História Não é Biologia, é Amor! - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Brotherxbrother, Bts, Incesto, Jikook, Kookmin
Visualizações 213
Palavras 3.303
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu aqui de novo sem nem domorar porque tô me empenhando nessa lindeza hehe Acredito que esse seja o capítulo mais esperado de toda fic, então aproveite sem moderação porque tem muito para acontecer ainda.

Boa leitura.

Capítulo 9 - Não é apenas a Temperatura.


Fanfic / Fanfiction Não é Biologia, é Amor! - Capítulo 9 - Não é apenas a Temperatura.

O meu desnorteamente era quase que palpável, eu sabia. Tinha consciência que os olhares que me eram lançados por todo o percurso que eu seguia correndo se dava unicamente por certamente meu rosto estar contorcido em atordoamento e sofrimento. Me doía imaginar o que de ruim acontecera ao meu Jungkook, como ele estava agora. Eu estava pensado tanto nas possibilidades, que apenas sentia meu corpo pesar para baixo, cansado.

Entretanto, eu não me dei ao luxo de parar a favor do meu cansaço, simplesmente gastei mais das solas do meu all star já velho, quase que clamando para que alguém me desse uma segurança, me afirmasse que ele estava bem diante ao meu pessimismo sufocante, pois claro que eu iria pensar o pior quando Seokjin me passou informações tão precárias. Me faltava ar, e eu só imaginava se o que aconteceu tinha sido relacionado com o seu uso de drogas ilícitas. Se caras perigosos tinham, sei lá, o punido por algo. Meu coração estava tão pesado aquela hora que chegava a me sufocar no mesmo instante que eu retornava a lembrança de onde exatamente se localizava a casa da árvore que costumávamos frequentar, qual costumávamos ter os nossos momentos de cumplicidade.

Foi aí que percebi ter chego à uma área mais deserta e escura do nosso bairro. Eu tremi por imaginar que lugares assim nunca se deve esperar coisas lá muito boas. Um frio me correu a espinha quando tomei fôlego e coragem para adentrar o matagal não muito alto aparente ali, sabendo que logo mais a frente poderia encontrar a casinha e, consequentemente, tomar Jeon em meus braços. Volta e meia inspirava diante a necessidade de conter a ansiedade que atravessava meu íntimo de modo avassalador. Toda a situação era tão inesperada, que eu tampouco acreditava como a noite havia mudado de uma hora para outra e, quando eu encontrei a grande e forte árvore que suportava uma casinha velha em seu tronco, eu pude suspirar no mínimo aliviado por ter alcançado o local onde poderia encontrar o azulado.

Então eu me agarrei a escada embutida a casa que despencava por toda a extensão do tronco da árvore, temendo que a corda fraca me fizesse desabar dali. Eu não era muito bom com altura e, bem, eu já estava a bom metros acima do solo e só em me dar conta de tal fato, que me fez fechar os olhos com força, ainda que me fosse habitual às vezes na pré-adolescencia subir em tamanha altura por todas as vezes que estive aqui, no entanto, ao contrário de hoje, Jungkook não estava bem abaixo de mim me incentivando a largar desse medo maldito.

Hoje eu percebia que Jungkook sempre fora o meu pilar, desde o dia que apareceu à minha jovem vida.

Quando eu me lancei sobre a base da casinha, bastante próximo a porta pequena e velha, eu tomei uma lufada de ar, jogando com uma das mãos o suor que insistia descer por minha testa. Estava bastante frio, mas toda a adrenalina só me fazia suar como um porco e eu me sentia sujo, mas a minha cabeça tamborizava com a paranoia do azulado estar sendo torturado por Deus sabe quem lá dentro. Eu só precisava de coragem, temendo encontrar o pior assim que abrisse a porta, todavia, quando eu finalmente tomei um passo a frente e me encontrei na sala principal da casa de madeira, franzi o cenho por encontrar tudo exatamente há dois anos atrás, o tempo qual estive aqui pela última vez.

