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História Não Posso Negar - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Postando capítulo agora porque não tenho certeza se amanhã entrarei aqui nesse site. haha
Eu pensei escrever esse capitulo de 2 maneiras, e a que mais fluiu foi para este aqui, não tenho certeza se ficou bom,
então não tenho nenhuma opinião própria sobre este capitulo e.e
Qualquer erro de digitação ignorem, eu não estou betando a história, e geralmente erros ortográficos escapam aos meus olhos, enfim a lerdeza kk
Boa Leitura.

Capítulo 10 - Não Pode Negá-lo e Aconteceu


 

Mikasa se quer viu o momento em que Levi parou de beijar a sua boca e jogou-a na cama, que estava bem ao seu lado. Agora suas costas bateram em algo macio, o que tinha sido muito mais agradável. Em um ato ímpeto quis levantar da cama, mas Levi já vinha abrindo todos os botões da sua própria camiseta com um puxão, tendo a certeza que todos os botões saíram do pano e foram parar em um lugar do quarto pela tamanha força. 

Ela engoliu a seco com o coração batendo na garganta quando Levi veio por cima, voltando a beijar seus lábios, tocando a mão no seu pescoço carinhosamente e descendo para sua camiseta.

Admitiu por aquele mero segundo que beijar o Capitão era bom, a maciez da boca dele, a vontade expressa que não queria parar de beijá-la, era contudo, atraente a ponto de se tornar dependente a medida que continuasse. Percebeu que ele abria todos os seus botões pacientemente da sua camiseta até enfim chegar no ultimo, tocando em um dos seus seios em um aperto, arrancando suspiros seus, provocando mais reações em seu corpo a qual estranhamente ela estava começando a gostar, e como estava, não conseguia sequer pedir para parar, embora lá no fundo da consciência tinha algo gritando para ela voltar para a realidade fria e distante, que era cada quem em seu quadrado. 

Ele subiu as mãos para os seus ombros, empurrando a jaqueta junto a sua camiseta para baixo, querendo tirá-la totalmente. Teve que puxar as mangas pelos braços para conseguir deixá-la sem roupa, o que causou um pouco de trabalho. 

Deixou a boca de Mikasa por um instante a qual estava muito vermelha pela intensidade de seus beijos repletos de vontade em tê-la, e se concentrou em tirar as botas de Mikasa, colocando as pernas delas sobre as suas, abrindo o zíper e desencaixando perfeitamente uma de seus pés, enquanto a encarava, e depois desencaixou a outra. 

Mikasa ficou vermelha ao perceber que estava sendo observada, colocou os braços em frente aos seus seios para esconder todo o seu pudor, mas nada disso resolveria quando agora Levi estava desabotoando a sua própria calça. 

Ele puxou sua calça para baixo até que saíssem pelos seus pés, a deixando apenas de calcinha. Mikasa ficou mais vermelha ainda olhando para Levi que estava um pouco interrogativo quanto a sua atitude, compreendendo que ela não sabia de nada sobre essas coisas, e ao que tudo parecia, ele seria o primeiro homem dela, o que tornou tudo mais inebriante para ele.  

Levi desceu seus lábios para a panturrilha de Mikasa e passou a beijá-la parte por parte até chegar em sua coxa. Ela observava sentindo pequenos choques e arrepios em sua pele ao entrar em contato com aquela boca, se mergulhando dentro de um oceano prazeiroso ainda mais, fechando os seus olhos e se deixando levar por aquele momento. 

Quando Levi colocou as mãos em seus quadris para tirar a sua calcinha e beijou seu colo fazendo-a estremecer de dentro para fora, Mikasa automaticamente colocou as suas mãos sobre a de Levi fechando em um aperto forte. Ele cancela o seu ato e levanta o seu olhar, encontrando bochechas muito coradas e um olhar medroso e preocupado. Ele se aproxima e beija cada pedacinho do seu rosto com carinho, deixando ela mais confortável, então Levi sussurra no ouvido dela:  –Confia em mim. 

