História Não está no meu sangue - Capítulo 30


Escrita por:

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Categorias Cameron Dallas, Shawn Mendes
Tags Drama, Romance
Visualizações 38
Palavras 1.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Festa, Ficção
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora de sempre
Tenham uma boa leitura!

Capítulo 30 - Feridas.


-Se acalma Ale, não precisa falar tudo de uma vez. -Fran fala.

Ale faz que sim com a cabeça.

-Tem mais algum lugar que você esteja machucada? -James pergunta.

Ale faz que sim com a cabeça e mostra a palma da mão, na qual tinha um corte enorme, e também alguns cacos de vidro dentro do corte.

-Temos que limpar, Ale. -falo me levantando.

Vou até o banheiro e pego a maleta de primeiros socorros.

Volto para o quarto e limpo a ferida da mão, deixo Fran e James cuidarem a da bochecha.

Quando acabamos, colocamos tudo de volta no lugar e nos sentamos ao redor dela.

Ale já havia começado a parar de chorar, então seria mais fácil de ela falar agora.

-Pode contar agora? -pergunto a ela.

-Posso tentar. -ela fala e abaixa a cabeça. -Quando eu cheguei em casa, encontrei minha mãe nos amassos com o tio Harry no sofá. Ele tava deitado em cima dela beijando-a, e eu no ato gritei. Então meu pai veio correndo e vio o tio Harry deitado em cima da minha mãe, ai meu pai levantou o Harry e deu um soco na cara dele, que o fez cair e quebrar o primeiro vaso. Harry se levantou depois e bateu no meu pai também, ai eles começaram a brigar e minha mãe começou a gritar implorando para eles pararem. Então eu me mexi e tentei segurar o meu pai. -Ale começou a chorar de novo, mas tentou se conter. -Meu pai segurou meu braço forte e me deu um tapa, me fazendo cair. Acho que o anel de meu pai que cortou minha bochecha, e quando eu cai, apoiei minhas mãos, e como tinha vários cacos no chão... um deles acabou cortando minha mão. Acho que essa foi a gota d'água para minha mãe, porque depois ela se jogou na frente do meu pai e deu um tapa na cara dele, depois ela puxou o Harry parar algum lugar. Não sei pra onde, porque saí correndo pro quarto depois.

Ale contou isso e todos parecemos abalados. Não era do fértil do tio Jack de bater nos outros, principalmente nos filhos. E então foi quando me lembrei.

-Onde está Max? -perguntei.

Ale arregalou os olhos.

-Na creche eu acho. Mas não sei se minha mãe foi buscar ele. Vocês podem ir ver? Por favor? -ela perguntou, fraca.

-Eu vou. Vocês ficam. Ale, come alguma coisa que a Fran trouxe. -falo já me levantando.

Lanço um olhar para James e aponto para a porta com a cabeça.

-Volto já. -ele falou.

Fui para o lado de fora do quarto e esperei James, logo ele estava na minha frente.

-O que foi? -ele perguntou.

-Tenta deixar ela confortável, e não deixa ela sair do quarto. -falei.

-Certo. E como eu vou deixar ela confortável? 

-Sei lá. Com sexo? -falo e ele aparenta pensar na possibilidade. 

-Vou pensar.

-Hum. Me empresta seu carro? -pergunto.

-Pra que? Você não tem o seu? -ele pergunta indignado.

-Sim, mas o meu irmão que veio me deixar, e a Fran não tem carro! 

-Tá. Toma. -ele fala me entregando as chaves. -Só não arranha nem amassa ele, nem nada do tipo, se não eu te quebro!

-Digo o mesmo para você sobre a Ale. -falo sorrindo e saindo da frente dele.

Desço as escadas e vou para o carro dele.

...

Pego Max na creche, drmora muito por eu não ser parente dele, mas consigo depois de uma hora.

Agora estava voltando pra casa de Ale.

-Por que tu veio me pegar e não a mamãe ou a Mamanha? -ele pergunta com aquela vozinha fofa.

Olho para ele pelo retrovisor e tento disfarçar. Espero que as coisas já estejam limpas quando nós voltarmos.

-Coisa de mulher. -minto.

-Vocês vivem tendo essas coisas de mulher! -ele fala cruzando os braços.

-Quer escutar música? -pergunto rindo.

Escuto ele murmurar um "não". Volto a prestar atenção no trânsito e logo chegamos na casa dele.

Saímos do carro e nos direcionamos a porta. Respiro fundo antes de abri-lá.

Max fica sem paciência e abre logo a porta, quando entramos, não tinha nenhum vidro no chão e não estava tão bagunçado assim.

Solto o ar que nem percebo que estava prendendo e vou rumo ao quarto de Ale.

-Vocês arrumaram lá em baixo? -pergunto entrando no quarto.

-Sim, Max não podia chegar e ver tudo aquilo. -Ale fala. -Conseguiu pegar ele? 

-Sim, ele tá lá em baixo. Vamos descer para a sala, nada pode parecer estranho e vamos levar comida pro Max. -falo.

