História Não ouse voltar! - Capítulo 4


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Fumikage Tokoyami, Hanta Sero, Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Mei Hatsume, Midoriya Izuku (Deku), Mina Ashido, Momo Yaoyorozu, Personagens Originais, Shouto Todoroki, Tetsutetsu, Tsuyu Asui, Uraraka Ochako (Uravity), You Shindou
Tags Bakudeku, Bnh, Boku No Hero, Família, Gay, Kiribaku, Lemon, Lgbt, Romance, Tododeku, Triângulo Amoroso, Yaoi, Yuri
Visualizações 157
Palavras 1.428
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E voltamos a programação normal, tenham uma ótima leitura!

Capítulo 4 - Responsabilidade


Fanfic / Fanfiction Não ouse voltar! - Capítulo 4 - Responsabilidade

Como se não bastasse eu está na mídia depois de tudo o que aconteceu, foi difícil sair do hospital quando tive alta. Sair dali não foi rápido, flashes estouravam em meu rosto, me cegando e me impedindo de andar, o que me fez entrar de novo no hospital. Katsuo que antes estava calmo e dormia em seu bebê conforto azul, berrava assustado com o barulho.

Enquanto me sento na cadeira esperando que alguma coisa fosse feita, uma notícia sobre mim passava na TV na sala de espera.

“O herói top três acaba de receber alta do hospital depois de uma semana internado. Bakugou Katsuki veio para esse hospital no dia 12 de dezembro, depois de 7 dias, hoje, ele apareceu por um breve momento com a criança em um bebê conforto, porém, voltou para dentro do Hospital. Ainda não se o nome do bebê, contudo, uma das enfermeiras disse para um de nossos repórteres que era um menino.”

Eu definitivamente odeio o mundo da mídia!

— Kirishima, eu quero sair daqui. — Digo para o ruivo em pé ao meu lado. — Eu vou fazer um escândalo e explodir todos aqueles repórteres desgraçados que não tem respeito com nada!

— Bakugou, é melhor não. Você sumiu por nove meses esse pessoal só está curioso a ponto de fazer isso, mas sujar a sua imagem não vale a pena. — dizia pegando Katsuo do bebê conforto e o balançando em seus braços.

— Foi exatamente por isso que eu fugi! Eu não queria que isso acontecesse. Cacete, eu tenho uma criança agora, e eu estou todo dolorido do parto ainda, acha que eu não estou estressado? Eles querem que eu vire um pinscher? Metade ódio e metade raiva? Por que é isso que eu tô sentindo agora!

— Sua mãe disse que estava vindo para cá. — diz calmo.

— Por que você continua chamando a louca da minha mãe? — pergunto apoiando meu rosto em minhas mãos.

— Bom, dessa vez não foi eu. Ela simplesmente ligou ainda pouco, depois que entrámos novamente, e disse que vai vir buscá-lo, não vou discordar. — Ele dá de ombros.

Olho para ele cerrando os olhos. Kirishima já não liga mais para os meus ataques de raiva, tantos anos ao meu lado e me aguentando, que até minhas ameaças não valem mais a pena.

Eu estou tão cansado, apesar de ter pessoas para me ajudar durante o dia, a noite era o perigo, não conseguia dormir com tranquilidade, mesmo Katsuo chorando pouco na parte noturna, eu me preocupava com ele. Acho que isso só vai passar com os meses. Eu tô com tanto sono!

— Quando ela chega?

— Na verdade ela disse que já estava chegando. — Passa o polegar pela bochecha de Katsuo.


Eu podia até ser chamado de louco por esconder uma gravidez dos meus pais e ter sumido por quase um ano inteiro, mas eu com toda a certeza não era tão louco como a minha mãe. Ela chegou com uma minivan na frente do hospital, quase atropelando os repórteres e buzinando igual uma louca para que saíssem da sua frente a tempo. Ela estacionou bem na entrada. Kirishima pediu ajuda para um dos seguranças ali novamente para que não deixasse eles se aproximarem. Minha mãe, por outro lado, desceu do carro e logo foi abrir a porta lateral da minivan, enquanto dava um esporro nos jornalista ali plantados e sem reação.

E depois que estávamos enfim lá dentro e indo finalmente embora daquele inferno, eu a agradeci. Ela sorriu e afagou minha cabeça enquanto estávamos parados em sinal vermelho. Kirishima foi sentado na frente e eu e Katsuo atrás. Ele estava agora em uma cadeirinha.

— Comprou uma cadeirinha para o Katsuo? — minha mãe riu da minha pergunta e deu uma leve cotovelada em Kirishima antes de mudar a marcha e o carro voltar a andar.

— Na verdade, eu comprei a uns dois dias atrás. — Kirishima diz se virando para me olhar.

Kirishima… — massageei minhas têmporas, bolando um sermão para que ele pare de gastar dinheiro desnecessário comigo e de como eu vou ter que pagá-lo, mas ele logo corta meu raciocínio lento pelo sono.

