História Breaking barriers or the soul? - Capítulo 17


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Categorias Got7, Stray Kids
Personagens BamBam, Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Jackson, JB, Jinyoung, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Mark, Personagens Originais, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, 2jae!kids, 2jin, Abo, Changlix, Changlixkids, Jeongmin, Markson, Minsung, Minsungkids, Woochan, Woochankids, Yugbam
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Palavras 4.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se demorei pra postar? Que nada, foi só 4 dias, desculpa a demora, mas fui contratado como roteirista de uma série de um amigo que está a ser feita na minha escola, enquanto isso, eu tenho que estudar para provas, treinar falas pra seminário e ensaiar uma peça de teatro, tirando isso, eu vou bem. Vamos pro capítulo que causou um rebuliço antes.

Capítulo 17 - 1-18: A confraternização.


Fanfic / Fanfiction Breaking barriers or the soul? - Capítulo 17 - 1-18: A confraternização.

형제애. 

Aquele dia foi o pior de todos e, ao mesmo tempo o melhor, eu odiei ter ido aquela festa, sabe porque, bem, ele... 

- Por que o Changbin tá agarrado ao Jisung!? - questionou Woojin incrédulo, mas não tanto quanto eu. Foi aí que meu coração parou de bater, só de ouvir aquela frase, meu coração doeu. 

Eu puxava o ar com muita força, meu pulmão parecia que ia explodir ao ver aquela imagem, eu - novamente - virei o alfa impulsivo dentro de mim, eu...estava com ciúmes, mas o que poderia fazer, Chang escolheu o Jisung e não a mim, mas eu não iria aceitar nunca aquilo, mesmo eu dizendo pra eles que aceitei. Eu fingi dar de ombros e adentrei aquele local triunfalmente, esbarrando no casal enquanto eu fervia de raiva, mas por dentro estava desolado, triste e magoado, será que se eu tivesse notado antes o que sentia por Chang, estaríamos juntos? Duvido muito, ele quem decidiu isso e eu teria que suportar aquilo, mas do meu jeito, Jisung se afastou de Chang e foi atrás de mim, ele havia sentido meu cheiro, mas ao me ver esbarrando nele provou que eu sabia do segredo deles, bom...era pra ser. Aquele beta me perseguia o tempo todo, mas ele não era o único, Chan e Jeongin também me perseguiam, eu caminhei até nossa sala com a velocidade que meu alfa pediu, rapidamente, mas eu não tinha paz, ou melhor, eu nunca teria com aquelas pessoas ao meu redor. 

- Felix, não fique assim, bem... - Chan não conseguiu achar uma frase que podia me acalmar, porque não havia uma. 

- Chan-appa, eu acho melhor você ficar com o Woojin-appa, eu vou demorar muito aqui. - tentei o convencer a me deixar sozinho, mas não tinha jeito. 

- Fe, me desculpa, eu... - Não conseguia mas olhar para cara dele, eu sabia que ele tinha um motivo por trás daquele sorriso falso que ele sempre fazia, da mentira que ele quis complementar também. Ele queria o Changbin. 

- Jisung, não quero ouvir desculpas falsas, aceita, você não tem como se explicar e nem como se desculpar, Changbin não é mais meu, ele é seu agora, então pode deixar eu sozinho agora! - menti pra ele novamente, eu não conseguia aceitar o fato dele estar com o Changbin, por isso queria ouvir suas explicações, mesmo que não mudasse nada, mas queria ouvir da sua própria boca o motivo. 

- Mentira Felix, eu sei que você não tá bem com isso, mas olha, eu e o Changbin não estamos mais com o mesmo carisma que tínhamos, eu não quis fazer isso, mas ele apareceu do nada pedindo pra eu ser o ômega dele, o que você queria que eu fizesse? - questionou Jisung se aproximando, mas só um rosnado já o fez parar de imediato. Minhas presas apareceram naquele instante, assim como os meus olhos azuis. 

