História Não deveria - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sidney Glass, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny), Will Scarlet, Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Evil Queen, Once, Ouat, Queen, Regina, Snow White, Snowqueen, Zelena
Visualizações 94
Palavras 3.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Quem se apresenta agora é a Snow. Creio que já devem ter entendido a dinâmica. Escrevi bastante. Good Reading!

Capítulo 6 - Aproximação


Fanfic / Fanfiction Não deveria - Capítulo 6 - Aproximação

Minhas habilidades haviam crescido, creio que ninguém naquele reino ou até mesmo o melhor arqueiro, saberia lançar flechas como eu. Regina ajudava-me sempre e da melhor forma, mostrando o que sabia com a montaria e a manusear a espada. Ruby, minha melhor amiga, ensinava-me, agora além de burlar coisas simples, a me defender e entre demais atividades que julgava serem importantes. A única coisa que não aprendi foi a arte de fazer pão, se dependesse de mim, todos daquele reino morreriam de fome.

Passei anos, que para mim foram longos, entre idas e vindas da presença de Regina, todos os afastamentos eram causados por meu pai, e até eu descobri isso sozinha, sofria muito por achar que ela pudesse me culpar de algo ou que não me desejasse ao seu lado.

-O que tem Snow?

-Nada, só não quero mais passear, Ruby.

- Qual a razão? Estavas tão feliz hoje pela manhã.

- Eu sei, mas meu humor mudou de ideia.

 - Hum...vou sentar ao seu lado e esperar que melhore.

- Ficarás o restante do dia assim.

- Não me importo, sou sua amiga.

Ruby procurava todos os meios para me deixar bem, até o silencio ela praticava quando eu não desejava compartilhar o que estava sentindo. Assim, Granny com suas delicias me mimava e todos daquele lugar sabiam a falta que sentia e pareciam não suportar me ver triste. Leopold mudou completamente, me tornei um nada para ele e algumas vezes senti vontade de tirar minha vida, pois até alguns anos atrás, me sentia culpada pela morte de minha mãe e Regina com seu carinho e paciência, retirou cada dor de mim.

- Regina...Regina...cuidado...não.

- Snow – a acordei.

- Regina –a abracei.

- O que aconteceu querida?

- Um pesadelo terrível, você...tinha ido e – falava enquanto a olhava – ah, não suma da minha vida nunca – a abracei outra vez.

- Não farei isso minha menina, jamais, mesmo que um dia eu venha a ficar longe, estarei em seu coração e você no meu –sorri.

Hoje, aos 18 anos sou praticamente dona de minhas decisões, falo isso porque não consegui a coragem suficiente para sair do reino, na verdade, quero mudar os planos do rei para comigo, preciso e devo ser rainha, mas não uma que precise de um homem para dizer como governar. Um companheiro, talvez, mas nunca um homem que possa tratar-me mal como meu pai o faz com Regina. Não quero alguém que mude ou apenas escute a si mesmo e não leve em consideração a dor alheia. Quero um amor verdadeiro e o buscarei.

Aquela noite foi divertida, dançamos , jogamos cartas e Ruby surrupiou o beijo de alguns moços que eu fazia questão de dispensar. Ela os beijava e me olhava como um desafio. Eu ria de suas atitudes e voltava a beber vinho. Dançamos mais e saímos de braços dados em direção ao castelo e meu quarto.

- Não entendo como não gosta de nenhum deles. Você tem medo?

- Eles simplesmente não me atraem, são todos fortes e imbecis, não sabem dialogar, só querem atacar nossas bocas e apertar nossos seios. Como gostar disso, me diga?

- Ah, creio que seja natural os aceitar, são homens e nós mulheres, a lei da vida.

- E desde quando alguma lei dita o que faço e quero? – rimos – se algum dia surgir alguém você será a primeira a saber.

- E se este alguém estiver perto de você e você nunca percebeu?

- Se estivesse perto, eu o teria notado – lancei o lençol sobre nós.

- Snow...

- Diga – falo, já deitada.

- Você já sentiu atração por alguma mulher?

- Engoli em seco e a primeira pessoa a vir em minha cabeça foi Regina – Não, nunca, por que? Você já?

- Se eu dissesse que você me da arrepios as vezes – a olho.

- Eu? Mas nem atraente sou, veja meus seios, pequenos.

- Não é isso, apenas gosto demais de você e tenho vontade de fazer isso – passo a mão de leve por sua coxa por debaixo da camisola – você gosta?

- É...bem..- meus olhos se prenderam aos dela – pode continuar, me da uma sensação boa.

- E isto? – Subi o carinho por sua barriga e apertei um de seus seios.

- Ruby...eu...