Ao contrário do que idealizei, o recinto estava tomado por um silêncio ensurdecedor assim como a penumbra que tomava os quatro cantos, quase que macabramente, me fazendo tremer de medo. Cada pequeno objeto esquecido ali era extremamente antiquado, como eu me lembrava ser. A pequena casinha internamente era igual a uma casa comum, apenas diferenciada por tudo parecer ser do século passado e cada cômodo dali ser do tamanho de um kinder ovo, se posso dizer assim. Mas, o que no final me chamou a atenção, era a luz vinda de um dos quatro cômodos existentes na casa, me levando a rumar até lá vagorosamente como um gatinho medroso, ainda que me perguntasse aonde estar Jungkook.

Sendo que, chegando até onde a luz vinha, todas as minhas questões foram sanadas, sendo que, imediatamente, uma ira incontrolável contaminou cada uma das células do meu corpo. Eu pude fuzilar seu olhos com um fogo flamejante de raiva, e quando ele subiu seus semelhantes de encontro aos meus, como se já soubesse de minha presença ali obviamente, ele sorriu como um qualificado cafajeste. Então foi aí que eu entendi do seu plano e me odiei por ter chorado como um bebê; me desesperando pelo pior que, malditamente, nem existia.

O azulado estava ali, com o corpo largado jazido sobre o colchão velho e empueirado no chão, completo e plenamente bem enquanto usava de seu smartphone, enxalando tranquilidade antes de sorrir convicente. Daí eu percebi que o único ferrado era eu mesmo por ter gastado toda a minha energia e tive o emocional ainda mais fodido em um prazo tão curto de tempo. Eu tinha sido feito de bobo numa peça qual JungKook me pregou, e antes que eu pudesse o xingar por todo o seu feitio de babaca para comigo, ouvi um barulho e o ruído da porta sendo fechada ruidosamente logo em seguida com um baque.

Tudo detalhadamente planejado pelo o idiota que agora ria de mim por ter caído como um tonto. Tirei aquilo como distração, não de fato sentindo uma raiva tão imensurável assim, porém agi infantilmente ao tomar a iniciativa de seguir até a única porta dali, realmente pego de surpresa ao não conseguir abri-la de modo algum, me mostrando assustado ao constatar que provavelmente estava preso ali, me virando com as bochechas certamente rubras de descontentamento para Jungkook, que vinha ao meu encalço com um sorriso provocador.

Deduzi que a porta trancada seria mais uma de suas artimanhas, e bufei. Não me sentia enraivecido por estar trancado ali por sua culpa, e sim porque todo aquele sentimento ruim qual eu sustentava tinha passado para dar lugar unicamente ao nervosismo que me assolava. Há um bom tempo que eu não me encontrava assim tão a sós com ele e confesso que isso me assustava um pouco. Temia perder o controle diante uma liberdade tão grande que me era dada ao ficarmos sozinho.

— Você fica ainda mais lindo todo nervosinho. — Comentou, todo contemplativo, embora eu estivesse um pouco atento demais a sua mais nova aproximação, buscando com mais rapidez ar para os meus pobres pulmões.

Tudo continuava a vagar em meio a penumbra do espaço escasso, apenas iluminado pela luz prata que seguia da lua para dentro do cômodo através da única janela do pequeno quarto que existia. Com essa pequena existência de brilho, eu ainda podia ver cada traço de sua face perfeitamente, reafirmando em pensamentos que o mais velho fora certamente esculpido delicada e detalhadamente pelos deuses.

— Por que você fez isso?! — Questionei mais incisivo, vendo sua estatura ligeiramente mais alta que a minha me alcançar ainda mais perto que antes, como um caçador prestes a pegar sua presa, me lançando sorrisos que eu julgava como conquistador. — Eu quase tive uma infarto, garoto! Você não deveria ter brincado desse jeito comigo. — Me aproximei, cutucando seu torso como se o desse uma lição de moral, sentindo meu pulso ser preso por si noutro segundo, me assustando vagamente.

Respirar havia se tornado uma tarefa ainda mais difícil quando suas bolotas de olhos estavam tão atentas a cada ação minha, me avaliando a todo instante.

