História Não fui eu! - Reescrevendo - - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
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Palavras 2.728
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como prometido, olha o outro aqui!

NOTA: narrado por Park Jimin

-- Atualizado --

Capítulo 2 - Two.


O sorriso em meu rosto é tão grande, que até parece psicótico.

Finalmente o dia que eu tanto esperei chegou e ver que tenho em mãos esse histórico, assim como o pedido de transferência aceito, só faz meu coração querer sair do peito.

Pego minha bicicleta, que antes estava largada de qualquer jeito no chão e começo a pedalar para longe do meu – ex – colégio. Me levanto um pouco, aproveitando o máximo da brisa de verão de Busan, minha cidade natal. É a última vez que farei tal ato, então é bom aproveitar.

Antes de ir para casa, resolvo passar na praia para poder me despedir dela. Admiro a paisagem por um tempo, enquanto aproveito a sensação da areia sob meus pés. Caminho até um lugar cheio de rochedos, indo até um especifico, pegando um canivete em minha mochila para reforçar o que havia escrito em uma das rochas.

 

 

Park Jimin esteve aqui. Te amo Busan!

 

 

Infantil? Nhaaaann!! Claro que não – pelo menos no meu ponto de vista –. Pode parecer infantil, mas é porque fiz isso quando tinha 6 anos e desde então venho a reforçando. Aqui me traz várias lembranças, tanto boas quanto ruins. Desde o meu primeiro beijo, até a primeira vez que fiquei bêbado – o que eu nunca mais quero repetir –. Nunca me canso desse lugar. Tenho tantas fotos e relatos do que aconteceu comigo aqui, que eu poderia criar um livro.

 

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– OMMAAA!! APPAA!! CHEGUEI!! -grito assim que entro dentro de casa, dando de cara com a minha mãe.

– Oi pequeno! -fala me abraçando apertado como sempre.

– "Pequeno" Omma? -indago fazendo biquinho e ela ri bagunçando eu cabelo.

– Você está muito animado Minie! O que aconteceu? -pergunta curiosa, me acompanhando pela sala, até o sofá.

– Amanhã Omma... -falo pegando os papéis na mochila, enquanto me sento no sofá. – Eu finalmente irei para Seul!!

– Aahh...! -exclama desanimada, pegando os papéis da minha mão. – Havia esquecido que você iria amanhã.

 

Noto seu olhar entristecer e me aproximo rapidamente, a puxando para um forte abraço. Ela deixa um soluço escapar e sinto meu coração apertar. Vai ser difícil ficarmos longe. Somos tão apegados um com o outro.

 

– Não chore.... -falo limpando suas bochechas e ela sorri conformada. – Onde está o Appa?

– Seu Appa não chegou. -diz aérea e logo se livra dos meu abraço. – Tenho que terminar o jantar.

– Ok Omma. -falo suspirando, indo para as escadas. – Meu clone está lá em cima?

– Ainda me pergunto o porquê de se chamarem de clone. -comenta balançando a cabeça, indicando com o olhar que ele está em casa.

 

Subo as escadas apressado, mas com cautela, vendo a porta de seu quarto aberta. Me aproximo de fininho, o vendo deitado na cama, jogando no celular. Entro correndo, me jogando em cima dele, o que o deixa assustado.

 

– CHEGUEI CLONEEE!! -grito já em cima dele, que tenta sair debaixo de mim à todo custo.

– Não Minie!! Meu jogo!! -reclama irritado, mas logo cede, entrando na brincadeira. – O que aconteceu? Que animação é essa?

– Esqueceu? -questiono surpreso, me sentando na cama, logo a sua frente. – Eu vou para Seul amanhã.

– Ooh... Vai mesmo pra Seul? -pergunta com o olhar triste e eu sorrio sem jeito.

– Mas vai ser como se eu nunca tivesse saído de Busan, não é Ji? -indago voltando pra cima dele, fazendo-lhe cócegas.

– Minie!! hahaha.... Para! haha... Eu não sou você!! -fala entre risadas e continuamos a brincar até que nosso pai chegue.

 

Todos os nossos conhecidos, me perguntam o porquê de nos chamarmos de clone. Mas o motivo é claro como a água. Park Jisan é igualzinho a mim. Se somos gêmeos? Não. Mas a genética Park é tão perfeita que não poderia deixar que minha beleza ficasse só em mim, então Jisan nasceu. Claro que não somos completamente idênticos, pelo menos não na personalidade.

