História Não Poder - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias BEAST (B2ST), Lee Jun Ki, Super Junior
Personagens Jang Hyun-seung, Kim Heechul, Lee Jun Ki, Personagens Originais
Tags Crime, Drama, Hyunseung, Romance, Sacrifício
Visualizações 1
Palavras 2.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Prova de confiança


Horas mais tarde, depois dos policias terem saído de sua casa, Nina havia combinado fazer a transacção, dos diamantes e do dinheiro, em um café que ficava a algumas quadras de distância de casa.
Nina tinha avisado Hyunseung que ele não precisava de ir, mas que se ele achasse que alguma coisa - a seu ver - estivesse errada, para ir naquele lugar à sua procura...

No café "Bunnies clown", um jovem asiático a esperava, em uma mesa mais recatada. Este estava com um ar compenetrado e pensativo, olhando para a tela do seu portátil...

- Chegou cedo, Heechul. - comentou Nina, antes de pousar uma maleta com o dinheiro, algemando a mesma ao pulso do rapaz. - Sua parte, como combinado... - sussurrou ela, colocando a chave das algemas no bolso do casaco do mesmo. - Alguma novidade?

- A policia está centrada na busca pelo Hyunseung... - comentou o mesmo, olhando para Nina com um ar severo. - E você está atrasada!

- Imprevistos acontecem! - defendeu-se. - Preciso de mais um favor seu. E esse trabalho valerá os 15 por cento que eu adicionei, juntamente com o que está aqui! - disse passando uma bolsinha preta, onde Nina, anteriormente, havia colocado 10 diamantes.

- De que é que você precisa?

- Aqui, você tem todas as informações que precisa. - indicou, passando um envelope, discretamente. - Preciso disso o mais depressa possível... e eu te sugiro a fazer o mesmo e se mandar por uns tempos. - acrescentou em voz baixa. - Há um novo policial, que aparentemente não foi com a minha cara... Parece que o senhor Minze Franz lhe contou algo que o deixou com a pulga atrás da orelha. - comentou. - O Dodge é quem está na frente do caso!

- Me dá o nome desse imbecil. Se ele nos causar problemas, eu sei como resolver isso! - disse Heechul, agora mais sério.

- O nome, que constava no crachá, era Rald Rider. - informou antes que o empregado chegasse. - Bom dia, Simon!

- Bom dia, Nina. Vai querer alguma coisa?

- Pode ser o habitual. - pediu ela, enquanto Heechul procurava algo no seu computador.

- Eu trago já. - informou o rapaz que se afastara para junto do balcão.

- Você nunca perde essa simpatia, não?

- Eu não diria que fui simpática com o nojento do barão... mas, porquê?

- Nada. Não preciso conhecer o seu lado vingativo! - rectifiou. - Não me admira que o nosso querido Franz conheça esse bastardo do Rider... Eles são aparentados! - verificou Heechul. - E é impressionante! Em todos os casos mediáticos, os culpados são sempre...

- Civis inocentes! - concluiu Nina. - Eu vi isso, porque ele esteve lá em casa... Logo o tipo de policial que eu mais odeio!

- É amiga. E olha que esse vai nos dar problemas... Eu irei tratar disso, primeiro! Se eles apertarem o cerco, me avisa, que eu dou um jeito de virar o jogo dele. - instruiu o mais velho, dando uma vista de olhos para as instruções que Nina lhe tinha entregado.

O empregado trouxe o pedido de Nina, entretanto, e mal a garota começou a comer, uma aura estranha se instalou! Era como se houvesse um imã a atrair as atenções do café para a porta de entrada...

- Quem é esse Clyde Lee? - questionou Heechul, olhando fixamente para trás de Nina.

- Ninguém que te diga respeito, ou que te dará problemas... - respondeu ela primeiramente. - Preciso que você faça esses documentos e que apague o registo do Hyunseung até à noite do crime!

- Você está louca?! - questionou, tentando conter sua indignação. - Ele é o melhor bode expiatório que podemos arranjar...

- E do qual, você está devendo uma mala com 100 milhões, está lembrado? - questionou a garota com um enorme sorriso. - Foi graças à lábia dele que você poderá montar seu negócio, não é?

- Agrrrr! Eu odeio quando você me manipula desse jeito. - reclamou o mais velho, amuado. - Não é justo!

- Não seria justo era a gente se mandar daqui e um inocente ir parar na cadeira eléctrica. - recordou. - Quanto tempo levam os documentos?

- Duas semanas. Eu apagarei os registos...

- Faça-o gradualmente. Se você quiser fazer algo a respeito ao Rider, seja criativo e faça a troca, se possível!

- Ver um FBI sendo frito na cadeira? Nina... Não sei o que aconteceu na sua vida, mas você tem ideias muito loucas. - reforçou. - Geniais, mas completamente loucas.

