História Não pisque! - Capítulo 24


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Categorias Doctor Who, Good Omens, Sherlock, Sherlock Holmes, Supernatural
Personagens 10º Doctor, Aziraphale, Dean Winchester, Dr. John Watson, John Watson, Madame Tracy, Martha Jones, Mycroft Holmes, Personagens Originais, Professor Moriarty, Sam Winchester, Sherlock Holmes, Sherlock Holmes
Visualizações 13
Palavras 786
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Temos que prender um fantasma


— Acho que poderia ser bem útil se conceguissimos chegar até o meu carro.— Diz dean.— Nos ajudaria a lidar com o fantasma, ama estou vendo que não vamos sair da qui de forma alguma.

— Este lugar me dá friu na espinha.— Comenta Molly.— Sinto que estou sendo observada o tempo.

— Não presisa se preocupar.— Dean a apaziguar, sem dúvidas com segundas intenções. Leva a mão ao ombro da moça em um gesto de carinho.— Você está com um proficional.

A legista tira a mão do homem de si e o olha com desprezo.

— Na verdade você não me passa qualquer segurança. Tenho certeza de que é maluca.— Ela se afasta e se aproxima de Jhon, era bom ter um rosto familiar por perto.

— Eu poderia estar em casa descançando.— Ela reclama em quando boceja.— Mas não, toda vez que vocês me chamam eu venho correndo.

— Sinto muito, Molly...— Diz Jhon com sinceridade.

Dean chega perto para sussurrar.

— Temos que prender o fantasma. é muito fácil, temos que chamá-lo para dentro de uma armadilha.

— Fantasmas... Isso é ridículo...— Molly reclama.— Fassam vocês dois, eu vou ficar de olho nas estátuas inseminadas.— Ela remecher em uma bolça que estava com ela e começa a analizar a estatua com os instrumentos que tirava de lá. Depois tirou um pequeno caderno para anotar.

Dean puchou Jhon para um canto afastado da garota.

— Você acha que eu tenho chance?

— Do que?— Pergunta Jhon impaciente.

— Com a Molly.

Jhon acaba rindo sem querer.

— Então é disso que se tratava aquela ceninha de voce se fazendo de herói?

— Eu tenho chance?— Ele insiste na pergunta.

— Não!— Jhon responde com humor.— Ela gosta de homens altos.

Dean trava. Esse era seu maior obstáculo sempre, mulheres que preferem homens altos.

— Droga!— Ele dá um soco involuntário na parede.— Sempre essa merda.

Jhon acaba rindo de novo.

— Ta bom, se não se eu porta, vamos logo fazer alguma coisa para resolver essas coisas com fantasmas.

— Tá...— Dean responde apesar de ainda estar um pouco abalado.


***


Hopper não se importava com a regra de que tinham que ter duas pessoas olhando a estatua, até por que prefira o silêncio, pensava bem melhor.

Esteve tentando pegar um pedaço da estatua que ainda estava inteira para fazer uma epctometria de massa, mas aquilo não quebrava de jeito nenhum apesar de aparecer mármore. Fez alguns testes com as pedras da estatua quebrada e essa sim era fácil de estilhaçar, todos os testes concluíram que era marmore e que tinha sido feito por volta de 1920. Não conceguiu nenhuma informação sobre como aquelas coisas se mechiam, mas se fantasmas agora eram algo crível, não se surpreenderia se as pedras se movessem pela força da vontade.

***

— Você acha que tem alguma possibilidade do corpo estar aqui nesta casa?— O Winchester pergunta al Whatson.

—  Sem dúvidas. Aqui é praticamente um cemitério.

— Então, você pode ficar com a legista olhando a estatua em quanto eu procuro.

— Acho que já tem gente procurando.

Assim que Jhon termina de pronunciar a frase cchaga uma mensagem de Sherlock que dizia:

"Cemitério logo a baixo dos nossos pés." 

Quase imediatamemte a mensagem é apagada e começa a ser corrigida em um conflito.

"Tem corpos internados no porão da casa"

Foi a mensagem final.


***


Mycroft acabou criando uma super proteção em cima de seu irmão irresponsável, drogado e auto destrutivo, sabia sempre que Sherlock sumia, mas dava um tempo para ele dar algum sinal de vida. Nada por algum tempo, triângulos a posição atravéz de filmagens que tinham. Mycroft sabia que ele tinha entrado em uma casa estranho com mais gente e que ainda não tinha saído.

— As drogas de novo...— Ele comenta mesmo não tendo ninguém para escuta-lo.— Meu irmãozinho é tão burro...

Quatro batidas na porta.

— Diga!

—O senhor tem uma reunião mais tarde, acho melhor se arrumar.

Mycroft deixa de correr na esteira para ir tomar um banho. Quem sabe mais tarde fosse atrás do irmão.


***


—Alguma coisa, Molly?— Pergunta Jhon vendo ela mecher nas estatuas.

— Absolutamente nada.— Ela recosta na parede.— Não importa o quanto eu procure, não tem nada nas pedras do chão e está está é completamente inquebrável.

— Talvez não seja algo que a ciência pode explicar.— Jhon deixa o sobrenatural se tornar uma possibilidade em seu cérebro.— Eu ainda acho que essas coisas estavam na minha cabeça.

— Pode ser... Um plano incrivelmente orquestrado. Moriarty, Mycroft nos testando, ou qualquer outro desses super gênios que vocês encontram pela rua.



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