Mikasa afrouxou suas mãos sobre as dele quando sua voz rouca e rija a deixou ainda mais molhada, não podia negar que estava repleta de desejos, e quanto mais ele lhe tocava mais ela queria, porque todas as reações do seu corpo se encontravam fora de seu controle, reações que nunca tinha conhecido antes e não sabia como lidar. Não naquele estado que se encontrava. 

Levi desceu sua mão para dentro da calcinha de Mikasa e tocou em sua initmidade fazendo movimentos leves, porém rápidos. 

Mikasa soltou alguns arfadas quando os dedos frios e rijos de Levi entrou em contato com seus lábios vaginais e clitóris. A medida que ele a tocava enquanto beijava deliciosamente seu pescoço, seus gemidos se tornavam mais altos e intensos a ponto dela tentar rebolar nos dedos de Levi. 

Ele se detêm deixando Mikasa ansiosa. Se afasta um pouco do pescoço dela e se senta na cama para retirar a calcinha.  Quando tira, Levi introduz dois dedos dentro dela iniciando movimentos lentos até, pouco a pouco, ganhar velocidade. Olhava ela se contorcendo na cama e segurando seus lábios para não soltar seus gemidos, o que de fato, era uma paisagem muito apreciativa e deliciosa. 

Não precisou demorar tanto para fazê-la gozar em seus dedos, deixando-a toda banhada em sua própria umidade. 

Mikasa não pode evitar ficar meio tonta pois sentiu algo muito surreal. Suas pernas tremiam um pouco pelos espasmos em seu corpo e tudo o que pode fazer foi respirar bem fundo e olhar para o teto procurando remediar a sua respiração.

Levi se levantou e começou a se livrar das suas botas rapidamente, e depois da sua calça e o que tinha por debaixo dela. Não podia esconder a sua excitação, pois desejava ela mais que tudo naquela momento.  

Quando Mikasa se deu conta que ele estava completamente sem suas vestes, não conseguiu esconder o seu pudor, porque nunca imaginou que um dia veria o seu Capitão daquele jeito. Ela nunca tinha visto ele outra maneira, não como um homem, e agora estava conhecendo um outro lado dele. 

Agora sentia o peso dele sobre o seu corpo, quando ele deitou sobre ela, colocando seus braços debaixo dos seus e a puxando para o seu corpo. Sentia os cheiro dos seus fios escuros semelhante a ervas e a textura roçando em suas bochechas quando ele mordiscava sua pele, marcada pelos milhares de beijos e mordidinhas que ele deixou ali, marcando seu território como se ela fosse dele. 

Sua ereção estava sendo empurrada para dentro dos seus lábios que se localizavam no meio de suas pernas, o que fez Levi colocar o rosto entre o pescoço e os ombros delicados de Mikasa, sugando o seu cheiro com avidez. 

Quando finalmente entrou na intimidade de Mikasa, ela soltou um grito pela dor. Era sua primeira vez, e não esperava que aquilo fosse doer tanto. Apertou os ombros de Levi com suas unhas sentindo aquele ardor, e que agora ele estava dentro dela. 

Levi se movimentou devagar entendendo que deveria deixá-la se acostumar primeiramente, mesmo que a sua vontade fosse bem mais forte e intensa. Foi controlando as suas estocadas percebendo o quanto Mikasa fazia barulho com: "Ahhhh" "Ca..pitão.." "ÃÃÃNNN". Decidiu calar a boca dela com um beijo para que todo aquele barulho fosse abafado dentro de sua boca, mesmo que estivesse gostando de ouví-la. 

Decidiu que agora iria um pouco mais rápido e mais profundo quando ela em um ato repentino, cruzou as pernas em volta da sua cintura e os braços em volta do seu pescoço. Tornou o beijo mais intenso e mais urgente, a medida que estocava para dentro dela com força até que finalmente conseguiu sentir uma força incontrolável querendo sair de dentro dele, foi quando ele gozou, e não tardou para que ela fizesse o mesmo.  

Parou o seu ato e um formigamento tomou conta de todo o corpo de Levi. Deixou a boca de Mikasa com um ultimo beijo, para agora depositar um outro beijo bem no pé do seu peito após o ápice, e então saiu de cima dela ficando sentado na cama, enxugando resquícios de suor sobre o seu rosto com um lenço que tirou de dentro do bolso da sua calça que estava pendurado na cadeira. 