Seu rosto estava tão rente ao meu agora que eu me via ofegar involuntariamente, reagindo tão bem e inconscientemente ao seu toque instritamente manipulador. Seus dentes proeminentes se mostraram para mim outra vez, e eu me envolvi na visão dos seus lábios curtos e vermelhos repuxados em um sorriso genuínamente sincero dessa vez. Eu sentia tanta falta daquele sorriso verdadeiro seu que poderia jurar estar sobre as nuvens, me esquecendo que estive a ponto de gritá-lo várias asneiras, porque eu pude perceber que, no fim, eu só estava aliviado e pleno por vê-lo de fato bem, mesmo que sua atitude tenha me acarretado tanto sofrimento durante vários minutos.

— Eu gosto de saber que você veio até mim. — Sibilou baixo, tomando um tom baixo qual o espaço solitário ao redor nem exigia. — Eu gosto de saber que você se importa. — Seus olhos negros semelhantes a pequenas jabuticabas conectaram-se aos meus e, ainda que o nervosismo anterior tivesse se esvaido consideravelmente, fitá-lo tão diretamente e sem objeções me trazia um rebuliço na boca do estômago, sensação qual eu só costumava sentir justamente consigo.

Tão imensamente clichê.

Eu gostava daquilo, mesmo que meu interno se mostrasse tão inquieto e sufocado naquela avalanche. No entanto tanta emoção que me era tomada me mostrava que ainda existia o mesmo sentimento, que, embora adormecido, o nosso amor continuava vivo e forte o bastante. E foi naquele segundo, tão próximo a si, conseguindo sentir a sua respiração, — que se tornava descompassada a cada segundo passado, acariciando de meu rosto —, que todo o medo de perdê-lo se tornava infundado demais para que eu me permitisse afogar em tanta melancolia.

Entretanto, não sei exatamente em qual momento, mas todo aquele aperto e pouco arejamento fez com que eu sentisse um certa claustrofobia e um calor quase que insurportável. Todas as emoções transparentes em meu rosto se transformaram em uma careta e percebi Jungkook me lançar uma cara confusa, se aproximando e fazendo um ranger um tanto alto na madeira abaixo de seus pés.

— Omo, Jungkook, por favor, já pode abrir essa porta. — Me joguei em um sofá qualquer ali, me sentindo ligeiramente sufocado, quebrando todo o clima formado em tão poucos segundos. Parece que me desacostumei com tão pouco espaço pela minha ausência ali. — Eu tô me sentindo sufocar com tanto calor e pouco ar. — Reclamei, e ele veio parar em minha frente, parecendo perdido no que fazer. — Abri essa porta!

— Mas eu não estou com a chave! — Gesticulou nervoso diante a minha situação, girando sem rumo no meio do cômodo. Já sentia meu pulmão arder. — O Jin certamente levou a chave consigo e só trará amanhã. — Sua resposta final foi o bastante para eu me sentir mortificar, me jogando sobre o encosto do sofá falhamente em busca de mais ar, inspirando com força, sendo um pouco que institivamente que passei a praticamente a rasgar minhas peças de roupas fora, o assuntando diante as minhas ações involuntárias. — O que você está fazendo?! — Questionou desnorteado, tentando se afastar quando eu já buscava desabotoar minha calça necessitado.

— Eu estou me sentindo sufocar, por sua culpa! — Acusei, não entendo tanto calor repentino, embora, mesmo que estivéssemos no verão e a casa ser abafada por madeiras, o frio das noites lá fora estava de congelar. No entanto, ainda me era inexplicável aquela falta de ar toda em meus pulmões mesmo que eu visse pequenas gotículas escorrerem pela testa do azulado.

— Ei, não faz isso. — O mais velho me interrompeu no processo de retirar minha calça, visivelmente incomodado com a minha atitude. — Vem aqui, a janela está aberta no quarto, você pode tomar ar fresco através dela. — Continuou, me puxando para me pôr de pé já quando sentia minhas narinas secas.

Não tardou muito para que chegássemos novamente ao outro recinto, isso me permitindo que eu tomasse lufadas de ar fresco quando praticamente me pus para fora da casinha pela janela, ainda que o azulado me sustentasse ali logo atrás de mim, preocupado com o meu estado.