A beijei, simplesmente meus lábios foram até os dela como um imã e tinham sabor de vinho, sua mão apertou mais meu seio, seus lábios percorreram meu pescoço e eu senti algo fervilhar por entre as pernas.

-Reginaaa...- soltei sem querer.

- O que disse? – levantou depressa da cama – ela apareceu aqui?

-Não Ruby...eu...achei que a tivesse visto mas não é ela.

- Melhor eu ir – pegou suas roupas – deixe esses jogos de prazer para uma próxima vez.

Não consegui impedir sua partida, ela havia ficado com medo e isso foi um alivio para mim, já que não entendeu aquele nome ter vindo em minha boca. Meu corpo ainda fervilhava e como a muito tempo não me tocava, decidi faze-lo. Fechei meus olhos e passei a acariciar meu corpo que correspondia a cada imaginação por Regina. Era ela quem eu queria que estivesse alí, era ela que havia entrado em meus desejos juvenis e permanecido até então. Quando pequena não sabia descrever aquele desejo imenso de sempre ficar ao seu lado, mas agora neste momento eu sei bem o que quero e almejo, só não saberia dizer se ela corresponderia, talvez não, só me olha como uma menina. Deixei as interrogações de lado e mergulhei no prazer que estava proporcionando ao mim até cansar e dormir profundamente.

Levantei após o almoço e sorridente desci procurando tudo que tinha pela cozinha.

-Ponha muito feijão Granny, estou com uma fome terrível.

- Você se divertiu tanto quanto minha neta, ontem?

- Absolutamente, como não divertir estando com Ruby.

- E com centenas de rapazes – a olhou séria.

- Rapazes? – risos- logico que não Granny, meu interesse é outro.

-Não sei menina, minha neta esta de castigo, pois chegou ao lado de um rapaz.

- Você tem certeza? –franzi a testa.

- Sim, achas que sou cega?

-Não...

Ruby saira de meu quarto as pressas e foi deleitar-se certamente com aquele rapaz ferreiro. Sorri de sua atitude, pois ela não tinha jeito. Peguei meu arco e fui praticar um pouco, ao longo do caminho aquele moço de ontem  a noite, o atravessou com uma margarida nas mãos.

- Bela donzela, aceite meu apreço por você.

- Não, obrigada – passei por ele sem pegar a flor.

- O que fiz de errado para que me rejeites?

-Parei no caminho e o fitei – sua existência, me de licença que tenho mais o que fazer – voltei a caminhar, mas virei outra vez para ele – e por favor, diga aos seus amigos para não perderem tempo com isso, galanteios não me atraem e tão pouco suas falácias infantis – revirei os olhos e segui para onde haviam os alvos. Para minha surpresa, Regina estava lá, sentada e lendo.

- Bom dia, rainha – me curvei e sorri.

- Pare com bobagens e dê- me um beijo –ela o fez.

- Sua noite foi boa?

- Maravilhosa – dizia enquanto preparava o arco e retirava uma flecha.

- Descreva – falo sem levantar a cabeça que parecia mergulhada na estória.

- Dancei, joguei, bebi muito e –respirei - sai com alguns rapazes – apontei para o alvo e o acertei.

-E o que aquele rapaz a fez? Por que não aceitou sua flor?

-Para que eu aceitaria? – respondi de modo nervoso e um tanto ríspido - Ele iria querer me beijar e não tenho tempo para isso – lanço outra flecha e erro o alvo.

- Não precisa ficar assim, minha querida, foi apenas uma pergunta – passei a mão com carinho em seu rosto e sai – vou cavalgar depois nos falamos.

Seu toque deixou meu corpo tenso e enquanto ela sumia no caminho, não retirei meu olhar de seu corpo coberto por aquela imensidão de tecidos. O deseja ver e saber como era. Terminei minhas práticas e retornei ao castelo, mal entrei e soube que Regina havia caído de Rocinante e estava desmaiada. Sem perda de tempo subi as escadas como se não existisse a imensidade de degraus, adentrei o quarto e solicitei providencias o mais rápido possível, Ruby ajudou-me e depois que um curandeiro veio olha-la, fiquei ao seu lado até seu despertar.

- Snow, o que aconteceu?

-Você caiu de cima de Rocinante, a cela estava solta – me abracei a ela – achei que tivesse morrido e temi por isso.

- Estou bem, um pouco de dor de cabeça, mas nada que me matasse. Pode chamar Ruby, preciso de um banho.

- Para que ela? Eu faço seu banho – segui com rapidez até a banheira e preparei do melhor modo – vou ajudar – tiro com cuidado sua roupa.

- Obrigada – ela virou para agradecer e percebeu meu olhar – esta tudo bem?

