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História Não Há Limites - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi, oi!

Olha eu aqui novamente com mais uma one de Bakutodo, espero que gostem, me desculpem pelos erros ortográficos, e boa leitura! :)

Capítulo 1 - One-shot: Garagem.


Era domingo e Shouto apertada a cintura do namorado com firmeza querendo ter o mínimo de segurança possível estando em cima daquele moto até eles estiverem definitivamente parados.

Custava Katsuki diminuir um pouco a velocidade da moto? Óbvio que não, porém, ele estava namorando um cara que gostava de si exibir, ainda mais este tendo uma moto recém-comprada.

Nessas horas que ele preferia ir de carro ou ônibus, era possível vê a cidade, as árvores, os carros e as pessoas pela janela com tranquilidade, mas numa moto não, tudo era um borrão, o vento batia forte no rosto, era uma confusão.

Entretanto, Katsuki tinha comprado aquela Yamaha factor com muito esforço e vivia com ela para cima e para baixo, Shouto ficava sempre agoniado quando ele saia, para uma pessoa acostumada com esses tipos de veículos aquela velocidade que o loiro andava era até normal, mas para o meio ruivo aquilo perigoso e arriscado demais.

Quando chegaram em frente a casa da mãe do meio albino, onde ele cresceu e viveu até os dezoito anos, Shouto tirou o capacete com rapidez, descendo da moto um pouco atrapalhado, sentido uma espécie de leveza nas pernas enquanto andava até a porta da residência.

Sendo domingo, Rei, mãe de Shouto, gostava de passar o dia com a família toda reunida.

Ela e Enji, seu marido há mais de vinte anos, começaram a viver sozinhos na enorme casa desde que o filho caçula, sendo este Shouto, saiu de casa para morar sozinho, assim como os outros três filhos, porém, ela começou a morar sozinha e divorciou-se de Enji, aquele era um casamento arranjado pelas ambas suas famílias, com os filhos crescidos decidiram cada um viver a sua vida, mas se reuniam como uma verdadeira família aos domingos — eles sempre tiveram uma boa relação.

Com isso, ela sentia muitas saudades e invocava esses dias com família por pelo menos uma vez no mês, e isso inclua seus netos, genros e sua nora.

Não era o primeiro dia em família na casa dos Todoroki que Katsuki ia, desde o começo que começaram a namorar o loiro vinha, eles se conheceram na faculdade, bem no começo mesmo, então ele realmente já tinha ido muitas vezes ali.

Dando um pequeno empurrão na porta Shouto teve a certeza que ela estava aberta e com o de olhos rubis ao seu alcance entrou, chamando o nome da mãe, sendo de prontidão respondido pela a mais velha.

Já dentro fora atingido com diversas vozes pela casa, abaixou-se quando Kotaro veio na sua direção, o pegando nos braços, rindo da animação do menino de cinco anos.

— Oi, está tudo bem com você, Kotaro? — perguntou, passando os dedos de forma leve sobre os cabelos escuros da criança. — Onde está o seu pai Dabi?

— Oi, titio Shouto, estou bem, ganhei uma estrelinha da professora por tirar a maior nota em matemática! — o menino contava os últimos acontecimentos. — Fiz um novo amigo, o nome dele é Saito, Aimi ficou um pouco chateada, mas ela também ficou amiga dele, e o papai Dabi me ajudou a colocar meu dentinho que caiu debaixo do travesseiro e ganhei uma moeda da fada do dente!

— Então por que você não tirou mais dentes da boca do teu papai Dabi ‘pra conseguir mais moedas da fada do dente?

Katsuki que estava logo atrás de Shouto pronunciou-se mais rápido em responder à pergunta no lugar do meio ruivo, passando um dos seus dedos descendo e subindo carinhosamente de forma calma no nariz pequeno do menino que ria de forma alta, maneando com a cabeça para todos os lados.

— Katsuki! — Shouto repreendeu o namorado, rindo breve e baixinho depois. — Não faça isso, Kotaro, espere outro dente seu cair, não tente nada contra os dentes do seu papai Dabi.

! — o menino respondeu, batendo as mãos pequenas uma na outra, e em seguida desceu do colo de Shoto. — Vem! A vovó está fazendo gelatina de várias cores! — Kotaro pegou na mão do meio ruivo com muita animação.

