História Não mais Simpsons - Capítulo 122


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Categorias Os Simpsons
Visualizações 24
Palavras 511
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 122 - Natural Preocupação


Lenny

 

Eles dois assistiam TV, deitados abraçados num sofá, no luxuoso apartamento de Lenny. Era um filme muito belo, de animação 2D lançada há algumas décadas pelo estúdio mais famoso do mundo. A história contada naquele musical era de uma tribo indígena quer vê suas terras invadidas por europeus; porém a protagonista se apaixona por um dos vilões. E isto tudo além das mensagens lindas de preservação, e críticas à intolerância religiosa, racismo e xenofobia.

É claro que Lenny Leonard ficara bravo quando Carl, sua paixão, julgou-o por gostar de filmes de menininhas. Oxe! Era um clássico, que ultrapassaria as eras. Mas no fim Carlson rendeu-se e resolveu assistir aquela boniteza.

— O que cê tá achando do filme?

— É... é até legalzinho.., eu acho...

Lenny tocou o braço negro e parrudo que envolvia sua cintura, delicado. Com carícias e voz doce, perguntou-lhe:

— Tá tudo bem, querido? — Lenny se lembrara da primeira vez que pudera finalmente chama-lo assim.

— Está... Estou bem. Eu só estou meio com medo de segunda.

— Vai ficar tudo bem, cabra!  Olha, o sr. Smithers não vai demitir a todos, não, você sabe. Ele só vai dar um pé na bunda de uns Homer’s da vida; nós dois sabemos que você é um dos melhores funcionários que aquela usina já teve. Agora vê se aquieta e assiste o filme, que essa música é muito bonita.

— Eu sei... Mas, Lenny... e se ele der uma geral na empresa? Você sabe, restart do zero..!

Ele não iria se acalmar, não tinha jeito. Lenny virou-se no sofá estreito e olhou nos olhos do parceiro; e então beijou-o. Lenny daria seu jeito de acalmar a ele.

Os dois rolaram no chão, e Carl caiu por cima de Lenny. Este agarrou a camiseta do outro e tirou-a pela cabeça, admirando o físico daquela máquina de lavar roupas negra. Tão logo Carl recomeçou a beija-lo, ele tirou a própria blusa. Era possível sentir o membro desejado sob o tecido da calça jeans roçando seu tronco nu. Com um movimento ágil, Lenny arremessou longe as pantufas de coelhinho, e retirou as próprias calças. Girando, agora estava sobre o namorado.

Agora o beijo molhado fazia acender uma chama calorosa no peito de Lenny, e meio alucinado desafivelou o cinto de Carlson e puxou bruscamente as calças dele. Sua cueca era uma boxer branca tão fina e desbotada que tornara-se transparente; Lenny sentiu a língua salivar cachoeiras com o volumoso e negro pênis sob o tecido. Lenny despiu de vez Carl.

O pau do negro, grande e grosso, e peludo, pulsava, com veias saltadas. Lenny sentiu o próprio pinto latejando, apertado contra a cueca. Ele começou a chupar; mas logo parou e levantou-se, retirando a última peça de roupa. Depois, ficou de quatro no chão, e sentiu Carl entrando nele com força, pressionando sua próstata.

Carl comia Lenny. Lenny se masturbava. Leonard assistia ao filme. Carlson não o fazia. A protagonista do filme cantava. Carl ofegava. Leonard gemia. O filme continuava. Lenny gozou. Carl gozou também.

Lenny Leonard amava Carl.

E sabia Carl Carlson amava-o também.



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