- O que EU queria que você fizesse!? Enfiar essa porra de falsidade que está usando agora pra dentro do seu cu pra ver se mostra a porra da sua verdadeira face, falsidade eu já estou cheio dela, agora eu vou desmascará-la com a verdade, com uma simples palavra!! CHANGBIN É PASSADO, ASSIM COMO ESSA AMIZADE, QUEM VIVE DE PASSADO É MUSEU, SE QUER DAR O CU PRO CHANGBIN, TUDO BEM, FAÇA ISSO NUMA ESQUINA PORQUE EU NÃO QUERO SABER DE NADA SOBRE VOCÊS, TÔ POUCO ME FODENDO PRO QUE VOCÊS VÃO FAZER NA ESQUINA!! Deu pra sacar o recado, eu não quero saber de vocês, pode sair, seus serviços não são mais úteis pra mim!! - E lá estava o alfa no controle, mesmo que eu fingisse que estava pouco me fodendo pro que eles queriam fazer, eu...ainda amava o Chang. 

- Fe...eu não queria fazer você ficar assim, eu... - Jisung não conseguiu terminar sua frase, meus punhos o acertaram no rosto com força, fazendo o mesmo praguejar de dor quando caiu de costas. 

- Felix, não parta para agressão, por favor! - implorou Jeongin me segurando com a ajuda de Chan. Nossa, eu ainda sinto aquelas palavras pesadas sobre mim. 

- Por que o defende, Jeon? Ele é um babaca que... - Não conseguia terminar minha frase, Jeongin apertava meu abdômen com força, ele estava...com medo. 

- Eu não quero ver meus amigos brigando por causa de um alfa de novo, não aguento ver isso de novo! - implorou Jeongin apertando mais o meu abdômen. Ele havia sofrido também...parece que nossas vidas não eram as únicas destruídas. 

- Jisung, saía, por favor, faça algo que preste e saía sem questionar, pelo amor da santa divindade de todos os países! - pedi mesmo com um tom autoritário, ou seja, meu tom de alfa foi solto, assim como o meu espírito de alfa pulsando cada vez mais quando via aquela cara de bunda do Jisung. 

Eu estava fora de controle, eu precisava aumentar a minha dosagem para me acalmar, aquela medida não era o suficiente, mas aquela medida já utrapassava o que a receita limitava, Jisung não cogitou em ficar e tentar convencer, ele saiu às pressas sem pestanejar. Mas eu não estava bem, ainda sentia a vontade de rasgar aquela pele branca e suja-la toda de sangue, meus pensamentos animais estavam soltos, e o único alvo que eles viam em mente era Jisung... 

- Felix, por favor, não bata no Jisung. - voltou a implorar Jeongin me deixando ainda mais preocupado. 

- Jeon, por que você não consegue esquecer essa coisa da briga que ocorreu no seu passado! - acabei me esbaforando, fazendo Jeongin se encolher de medo. Coitado dele, mal fala e quando fala leva grosseria na cara. 

- Eu...eu tava envolvido nela, e acabei apanhando por... - Jeongin se afastou de mim, sua expressão era muito preocupante, ele estava quase chorando, Jeongin nunca havia chorado na minha frente, eu entrei em pânico. 

- Felix, assim mata o menino!! - me repreendeu Chan dando um tapa na minha cabeça. Vou mentir não hein, pra um ômega, até que o tapa dele doeu. - Jeongin, se você quiser, pode contar pra nós o que aconteceu, Felix não vai atrás do Jisung, se acalma e explica o que aconteceu. - sugeriu Chan com sua voz mansa, quase como um sussurro. Comigo é só xingamentos e gritaria. 

