História Não há por quê lutar em vão - Capítulo 1


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Aegon Targaryen, Ashara Dayne, Cersei Lannister, Daenerys Targaryen, Elia Martell, Jaime Lannister, Personagens Originais, Rhaegar Targaryen, Robert Baratheon, Tywin Lannister, Viserys Targaryen
Tags Elia Martell, Jamie Lannister
Visualizações 43
Palavras 2.911
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então não foi fácil e eu viajei legal.
Presente pras amigas lá vai mais uma.

Capítulo 1 - Casados


O loiro fervia diante do sorriso singelo e da calma da moça, poucas horas depois de estarem oficialmente casados. Não era do seu desejo desposar a moça, seu lugar, seu sonho era a guarda real, mas agora tudo estava sob escombros de si mesmo sepultados pelo próprio pai. Tywin Lannister e sua ambição pela coroa Targaryen tinha usado sua vontade de entrar para a guarda para retirar do caminho a única ameaça ao caminho de Cersei virar princesa. Elia Martell, a bela donense ali sentada como se todos não estivessem a comentar de uma aventura que os dois nem tinha tido.

A raiva aumentara consideravelmente quando com um sorriso nos lábios ela tinha lhe dito. " Pare Jamie não há por quê lutar em vão. " E ali estavam casados. Ela agia assim por que os sonhos de uma mulher se resumiam a filhos saudáveis, pensou consigo mesmo. Então se deu conta que a moça era apenas resignada a condição deplorável de uma mulher no Westeros. Mas mesmo se dando conta deste fato a raiva continuava com ele.

— Não quis nem lutar pelo seu príncipe? — Provocou.

— Nunca foi meu. Por que se tivesse sido estaria aqui independente de uma fofoca jocosa.

— Por que não explicou que tudo não passava de uma mentira. Tenho certeza que havia guardas fiéis que a escoltavam naqueles seu passeio. Ou mesmo a protegiam em seus aposentos…

— Os Lannister sempre pagam suas dívidas. — Desdenhou da traição dos que tinha sido encubidos de sua proteção.

— Só pode estar brincando?

— Sei pai nos armou uma armadilha a prova de falhas. Só não daria certo se importasse ao príncipe que eu fosse a escolhida o que não era esse o fato. Tenho quase certeza que muitas outras pessoas participaram disso.

— Ele nunca aceitou que eu desejasse ser da guarda real. Ele queria que seu primogênito lhe desse herdeiros. Sinto por tudo isso.

— Pelo fato de estarem me chamando de "a puta Martell", enquanto você desfruta da fama de ter roubada a bela Dornense do príncipe, que para vingar-se desposará sua gêmea? — Ela ironizou com um meio sorriso cativante.

— Eu não. Então é essa a fúria que guarda sob esse seu sorriso? — Pela primeira vez achou a moça interessante.

— Do que me valeria chorar? Eu não sou do seu lado mais do que seria do dele. Eu sou apenas uma peça pequenina na engrenagem da busca pelo poder. Eu sou menos que nada. — Respondeu com velada indiferença.

— Eu nunca vi a situação mais bem pintada em toda vida. — Arrumou a cabeleira loira tantas vezes comparada ao leão de sua casa.— O que sugere que façamos agora?

— Não teremos como apelar para anulação de não consumação. A mão do rei, seu pai, não nos dará essa brecha, por isso a fofoca coroada de me ter dopada e peças sua em meu quarto. Então acho que devíamos aceitar o inevitável. Consumar logo o golpe que sofremos, entregar a merda do lençol com a prova de que o primeiro filho que eu venha ter é mesmo seu……. o que é a única forma de invalidar a mentira, mas sem que possamos anular o casamento. — Respirou zangada. — Para que este merda saia da nossa porta e eu possa pelo menos me despedir de minha família.

— Que assim seja então. — Caminhou em direção a Elia ergueu-a do chão e depositou sobre a grande mesa do escritório contíguo ao quarto. Ela deu um pequeno grito, mas não protestou. — Quero namora-la um pouco, antes.…

Elia assentira envergonhada de não saber sequer beijar, quanto mais qualquer coisa sobre a mecânica do ato que viria depois. Dorne aos olhos do mundo era "cheia das liberdades," mas donzelas ainda eram criadas rigidamente e na total ignorância.

Jamie estava ali entre as suas pernas, olhando tão de perto como nenhum homem olhara, fechou os olhos lentamente enquanto os lábios dele se aproximavam dos seus, e ele os pousou suavemente. Logo sentiu a língua quente dele tracejando linhas em seus lábios. E abriu os lábios em suspiro de surpresa.

