venha cá — ordena, e a mulher se aproxima dele.

Ele me encara com o olhar enviesado e um ar de esperteza. Aponta para a garrafa que eu trouxe.

— Ela vai beber primeiro — declara Lich, apontando para mim

A mulher pega a garrafa e se aproxima.

— Acha que eu não antecipei suas intensões? — indaga Lich, com um gesto dramático. — Sei mais sobre a senhorita do que esse seu... contratempo... em Oregon. Quando matou aquela mulher. Aquela mulher inocente. — Estou fervilhando por dentro, mas consigo me manter calma. Me provocar dessa maneira só revela o verdadeiro grau de preocupação de Lich. — Sei tudo sobre a senhorita. — ele dá um sorriso malicioso, e tenho a sensação de que ainda não usou o armamento pesado, que sabe algo pior a meu respeito, algo que eu esperaria que ele não soubesse.

Pela primeira vez desde que atravessei as portas da mansão, não estou certa da próxima jogada. Mas continuo impertubável. É preciso muito mais do que as provocações de um homem à beira da morte para me irritar.

A mulher serve o vinho e dá um passo para o lado.

Vendo que não irei perguntar sobre o que exatamente ele sabe, Lich me conta mesmo assim.

— Ouvi falar do seu passado. — Ele toma mais um gole do vinho que já estava bebendo desde antes do início do jantar. — Sobre como conseguiu esse apelidinho. — Ele une as pontas dos dedos de uma das mãos e olha para cima, pensativo. — Como era mesmo? Ah, sim, lembrei. Eles a chamavam de chacalzinha. Garota carniceira. Raivosa e imprestável.

Vai ser ótimo ver esse cara morrer.

Finjo indiferença e apenas ergo as sobrancelhas com um ar inquisidor.

— Para mim, parece que você está tentando ganhar tempo. — Olho depressa para o relógio em meu pulso. — Mas, infelizmente, não lhe resta muito.

Lich sorri para mim, mostrando os dentes. Ele se debruça na mesa e apoia os braços no vidro. O louro volta para a sala de jantar com uma caixa preta reluzente que cabe na palma da mão. Ele a coloca na mesa, diante de Lich.

Sem tirar os olhos de mim, Lich abre a caixa e retira uma chave dourada, pendurada em uma grossa corrente de ouro.

Ele a segura sob a luz, para que eu a veja.

— Você não me dá medo, srta. Marceline — anuncia, abrindo o paletó e enfiando a chave com coidado no bolso interno. — Queria dar a você a oportunidade de, talvez, negociar suas condições. Mas a senhorita é realmente mais confiante do que qualquer mulher deveria ser. — Seus olhos claros e fundos deixam os meus e pousam na nova taça de vinho à minha frente. — Por que não faz as honras e toma um pouco do vinho que trouxe? — Ele abre um sorriso vingativo e agita a mão no ar na minha direção, me insistindo a beber. — É isso o que você esperava, não é?

O homem de cabelo escuro à minha esquerda de repente parece desconfortável, se remexendo na cadeira com um ar agitado. Ele enfia o dedo indicador na gola da camisa e o desliza para os lados, tentando afastar o tecido de sua pele suada. Seu rosto está ficando pálido e doentio.

Lich olha para ele com pouca preocupação.

— Algo errado?

O homem se levanta da mesa.

— Me perdoe, senhor, mas não estou me sentindo bem. Talvez eu devesse me ausentar pelo resto da noite.

Lich balança a cabeça e o dispensa com um gesto.

O homem afasta a cadeira e se levanta da mesa, pegando o guardanapo. Enxuga o suor da testa ao ir embora, tropeçando antes de virar uma esquina e desaparecer de vista.

— Fico feliz por não ter comido — comento, erguendo a sobrancelha.

Tocando a borda do prato com o dedo, eu afasto.

Os outros homens, incluindo Lich, olham para os pratos ao mesmo tempo e jogam os guardanapos por cima das sobras. Dois garçons entram em ação na mesma hora, removendo a comida da mesa.

Lich parece irritado, como se em sua mente já estivesse resolvendo a demissão do chef assim que o jantar acabar.

— Por que não bebe? — sugere, voltando ao assunto — Ou já esqueceu? — Ele aponta para minha taça de vidro.

— O quê? Acha que eu envenenei o vinho?

Lich sorri e une as mãos de novo. Ele me olha com ar de quem sabe o que está acontecendo.

— Eu gostaria que bebesse o vinho — repete, pronto para encerrar a questão.

Todos os olhos estão em mim. Dos três homens ainda à mesa. De Lich. Do garçom de pé próximo à uma parede branca. Da mulher com cabelo loiro, a posta à direita de Lich.

Finalmente, faço que sim e seguro a haste da taça com os dedos indicador médio. Hesitante, levo a taça aos lábios e bebo lentamente. Enquanto faço isso, noto outro dos três homens começando a apresentar sinais de desconforto.

Lich se concentra apenas em mim.

— Beba tudo — instrui.