Jeongin não conseguiu conter suas lágrimas geladas, seu choro pode ter sido abafado pelo peito de Chan, mas o sofrimento parecia recente, ainda dava para sentir aquela dor que Jeongin sentiu, não pensamos em mais nada que não fosse confortar o Jeon, só de senti-lo nos meus braços eu conseguia ver o quão doloroso era pra ele. Seu choro havia sido cessado, seu corpo tremia e suas respiração era turbulento, ele estava muito sensível e eu tinha que confortá-lo de algum jeito. 

- Eu...tinha dois amigos ômegas no Fundamental II, eles eram os meus melhores amigos, nunca me deixavam de fora e sempre tentavam fazer eu falar, com o tempo eu acabei me abrindo mais com eles e disse que tinha um amigo alfa muito legal, e que ele poderia fazer parte do nosso grupo, esse alfa aceitou sem questionar, ele era muito legal comigo, eramos amigos desde quando havíamos nascido, no hospital, eu segurava a mão dele e ele apertava a minha, era assim a nossa relação, eu nunca cheguei a abrir meus olhos pra nossas coisas, novas "experiências" com os outros, só com ele. - pausou ao sentir que seu rosto fervia de vergonha. - Eu tô muito dramático, desculpem...todavia, ele havia aceitado ser parte do meu grupo social, crescemos juntos e a puberdade chegava sem protestos, eu sempre passava o cio com aquele alfa e ele passava comigo, eu...fazia "aquilo" no meu cio, no cio dele era mais controlado, ele era mais controlado, sabia ser coerente e nunca foi de desejar tanto fazer "aquilo" comigo. - seu sorriso foi desmanchado e sua expressão voltou a ser tristonha. - Mas...no cio dos meus amigos, ele não passava, claro que tínhamos ideia de que aquilo que fazíamos era só pra pessoas mais íntimas, eu sabia disso mas mesmo assim fiz, ninguém pensa bem no cio, só ele conseguia. Ao passar dos anos, meus dois amigos começaram a reclamar mais sobre o alfa passar mais tempo comigo, começaram a implorar pro meu amigo alfa passar o cio com eles também, eu fiz, não questionei, eu sabia que um dia meu amigo alfa teria admiradores, mas não sabia que seriam tão exigentes, o alfa não aceitou a proposta, mesmo eu falando que eles são nossos amigos e que ele só fazia "aquilo" comigo, eu falei que ele só precisava... - fez o gesto com a mão, ele queria dizer que só precisava masturbar, Jeon era muito puro. - Mas mesmo assim ele negou, não queria fazer com ninguém a não ser eu, eu realmente não sabia que ele estava apaixonado por mim, se eu soubesse, teria um destino completamente diferente. Quando eu falei pros meus dois amigos que ele não aceitava de jeito nenhum, eles...me bateram...me xingaram e me jogavam de um lado pro outro, eles não pareciam ser ômega comuns, a força deles era superior a ômega, eu apanhava e não conseguia revidar, até que eles pararam de me bater e começaram a brigar um com o outro, eles brigavam entre si por causa de um alfa...o engraçado é que eu continuo tendo contato com o alfa e os ômegas, no final, morreram...eles não eram só ômegas, eram híbridos, tinha uma fórmula de alfa neles, eu senti aquela fúria brotar do nada como a de um alfa, a família causadora daquela morte...eu não sei...mas eu só sei que, aqueles ômegas híbridos iriam me matar, por causa de um alfa, era bem ridículo aquilo tudo, mas eles eram os meus amigos, eles me ajudaram na minha timidez, me ajudaram a me enturmar com outras pessoas, mas tudo foi por água abaixo...por causa de um alfa que não tinha a menor noção do que havia acontecido comigo quando ele me viu caído no chão, no ginásio da escola... - Jeongin não conseguia achar cabimento naquilo, brigar por causa de um alfa é a mesmo coisa que os nosso ancestrais faziam, brigavam por causas de seres do sexo masculino ou feminino. 

- Desculpa Jeongin, eu não queria fazer você relembrar disso, me perdoe. - pedi com remorso das minhas ações impulsivas. 