Mikasa memorou a figura dele sentado na cama sem que soubesse, como uma visão única, bonita e interessante.  Viu o momento que Levi começou a organizar as roupas que estavam jogadas no chão em cima de uma cadeira, entendendo que ele odiava bagunça.

Um sono a abateu de repente, talvez pelo cansaço de ter gasto sua energia com dois orgasmos consecutivos, e estranhamente sua cabeça latejava como nunca antes.  Suas palpebras cairam quando permitiu-se desvencilhar e ser carregada pelo sono, mas ainda pode sentir quando um lençol cobriu o seu corpo, tornando o sono ainda mais bem vindo e acochegante. Sorriu de canto sem sequer saber o motivo e apagou, quando o espaço do colchão ao seu lado afundou fazendo um ranger na cama. 

(...) 


Mikasa abriu os seus olhos inspirando um aroma diferente, de folhas verdes com madeira, como se alguém tivesse acabado de sair de um banho. Deu de cara com uma parede, o que achou estranho. Virou o seu corpo na cama ficando de barriga para cima e encarando o teto, tendo a impressão que a sua cabeça estava mais pesada que o peso do seu próprio corpo. Suspirou, apoiando as mãos na cama e se sentando, repousando as suas costas na cabeceira esfregando o seu rosto para terminar de acordar, até se deparar com o Capitão Levi a sua frente, de botas, calça, camiseta branca da tropa toda aberta exibindo o seu peito e abdomen, e os cabelos levemente molhados. Ele estava muito concentrado colocando o seu cinto.  

Demorou alguns segundo para que tudo fizesse sentido, se espantando quando entendeu que não estava no seu quarto, e que aquilo não foi apenas um sonho erótico, mas sim um prova da realidade. Ficou constrangida escondendo a sua nudez debaixo do lençol, com as palavras todas embaralhadas na sua cabeça, não sendo possível formular uma resposta de imediato para aquilo. 

– Então você já acordou. – Diz Levi erguendo a cabeça, começando a abotoar sua camiseta. –Depois dessa noite, você ainda vai querer ir? – Perguntou Levi esperando que ela dissesse não, e desistisse de uma vez por todas da ideia. 

Mikasa segurou o lençol no seu busto apertando-o contra si, começando a mutilar o seu lábio com o nervosismo. Sentia sua boca inchada pelos beijos de Levi, mas não se importava se aquela parte estava dolorida, assim como todo o resto do seu corpo, inclusive a sua inocência que foi rompida no meio das suas pernas. 

Levi terminou de abotoar sua camiseta organizando a barra para dentro de sua calça em um perfeito alinhamento. Pegou a jaqueta da tropa e a vestiu em seguida, completamente impecável,  depois foi para onde a Ackerman estava, colocando as roupas dobradas dela em cima da cama para que ela se vestisse quando levantasse, sentando-se em cima de uma cadeira próximo a ela. Olhou bem para garota em sua frente, percebendo o que tinha feito e o quão longe tinha ido. 

–O cachecol vai ajudar a esconder isso o que está em seu pescoço. – Disse ele avaliando toda a pele da pirralha a sua frente. Tentou controlar o seu desejo e a vontade de tê-la, mas foi difícil, com a explicação de que sempre olhou para ela de um jeito diferente, de um jeito que negava para si mesmo.  – Se não quiser que te façam perguntas e falar sobre isso aos seus amigos, é melhor pensar em uma desculpa para isso que está em sua bochecha. 

Mikasa engole a seco sem entender ao que ele estava se referindo exatamente, procurando organizar os fatos acontecidos de toda aquela noite na sua mente, e lembrou do motivo que a fez bater na porta do quarto dele. 

– Eu ainda vou para essa missão com você. – Falou ela com toda a sua certeza tentando ignorar o que tinha acontecido entre eles. 

Ele cruzou suas pernas, colocando seu cotovelo sobre o braço da cadeira com a mão em seu queixo. – É impossível te convencer pirralha, que merda.  