— Assim querida. Abra eles para mim. — Jamie invadiu a boca dela lentamente, surpreso com o fato de uma moça tão bonita nunca ter sido beijada, nem mesmo por seu noivo.

Elia aprendia rápido logo estava desajeitada copiando os movimentos dos lábios dele. E foi a vez de Jamie gemer com os movimentos dela. Mas Elia se afastou nervosa.

— O que eu fiz de errado? — Indagou de olhos arregalados.

— Fez tudo certinho. Por isso eu gemi. Prazer, minha cara inocente. Se tivesse sido minha noiva saberia muito bem sobre tudo….

Elia corou levemente, e logo Jaime estava a beijar-lhe novamente. Ele envolveu a moça com beijos ardentes e doces e quando puxou o decote do vestido Elia sequer se assustou como antes. Os seios medianos, intumecidos com bicos dourados eram suculentos. Primeiro acariciou vendo as reações do corpo dela, a garota se arrepiou e não se afastou do contato. Logo estava inclinada para trás com ele a lamber seus seios.

Jamie retirou a camisa e a calça que vestia, ficando semi-nu. Tocou suas pernas esguias subiu lentamente erguendo junto o vestido, então a tocou devagar. E começou a acariciar os cachos macios, porém quando tentou penetrar a mulher era super pequena ali, e apertada. E a dor nela o assustou, não havia como ela o acomodar sem sair bem machucada.

— Ninguém te disse que podia brincar com essa coisinha aqui? — Fez mais um carinho ali antes de provar o gosto dela nos próprios dedos.

— Eu não….. eu não…..

— Você é muito pequena aqui Elia, precisa me ajudar ou vai sair muito machucada.

— Mas eu não sei como. — Confessou.

Jamie pegou a mão dela e sugou sugestivamente o dedo.

— Quero que use este dedinho delicado para abrir caminho para mim, Elia. — Levou o dedo até a intimidade dela. — Vai e vem linda. — Beijou-a mais ousado dessa vez.

Elia estava envergonhada até o último fio de cabelo, mas então ao olhar para baixo um pouco antes dele beijar sua boca novamente encontrou um volume considerável nas calçolas. E sua intimidade doía com um dedo, o que seria dela com tudo àquilo. Colocou lentamente seu dedo dentro de si, e enquanto Jamie continuava a toca-la ela fazia movimentos até que sentiu os primeiros resquícios de prazer, e Jaime percebeu o susto dela.

— Dois, agora Elia. — Ela prontamente obdeceu.

E logo o primeiro orgasmos do novo casal chegou. Jamie não perdeu tempo em substituir os dedos dela pelo seu. Ainda estava pequena, mas agora estava enxarcada. E continuou a brincar com os resquícios do primeiro orgasmo dela.

— Acha que podemos tentar agora? — Ele perguntou.

— Acho que sim. — Respondeu ainda sob o efeito do prazer recém descoberto.

Um tempo depois Jamie atirou pela porta no homem o lençol sujo de sangue, e exigiu aos berros um banho morno para si e logo foi providenciado.

Elia não podia dizer que estava magoada ou decepcionada. As preliminares tinha sido perfeitas, mas era fato que não seria bom, e a consumação tinha sido muito ruim estava muito machucada e sangrando um pouco.

Logo seu banho tinha sido preparado e sua dama tinha lhe trazido um unguento. Mas nada tinha aliviado a dor e o desconforto, por fim tomara um porção para adormecer.

Um banquete tinha sido servido no grande salão da Fortaleza. E Jamie se obrigou a deixar Elia sozinha aos cuidados de sua Dama e ir sondar as tramas da noite.

Ao sentar-se, começou a ouvir insinuações sobre Elia. E de algum modo a dor dela era a sua também. Traído pelos seus. Mas para as mulheres sobrava as ofensas jocosas. E quando alguém se referiu a uma possível depravação da moça, e o príncipe sorriu sem negar, algo que ele sabia bem, que Elia era uma donzela acima de qualquer reprenção, Jamie reagiu.

— Elia lhe seria uma esposa excelente. Mas como você nunca a quis então não há por quê lamentar. — Falou de forma simples, controlando a raiva.

— O que está a insinuar Jamie? — Rhaegar questionou.

— Desculpe se dei a entender que foi uma insinuação. Foi uma afirmação. Se a quisesse, a teria pelo menos beijado. Por que Elia é uma mulher belíssima. Se fosse minha noiva eu a teria beijado.….

Os murmuros cresceram de tamanho, e todos olhavam curiosos.

— Quem disse que não a beijei? Ela disse isso? — O príncipe questionou.