-Vamos. -Fran fala.

Pego o pacote de comida e desço, Max não estava na sala, então eu iria colocar a comida em um prato e depois procura-lô.

Chego na cozinha para pegar um prato e encontro Max. Ele estava parado atrás da bancada, olhando para algo em baixo.

-O que foi? -pergunto me aproximando dele.

E então é quando vejo. Tinha sangue ali. Pego Max e o tiro da quele camponde vizão.

-Max? Você sabe o que viu? -falo sentando ele em uma cadeira e me ajoelhando em sua frente.

-Era sangue? O papai achou a mamãe? -ele pergunta com lágrimas nos olhos

Meu coração se derrete ao ve-lô quase chorar em minha frente e logo sinto uma vontade de chorar também.

-Você sabia da sua mãe? -pergunto fechando os olhos para não chorar.

-Eu já tinha visto ela com o titio Harry antes. Ela me pediu pla não contar pla ninguém. -ele fala.

Abro os olhos e vejo lágrimas saindo de seus olhos.

-Ela disse que se o papai achasse ela com o titio ele matalia ela. -ele disse chorando.

Eu o abraço e acaricio seus cabelos.

-Sua mãe está bem. Ela só foi cuidar do titio Harry e depois volta. -falo chorando com Max.

-E o que é aquele negócio no chão? 

-É coisa de mulher. -falo rindo e vejo que ele ri também. -A Fran trouxe comida, você quer?

-Depende do que seja!

Me levanto e pego o pacote mostrando para ele. Ele da um sorriso enorme e faz que sim com a cabeça.

Coloco tudo em um prato.

-Vamos para a sala. -falo e pego o prato.

Me direciono a sala e Max vem atrás de mim. Ale, James e Fran já estavam lá.

-Mamanha! -Max grita e sai correndo na direção dela.

-Oi Max. -ela fala abrindo os braços.

-O que aconteceu com a tua cala? - ele pergunta tocando a bochecha dela.

Escuto meu celular tocar e volto para a cozinha.

-Alô? -atendo sem ver quem é.

-Inglaterra? É a July. Estou ligando do celular da sua mãe porque estou aqui com ela. -ela fala e da um longo suspiro.

-Eu estou aqui com a Ale e o Max, peguei ele na creche.

-Inglaterra, eu não vou poder voltar pra casa, então você e a França poderiam falar com o Max e a Alemanha? É que eu vou ficar aqui por um tempo e queria que o Max ficasse comigo. E vocês podem ficar ai com ela. 

-Sério? Então eu peço pro Max arrumar as coisas? -pergunto.

-Sim, e você poderia vim deixa-lo aqui? Aproveitaria e pegaria suas coisas e a de Fran.

-Certo, vou falar com eles. Tchau. -falo e desligo o telefone.

A voz da tia July parecia cansada. 

Vou para a sala e falo com Fran no cantinho do sofá, para ela me ajudar a falar com Ale e Max.

-Então eu falo com Ale e você com Max? -Fran pergunta no final.

-Ou nós podemos pedir pro James falar com ela. -falo sorrindo.

Fran parece pensar. Não seria uma má ideia, Ale iria dar um surto e James poderia acalmar ela. Mas ele poderia acalmar ela de qualquer jeito.

Olho para Fran e vejo que ela pensou o mesmo.

-Vamos falar com eles. -falo.

Nos levantamos e eu sento no chão ao lado de Max.

-O que foi? Eu não vou dividir! -ele fala e afasta o prato de mim.

Dou uma risada e sorrio pra ele.

-Quer passar alguns dias com o meu irmão Josh? -falo.

Os olhos dele brilham com essa possibilidade. Max gostava muito de Josh.

-Sim! -ele fala sorrindo e se levantando.

-Então vai arrumar as coisas! A sua mãe tá lá! -falo e vejo ele ficar mais feliz.

Max saí correndo para as escadas, suponho que está indo para o seu quarto.

Olho para Fran e balanço a cabeça. Ela começaria a falar com Ale agora.

Me sento em uma poltrona e pego o celular. Olho as mensagens, haviam algumas de Shawn, então o respomdo logo. Ele me chamava para ir no cinema.

Olho outras mensagens. E é ai que me surpreendo. Havia um mensagem do... Matheus. Era um simples "Inglaterra?".

...

Fran e James conseguem conversar de boa com Ale, claro que ela reclamou um pouco, mas aceitou.

Agora eu, Fran e Max estávamos no carro, indo para a minha casa. Eu deixaria Fran em casa primeiro e depois iria para a minha.

...

Chego em casa e vou para o meu quarto arrumar as coisas para ir.

Preparo minhas coisas e desço as escadas, encontro minha mãe, tia July, tia Clarinha e tia Cila sentadas no sofá tomando chocolate quente.

Elas trocam olhares e tia clarinha se levanta.

-Vamos conversar? -ela pergunta.



Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Até outro dia!


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