- Não se preocupa Felix, eu também tenho que esquecer isso, ainda mais com o fato do alfa ainda estar comigo, talvez isso traga mais problemas que antes. - descontraiu Jeongin com um sorriso muito fofo. 

- Como assim o alfa ainda está com você!? - indagou Chan confuso. 

- Bem...o alfa é o Seung... - Alguém aqui quase caiu com a confissão!? Eu caí horrores agora. 

- O SEUNGMIN!!!? - nos exaltamos surpresos. Quem imaginária que o Seungmin estava apaixonado pelo Jeongin né? Ele bebeu da mesma garrafa que o Jeongin, pediu pra eles transarem sendo que ele nem estava bêbado, é, ele não tava bêbado, só fingiu pra ganhar desconto, ele pega na bunda do Jeongin inocente com tanta paixão e vontade, até suspeitei, mas se isso não fosse amor eu não sei o que é! 

- Eu sei que vocês não pensaram que ele estava no meu passado, mas é que quando eu e o Felix nos "conhecemos", eu não estava tão próximo assim dele, eu quem tinha afastado ele de mim porque eu culpei ele pelo que sofri, mas Felix, uma coisa que você tem que saber, culpa você não acusa descaradamente, sem provas, você precisa de provas para provar a culpa do acusado, eu o culpei sendo que eu quem estava errado, se aquelas pessoas tinham uma queda pelo Seungmin, eu não deveria me intrometer, se não a "culpa" cai sobre mim, esse é meu conselho. - aconselhou Jeongin, ele tinha razão, culpar alguém não é a resposta, mas eu fiz, e mesmo descobrindo a verdade, ainda culpava. 

- Então você sugere que eu perdoe Jisung e esqueça o Changbin? - perguntei tentando captar a ideia do conselho de Jeongin. 

- Sim /Não. - responderam Chan e Jeon entre opostos de suas idéias. 

- Como assim ele deve perdoar? - questionou Chan com uma expressão de incrédulo. 

- Por que ele não deveria perdoar? - questionou também Jeongin. 

- Sem discussões, eu quem vou escolher, só perguntei pra ver se eu conseguia receber um conselho, mas se for assim prefiro nem ouvir. - acabei o confronto de entre olhares e estava pronto para sair da sala, mas... 

- Jeongin!! Porque você não me esperou, procurei você pelo colégio inteiro!! - se manifestou aquela pessoa, justo a quem referirmos à pouco tempo atrás. 

- Seung...você disse que não iria pra festa, eu vim pra acompanhar esse fulos que vão beber até cair no chão inconsciente. - se defendeu Jeon de bruços. Cena muito fofa aquela, ele ainda estava de biquinho, muito fofo. 

- Mas o MinHo me chamou pra vir junto, ele disse alguma coisa sobre segurar vela e pá, mas eu tentei te ligar, seu celular tá no silencioso!? Não gosto quando coloca no silencioso, quero que não me deixe no vácuo, fico preocupado sempre quando não me atende ou não retorna! - especulou Seung com sua voz manhosa. Eu e Chan só presenciavamos a DR deles. 

- Eu não coloquei no silencioso, eu deixei em casa, você disse que não precisava levar porque o Felix traria o dele, eu acarretei o seu pedido, não é culpa minha! - Jeongin se defendendo era muito fofo, ainda mais a pose de mãe esperando o filho contar o que fez de errado, era muito fofo. 

- Mas eu liguei pra ele, por que não atendeu Felix!!? - "Ótimo, agora eu virei alvo dessa DR!!" reclamei internamente. 

- Fez bem Felix, ele demora muito nas chamadas. - ironizou Jeongin, pela primeira vez naquele dia, rindo do que havia dito, ocasionado em eu, ele e o Chan rindo do seu comentário, enquanto o Seungmin estava confuso. 