— Você está melhor? — Perguntou após algum pouco tempo em silêncio, continuando a me segurar no lugar.

— Bem melhor. — Respondi manso, olhando para trás e recebendo do seu sorriso mais tranquilo.

— Que bom. Eu tenho que procurar o aquecedor, acho que esse é o problema de tanto calor aqui dentro. Parece que estamos sobre uma fogueira. — Comentou, me levando a concordar consigo. Entretanto não demorou muito para que o visse se afastar rapidamente e me deixar ali, usufruindo do ventinho gélido e a visão do matagal ao redor da árvore.

— Realmente o aquecedor estava ligado. — Ouvi sua voz de volta ao cômodo. — De fato aqui é um lugar quase claustrofóbico. Me desculpe, não queria te causar isso. — E eu suspirei, vendo de rabo de olho ele ir até próximo uma pequena cômoda e parar lá, me fitando nem um pouco discretamente.

O oxigênio voltava para os meus pulmões com mais facilidade agora, embora eu me convencesse que toda aquela onda de calor se desse pelo verão estar de fato chegando com força aquela área de Busan. Dei as costas para a janela, sentindo o frio fraco que vinha lá de fora chicotear todo o meu dorso desnudo. Em frações de segundos o vi próximo, como se algo na minha expressão corporal o permitisse cessar o espaço vago entre nossos corpos.

— Você se afastou por dias para agora fazer isso? — Iniciei num fio de voz, percebendo como a aura se tornava mais pesada e, consequentemente, quente ao nosso redor mesmo que agora eu pudesse respirar melhor. Seus olhos brilhavam tanto aquela hora, que eu poderia jurar que todas as constelações do universo se uniam unicamente em suas orbes vívidas. — Por que você se afastou? Você disse que não iria desistir de mim vários dias atrás, e eu realmente achei que você iria fazer o contrário do que fiz com você anos atrás. E-eu sei que não fiz o certo te deixando aquele dia, Kookie, mas…

— Não precisa falar disso agora, anjo, shiu. — Seu dedo indicador se sobrepôs delicadamente sobre os meus lábios, me fazendo calar imediatamente. Sua boca estava curvada sigelamente, me mostrando que não se irritava pelo assunto do qual tentei iniciar. — Reconheço que você estava certo, nós éramos jovens e, eu, inconsequente demais para fugir por aí nesse mundão grande demais. — Pareceu nostálgico como se suas próprias palavras o trouxesse lembranças. — Mas agora estamos beirando a maioridade, seremos donos de nossas próprias escolhas, arcaremos com elas. — Segurou em ambos lados de minha face, me mostrando sua real personalidade calma e compreensível, a qual eu costumava conhecer tão bem, sabendo bem me domar em frações de segundos. — Eu entendo essa apreensão qual sente, como também espero que você me compreenda, Ji. Eu quero que você entenda de uma vez por todas que nunca desistirei de você, do nosso amor, a não ser que você me tire da sua vida tendo certeza de tal decisão. Caso contrário, sempre estarei em seu encalço, grudado em você como um chiclete mascado. Isso é nojento, eu sei, mas é a minha única vontade. — o azulado grudou nossas testas, me fazendo rir quando igualmente riu de suas próprias palavras. Eu pouco me importava se em momentos antes ele tivesse me feito passar sufoco. — Eu te deixei para ter a certeza que você sentiria minha falta, que iria vir até mim com seus próprios pés, mesmo que eu tenha jogado um pouquinho sujo para isso.

— Só um pouco? — Perguntei sarcástico, mas ainda que com um bom toque de humor em minha voz, e o mais alto deu de ombros, sorrindo envergonhado.

— Desculpe, mas você sempre precisa de um empurrazinho, convenhamos. — Eu ri um tanto, pois era verdade. — Mas te ver me chamando de Kookie e sorrindo assim, me faz ver que a única certeza que tenho é que você é a coisa mais preciosa da minha vida, anjo, assim como me sinto feliz por te ter aqui agora. — Falou sincero, e eu me senti ligeiramente envergonhado, só agora me dando conta de como o tinha chamado, sendo tomado pela sensação calorosa de ter suas mãos firmes deslizando até a minha cintura.