Jisan é bem mais tímido que eu, mais baixo e mais na sua. Já eu... sou tímido também, mas normalmente sou mais inquieto e arteiro.

 

Ji – como costumo chama-lo – costuma chamar isso de fogo no rabo.

 

Depois de jantarmos e brincarmos sobre como será viver em Seul, Ji e eu fomos arrumar as minhas malas, indo dormir quase de manhã. Não sei bem... mas prevejo que a nossa despedida vai ser dramática.

 

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Eu não quero mais ir, Omma. -choro em seu ombro desesperado, enquanto ela tenta me acalmar, junto ao meu pai e Jisan.

Você tem que ir, Minie. -sussurra com a voz tremula de tanto nervosismo.

 

 

Isso que dá ser tão apegado à família.

 

 

– Minie... -chama Ji entre soluços sôfregos, quando me aproximo dele o abraçando forte. A única coisa que ele faz desde que acordou, é chorar e chamar por mim.

– Filho... -meu pai chama, me separando de Ji, que vai chorar no ombro da minha mãe. – Vá antes que perca o voo.

E se eu não tiver lugar para morar? - indago desesperado, o abraçando forte.

– Jimin!! Você comprou um apartamento lá! -diz firme, me afastando dele, me empurrando para longe em seguida. – Seja forte!

 

Olho para ele surpreso e vejo que prende as lágrimas, enquanto me lança um sorriso confortante. Eu vou sentir tanta falta.

Me afasto deles, indo para o embarque, onde muitos me olham curiosos. Acho que é pelo fato de eu não parar de soluçar, além de meus olhos nem abrirem direito de tão inchados que estão.

Só que essa sofrência eu tenho que deixar de lado, pois uma vida nova me espera em Seul.

 

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– Hum... -murmuro assim que paro em frente à um enorme prédio.

 

É aqui o meu novo lar? Nem sabia que ele seria desse jeito. Por isso foi tão caro. Tenho que prestar mais atenção quando for comprar algo pela internet. Imagina se sou enganado? Acho que minha nova casa ia ser a lata de lixo da esquina.

É a minha primeira vez em Seul, então já dá para imaginar a minha cara de turista, assim que pisei fora do aeroporto. Parecia um louco, girando a cabeça para todos os lados para ver tudo ao meu redor. Fora que eu me perdi, então está aí mais um motivo pra me chamarem de turista.

Assim que entro no apartamento, minha boca vai ao chão com tanta modernidade. Infelizmente não é só esse o motivo.

 

– CADÊ OS MOVÉIS? -questiono ao nada, com os olhos saltados e o coração acelerado.

 

Olho o contrato em minha mão e procuro onde falava sobre os móveis.

 

 

 

Apartamento não mobilhado.

 

 

 

Tô fudido.

 

 

 

Ainda bem que minha mãe insistiu que eu trouxesse um colchão inflável, – por qual motivo, eu não sei – mas a partir de agora será bem util. Eu poderia ir até a empresa que me vendeu o apartamento, mas já é tarde e eu preciso ir ao meu novo colégio amanhã. Um colégio que eu nem faço ideia de onde fica.

Respiro fundo para manter a calma e pego uma caixa de tinta de cabelo, sorrindo ao partir em procura do banheiro. Uma nova vida, precisa de um novo Park Jimin.

 

Mesmo que este esteja derrotado pela vida no momento.

 

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Minha nossa! Quem é ele? -ouço um sussurro ao meu lado no ônibus.

 

Por onde eu passei hoje de manhã, escutei elogios e comentários surpresos de várias pessoas. Todos do tipo: "Quem é ele? Que cabelo diferente! Será que namora?"

É estranho e constrangedor ouvir tudo isso de estranhos. Eu me sinto estranho por causa disso. Como Seul é a capital e tem muitos famosos aqui, achei que seria bem comum as pessoas se depararem com garotos com cabelo colorido, garotas que são praticamente modelos, tudo tão maravilhoso e espetacular e blá, blá, blá. Qual a novidade em mim?

Já são quase sete horas e nada desse colégio aparecer e olha que saí de casa cinco da manhã. O jeito é perguntar a uma dessas meninas que não param de me olhar. Até parece que querem me sequestrar.

 

– Licença. -falo perto delas que me encara espantada. – Sabem onde fica o colégio Okigawa?

– Aaah... Sim! -uma delas responde envergonhada. – Somos alunas dele! Olha aqui! -disse me mostrando sua identificação.

– Sério? -falo surpreso e sorrio aliviado. – Eu irei estudar lá! Cheguei ontem à noite na cidade. Pode me ajudar?