- Eu fiquei preocupado porque me importo com você, se eu perdesse você ficaria muito triste. - resmungou Seung fazendo um biquinho de criança mimada. 

- Tá bem, desculpa Seung, eu vou levar meu celular sempre que sair, feliz? - A DR mais rápido do mundo, nunca vi alguém se resolver em só alguns minutos, bem bizarro. 

- Tá bom gente, o papo tá ótimo mas viemos aqui para festejar, então vamos lá. - comentei caminhando para saída da sala. 

Eles não protestaram, também queriam festejar e já que a minha deixa foi a hora perfeita para eles irem se divertir, não reclamaram. Ao voltar ao pátio, já se via os adolescentes se agarrando, dançando, bebendo, fumando, entre várias outras coisas, eu não estava muito bem com o fato de ter o Jisung e o Changbin colados o tempo todo, MinHo, Woojin e Hyunjin haviam ficado no pátio fazendo sei lá o que, eles estavam entre a multidão eu acho, mas não me importa, Jinyoung estava o tempo todo com o Hyunjin, ele não era má pessoa, até que era legal, Hyunjin não parava de conversar com ele, sempre dava pra vê-lo com o Jinyoung em algum canto, as conversas estavam bem diminuídas entre nós, talvez pela tensão que tinha entre mim e aquele casalzinho que me dava ânsia de vômito, sério! Eu queria muito vomitar sempre que os via, mas eles estavam sempre por perto, não tinha um momento que eles não estivessem por perto, Changbin tentava conversar comigo, mas eu o ignorava, não queria ouvir mais nada que ele estivesse disposto a falar...porque eu ainda estava apaixonado por ele, ouvi-lo só traria o sentimento que eu menos queria: possessão. Eu queria tê-lo como meu de novo, mas ele escolheu o Jisung, eu tinha razão sobre algo, Changbin era culpado sim! Por ter feito eu me apaixonar de novo para depois me rejeitar, entretanto, eu não iria ficar de mãos abanando, eu iria fazer o que ele fez comigo, eu ia fazê-lo se apaixonar por mim, mas primeiro, a dose do ciúmes. 

Eu decidi ir para perto da bebida porque onde tem bebida, tem carne boa, mas eu ia me embebedar um pouco, não conseguiria partir pra outra sem estar preparado, aquele líquido parecia ácido, minha garganta formigava, meu estômago embrulhava e meu instinto animal selvagem estava de fora, eu pedia mais, mais, mais, mais e mais doses daquele líquido, era bom demais o gosto que ele deixava, a cor azul que ele possuía, o efeito que ele causava, foi aí que o cheiro veio, o cheiro de carne boa, carne que pedia para ser saciada. 

- Que che-cheiro bom da porra! - comentei ao sentir aquele cheiro mais próximo. 

- O seu também! - comentou o dono daquele cheiro, era tão revigorante e aromático. 

Não pensei em nada, pois meu lobo queria aquela pessoa, queria ouvir seu gemido sobre 4 paredes, meus lábios haviam sido colados ao dele, sim! Era um macho, não me importava o gênero, contanto que aquela pessoa que tinha o cheiro bom me fizesse sentir prazer. Nossos lábios estavam necessitados, eles queriam aquilo, queriam ficar colados um no outro, minha língua começou a pedir passagem sobre seus lábios viciantes, ele não pestanejou, abriu passagem e foi atacado pela necessidade de um alfa dominador, o céu da sua boca, o canto dela, tudo parecia ser apertado para minha língua, mas questionar não estava mais à minha disposição. Nossos lábios se separaram quando o ar se fez necessário, foi aí que aproveitei, peguei aquela pessoa e o carreguei até um motel que ficava bem perto do colégio, mesmo que eu não estivesse muito afim de demorar para possuir aquela pessoa, eu tinha que ter minha privacidade longe da minha família. Sou bem comportado tá! Mesmo que eu pareça um rebelde antes, agora...eu sou mais! 

