História Não Há necessidade. - Jilix. - Capítulo 3


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Categorias Stray Kids
Personagens Han Ji-sung, Lee Felix
Tags Jilix Jisung X Felix
Visualizações 144
Palavras 2.115
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quanto tempo minha gente! Desculpa a demora de postar, mas eu fiquei com um bloqueio enorme pro lemon. Espero que gostem sz

Não consegui revisar, provavelmente farei amanhã de tarde, então ignorem qualquer erro sz

Capítulo 3 - Segunda noite. - Domingo. (Fim)


Felix amanheceu de bom humor, tateou o colchão e o encontrou vazio.

Soltou um riso de sarcasmo e se espreguiçou, abrindo um olho de cada vez, vendo os raios solares entrarem pela pequena abertura das cortinas azuis.

Ficou mais algum tempo apenas deitado na cama pensando em todos os detalhes que aconteceu na noite de sábado.

Levantou-se e fez uma cara desgostosa quando sentiu coisas descendo entre suas pernas e misturando com porra já seca.

Revirando os olhos seguiu até o banheiro, já estava pelado mesmo, era meio caminho andado.

Entrou debaixo da água quente, relaxando todos os músculos tensos do corpo. Se levantou calmamente, se certificando de ficar limpo e cheirando a sabonete de ameixa.

Voltou para o quarto, vestido uma calça jeans clara apertadinha, dobrou a barra e vestiu uma camisa preta. Arrumou os cabelos com os dedos e observou a pele perfeita, sorrindo para seu próprio reflexo no espelho.

Pegou o celular e desceu as escadas, checando as mensagens de bom dia de sua mãe e olhando suas notificações das redes sociais.

Encontrou Jisung no sofá, largado com roupas folgadas e um pote de sorvete de chocolate que não foi Felix que havia comprado e este tinha absoluta certeza que não havia outro pote.

Levou a mão até o pescoço, sentindo apenas o cordão pendurado. Sem nenhuma chave, vale ressaltar.

Revirou os olhos e se jogou ao lado do primo, que levou um susto, entretanto não emitiu nenhum ruído.

Tomou-lhe das mãos a colher prateada e roubou seu sorvete, enfiando uma grande quantia na boca e chupando até que nem um pouquinho ficasse no ferro.

— Ya, o que você está fazendo? — Jisung com cara de cu, perguntou, pegando sua colher de volta.

— Tomando sorvete. — Lee respondeu óbvio.

— Que pegue sua própria colher então! — rebateu.

Aquilo era uma grade avanço. Do "não fale comigo que eu não falo com você" agora estavam no "eu falo contigo, devido com você, mas use sua própria colher."

O australiano decidiu ceder daquela vez, levantou e foi até a cozinha, pegando uma colher para si e voltou para o sofá, encontrando o primo entediado no sofá, lambendo estranhamente sexy uma gotinha de chocolate.

 

                          [...]

 

Sete horas da noite.

Foi nesse horário que Lee voltou do supermercado e encontrou a casa silenciosa e escura.

Quase de revoltou, achando que Jisung havia fugido depois de pedir para lhe fazer uma comida gostosa pois estava morrendo de fome, contudo, se acalmou quando viu o garoto deitado em sua própria cama dormindo e com um celular aberto em um anime qualquer rodando.

Decidiu que faria a comida do mesmo jeito e marchou até a cozinha.

Usou dos melhores ingredientes, seguiu a receita a risca, limpou tudo e enfeitou o prato que havia cozinho da maneira mais bonita que pôde.

Quando a mesa estava posta, subiu as escadas e abriu a porta do quarto do primo, vendo o rapaz na mesma posição de quando chegou.

Sentou-se na beirada da cama e tocou os cabelos um tanto ressecados pela descoloração que havia feito. Passou as mãos pelas bochechas gordinhas do Han e começou a chamar o nome dele baixinho.

O garoto, por outro lado, acordou num pulo. A respiração acelerada e os olhinhos redondinhos completamente arregalados, sua expressão suavizou quando viu que era Felix ali.

— Que susto! — disse sôfrego, colocando a mão sobre o peito, na parte onde estava o coração acelerado.

— Nossa, sou tão feio assim?! — Lee brincou.

— Não é isso! — travou constrangido. — Você é bem bonito, na verdade, bonito pra caralho! Filho de Afrodite! Mas sua voz, não sou acostumado! — soltou um riso envergonhado. — Por um momento achei que fui sequestrado! — contou, recebendo em troca a risada escandalosa do primo. Gargalhadas que contagiava qualquer um.

— Tá bom. Eu entendi! — Felix parou de rir, tentando recuperar o ar perdido. — Vamos comer. — Chamou, puxando a garoto pelo pulso, que se levantou preguiçosamente.

Comeram conversando sobre coisas aleatórias, nem viram o tempo passar.

O celular de Jisung começou a tocar sem parar, tomando a atenção dos garotos.