Kotaro era filho adotivo de Dabi e Tomura.

Um garoto que conquistava qualquer pessoa e era o xodó de todos — até mesmo do Bakugou que aparentava não saber lidar muito bem com crianças.

Somente faltavam os dois para toda a família está reunida ali naquele dia.

Fuyumi ajudava a mãe na cozinha, enquanto ocasionalmente lançava um olhar sério para o namorado, Keigo, que tagarelava do seu lado sobre alguma coisa.

Ao lado deles também estava Inko Midoriya, a madrasta de Shouto, sua mãe havia se casado novamente, porém, dessa vez com uma mulher, sendo esta a mãe de Izuku, seu melhor amigo.

Shouto não desaprovava, muito pelo contrário, ele realmente gostava muito da mãe de seu amigo, e a felicidade de sua mãe era importante que qualquer coisa.

As duas tinham uma sincronia incrível.

Izuku também estava ali, com, Natsu, Dabi e Tomura, esposo deste, eles tinham uma conversa entretida.

Sentados numa mesa, Enji ajudava também na cozinha, mexendo alguma coisa numa panela com Kotaro observando cada ação do avô, com um olhar brilhante — a única que faltara ali era Yumi, namorada de Natsu, mas esta fora vê a mãe naquele domingo.

Assim que os olhares escarlates focaram nos olhos azuis de Enji, de imediato os dois fizeram uma careta um para o outro. Não era novidade para ninguém que os dois não iam com a cara um do outro, e bem, nenhum deles de fato ligava para isso.

Os presentes no ambiente logo perceberem aquelas encaradas nada discretas e apenas deram de ombros até achando engraçado.

Um tempo depois, Katsuki avisou que iria fumar na garagem — claro que ele atraiu um olhar nada amigável do Todoroki mais velho por simplesmente dizer a palavra “fumar", porém, ele nem ligou —, e logo depois de alguns minutos ele mandou uma mensagem para o namorado, pedindo para que este vim até o seu encontro.

Shoto apenas avisou que iria ver Katsuki e logo voltaria.

Ele seguiu até a garagem da enorme casa fechada e um pouco escura, onde estava a moto do namorado e ele próprio.

Havia outra moto no local sendo esta de Dabi, junto de dois carros que tampavam um pouco o lugar onde o loiro se encontrava.

Shouto logo avistou o namorado. Katsuki estava escorado na própria moto, fumando um cigarro com uma calma invejável.

— O quê aconteceu ‘pra você sair? — perguntou, chegando perto do outro.

— Deu vontade de fumar.

— Oh. — respondeu. — Pensei que era desculpa, sabe... Meu pai metralhando com os olhos... — disse, meio sem jeito.

— Eu já me acostumei, até gosto, é legal irritar aquele velho. — Katsuki riu presunçoso. — Fumar é um motivo, mas tem outro.

— Que outro motivo?

— Deu uma vontade de foder.

— Assim do nada? — Shoto franziu o cenho, com um pouco de divertimento presente no seu rosto. — Por isso me chamou?

— É.

Disse de maneira mais simples, e direta.

— Estamos na casa da minha mãe, Katsuki. — lembrou o outro. — ficando maluco?

— Só se for maluco por você e pela sua bunda.

Shoto olhou para todos os lados do local, menos para o Bakugou, ele acreditava que nunca se acostumaria com esse jeito tão safado e direto dele, mas de qualquer forma aquilo lhe excitava ao extremo.

Katsuki era um cara que ia direto ao ponto, sem rodeios.

— Não tem como fazer isso aqui.

Shouto não entendeu quando Katsuki riu, ele carregava um olhar intenso.

Ele fora puxado por um dos braços do loiro, este que colou os corpos, deixando o meio albino entre ele e a moto, logo as mãos com anéis na maioria dos dedos deslizou para dentro do moletom branco, agarrando a cintura com firmeza, fazendo a pele se eriçar com o contato gélido dos anéis prateados.

O Todoroki encolheu-se um pouco quando os lábios do namorado traçaram caminho numa abertura do seu moletom branco que dava acesso a um de seus ombros e pescoço.

Ele de prontidão segurou com firmeza o pano da camisa do namorado. Soltando ofegos, suspiros com aqueles lábios fazendo o que queriam na sua pele pálida.