— Ela nada me disse. Se tem algo que ela sabe ser, é discreta e respeitosa. Mas a moça não sabia o que fazer com os lábios, era nítido que nenhum homem tinha estado tão perto ou a tocado. Se não a queria a recusasse.

— Você esteve com ela intimamente….— Rhaegar tentou.

— Eu nuca tinha sequer trocado duas palavras a sós com Elia. Se eu a tivesse desonrado ela não estaria de cama agora ainda com um sangramento considerável…. Então o próximo que se referir a donzela com a qual me casei de puta Dornense espero que suporte as consequências…..— Recebeu alguns olhares de aprovação da família da moça.

Os comentários cessaram e o resto do banquete foi tomado em silêncio, Tywin tentou aproximar-se do filho que desviou-se por um corredor deixando o homem furioso.

Já Elia levantou devagar e sentou-se com algum desconfo, assim que uma de suas servas chegou.

— O que há? — perguntou carinhosa.

— Acho que deve partir minha senhora. As coisas estão muito esquisitas o rei anda desconfiado que o príncipe Rhaegar esteja a tramar com o lorde Tywin Lannister. Ele estava a reclamar que o filho estava obcecado com uma profecia. Mas que ele acha que você deveria ser a barriga dos novos herdeiros Targaryen…….sabe que e o rei está louco e paranóico……que ele abusa das mulheres que trabalham aqui……

— Mas como farei com que Jamie decida partir? Mal nos casamos e ainda não há uma confiança mútua. O que farei? — A moça lamentou.

— Apenas me conte o que está aflingindo-a? — Jamie tinha ouvido apenas o final sobre o rei Aerys querer Elia como a mãe dos novos Targaryen.

Elia contou rapidamente o que havia ouvido e Jamie olhou preocupado. Partir antes do casamento de sua gêmea ele não tinha cogitado. Ele e Cersei era unha e carne, óbvio que a irmã estava exultante com o sonho realizado, mas a relação deles ia além do fraternal, não agradaria a ela a sua partida. Porém Cersei se tornaria princesa e era melhor que fosse para longe.

— Mande arrumar tudo, assim que estiver bem partimos.

— Eu estou bem. Partimos na hora que desejar. — Ela respondeu nervosa.

— Tudo bem então.

Jamie logo anunciou ao pai e aos irmãos a partida. E Tywin Lannister apesar de incomodado não fez objeções. Cersei por sua vez amaldiçoou Elia chamando-a dos piores nomes possíveis, mas Jamie lançara mão do que mais a gêmea desejava a coroa pra que ela se acalmasse.

A viagem tinha sido apressada e um pouco penosa. Logo Elia se viu em Rochedo Casterly.

Depois de um bom descanso recebeu seu marido, precisava contar-le que o primeiro filho já estava a caminho, sua primeira vez dolorosa já dera frutos. Desde então eles nunca mais tinham tido nada, além das carícias íntimas, mas iriam tentar mais uma vez. Jamie era um homem bonito de porte forte e sexy. Ela não tinha do que reclamar a troca, seu coração nunca pertencera ao príncipe como não pertencia a Jamie, não ainda.

Rochedo Casterly lhe parecia uma casa de homens velhos e tristes. Logo providenciou mudanças, pelo menos na ala reservada a ela e ao marido, no resto tinha exigido uma boa limpeza, redecorando com as cores da casa sem muita estravagancia, mais conferindo um ar de leveza ao ambiente escuro.

Casamento com Jaime ia muito bem e tinha sido uma felicidade só o nascimento da primeira filha Myrcela, uma menina de cabeleira loira e farta como a do pai, olhos de um profundo azul, com a pele dourada da mãe, a criança era de uma beleza altiva e de sorriso fácil.

E tanto Elia como Jaime estavam em êxtase com a pequena que crescia a olhos visto, então em um dia em que brincava com a menina, chegou o convite do torneio de Harrenhal, e Jaime olhou com preocupação o papel. Sabia de como seu pai cortava um dobrado para controlar o rei.

— Pequena encontre sua mãe para mim.

— Tá bom, papai. — A garotinha saiu a correr e logo Elia vinha ao seu encontro com a menina nos braços seguida de Ashara, mas ao ver o olhar de Jaime pediu que a mulher levasse a criança.

— O que houve?

— Por enquanto nada, mas devemos ir ao torneio de Harrenhal. Algo me diz que não é bom presságio.

— Acalme-se, é só uma festividade, começo os preparativos, então partimos.

— Se diz, Elia.