Não sei como, mas eu já me encontrava num quarto do motel, o número não me importava mais naquele momento, só aquela pessoa me importava, eu distribuía diversos beijos da sua área amostra mesmo com a camisa que ele usava, comecei a me irritar com aquela camisa branca quando o deitei na cama, ela podia ser cara para ele, mas para mim era só uma porra de uma camisa que estava me irritando, não pensei em como ele reagiria, só joguei nossas roupas pra longe com a velocidade de lobo que eu possui naquele instante, nossas ereções estavam se friccionando uma na outra, nossos lábios voltaram a ser um do outro, ele maltratava os meus, mordiscando, e eu o maltratava, sugando seus lábios macios, era uma sensação tão vivaz e deslumbrante, cada toque que os nossos lábios tinham um no outro trazia mais excitação, nossas línguas dançavam na boca um do outro, mas eu não esperei ele agir, eu separei nossos lábios para descer os beijos, do pescoço para a clavícula, da clavícula aos mamilos, dos mamilos para o abdômen, passando das gominhas até o seu umbigo, do umbigo até sua virilha, da virilha aos seus testículos, dos testículos ao seu membro já molhado pelo pré-gozo, ele não esperava que eu fosse tão impulsivo e cruel assim, que o fizesse ser torturado. 

Minhas mãos começaram a masturba-lo, gemidos soltos por puro prazer e satisfação, ele se deliciava com a sensação da minha mão o masturbando e eu me deliciava com a sua reação. 

- Me...chupa logo! - pediu a pessoa em um fio de voz fraca que, se eu não fosse alfa, não teria ouvido sua fala que quase sumiu entre os seus gemidos. 

- Me chama de Daddy e implore, aí eu pensarei no seu caso! - mandei o masturbando mais forte e rápido. 

- Aahh...por favor...Daddy...me chupa...! - implorou a pessoa aumentando mais os seus gemidos. 

Não fui de primeira, continuei a masturba-lo, mas quando eu senti sua respiração ficar ofegante, foi quando percebi que seu orgasmo estava prestes a vir, meu primeiro objetivo estava concluído, eu o abocanhei com ferocidade, meus movimentos foram do mais lento ao mais rápido, quanto mais rápido ia, mais gemidos ele soltava, ele estava quase no ápice e eu gesticulei internamente que deveria maltratar o mamilo dele para que seu orgasmo viesse com tudo, assim fazendo, seus gemidos ficavam mais frenético e quando ele soltou o gemido mais alto, seu orgasmo havia chegado. Seus gosto era salgado, era tão bom quanto o seu cheiro, seu gozo não era pouco, mas engoli todinho só para deixá-lo ainda mais alucinado. 

- Daddy...é a minha vez... - sua voz estava rouca, seus fios de cabelo negros bagunçados e seus lábios inchados, ele estava MUITO sexy!! 

- Só se pedir com jeitinho. - o provoquei selando seus lábios que estavam me deixando louco. 

- Mommy quer se molhar...! - Quase tive um orgasmo quando ele mordeu seu lábio inferior. 

- Daddy vai ser um bom marido pra Mommy! - o atiçei beijando seus lábios e mordiscando o seu inferior. 

Ele não quis me torturar porque sabia que se fizesse, levaria o troco, sua boca era quente, parecia maior com o meu membro a preenchendo, eu acariciava seus fios negros e movimentava aos poucos, mas ele não queria ser mais torturado, já começava o seu movimento de vai e vem com intensidade, era bom demais aquilo, ele era bom demais em tudo que tinha em seu corpo, seus mamilos, ou melhor, peitoral, seus músculos, seu abdômen, seu queixo perfeito, seus olhos felinos e atiçadores, seus fios cabelo que, quando molhado, brilhavam tão lindamente, tudo que eu via nele era bom demais. 