Ele compreendeu que uma vez cabeça dura, sempre cabeça dura. E ela era essa cabeça dura, sempre querendo fazer as coisas a sua maneira. Ele arrumou o lenço sobre o seu uniforme tomando um minuto de reflexão sobre o assunto. Estava tentando proteger Mikasa do pior, mas ela não iria aceitar ser protegida. Respondeu antes que começassem a bater boca: – Eu vou para cozinha tomar um chá, depois vou ao laboratório. Quando você sair daqui, vá até ao laboratório que eu vou ensinar a você como fazer um gás caseiro para substituir o gás da DMT. 

Ela confirmou com a cabeça acatando o seu pedido.  

Levi se levantou e resolveu sair para fora do quarto, deixando Mikasa a vontade para estar apresentável quando cruzasse por aquela porta. 

Quando ele desapareceu, Mikasa saiu debaixo do lençol ficando bem constrangida quando viu respingo de sangue no lençol na cama do Capitão, a qual certamente ele não tinha percebido, lembrando de que uma vez Sasha havia comentado que quando a mulher perdia sua virgindade geralmente sangrava. Ela ficou com vergonha pegando suas roupas organizadas em cima da cama, e procurou o banheiro o quão rápido o possível. O cheiro dele ainda estava impregnado em todo o comodo, o que seria difícil esquecer porque era de longe muito bom. 

Ela começou a se vestir rapidamente: calcinha, calça, botas, camisete, jaqueta, e se pôs a olhar para o espelho querendo organizar o seu cabelo, mas se espantou quando viu o próprio reflexo, enxergando nitidamente marcas no pescoço e uma na sua bochecha. Abriu a camiseta para verificar até onde elas iriam, e se deu conta que seus ombros também não escaparam dos seus lábios vorazes, corando imediatamente quando se lembrou de tudo. 

Mikasa rapidamente cobriu o seu pescoço com o cachecol vermelho, percebendo que não teria como disfarçar a marquinha vermelha na bochecha. Suspirou fundo e decidiu não pensar naquilo ou iria entrar em desespero. Por mais que quisesse negar que aquela noite nunca tinha existido, acabou existindo e com sua permissão, e ela não podia fazer nada além de aceitar e seguir em frente como se nada tivesse acontecido. Ela não queria que aquilo acontecesse de novo com o Levi, embora a experiência tivesse sido boa, emocionante e marcante, ela não queria de novo por razões bem óbvias. Ele poderia ter tido o seu corpo aquela noite, mas não tinha o seu coração.  

Pegou o lençol da cama de Levi e jogou em um cesto de roupas que estava dentro do banheiro. Pensou se estava esquecendo-se de alguma coisa, mas viu que não. 

Ficou com receio de abrir a porta de Levi e esbarrar com alguém no corredor, mas tinha que saír dali não tinha? Além de tudo Levi dormia depois de todos os soldados e acordava primeiro que todo mundo, porque naquele noite ele iria acordar mais tarde do que habitual? Não havia sentido. 

Abriu a porta e sentiu um alivio em seu peito quando não encontrou ninguém no corredor, todos estavam em seus respectivos comodos tirando uma boa soneca. Foi diretamente para o seu quarto com os passos apressados, tomar um banho e trocar de roupa, mas não pode deixar de se perguntar: "O que foi que eu fiz?" Acabou perdendo aquilo que deveria perder só depois do casamento, e agora Mikasa não tinha ideia do que iria acontecer de agora em diante, e esse fato a incomodava muito, pois tinha a pretensão de se casar com outra pessoa. 

Quando estava vestida novamente, escutou vozes no corredor. O dia já estava começando a nascer e todos já estavam acordados prontos para realizar suas obrigações daquele dia. 

Ela arrumou o cachecol sobre o seu pescoço e tentou usar o seu próprio cabelo para disfarçar um pouco a vermelhidão da sua bochecha, o que parecia inútil. Tinha que ter coragem e enfrentar todo mundo, inclusive eles: O capitão Levi e Eren. 

 

 



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