História Não posso te amar! - Capítulo 6


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Categorias Malhação
Tags Bruno Gadiol, Daphne Bozaski, Gune, Malhação
Visualizações 423
Palavras 2.011
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olaá,voltcheii ♥,estou muito feliz com o feedback da fic,que bom que gostaramm ♥,vou parar de falar para lerem. Boa leitura!

Capítulo 6 - Se curve a sua ama,escravo!






- Daphne, eu não vou falar de novo! Se você não descer em 10 minutos, já era seu cartão de crédito.- Falou enfurecida, Ivete, para a morena que nem havia levantado da cama.
Daphne bufou e se arrastou até seu banheiro. Se olhou no espelho e se assustou ao ver a blusa de Bruno nela e o fato de ainda estar toda suja, mas se lembrou de ontem. O que a fez se perguntar, se ela havia dormido no carro, como havia ido para em sua cama.

Oh, anta! Obviamente ele te carregou!
Falou seu subconsciente.

Ao pensar nisso rapidamente tomou banho e vestiu seu uniforme.

- DAPHNE, SE VOCÊ NÃO DESCER AGORA, EU....- Berrou sua mãe lá de baixo, Daphne a interrompeu.

- ESTOU DESCENDO!- Gritou de volta. Antes de descer, pegou mais uma blusa. Ela estava com muito frio esta manhã, pegou sua mochila e a blusa de Bruno. Desceu as escadas e novamente encontrou sua mãe impaciente, olhando mortalmente a ela e Bruno com cara de tédio.

- Está atrasada.- Falou Ivete furiosa, o que fez sua filha revirar os olhos em tédio.- Toma seu café da manhã.- Falou entregando um prato com torradas.

- To sem fome.- Falou fazendo uma careta.

- Sem fome, de novo?- Daphne revirou os olhos.- Ah, e filha, eu e seu pai vamos ficar fora hoje até final de semana, se comporta!- A morena assentiu.- E Bruno..Cuida dela.- O moreno assentiu e ao se virar pra ir embora, revirou os olhos.

Ao sair de sua casa, acompanhada por Bruno, sentiu um vento gelado e sem hesitar vestiu a blusa de Bruno, era a terceira blusa de frio que a mesma colocava.

- Essa blusa é minha.- Falou Bruno, e entraram em seu carro.

- Correção: Era! Gostei dela! Vou ficar com ela!- Falou se encostando na janela e o moreno deu partida.

- Queria saber o momento em que te dei liberdade pra pegar minha blusa como se fôssemos amigos.

- No momento em que me deu ela ontem.- Retrucou.- Sem a parte de amigos, lógico!- Bruno bufou e seguiu até a escola.

Daphne saiu num pulo do carro e seguiu até suas amigas que conversavam sobre algo.

- Oi Daphne!- Falaram animadamente suas amigas.

- Oi..- Murmurou.

- Você está bem? Parece mal.- Falou Manu.

- Estou, só... Podemos ir pra sala, to cansada, por favor.- Suplicou encostando no armário. As meninas assentiram e caminharam até a sala. Entraram e encontraram Bruno, Matheus, Gabriel e Juan lá também. Daphne, foi pro seu lugar e abaixou a cabeça.

- Daphne, pelo amor de deus tá 33° graus lá fora e você aí com 3 blusas.- Falou incrédula Gabi.

- Com a minha blusa por sinal.- Disse Bruno.

- É, e ainda estou com frio.- Disse a morena, ignorando o moreno.

O sinal tocou e os alunos começaram a entrar, e o professor também.

- Bom dia, alunos!- Falou Harris, professor de biologia. A turmas murmurou um "Bom dia"- Essa animação me contagia.- Falou suspirando. Daphne abaixou novamente a cabeça, minutos depois estava dormindo.

°•°•°

- Daph, acorda! Bateu o sinal!- Falou Gabi, balançando a morena. Acompanhada de Ana e Manu.

- Hum..- Murmurou e abriu os olhos, levantou e foram até o refeitório. Daphne, foi apoiada no braço de Gabi. E foram até sua mesa de sempre .

- Você não vai comer nada, Daph?- perguntou Ana.

- To sem fome.- Falou a morena se apoiando em Malia, que estava ao seu lado, já que Gabi, havia ido pegar seu lanche.

- Qual foi a última vez que você comeu? Porque ontem você mais jogou comida no Bruno, do que outra coisa. Pra falar a verdade, você nem comeu, só jogou comida nele.- Perguntou Manu.

- Ontem mesmo.- Respondeu a morena

- Aqui.- Falou Gabi, sentando ao lado de Ana e estendendo um suco de morango a Daphne, que balançou a cabeça negativamente. Gabi a fuzilou pelo olhar e a morena pegou o suco e bebeu tudo.- E chocolate, quer?- Perguntou oferecendo uma barra a ela na esperança.