— Como quiser. — Um sorriso estica os cantos dos meus lábios antes que eu os encoste na taça.

Um tum seco vem do outro lado da parede, onde o homem de cabelo escuro desapareceu minutos atrás. Um grito de mulher perfura o ar, seguido de gritos em francês:

— Chamem uma ambulância!

Mounsier Frederick caiu!

Claramente repensando a situação, os olhos de Lich passam depressa de mim para os outros homens, e percebe que também estão passando mal. Um desaba da cadeira, derrubando-a.

Lich me encara, os olhos cheio de rugas arregalados de preocupação e fúria.

— O que você... — Ele se levanta e aponta para mim. — Você fez isso! Como? Você vai me contar.

Ele põe a mão no peito e cai de volta na cadeira.

Outro homem cambaleia para longe da mesa e desaba no chão, vomitando e convulcionando.

Ouvem-se tiros do lado de fora da mansão.

O garçom, de pé contra a parede, sai correndo amedontrado. O som de vidro se partindo e de bandeijas de metal sendo jogadas no assoalho de mármore ecoa pelos corredores.

Desgraçada! — grita Lich, ainda apontando para mim enquanto tenta se agarrar à borda da mesa com a outra mão, desesperado. Seu rosto está mudando de cor, chegando a um belo tom violeta acinzentado. Preciso me lembrar disso quando for comprar uma gravata nova.

Eu me levanto da cadeira e ajeito despreocupadamente a gravata borboleta preta que estou a usar. Pego a taça com o vinho que trouxe de presente e tomo o resto na frente dele, deixando a taça fazia sobre a mesa. Lich olha para mim com horror, lutando para continuar respirando. Então pego a outra taça de vinho, aquela que não bebi, só fingi, e me aproximo dele. Ele olha para todos os lados. Tenta pegar a arma no bolso do paletó, mas começa a vomitar. Eu paro e espero, sem querer sujar os sapatos. Lich engasga e joga a cabeça para trás, recostando-se no espaldar da cadeira. Tenta encher os pulmões de ar, mas não consegue, e acaba caindo para frente, em cima da mesa, a bochecha esmagada no vidro detalhado.

Ele já está morto antes que eu possa contar como fiz aquilo, como consegui envenenar uma garrafa de vinho que nem toquei.

Mais tiros do lado de fora. E estão ficando próximos.

Deixo a taça ao lado de sua cabeça e o seguro pelos ombros, afastando seu peso morto da mesa. Os olhos estão arregalados. Sem vida. A boca lambuzada de vômito continua semiaberta, em um espetáculo horripilante.

Enfio a mão no bolso interno de seu paletó e pego a chave da caixa de segurança, depois a guardo em meu bolso. De certa forma, Lich me deu a chave de livre e espontânea vontade. Eu só precisava saber onde estava, e, com sua arrogância, ele me ajudou, revelando-a para mim.

— Você se saiu bem — digo à mulher com cabelo loiro, ainda parada no lugar, perto da cadeira de Lich.

Ela sorri... não, ela cora, e olha para o chão. Tão tímida. Tão frágil. Tão falsa. Tão disposta a fazer qualquer coisa que uma mulher peça ao prometer sexo e cocaína suficiente para deixá-la fora da realidade por uma semana.

De repente, ela já não está mais tão tímida, mas um tanto necessitada e bastante repulsiva. Uma pena, pois tinha outros planos com ela mais tarde. Ela cruza os braços sobre o seios e engole em seco, nervosa. Os olhinhos azuis passam pelas entradas da sala de jantar.

— Onde está? — pergunta ela, ansiosa para pôr as mãs na cocaína.

Ela esfrega os braços.

Então, quando ouvimos o último tiro, Ash Markson entra na sala com a 9mm ao lado do corpo.

A mulher tem um sobressalto ao vê-lo, e se aproxima de mim.

— Você pegou? — pergunta Ash.

Faço que sim discretamente.

Noto uma mancha de sangue nos cabelos curtos, platinados e topetudos de Ash. Inclino a cabeça para um lado, de maneira interrogatória.

— Você não consegue completar uma tarefa sem fazer essa... sugeirada?

— Não caralho — retruca ele. — Eu gosto da porra da sugeira. — Então sorri e acrescenta, agitado — Você não consegue completar uma tarefa sem ficar enrolando? Queria ir embora antes de a polícia chegar.

— Ei, espera! — alerta a mulher, parando em minha frente — E eu? — ela cruza os braços e fuzila Ash com o olhar, mas então olha pra mim, esperando uma resposta — Você não vai embora sem me dar o que prometeu.

Fincando mais ansioso a cada segundo, Ash não demora assumir o controle da situação. Ele aponta a arma e um tiro atravessa a sala. A mulher cai no assoalho de mármore com uma bala na têmpora.

— Drogada do caralho — resmunga, virando de costas. — Vambora.

Eu tiro o pó do terno e passo por cima do corpo da mulher.






















O começo de uma nova guerra já começou, e espero que Marshall esteja preparado...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...