 

Foi a pior decisão que fiz na minha vida! Aliás... A terceira pior! Acreditem... as pessoas são gentis e tals, só que essa menina e suas amigas não calam a boca! Eu só queria chegar lá com paz e tranquilidade, já que estou cansado da viagem, fora a noite difícil com o colchão inflável, que não durou cinco minutos comigo em cima dele, ou seja...  Eu e o chão ficamos muito próximos está noite.

Ao chegar no colégio, dei perdido no grupo de meninas que me ajudou, dizendo que ia ao banheiro. Má ideia também. Acabei indo parar em um corredor cheio de alunos, curiosos com a minha presença e aparência. Muitos murmuravam coisas desconexas, assim como me elogiavam à cada passo que eu dava. Fui à procura da diretoria e depois de achá-la, peguei meu materiais e horários, assim como o número do meu novo armário.

É bem complicado chegar em um novo colégio e ser o centro das atenções, mas sabe....

 

Eu até que gosto.

 

Só que lá no fundinho do coração, porque eu estou realmente nervoso. Por um milagre imenso eu ainda não caí na frente desse povo todo.

 

– Você parece perdido. -um garoto alto e moreno fala gentilmente, me obrigando a parar no meio do corredor.

– Hã? -falo confuso e ele pega alguns dos livros que eu carregava.

– Eu sou Kim Hyong e sei que você é novo aqui. -se apresenta sorridente e eu sorrio sem jeito.

– Eu sou Park Jimin. -me apresento e ele acena com a cabeça. -Como sabe que sou novo aqui?

– Hum...  É meio que óbvio. -dá de ombros e ri começando a andar. – E também... Eu conheço todos aqui. E eu nunca te vi.

– Aaah... -murmuro o acompanhando.

 

Depois disso continuamos a conversar, enquanto seguíamos para o meu armário, que está difícil de achar. Kim Hyong tem 19 anos e é veterano no colégio. Não imaginaria isso nunca, ele é bem jovem ao meu ver, fora que é alto, forte e gentil, características bem marcantes pra mim. Pelo que conversamos e agora sabemos, Hyo – como o apelidei – é agora meu colega de classe.

 

– Como você é novato aqui... -fala ficando sério de repente. – Tome cuidado com um garoto conhecido por anjinho.

– Anjinho? -indago franzindo as sobrancelhas.

– Sim. Não é nada demais. -fala suspirando entediado. – É só que esse garoto é um belo mentiroso. Ele costumava ser melhor antes. -noto tristeza em seus olhos, o que me deixa mais confuso.

– É um garoto? -questiono. Apelido estranho para um garoto.

– Sim. -ri sem jeito. – Ele é um pouco mais baixo que eu e bem clarinho. Seus olhos são tão escuros quanto o cabelo. Hum... Ele está no segundo ano agora.

– Ele parece bonito e inteligente. -comento admirado e ele ri ficando com as bochechas coradas.

– Ele é! Por isso o apelido de anjo. - ri me deixando sem jeito.

– Aaah... -viro o rosto estranhando sua animação. – Mas como eu vou saber quem é ele, se não sei seu nome?

– Ataaa... Seu nome é Jeon Jungkook. -fala calmo e arqueia as sobrancelhas. – Tenho certeza que ele irá atrás de você e vai se apresentar.

– Jeon Jungkook.... Ok! Vou tomar cuidado!  -falo firme e meu olhar fica confuso novamente. –Por que devo tomar cuidado?

– Você é engraçado. -ri entregando meus livros ao pararmos em meu armário. -Só toma cuidado, certo?  Ele pode te machucar e não é fisicamente.

 

Acabou que tive que me despedir dele, pois ele tinha que encontrar um amigo antes que o sinal tocasse. É estranho que ele pense assim de alguém, pois o garoto deveria ser seu amigo. Mas é melhor tomar cuidado, vai que o garoto é sangue frio mesmo.

Estava tranquilo enquanto arrumava minhas coisas, só que como antes, alunos curiosos chegaram e começaram a me perguntar diversas coisas, mesmo que eu estivesse tentando dar atenção ao meu material que eu arrumava no armário. Isso é tedioso. Seria muito bom em outro momento, mas tinha que ser justo hoje?

 

– Oppa!! -uma garota chama ao meu lado.

– Sim? -sorrio gentil para ela, tentando lhe dar atenção.

– De onde você veio Oppa? -outra garota perguntou.