Han atendeu com uma expressão de receio, culpa e curiosidade.

— Oi Minho. — Atendeu, se jogando no sofá. — Por que eu não fui ontem? Aconteceu um imprevisto. — Justificou sem detalhes. — A festa de hoje? — perguntou meio entre dentes, brigando consigo mesmo internamente. Sentiu coxas passando ao lado de seu quadril e levantou o rosto, encontrando o primo sentado em seu colo. — Eu acho...— continuou vendo Felix negar a cabeça. — Que não vou poder ir hoje de novo. — Concluiu, afastando o celular do ouvido quando sentiu Felix dar uma única quicada em seu colo. — Tá bom, depois te ligo, tchau. — Desligou a chamada, jogando o celular para longe e agarrando a cinturinha acentuada do Lee.

— Que bom que preferiu a mim, Sung. — Sussurrou no ouvido do mais velho, sentindo seus pelinhos ralinhos se arrepiarem. — Porque eu preparei algo para nós brincarmos hoje. — Deu beijinhos no pescoço.

— É? — apertou os dedos por cima da camisa do primo. — Que tipo de brincadeiras?

— Uma que você vai gostar bastante. — Assegurou, puxando o mais alto pelo pulso, subindo para o andar de cima, da mesma maneira que o fez descer para comer. — Tire as roupas e deite na sua cama. — Mandou e Han concordou.

Felix foi até o quarto onde estava, buscando entre suas coxas o vibrador cor de rosa que havia comprado, lubrificante e dois paninhos rosinhas, junto a suas bolinhas tailandesas recém compradas.

Seguiu para o quarto do primo, o vendo deitado já nu e o aguardando.

O ruivo entrou, trancando a porta e subindo na cama de quatro, sentando sobre a barriga trincada do primo.

Os brinquedos ficaram na ponta da cama, e o Han não havia reparado, pois estava interessado mais no outro em cima de si.

— Da suas mãos. — pediu. Jisung sorriu. Ele amava alternar de dominador e submisso com algum parceiro.

Felix amarrou primeiro a mão direita, com o pano na cabeceira da cama, tudo para não machucar o garoto. A sua mão foi amarrada e foi aí, que seu sorriso mais assustador e malicioso nasceu.

— Está na hora de brincar, priminho! — Falou com voz rouca, olhar já cheio de luxúria.

Tirou sua camisa e sua calça jeans, ficando só com sua cueca branca. Ficou em pé sobre o colchão, e deixou que o tecido claro deslizasse por suas pernas torneadas. Virou-se de costas, agachando lentamente e se pondo de quatro, dando a visão do dildo rosinha enfiado dentro de si.

Jisung rosnou, aquela cena era muito linda de ser ver, principalmente daquele ângulo.

Lee não ficou muito tempo naquela posição, logo sentando-se sobre a cama e mostrando o lubrificante.

— Hoje sou eu quem vai tocar você, Hannie. — Avisou, despejando o conteúdo sobre as mãos e afastado a perna do primo, que em momento algum se negou.

Felix lembrava muito bem do telefonema que ouviu, Han Jisung curtia ser passivo também.

— Vira pra mim. — Mandou. As amarrações que havia feito agora cruzavam os braços bronzeados do mais velho. Tudo fora muito bem preparado e pensado. — Agora ergue seu quadril, deixa sua cabeça no travesseiro. — Ordenou, contente, ao perceber que tudo que mandasse, Jisung faria. — Agora empina bem gostoso pra mim, Sung. — pediu manhoso para o primo, que começou a empinar o cuzinho marronzinho em sua direção.

Por que tão lindo?

Passou os dedos melecados sobre a entradinha que já começava a piscar. Esfregou com o polegar, hora fazendo pressão, outra apenas massageando em volta.

Enfiou um dedo. Fez movimentos dentro do cu quentinho do primo. Saiu e entrou várias vezes, até penetrar o segundo dígito.

Jisung era apertadinho e aquilo era delicioso demais.

Depois de maltratar o ânus do mais velho, começou a fazer movimentos de tesoura, alargando tudo que conseguia. Saiu de dentro do Han, que só soltava suspiros em todo mundo.

— Agora fica mais interessante. — Avisou, pegando as bolinhas tailandesas e colocando sobre o anel.

Forçou a pontinha para dentro, fazendo a primeira bolinha, a mais pequena, entrar.

Jisung mexeu o quadril, quando a segunda bolinha, um pouco maior, foi colocada.

A terceira e quarta não tardaram a vir, Jisung já começava a gemer e repuxar o quadril. Queria mais, muito mais.

— Tem mais uma, você quer Sung? — questionou, recebendo a bunda do mais velho voltando para sua a mão como resposta. — Tudo bem. — Sorriu, e fez a maior bolinha entrar.

Com as mãos livres, começou a apertar a carne da bundinha do Han, brincando com a mesma e vendo ela se mexer quando estapeava.