Nossos olhos não se desgrudavam, igualmente de nossas testas em conjunto com o nosso corpo pegando o gás necessário a cada segundo que passamos juntos para queimar em combustão. Me sentia envolvido numa sensualidade de grande proporção, meu coração quase dançando valsa dentro do peito por conta do pulsar incessante. Será que Jungkook conseguia o ouvia bater tão forte por si?

— Pede por mim agora, Jimin, sem o álcool para te fazer esquecer. Se você me quer, vamos viver esse amor sem medo de errar. Vamos ser o nosso próprio segredo. — Seu pedido foi como um sussuro vindo de longe, me atraindo para um fogo descontrolado em meu íntimo, incendiando cada fibra do meu corpo.

— Me beija, Kookie. — A minha voz escorregou lenta e oitavas mais baixa do que esperado à medida que eu me encaixava melhor ao corpo maior, possuindo a consciência de que ele não me negaria. — Me entorpece mais com esse amor. Eu não consigo te ter tão longe de mim mais. — Eu praticamente clamava, enroscando meus dedos na barra de sua camisa preta e, concedendo o meu pedido sôfrego, meus lábios foram tomados com maestria e fevor, me transmitindo um estado de quase utopia total.

Encontrei minha paz no que era profano. Meu pontinho de fé estava em sua boca colada a minha, sendo ironicamente contaminado pelo pecado julgado por terceiros. Seus lábios se moldavam tão perfeitamente aos meus que eu até mesmo me sentia em casa. Era como voltar para o lar depois de tanto tempo desejando tê-lo por estar longe em meio a tanta tempestade e correria.

Sua língua facilmente se envolveu bem a minha semelhante, a reconhecendo depois de tanto tempo sem se encontrarem. Suas mãos estavam por todos lugares, em cada pedacinho de carne existente em meu corpo, e eu sorri em meio ao beijo quando o senti me segurar mais forte em si como se temesse minha fuga.

Nunca antes me encontrei tão pleno quanto naquele instante, consciente do sabor de seus lábios à medida que o ósculo tomava forma e ritmo, me levando a inclinar a cabeça para o lado como modo de senti-lo ainda mais junto a mim, como se fosse ainda mais possível, deslizando a minha mão para o seu torso e encontrando o pano de sua camisa entre meus dedos curtos para descontar cada lapso de deleite qual sentia, sendo agraciado por uma chupada sua em meu lábio inferior, me levando a ofegar diante os espasmos de prazer que de modo avassalador cruzou todo o meu interno.

Era como derreter em seus braços quentes, era como um dançar infinito de nossas bocas em conjunto. E quando o ar nos fez necessário, e o seu nariz geladinho desceu desde a parte de trás de minha orelha e escorregou provocativo por toda a extensão do meu pescoço, eu poderia jurar que nunca desejaria outra coisa a não ser tê-lo comigo junto ao ardor da paixão qual nutria por ele.

Meu corpo necessitava de cada toque seu e se encaixava unicamente com o de Jeon Jungkook.

— Eu só quero que você aceite isso tudo. Eu só peço que você finalmente me aceite, sem se arrepender por me escolher, Jimin. — Tive sussurado diante os meus lábios de modo ofegante e destribui selares em seus semelhantes, tentando recuperar o ar escasso em meus pulmões. — Seja meu, Ji.

— Eu sempre fui seu, Jungkook. — Afirmei com toda a convicção existente em mim, sem medo de errar ou me arrepender.

De ali em diante, meu novo problema seria me arrepender de nunca ter lutado antes por nós dois pois, agora, percebia que não importava o quanto mudássemos com o tempo, de um modo ou de outro, continuaríamos a ser a peça do quebra cabeça qual faltava para tudo estar completo e no seu devido lugar na vida um do outro.

Mesmo tentando me convencer veementemente do contrário, eu ainda o amava assim como quando tínhamos quinze anos.


Notas Finais


Poderiam comentar? Eu agradeceria muito o apoio khkhkj Enfim, desculpem qualquer erro e até a próxima.


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