- Sim, eu...imaginei que pudesse ter algum hematoma e...

- Certo, você não é mais uma criança, tem dezesseis anos e o desejo é estranho nessa fase.

- O que quer dizer?

- Nada que deva se preocupar – sorri, já na banheira

- Ah, não sei...Ruby tem atitudes um tanto estranhas, adora pegar em meus cabelos e beijar-me a face– peguei a esponja para passar nela.

- Obrigada – afastou para frente para que eu pudesse passar em suas costas e sentir um pouco que fosse a sua pele – entendo. Ela tocou em seu corpo de modo mais íntimo?.

- Não! - afastei assustada - Por que faria isso?

- Vou perguntar-lhe algo – ela me olha -  O que sentiu ao me ver nua?.

-Admirei sua beleza, apenas - engoli em seco, pois não revelaria o que vinha sentindo e se eu estivesse errada, poderia afasta-la de mim.

Ela não questionou mais nada e após o banho pediu que me retirasse para que pudesse dormir e assim o fiz. Sai de lá aliviada por saber que estava bem. Precisava pensar em algo para o dia seguinte, seria seu aniversário de vinte e seis anos e queria alegra-la. Ruby disse para eu levar o café na cama e por uma rosa ao lado, apesar de simples, seria melhor que nada. Assim o fiz e o primeiro sorriso da manhã me foi dado com satisfação. Conversamos um pouco, depois sai para cavalgar.

A floresta era deliciosa naquele horário do dia de verão, as copas das arvores balançavam a cada brisa que passava por ela. Subi em uma pedra próxima a uma árvore frutífera quando ouvi um barulho.

- Quem esta ai? Responda ou o matarei – olho para todos os lados, já de arma em mãos, ouvi o barulho mais uma vez – anda, sai de trás dessa árvore, estou vendo você – ele não me ouve e disparo uma flecha.

-Calminha – apareço levantando as mãos – quem é você e o que faz tirando frutos de minha arvore?

-Diga primeiro e esta arvore não tem dono, a caso a plantastes? – ainda apontando a flecha.

- Se abaixar isso, posso me apresentar – ela duvida e não o faz – me chamo príncipe David das terras baixas do Leste e estava caçando e você bela moça, quem é?

- Por que caçando tão longe de suas terras, príncipe David? Se é que não mentes e de fato é um príncipe – ainda apontado a arma para ele.

- Vim trazer um comunicado de meu pai para o rei Leopold. Não vai me dizer quem é?

- Sou Snow White, o que quer com o rei?

- Ahhh...prazer princesa, vejo que não é mais uma afrescurada donzela como as outras – sorri e ela permaneceu de cara fechada – meu pai quer tratar de negócios com o seu e vim pessoalmente entregar seu recado, mas antes, resolvi caçar, pois sinto fome.

- Como posso acreditar que não esta inventando tudo isso?

- Por isto – mostro o anel e a carta com selo real  e ela abaixa o arco.

- Sinto muito, mas meu pai não esta, viajou e ainda não retornou.

-E eu poderia hospedar-me em seu castelo para espera-lo? Estou precisando de um banho e...

-Não sei quando voltará, acho melhor entregar a carta e mim e tomar seu rumo.

-Neste caso, virei em outro momento, pois as ordens de meu rei foram para que isto fosse entregue nas mãos de Leopold.

- Que assim seja. Tenha um bom retorno e pegue – jogo meu alforje – não morra de cede pelo caminho – me viro e volto para o reino.

- Agora mais do que nunca aceitarei a proposta de meu pai, a princesa me interessou enormemente.

- Ainda bem que ela não me viu.

- Se não o teria matado Will – ri dele.

- Não obrigada – puxo de suas mãos a água – prefiro ir para casa.

- Esta bem, vamos.

Retornei para o castelo e ele estava calmo. Meu pai havia voltado e fui até a sala do trono para vê-lo.

- Boa tarde, meu rei – curvei-me.

- Onde estavas? – perguntou sério.

-Treinando e...

-NÃO MINTA – a olhei com raiva – sei que andas cavalgando a muito tempo e que aquela vadia fez sua cabeça.

- Não chame Regina desse modo, ela é sua rainha.

- Ela não é nada e como nada foi dispensada – viro a taça com vinho.

- O que que dizer com dispensada? – o questionei.

- Não importa, o reino voltou a ser apenas meu e seu.

- O que fez a Regina? – avanço para cima dele – onde ela esta?

- Largue-me – a empurro – não me interessa, só não me serve mais.

- Vou atrás dela – sai em direção a porta.

- Se fores, não serás mas a princesa.

- Não podes fazer isso – parei por um instante e virei a cabeça para olha-lo.