Seu rosto estava virado para o lado contra um dos ombros do namorado, seus olhos estavam focados na mão direita sobre o guidão que segurava o cigarro que saía uma fumaça cinza e fina, sentindo cada vez mais a sua mente começou a ficar uma desordem.

Katsuki tirou os lábios de onde estavam, sua destra livre segurava o queixo e o polegar deslizava de forma calma no lábio inferior do Todoroki.

Seus olhos carmesins carregavam uma promiscuidade de desejos nada puros.

— Em cima da moto, meio-a-meio.

Shouto arregalou levemente os olhos heterocromáticos, sentido a boca secar.

Um misto de sensações surgirem no seu corpo sendo alvo daqueles olhos escarlates.

Ele sabia que o namorado gostava de transar em lugares nada adequados para isso — nem sabia como ainda ficava surpreso.

Mas em cima de uma moto? Ainda mais com a família toda reunida dentro da casa?

— É arriscado... — avisou, mordendo o lábio inferior com uma certa pressão.

— Mas é excitante 'pra caralho. — Katsuki aproximou-se mais um pouco e raspou os lábios em uma das bochechas rosadas.

Shouto estava sedento por toques ousados naquele momento. Só talvez, ele também gostasse de fazer coisas em lugares nada apropriados para tal ato, porém, o receio de serem pegos ali ainda existia.

De todas às vezes que fizeram, nenhuma dessas vezes foram pegos.

O universo não iria fazer isso acontecer justo agora, não é mesmo? Pedia que não.

— Não precisamos tirar as roupas. — Katsuki riu presunçoso, dando um aperto pesado na cintura bonita do namorado.

— Tudo bem... — disse, gaguejando um pouco ao dizer, sentido cada sensação nada pura invadir cada parte do seu corpo. — Mas seja rápido... — um suspiro saiu pelos seus lábios.

O Bakugou apenas abriu um sorriso de lado. Juntou os lábios, iniciando um beijo.

As línguas se entrelaçavam com urgência, o ósculo era molhado com direito à puxadas nos lábios e mordidas leves no queixo.

Logo o corpo de Shoto fora virado, as mãos grandes deslizaram da cintura até os quadris, abaixando a bermuda, expondo a pele macia e pálida que Katsuki adoraria morder para marcar toda parte com tons rúbidos e arroxeados, porém, eles tinham que ser rápidos.

Fez o namorado se curvar um pouco sobre a moto, este que apoiou ambas as mãos no acento preto, suas mãos suavam e estavam um pouco trêmulas, seu corpo queimava em desejo, refém de várias sensações nada singelas no momento.

Katsuki levantou o quadril alheio, mordendo os próprios lábios tendo uma bela vista da bunda do namorado. Sem demorar, pegou uma camisinha da sua carteira, colocando-a de volta ao bolso largo da calça preta, logo deslizou o zip da sua calça para baixo, deixando que seu membro rígido saísse dos apertos de suas vestimentas.

Rapidamente fez uma leve masturbação no falo, inserindo o preservativo em seguida.

Inclinou-se um pouco sobre o namorado.

Depositou um selar demorado em uma das bochechas rubras, Shouto de imediato virou o rosto um pouco para trás, soltando sua respiração entrecortada e ofegante perto do rosto do Bakugou, este que aproveitou e selou o canto da boca com carinho, e assim que fez isso em simultâneo entrou de uma vez no namorado de fios bicolores.

Shoto gostava a forma que o seu cara era nos primeiros segundos carinho, e de forma repentina tornara bravio.

Desgrudou-se do meio albino.

Segurou com uma destra a sua cintura e a outra no quadril, deixando-o mais exposto para si, o mais empinado o possível.

Seus lábios curvavam num sorriso descarado vendo seu pau entrar e sair repentinas vezes das paredes extremamente apertadas e ao escutar os esforços do seu garoto em segurar os gemidos. Ele sentia que Shoto o enlouqueceria, todo o seu ser implorava por ele, por cada pedacinho dele, como se ele próprio fosse alguma droga viciosa, o sexo com ele era inexplicável, tudo relacionando a ele era.

Não diferia do quê Shoto sentia, seu corpo necessitava ao extremo daquele atrás de si que metia de forma nada delicada e exorbitante.

