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História Não mais Simpsons - Capítulo 159


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Capítulo 159 - Paternidade


Kearney

 

Eli bejou a testa di Hanney, aconxegadu nu seu ninho. Era uma cama kentinha, i eli tinha tidu a foda mais gostoza qui num tinha im séculos.

Hanney era seis anos mas velha qui eli, i tinha vintisseis anos. Muito gostoza, ela, muito gostoza. Beller — o sobre nome de Hanney — si ageitô nus brassos di Kearney i sorriu.

U joven, di vintianos, divia tá com u polvo nu P.E. — pontu di emcontro —, mais era taum melhó ficar com a namorada, fudeno. Sem conta qui eli tivera pensando ultimamemte...

— Qirida...

— Hmm..?

— Eu... tava penssano em... Eu... eu axo qui tá na óra de... assumi o Keusley como meu fio.

Hanney frouchou o a brasso i ficou em silemcio por um tempo.

— E ele — pergumtô ela —, quero dizer, o Keusley... Você tem certeza???

— Eu tenho. Vossê quer?

Kearney olho pra Hanney. Uzóio dela comessava a iscorrer, em sima dum sorrizo.

— Eu quero! — ela falô — Eu quero mais que qualquer coisa!

Kearney deu um sorrizo tímido, i bejou sua namorada. Eli abrassou ela, felis, i si levantou. O relojio marcava cuase deis óras da noite, i o ar jelado envolveu sua pele esposta, seu corpo nú.

— Eu pricizo í agora. Si não os coroa ainda me chinga. — falou, vistino uma cauça de moleton i uma camisa véia. Kearney num uzava cueca numca.

— Boa noite, querido. Até amanhã... E durma com os anjos.

— Vossê também.

La fora tava ainda mas frio. Ele si encoieu e comessô a anda mais rápido. Keria ainda passar nu ponto di emcontro pa esplicar melhor a situação. Kearney segiu caminho.

Cuando ia virano uma esquina, tronbou com auguém. Era um daquesi soudado qui tinha invadido Springfield. Evitando comtato vizual, Kearney murmurou “disculpa” e comtornou. Ou tentô. O otro parou eli.

— Que faz na rua a essas horas, rapaz? — Kearney viu ozóios dele pacearem por suas tatuage e seu cabelo e seus pircins.

— N-nada, vossecelência... — respomdeu, nervozo — Eu... priciso ir pra caza. — temtou mais uma ves disviar do soudado.

— Se você não sabe, eu sou o sargento Hugo. E vai aprender agora que eu não deixo vagabundos no meu turno. Pra parede, branquelo!

Cu corassão acerelado, i si pois em posissão pu baculejo. Hugo cumeçô a revista, apaupamdo cualquer parte vestida du seu corpo. Até qui ele semtiu a cartela di cigarro e o isqueru no bolsso do moleton. Hugo catou os dois i prenssou com forssa sua cabeça contraparede.

— É por culpa de merdinhas como você que esse mundo está desse jeito. — rosnou o soudado, amtes de decer o primero goupe.



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