— Acho que já está bom. — Concluiu, colocando o dedo por dentro da argola e puxando rápido o brinquedo, que saiu de dentro do primo como a água sai da torneira. — Eu vou te soltar. — Avisou, desamarrando as mãos do Han. — Você vai me mamar enquanto eu brinco com seu cuzinho, entendido?

— Tá. — Foi o que saiu da boca deliciosa de Jisung.

Felix se deitou, lugar onde estava Jisung, este que passou as pernas em volta do peito do ruivo e deitou para frente, encarando o pau duro do primo diante dos seus olhos.

Felix segurava o vibrador em uma das mãos, aproveito que Han já estava bem preparado e ligou o brinquedo, empurrando fundo e forte dentro do cu do outro. O mais velho gemeu, e ao mesmo tempo caiu de boca no pau do primo.

Jisung chupava, passava a língua e ainda brincava com as bolinhas pequeninas do australiano. O ruivo, usava o 2F. Forte & Fundo.

O calor do corpo era como um incêndio em um prédio de 5 andares. O prazer que sentiam se comparava com o vasto oceano.

O vibrador na mão direita continuava a maltratar o pontinho piscante do Han e massageava seu pênis com a outra, enquanto este citado, chupava o pauzinho do primo e girava o plug rosa ainda dentro do Lee.

A onda de prazer foi enorme quando atingiram seus orgasmos, sujando um ao outro de porra. Cansados, apenas se viraram, trocando alguns beijos molhados e adormeceram.

 

 

                            [...]

 

— Eles estão dormindo? — a voz masculina falou baixo.

— É claro que estão, são cinco horas da manhã! — a dona da voz feminina disse óbvia. — O estranho é estarem dividindo a cama! — constatou.

— Descobrimos depois. — O Han mais velho. — Vamos deitar, sinto saudade da minha cama. — Afirmou e saiu do quarto seguido pela esposa, que tomou cuidado ao fechar a porta.

Felix se remexeu, virou de lado e abraçou o primo que ainda dormia serenamente.

 

                          [...]

 

Após os dois acordarem assustados com batidas na porta, usaram desculpas qualquer e foram tomar seus banhos. Os brinquedos de Felix felizmente estavam no chão do lado da cama que ficava oposto da porta, impedindo a visão dos adultos.

Limpou os objetos e os guardou em seus lugares, escondendo novamente.

Quando desceu na hora do almoço, o cheiro gosto de comida invadiu suas narinas, fazendo seu estômago roncar.

— Agora me conte tudo. — A mulher pediu, com uma colher de pau na mão. — O que vocês fizeram?

— Apenas nos entendemos, Tia. — Murmurou, puxando uma cadeira e sentando nela, encarando a Han com cara de tédio. — Também assistimos filmes e eu dormi no meio dele.— mentiu, esfregando os cabelos bagunçados.

— Fico feliz pela amizade de vocês. Mas quero saber de outra coisa. — Ergueu a sobrancelha repetidas vezes, fazendo Felix abrir um sorriso torto nos lábios.

— Ele ficou sábado e domingo inteiros aqui comigo. — Mandou uma piscadela. — Quero o meu dinheiro, titia! — esticou a mão.

— Prove primeiro, querido! — brincou, ouvindo a campainha tocar.

A Han desligou o fogão, e foi em direção a porta, que era aberta pelo sobrinho.

— Quem é você? — Lee questionou, observando o indivíduo.

— Sou o Minho, e você? — devolveu a pergunta. — Não importa agora, o Jisung está? — indagou, tentando olhar para dentro da casa pelo espaço sobrando da porta, que foi interrompido pela figura da mãe do amigo.

— Ele está-

— Tô aqui! — a voz do Han se fez presente, espremendo o corpo entre a mãe e o primo, parando na frente do Minho. — Por que está aqui?

— Você não apareceu sábado, nem domingo! Também não respondeu minhas mensagens, por que fez isso? Aconteceu algo? — perguntou. — O que estava fazendo?

— É Hannie, conta pra ele o que estava fazendo. — Felix provocou, recebendo um olhar de ódio vindo do primo.

— Eu estava com meu primo. Não há necessidade de sair todo Dia. Eu estava cansado e aproveitei pra repor meu sono. — Mentiu.

 

                          [...]

 

— Acho que alguém ganhou uma aposta. — Cantarolou para a Han.

— Toma aqui. — A mesma entregou o dinheiro na mão do sobrinho. — Fiquei impressionada por ter conseguido manter aquele garoto dentro de casa. — Admitiu. — O que você fez?

— Um mágico nunca revela seus segredos! — deu uma risada junto a outra piscadela, se afastando de ré da mulher.

— Mas você não é um mágico!

 


Notas Finais


O final ficou em aberto, caso queiram eu talvez faça o desfecho final KSKSKSKSK


Obrigada por todo o carinho que deram para a fic, de verdade, foi muito importante para mim!!! Espero que possamos nos encontrar nas outras tbm!

Feliz aniversário @Cosmoqueen


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