Shouto ofegava, seus olhos estavam entre abertos, banhados pelo prazer, sua mente nublada com os pensamentos fora de ordem, seus dedos seguravam com firmeza no acento da moto, seu corpo tremia repleto de tamanha alacridade.

— Você é muito gostoso, meio-a-meio. — a voz de Katsuki saiu arrastada, carregada de prazer. — Está dentro de você é do caralho.

Sabendo que poderiam ser pegos, era uma sensação que aumentava ainda o tesão de ambos. Que desastre seria serem pegos ali, em flagrante, daquela forma.

Cada vez que o Bakugou metia, o corpo abaixo de si, estremecia, os olhos carmesins vez ou outra focavam na porta da enorme garagem, e Shoto olhava para essa mesma direção desde o começo — ele não tinha outros lugares para olhar.

— Que sujo, bebê... — Katsuki riu breve e ardiloso. — Fodendo com seu namorado bem numa reunião de família. — o loiro fazia um barulho com a língua no céu da boca.

— Katsuki... — gaguejou um pouco ao dizer o nome alheio, ofegando com o rosto avermelhado. — Para de ficar fazendo... — um arfar saiu pela sua garganta. — Jogo sujo desse jeito.

Era um pouco torturante confiar na sorte daquela forma, entretanto, o tesão somente aumentava e a vontade de fazer também.

Katsuki jogava a cabeça para trás toda vez que as paredes internas apertavam de forma prazerosa o seu pau, e Shouto mal conseguia deixar os olhos abertos, sua boca estava aberta e cada vez mais que sua bunda batia contra a pele quente do outro, um gemido saia, assim como também quando o falo rígido pulsava dentro de si.

Aquela sensação de medo de ser pego era constante, e bem deleitosa.

Eles quase chegaram lá em simultâneo.

Shouto permitiu-se deitar quase totalmente a parte da barriga e quadril no acento da moto do namorado enquanto se recuperava do recente orgasmo intenso que tivera.

Sua respiração estava desregulada, ele ouvia uma movimentação do loiro atrás de si, um barulho de zip, e outros sons que não soube identificar.

Seu corpo ainda dava algumas contrações que radiavam no baixo ventre e rosto. Suas vestimentas voltarem para onde estavam antes, levantou um pouco do tronco, lábios se firmaram em uma das suas bochechas coradas. A sua sonolenta juntava-se com a embriaguez do aroma amadeirado do loiro.

Ele virou o corpo, ainda encostado na moto agarrou a gola da camisa preta, fazendo-o se inclinar sobre si, as mãos deslizaram até os ombros, apertando o pano preto entre os dedos com firmeza, aproximando as bocas e iniciando um beijo lento, os lábios de ambos vez ou outra curvavam-se num sorriso cheio de afeto.

Quando se separam, o Todoroki relaxou os ombros, se permitindo respirar fundo, quase riu de forma aliviada e nervosa por ninguém ter vindo procura-los — daria para escutar os passos caso alguém chegasse ali —, dando-se conta da loucura que acabaram de fazer.

Sua atenção fora para o rosto do namorado, os lábios deste curvaram-se em um sorriso num tanto muito safado na opinião dele.

— Da próxima vez... — uma das mãos do Bakugou fora para deixando do moletom branco, num aperto firme. — Quem sabe num provador de roupa... — a outra destra agarrou a bunda do meio albino de forma nada delicada. — Ou até quem sabe naquela enorme janela do nosso apartamento.

Shoto olhou para outro de forma alargada, não há limites para o seu namorado, e aquilo era no mínimo insano.


Notas Finais


Bem, é isso! Para os que chegaram até aqui, espero que tenham gostado da one, peço desculpas por qualquer erro que tenha aparecido!

Estou com umas ideias de one's de Bakutodo, mas no momento estou tentando terminar a uma one de Sasunaru que estou fazendo, inclusive, talvez nessa segunda ela saía!

Música que me fez entrar no clima para escrever o lemon (mesmo que ela não tendo nada haver com a one):
https://youtu.be/4PGFjRFCHo0

Fiquem à vontade para comentar e favoritar, deixaram uma pessoinha (eu) bem boiola e feliz, mas por favor, comentários construtivos!

História no Wattpad: https://www.wattpad.com/story/259573042

Fiquem bem, se cuidem, beijos! ♡


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