 

Por um momento achei bom não falar. Para as garotas do meu colégio eu era um simples zé ninguém, então não era acostumado com tanta atenção, a não ser quando alguma confusão ou premiação tinha a ver comigo. Não sabia ao certo se essas meninas estavam mesmo interessadas em saber sobre mim.

 

– De Busan... bem no litoral. -murmurei sem jeito e mordi a lábio superior, escutando elas rirem.

– Não acredito!! Você tem uma casa perto da praia? -um garoto perguntou animado. – As praias de lá são muito bonitas!

– Você já foi também? -uma menina questionou animada, o que me deixou confuso.

 

Meu sonho era a cidade e o deles a praia? Isso era bem estranho.

 

– Oppa.... -uma menina chamou baixinho. – Por que seu cabelo é laranja?

– Hum... Isso? -murmuro apontando pra minha cabeça e todos em volta concordam. – Na verdade era pra ser vermelho, mas fiz algo errado e acabou ficando assim. -explico inflando as bochechas em desgosto e todos soltam diversos ooh’s ,me deixando surpreso.

 

Ri quando começaram a me chamar de fofo, me elogiando pela cor do cabelo e pela minha fofura. Nunca que eu ia imaginar que ia fazer sucesso no meu ultimo ano no colégio. Eu nem ganhava chocolate no dia dos namorados, imagina ganhar elogios de pessoas que eu não conhecia. Eu havia mudado muito também, então até fazia sentido as coisas mudarem, mas ao meu ver ainda é algo impossível de acontecer.

Estava indo tudo bem, mas sabe quando nos sentimos observados? Essa era a minha sensação no momento. Um garoto alto e com feições joviais me olhava intensamente do outro lado do corredor. Ele é alto e tem olhos escuros, assim como seu cabelo. Sua pele é bem clarinha e suas bochechas são rosadas, assim como tem lábios rosados. Porém...  Algo me intriga. Seu olhar irritado e inconformado são claramente notados.

Sinto algo estranho e resolvo me desprender das rodinhas de alunos, indo em sua direção, o que o deixa desnorteado e surpreso.

 

– Olá! -cumprimento com um sorriso enorme e faço uma reverencia, notando que ele permanece em silêncio.

– Oi... -cumprimenta receoso, mas ainda assim sorri, ficando com as bochechas em tom vermelho vivo. Por que sinto que não estou diferente?

– Eu sou Park Jimin, acabei de chegar no colégio, prazer em conhece-lo!-me apresento, mas ele parece desconfiado ao ver minha mão estendida em sua direção.

– Sou Jeon... -se apresenta nervoso e encara minha mão, que logo recua. Sou tão azarado que o garoto que eu deveria evitar, está logo na minha frente. – Jeon Jungkook.

 

 

Um silêncio estranho se instala entre nós. Eu travei. Não sei o que fazer. Estou com medo de magoá-lo, mesmo com o que Kim Hyong disse, sinto que ele é alguém gentil. Mas eu preciso cortar qualquer que seja sua intenção aqui mesmo, neste instante! Vai que acabo sendo sua próxima vítima no colégio! Já sofri demais na vida, preciso de pelo menos um ano de paz.

 

– Saiba que não vou cair na sua lábia anjinho! -falo alto, apontando meu dedo para seu rosto. – Sei bem o que você quer, então não se meta comigo ou eu vou desmascará-lo na frente da escola toda!!

 

 

Ridículo!!

Odeio ser rude sem motivo com as pessoas. Ainda mais quando sou rude, sem nem conhecer saber o que a pessoa quer de mim. Eu praticamente só sei o nome dele e já cheguei empinando o nariz. Ele não parece ser alguém tão frio como Hyo disse e vendo ele agora, parece só um dongsae inocente e indefeso.

 

 

– Ótimo! Se sabe quem sou e o que faço, não tente entrar no meu caminho, Park Jimin! -seus olhos queimam e suas palavras saem firmes e frias, nem parece o garoto envergonhado de segundos atrás. Ele me encara uma última vez e passa por mim, esbarrando em meu ombro.

 

Inocente o caralho!!

 

Fico estático no lugar, tentando raciocinar o que acabou de acontecer. Mesmo sendo rude, seu rosto de bebê permaneceu intacto. Como alguém é fofo e parece o cão ao mesmo tempo? 


Notas Finais


Aaah minha gente amada, comecei outra fanfic falando nisso ^^

Será curtinha e tals, mas vou me esforçar para impressionar

Aqui o link: http://socialspir.it/10545621


Obrigada pela atenção e mal os erros ( sempre me escapam ) até <3


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