Meus gemidos se intensificaram, meu ápice estava chegando ao fim e ele sabia que eu necessitava disso, que eu queria gozar em sua boquinha safada, assim fazendo, um jarro de líquido branco foi solto em sua boca, ele não conseguiu segurar meu gozo em sua boca, dava para ver o líquido branco pingando algumas gotas no chão, mas quem se importa, a melhor parte já estava chegando. 

- Mostra essa bundinha abusada pro Daddy! - pedi com meu tom de alfa o ajudando a se levantar, mas ele não se encolheu, então ele era da mesma classe que eu, mas quem se importa quando a transa é boa pra PORRA! 

Quando ele se virou eu quase o penetrei na hora, aquela bundinha era bem rechonchuda e carnuda, gostosa era a palavra, não exitei em maltratá-la, apertei, bati, esfreguei meu membro como aviso do que estava por vir, ele não ficou parado, começou a rebolar bem no meu membro ereto, queria tanto que ele não tivesse feito aquilo, meu desejo só aumentou naquele instante, eu não perdi tempo com a preparação, só cuspi e penetrei sem me importar se ia doer, ele que me atiçou e eu que daria o troco. 

- AAAAHHH!!! - praguejou ele, mas eu não me lembro se foi de dor ou prazer. 

Eu não fui primeiramente mais fundo porque eu não sabia se era a primeira vez dele, mas eu não fui gentil, fui indo e indo, até que eu o penetrei completamente, seu gemido totalmente descontrolado foi atiçante, ele começou a rebolar aos poucos, demonstrando que ele queria mais, que ele queria mais que uma penetração impulsiva, eu acatei seu pedido e comecei o movimento de vai e vem, seus gemidos eram a minha guia, eu seguia-os por onde ele gemia mais alto, mesmo eu tentando ser gentil, meu lobo pedia para eu ir com mais intensidade, eu sentia o quão saboroso era tê-lo só pra mim, eu não sabia quem era, mas aquele dia não ia ser esquecido. 

- PORRA MOMMY!! AQUI DENTRO É MUITO BOM!!! - afirmei com um tesão monstro e avassalador. 

Minhas estocadas cessaram para muda-lo de posição, eu virei ele de barriga pra cima, enrolei suas pernas em meu pescoço e novamente o penetrei, aquilo não podia ser explicado, era muito bom, cada estocada profunda, cada beijo para abafar os gemidos soltos, cada toque de pele, sua ereção sendo masturbada pela minha mão, tudo era inexplicável, era tão bom aquilo, não porque fazer sexo era sempre bom, mas era bom por causa dele, não o largaria nunca depois daquela noite intensa. Seus orgasmo foi atingido pela segunda vez, o meu estava quase, mas eu sempre queria torturá-lo em cada penetração, novamente cessei as estocadas para fude-lo de ladinho, daquela vez, o orgasmo não foi inevitável, tive o orgasmo pela segunda vez e ele adorou aquilo, mas eu continuei a estocá-lo até que o meu gozo parasse, nos separamos novamente e ele não queria me deixar longe, nós começamos novamente o processo, eu beijava ele intensamente até o banheiro, na hora do banho transamos de novo, quando o banho acabou, nós estávamos exaustos e fomos dormir, ele estava mais cansado que eu, então acabou adormecendo primeiro, eu não resistia aquela beleza toda e, antes de dormir, depositei um último beijo em seus lábios, cheirei pela última vez aquele aroma de...amendoim, era tão bom, sempre me acalmava e por isso, acabei adormecendo com minha cabeça em seu ombro esquerdo. 

O que será que aconteceu após aquele dia da confraternização? Após a noite com...aquele alfa, com cheiro de amendoim? 




Notas Finais


Segundo lemon? Já? Mentira? Nossa, estamos progredindo, brincadeira, eu terminei essa disgrama hoje e tô com uma preguiça danada, vai demorar para ter a continuação, desculpa.


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