- Posso fazer o que quiser, sou o rei.

- Então morra com sua riqueza, ela não me interessa.

Saio de lá as pressas, pois ouvi suas ordens para me prenderem e não me deixarem sair. Subi em meu cavalo e com a ajuda de Ruby que sabia de tudo, pude escapar pela parte de trás do castelo que dava acesso a vila mais próxima.

- Obrigada amiga, volto para recompensa-la.

- Cuidado e ache Regina.

Cavalguei o máximo que podia e busquei por minha rainha, quando avistei um dos guardas do rei retornando de algum lugar. Lancei mão de meu arco e atirei, o derrubando do cavalo.

- Onde ela esta?

- Se eu disser o rei me matará.

- Se não disser, morreras agora – aponto para a cabeça dele.

- Próxima ao lago no fim do bosque.

Retomei a busca o deixando para trás e foi após muito correr que avistei um corpo jogado. Desci de meu animal e sem o prender me atirei em direção a ela.

-Regina! Regina!

Não se movia. Estava completamente machucada e quase desfigurada. Suas roupas eram trapos e estavam com sangue. Encostei meu ouvido em seu peito e pude ouvir suas batidas bem lentas. Com toda a força que tinha tentei carrega-la mas não consegui.

- Regina, por favor, por favor, não morra.

Meus olhos se enxiam de lágrimas com a cada não resposta dela. Até que com dificuldade ouvi um gemido baixo. Peguei minha água e despejei em seus lábios. Ela pareceu engolir mas voltou a desmaiar. Puxei seu corpo para perto de uma árvore  o mais longe que pude do local em que estávamos e a cobri. Estava gelada. Fiz uma fogueira rapidamente e a abracei.

- Não se preocupe, cuidarei de você – beijei sua testa.

Ela não conseguia dormir de dor, a deixei por instantes em busca de alguma erva curativa e por sorte encontrei. Fiz uma espécie de pasta que aprendi com Granny e cobri partes de seu corpo que se encontravam machucadas. Ela reclamou um pouco mais, dei água a ela e assim depois de muito tempo voltou a adormecer.

Velei por seu sono e quase nunca deixei que o meu viesse, minha missão ali era cuidar de minha rainha. Na manhã seguinte a coloquei em cima do cavalo, mesmo debilitada precisava tirá-la de lá ou em pouco tempo nos encontrariam. Foi então que ao descer pela colina, achei uma gruta, antes verificando se não havia algum urso ou outro animal. Lancei uma flecha com fogo e nada saiu, constatei que estava limpa. Entrei, acendi uma fogueira rapidamente, estendi uma manta que levara comigo e coloquei Regina nela.

- Onde estou? –falou baixo.

- Regina? Sou eu, Snow White, estas a salvo.

- O que aconteceu? – abria os olhos com dificuldade.

- Estamos em uma caverna, estou cuidando de você, estou aqui é o que importa.

- Snow...- levantou uma das mãos que menos estava ferida.

-Regina – a segurei com cuidado.

- Água, por favor.

- Aqui – dei aos poucos o líquido – você precisa comer.

- Não sinto fome, sinto muitas dores, preciso me lavar, ainda sinto o cheiro dele em mim.

- Antes irá comer, assei uma lebre e...

-Obedeça sua rainha, preciso me lavar.

A deitei novamente e sai dali em direção ao lago, levando apenas um copo e uma tigela que pudesse trazer o liquido. Rasguei um pedaço da manta, retirei suas roupas e passei em seu corpo com cuidado. Ela chorava de dor, mas não queria parar de se lavar.

-Me leve até o lago, isso não adianta – disse com dificuldades.

-Estão a sua procura e a minha, não correrei esse risco.

- Não aguentarei ficar assim.

- Esperaremos a noite vir.

E deste modo foi feito. Com paciência e carinho a levei até o lago já fim de tarde quando a escuridão estava prestes a nos cercar. Lavei seu corpo por inteiro, retirando o sangue e o fedor que dizia ter. Regina era forte, não gritou, apenas deixava as lágrimas descerem e eu, uma boba, fazia o mesmo, não pude ser tão forte para ela como deveria. Voltamos para a caverna, a embrulhei outra vez na manta, mas o frio era tamanho que começou a tremer. Fiz com que o fogo ficasse maior, porém ela tremia. Não tive escolha. Removi minhas veste e me deitei ao seu lado, a abraçando e nos cobrindo. Seu corpo foi esquentando com a proximidade do meu, mesmo pequeno pude aninha-la. Senti seu coração voltar a bater forte e sua cabeça pousar em meu peito. Beijei sua cabeça e Morfeu nos conduziu.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Até o próximo.


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