E assim eles tinha partido e logo ela voltara para casa sozinha, com prenúncio de guerra em seu encalço, e já fazia tanto tempo que tinha se despedido dele, seu pequeno Tytos não conhecia ainda o pai, e com a derrota e morte de Rhaegar e Aerys ela orava por notícias do marido.

Os dias se passavam arrastados, sem que Jaime lhe mandasse um corvo sequer avisando que caminho tinha tomado. Tywin Lannister não sabia do primogênito, não tinha sido informado de sua morte, mas não lhe tinha notícias, Cersei estava inconformada com a possível morte dos filhos que estavam sob a guarda do irmão. Agora era a rainha do rei conquistador Robert Baratheon, que não desejava o retorno vivo de nenhum filhote de dragão, e Elia rezava pelos sobrinhos e pelo marido.

E então em um dia que nasceu belíssimo, com uma brisa suave, o cheiro das flores da primavera, uma pequena comitiva chegou aos portões de Rochedo Casterly. E ela fora chamada para autorizar ou não os maltrapilhos a entrarem. A pequena comitiva era composta basicamente de mulheres e crianças e um meia dúzia de soldados Lannister, mas ao chegar ela logo reconheceu o marido e se ele não tinha dito o próprio nome ao entrar em seu castelo, é por que necessitava de sigilo.

Logo estavam em uma câmara privativa longe de olhos e ouvidos incovenientes.

— O que está havendo Jamie? — Perguntou exasperada.

— Crianças Targaryen, Elia.

— Seus sobrinhos? Ou céus, que bom que estão a salvo.

— Não só Rhaenys e Aegon, mas também Viserys e Daenerys…eu não podia mata-los.

— Não podia realmente. — Olho aos dois maiores que tinham a idade de sua filha Myrcela, e os menores que ainda eram crianças de colo, todos sujos e com o cabelo raspado. — O que faremos Jamie? Onde iremos com essas crianças?

— Eu sinto colocar nossos filhos em risco, Tytos que eu ainda nem conheci mais eu não poderia.

— Por favor, Ashara acompanhe-os até os aposentos, providencie banho e comida para todos preciso estar a sós com meu marido.

Em silêncio ela cuidou do banho e do jantar servido ao marido, em busca de uma saída para toda aquela situação devastadora.

— Diga-me algo? És meu ponto de equilíbrio. — Jamie tocou-le o rosto. E sua esposa se desfez em lágrimas.

— Eu o amo. E agora que descobri não vejo outra saída que perde-lo…— Lamentou-se. — Não há um só plano viável para que essas crianças fiquem no Westeros... Precisa por um oceano entre elas e Robert Baratheon…— Completou em um soluço.

— Está dizendo que eu parta para o Essos? Eu não posso…não posso levá-la e não poderei deixá-la de modo algum... — Beijou-a sofrego de saudades dela. — Eu não posso…..

— Você pode meu marido, e fará. Será meu cavaleiro de armadura dourada. Mais importante que todos os outros...

Eles tinham dançado com a música do soluço baixo e contido de ambos. E em pouco mais de duas semanas ele tinha partido, ela cuidara de avisar a cunhada, de que seus filhos estavam seguros e vivos, mas que tinham partido. Com o coração despedaçado reconheceu os pertences em um corpo em decomposição como sendo do marido. E seguiu para a vida de viúva solitária sempre recusando os pretendentes que apareciam para bela Elia Martell.

Os anos se passaram arrastados e lhe doía ver os filhos grandes, achando que tinham perdido o pai, mas acalentava em seu coração o amor pelo cavaleiro honrado que tinha desposado. E então Robert Baratheon morreu assim com viveu em uma de suas muitas farras e bebedeiras e com Cersei coroada rainha, Jaime finalmente pode retornar ao lar. E ali no porto enquanto esperava o barco atracar lágrimas de orgulho e saudades banhavam o belo rosto da mulher, que outrora tinha se sentido humilhada por um príncipe que logo se mostrara um sapo, agora corria para os braços de seu guerreiro. De seu amor.

— Estás tão linda como quando a vi pela primeira vez…

— Estás muito mais bonito agora…és belo por dentro e por fora…

Havia regozijo como havia temor por todo o Westeros, mas Jaime não se arrependia da escolha feita, amava a mulher em seus braços, os filhos de sangue e de coração que a vida lhe dera. Acima de tudo se orgulhava do homem que aquela mulher o tinha feito ser.


Notas Finais


Este é da linda @Makaria13, bom estou coberta de vergonha por que ela é uma autora divina e incrível.
E os Hentai dela então, tem de abanar legal.
Espero que goste amiga. Me custou achar um plot decente. E ainda não está tão maravilhoso como vc merecia, mas foi de coração.


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