— Olha, nós vamos viver na mesma casa, precisávamos de um carro maior…

— Carro maior? — repito.

— Eu não vou andar com o Katsuo por aí em um carro onde nem dá para colocar a bolsa dele!

— Então você comprou a minivan e a cadeirinha? Sabe o quanto você gastou de suas economias Kirishima?

Pergunto e ele fica em silêncio, eu não estava com raiva, estava cansado demais para me esforçar para esse sentimento, no entanto, eu queria que ele tentasse entender que não era preciso gastar tanto dinheiro assim, eu tinha minhas economias, tinha dinheiro suficiente para fazer tudo isso, era injusto só uma parte está gastando.

Minha mãe vira a esquerda, e logo para em frente a sua casa. Nem reparei que estávamos vindo para cá.

Ela suspira e diz:

— Katsuki, escute. Você não precisa ficar irritado com isso…

— Não estou irritado, cacete! Eu só acho isso injusto. — Ela suspira.

Filho…

— Bakugou, eu não cheguei ontem nesse drama, ok? Eu vivo com você a anos e eu participei de tudo isso desde as primeiras semanas que você descobriu. Eu tô tão dentro como você! — dizia apontando para Katsuo, que dormia sereno na cadeirinha. — Eu posso não ter o feito, mas eu que vou servi como a outra figura, tá legal? Então essa responsabilidade também é minha. — passa a mão pelo rosto. — Eu economize para emergência ou para alguma coisa que precisasse. Eu ainda trabalho como herói, eu tenho meu escritório, você sabe disso. Não me venha com gastos e de como isso é injusto. Ele é tão seu como meu também. Você mesmo disse a uns meses atrás que pai é quem cria, então eu vou ser o pai!

Ele havia ficado irritado, o cansaço estava mexendo com a gente, e ficar com o meu orgulho podre não ajuda em nada.

— Tanto faz. — digo por fim.

Minha mãe sorrir e começa a dar leves tapinhas nas costas de Eijiro, como se estivesse falandoVocê fez bem!”.  

Ele desce da minivan e vai abrir a porta para que eu saia, ainda era um pouco dolorido levantar alto as pernas, e, digamos que aquela merda de carro era um tanto alto. Kirishima me desce com cuidado e minha mãe tira Katsuo da cadeirinha, ele se contorce em protesto por atrapalharem de seu sono infinito, eu nunca vi uma criança dormir tanto assim!

Meu pai está nos esperando em frente a casa, e quando atravesso a porta ele me abraça fraco e afaga meus cabelos e logo dá tapinhas na costa de Kirishima, que cora com o gesto.

— Katsuki, seu quarto está pronto, se quiser descansar fique à vontade. — Minha mãe diz passando por nós e com Katsuo dormindo novamente, só que no bebê conforto.

— Não precisa, vou para casa com Kirishima depois. — digo sentando no sofá e sentindo minhas costas estalarem e gemi ao sentir que não estão mais tensas.

— Não, você vai ficar aqui por um tempo. — Minha mãe diz se sentando ao lado de meu pai, que toca às pequenas mãos do neto.

— O quê?! — Reclamo.

— Sem mais Katsuki, você passou nove meses escondendo isso de nós — meu pai fala sem olhar para mim. — e outra, só falam de você na tevê, acha mesmo que vai conseguir ter algum sossego em seu apartamento? E além do mais, Kirishima vai voltar a atrapalhar essa semana, você iria ficar sozinho. É melhor você ficar com a sua família por um tempo. — ele olha para mim por cima dos óculos. — Isso não é um pedido, é uma ordem, Bakugou Katsuki.

Um arrepio toma conta do meu corpo. Meu pai é muito gentil com tudo, quase nunca fica estressado com as coisas que eu faço ou quando brigo com minha mãe, mas sei que a pessoa que mais machuquei durante esses meses, era ele. Era óbvio que estaria com raiva por isso. Era raro o ver assim, e por ser tão raro, tenho medo de contrariar, então apenas assinto com a cabeça e ele sorrir, como se nada tivesse acontecido a cinco segundos atrás.

Olho para Kirishima e ele estava com um belo sorriso nos lábios. Ele sabia de tudo.

— Isso foi baixo, Eijiro. — engulo seco.

Ele apenas dá de ombros e olha para Katsuo.

Me deito no sofá, cobrindo meu rosto com meu braço e não sei quando, acabo adormecendo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capítulo, as coisas estão indo devagar, mas é para uma boa causa beninas, vejo que cês querem saber do Deku, ele vai aparecer no seu tempo, ok? Melhor um troço bem escrito do que um troço afobado!

TEMOS GRUPO NO WHATSAPP!

O grupo foi feito para eu conhecer você, então se quiser entrar, segue anexo do link: https://chat.whatsapp.com/6nivyRaAeqs0KlWoLHDqQl

As meninas são uma amor, e eu também kwjsnsnd bom, até a próxima, xoxo.


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