- E é bom que você não faça nada para eu ter uma ideia louca a seu respeito, Mr. Kim. - ripostou Nina olhando para o ponto em que Heechul olhava. - O que foi?

- Está um cara nos encarando à 5 minutos. Aquele ali, ao balcão... aquele que o Terence vai cumprimentar. - alertou, desconfiado.

Nina pegara no porta-guardanapos 

- M****! - praguejou ela, reconhecendo Hyunseung. - Não esqueça do que pedi e de terminar o resto do plano. - pediu, em voz baixa deixando a mesa. Nina caminhou até ao balcão, deixando duas notas de dez dólares, tocando em seguida no ombro de Hyunseung. - Vamos!

O rapaz a seguiu, prontamente. Se havia coisa que tinha aprendido nas últimas horas é que Nina era como um escudo protector, ou um excelente cão-guia, que ele deveria seguir, se não quisesse ter de passar o resto dos seus dias - o que seria demasiado tempo - numa cela!
Terence que pretendia fazer a sua "recepção" de boas-vindas ao asiático desconhecido, recuara ao se aperceber que Nina estava com ele. Já era a segunda vez que a situação acontecia, então o próprio Terence entendeu que não valia a pena insistir... pelo bem do que ele tinha de mais precioso na sua vida: os seus genitais.

Quando Nina seguiu para um lugar mais seguro, parou Hyunseung, o encostando à parede e o encarou de forma séria.

- O que é que você estava tentando fazer?

- Estava ansioso por novidades, então eu decidi te seguir. - respondeu com sinceridade. - Aquele cara é que é o seu contacto? - questionou, tirando os óculos escuros e olhando-a bem nos seus olhos.

- Não te devo explicações algumas. Aquilo que você tinha de saber, eu contei, então vamos simplificar, ok? - pediu, voltando a colocar os óculos dele.

- Simplificar?

- Sim, eu conto apenas o essencial. Quando os documentos estiverem prontos, a gente se manda, e aí, você segue para onde você quiser... - respondeu Nina caminhando com o seu tipo sorriso amável.

- E você não irá sentir a minha falta? - perguntou Hyunseung, andando lado a lado com Nina. - Quer dizer, você vive sozinha... vamos ficar vivendo debaixo do mesmo tecto por um tempo, então...

- Se eu irei me sentir sozinha depois? Não. - completou ela. - Eu saberei se você precisar de ajuda... então não será necessariamente um "adeus" eterno. - replicou com um ar divertido.

- O que é que você quer dizer com isso?

- Quero dizer que quando eu protejo os meus amigos, é até à morte! - afirmou antes de puxar bruscamente Hyunseung para o lado. - Era só o que me faltava!

- O que foi?

- Está vendo aquele loiro ali? É o meu irmão... Mas o que será que ele quer agora? - questionou ela, ainda sem entender nada. - Fica calado e me segue, ok?

O mais velho não deu resposta, apenas voltando a seguir a garota. O cara em questão se chamava Luke James. Não devia ter mais de vinte e poucos anos, um metro e setenta de altura e dono de uns olhos azuis-esverdeados paralisantes...

- Ei, Luke! - chamou Nina, recebendo a atenção do loiro. - O que você está fazendo aqui?

- Vim saber de você. A policia esteve lá em casa hoje... - comentou antes de olhar para o rapaz que estava ao lado da sua irmã. - E você é...

- Um amigo meu. - respondeu a mais nova de um jeito cortante. - Clyde, vai para dentro... tem cuidado com as gémeas do nº 16. Elas são atiradiças... - alertou entregando a chave de casa. Hyunseung obedeceu, embora que estivesse com a sensação que deveria ficar com Nina. - O que é que você veio fazer aqui? Fala a verdade.

- O pai falou que tinha vindo te entregar alguma coisa ontem à tarde. Eu fui ter com o Carl e ele me respondeu que você já tinha pegado a mercadoria...

- Sim. E então?

- A gente precisa disso para pagar o que resta da divida.

- O coração é meu, o pai deixou bem claro! E sim, ele está na minha pose e não vou entregá-lo... - respondeu Nina, tentando falar em voz baixa. - E além de que não será preciso pagar mais nada. O barão está morto, ou você não sabia?

- Como é que você sabe disso? Na tv só falaram na morte da filha dele...

- Foi triplo homicídio. Se a policia foi lá a casa, deve ter ido fazer as mesmas perguntas que me fizeram essa manhã... - explicou. - Eu trabalhei ontem na casa do barão e o engenheiro Franz tentou fazer com que o FBI me culpasse, mas... não têm como provar!

- E você me fala isso assim? Como se fosse uma coisa banal?! - indignou o mais velho.

- Relaxa. Não tardará muito e ficará tudo bem... - disse entrando no prédio.

- Nina!

Nina em vez de pegar o elevador, foi pelas escadas. Luke a seguiu, reclamando sem obter a resposta da mais nova. Hyunseung estava vigiando a porta para ver quando a garota chegaria e assim que a viu abriu-lhe a porta.

- Estava preocupado... - começou por falar. 

- Aguenta a porta que o teimoso do meu irmão está quase desfalecendo. - comentou com um tom trocista.

E Nina estava certa.... mais uma vez! Luke parecia que tinha corrido uma maratona e meia.

- Para a próxima, eu venho no elevador... - mentalizou ele, exausto.

Assim que ele entrou, Hyunseung fechara a porta. Nina entretanto pegara numa garrafa de água gelada e entregara ao Luke.

- Você é doida. - acusou este. - Você não sabe que podem colocar o nosso pai na cadeia, por isso? Ele vai ser...

- Nem o pai ou o Hyunseung serão acusados de nada. Além de que... o barão, o Stone e a Gloria não sofreram. - revelou. - Morreram da mesma forma que uma presa que é surpreendida.

Hyunseung olhara para ela assustado. Ela iria revelar tudo?

- Co-como você pode saber? Você não me diga que... Nina! Você matou o barão?

O celular de Nina toca. Enquanto ela escuta o que a pessoa do outro lado da ligação lhe diz, ela indica para o Hyunseung colocar no canal de noticias.
Na tv, o titulo do noticiário de última hora falava sobre a morte do barão Smith assim como a corrupção do banco e a sua preparação para fugir do país.

- Sweetie. Você é o maior! - elogiou Nina, desligando a chamada.

- Você planeou isso? Nina, você pode ser julgada por triplo homicídio qualificado! - disse Luke, quase desesperado. - São pelo menos 30 anos de prisão.

- É mais homicídio privilegiado. - corrigiu Hyunseung. - Tenho de confessar, amigo. Sua irmã é brilhantemente genial! E louca, também... - acrescentou tirando os óculos e tirando um iogurte do frigorífico.

- Hyunseung?! - questionou Luke gritando. - Mas você ensandeceu, de vez, Nina?

- Para começar, você está na minha casa. Então, vê se baixa o volume, sim? Em segundo, o Hyunseung não só é inocente, como é a única testemunha ocular de um duplo homicídio... - começo ela. - O pai e a mãe não iriam aguentar tamanho choque, por isso, você vai ficar calado... Você os ama, tanto quanto eu, certo? - questionou Nina, com um ar calmo e pacifico. Luke não deu resposta. - Óptimo! Então vaza agora da minha casa. Avisa-os que eu irei amanhã lá, jantar, ok? Beijo!

Luke fora, literalmente, escorraçado de casa. Nina fechou a porta tão rápido que Hyunseung não pode evitar de rir da cena.

- Você é sempre assim? Bipolar?

- ha, ha, ha! Que engraçadinho que você está, hoje. - ironizou a garota. - Eu não sou bipolar. Sou possessivamente protectora, o que muito diferente!

- Pois. Sabe, estou achando divertido descobrir coisas sobre você... - comentou ele com o seu típico jeito.

- Ai sim? E o que é que você já descobriu sobre mim, em menos de vinte e quatro horas, senhor Jang?

- Que você é uma pessoa trabalhadora, leal; que se importa em provar a inocência dos outros, assim como os defende como pode... aprendi que você tem uma mente brilhante e que quer ser uma boa filha para os seus pais. - enumerou caminhando na direcção da garota. - E, se eu estiver certo, irei conseguir descodificar os segredos que esses olhos bonitos escondem...

- Boa sorte. Até aos dias de hoje, ninguém tentou o fazer. - desejou Nina. - Eu acho que sei um pouco mais sobre você. Vejamos... - começou por dizer, ficando com um ar pensativo. - Você além de ser procurado pela policia e de ser um burlão, vigarista... também é perfeccionista; o que calculo, que o seu signo seja virgem... um pouco ingénuo, despreocupado... 

- Ingénuo?

- Se você não o fosse, nunca se arriscaria a conhecer o barão. Ou você acha que ele não sabia quem você era? - questionou Nina ao entregar uma copia de alguns documentos para o mais velho. - Isso era o que ele pretendia fazer com você.

Hyunseung deu uma vista de olhos para os papéis. O barão tinha um plano bem elaborado, que ele - estupidamente - iria fazê-lo, sem que ninguém desconfiasse de nada. Enraivecido, Hyunseung jogara os documentos amassados para longe e deu um murro seco na parede.

- Lamento, Hyun. Mas quem se cruza com o barão acaba de duas formas: preso ou morto! - confortou Nina, colocando a mão no ombro de Hyunseung.

- Ainda bem que você matou aquele infeliz... - disse ele com a voz presa. - Senão era eu, quem o mataria!



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