- Não força.- Falou rindo.

- Você realmente não tá legal, pra não querer comer chocolate.- Zombou Manu.

- Só pra contrariar vou comer.- Falou rindo e pegou o chocolate, deu umas 4 mordidas e deixou de lado.

Enquanto, Ana, Manu e Gabi conversavam sobre algo, que não estava interessando nem um pouco a morena, que era uma raridade, a mesma estava quase cochilando no ombro de Manu.
O sinal bateu e eles voltaram para a sala de aula, junto com o professor. Daphne, sentia sua cabeça explodir, não iria aguentar.

- Professor, posso ir no banheiro?- Perguntou. O professor assentiu e ela levantou, olhou para suas amigas, que sabiam que ela não iria ao banheiro.

Daphne saiu e ficou em um banco que havia ali no pátio, longe dos funcionários.

°•°•°

- Toma sua mochila, Daph!- Disse Ana, entregando a bolsa da morena.

- Obrigada! - Agradeceu sorrindo.

- Tá melhor?- Perguntou Manu.

- Óbvio que não, né pateta. Olha pra ela, tá mais branca que papel.- Falou Ana.

- Parece até um fantasma.- Continuou Gabi.

- Eu ainda estou aqui!- Exclamou a morena.

- Vamos pra detenção, Daphne!

- Que susto, capeta!- Falou Daphne sem pensar, pulando de susto com a mão no peito, ao se virar deu de cara com a diretora, a encarando furiosa, com Bruno ao seu lado.- Quer dizer...Minha linda diretora.- Falou fazendo coraçãozinho com as mãos, a diretora suspirou, Daphne deu tchau para Ana, Gabi e Manu e seguiu até a sala da detenção se arrastando, com Bruno ao teu lado.

- Tentem não se matar, crianças!- Falou rindo os trancando lá.

Bufaram ao notar que um sofá estava cheio de tranqueiras e teriam que dividir um sofá. Daphne foi até sua mochila e tirou de lá um cobertor, não tão grande, sentou no sofá, ao lado de Bruno e se cobriu.

- Você tem problemas?- Perguntou incrédulo ao vê-la com cobertor e três blusas.

- Meu único problema é você.- Murmurou quase fechando os olhos.

- Tá 34° graus lá fora.- Falou incrédulo.- Você só pode estar com febre.- Riu e pôs a mão na testa dela, arregalou os olhos.
- Daphne, você está ardendo em febre..

- Eu estou bem.- Murmurou.- Só um pouco de dor de cabeça, e frio.- Disse fazendo pouco caso.

- Daphne...- A chamou sorrindo perversamente, a mesma entendeu e correu dele.

- Não, me deixa, eu to com frioooo.- Falou ela correndo dele, o que não adiantou muito, já que ele a alcançou.
Puxou seu cobertor, e tentou tirar a blusa da garota.

-Daphne, vai te fazer mal isso.

- Por que se importa?- Retrucou.

- Porque se você morrer, eu serei o principal suspeito.- Falou como se fosse óbvio, Daphne revirou os olhos.

Bruno conseguiu tirar a blusa da morena

- Faltam duas. Vem aqui.- Falou e conseguiu tirar mais uma.- Uma agora.- Disse vitorioso.

- NÃO!- Gritou fugindo dele. Bruno a agarrou pela cintura, a apertando. - Bruno.. Me larga, agora!- Falou com a mão na boca, o mesmo entendeu e a soltou. A morena correu até o cesto de lixo e colocou tudo pra fora. Bruno segurou os cabelos dela.

- Eu preciso sair daqui.- Falou ao terminar de vomitar.

- Não tem como sair daqui.- Falou Bruno, a puxando para se deitar no sofá e colocou tua cabeça no seu colo. Pôs a mão na testa da morena.- Parece que sua febre aumentou. Vou pegar um termômetro.- Se levantou e foi até a caixinha de primeiros socorros e pegou o termômetro.
Colocou na boca dela. Uns minutos depois apitou e ele tirou. Se espantou ao ver sua temperatura.

- Daphne...Você está com 42° de febre.- Falou e a morena em seu colo abriu os olhos, deu de ombros e os fechou de novo.

Bruno, sabia que essa era a chance perfeita dele descontar em Daphne, que a mesma dormia serenamente em seu colo. Seria bem fácil se vingar dela nesse estado. Mas preferiu ajudar ela, não seria tão frio a esse ponto. Ela ainda vestia uma blusa de lã com zíper, ele a tiraria. Tentaria deixá-la mais fria possível.

Abriu o zíper e seus olhos arregalaram. Daphne não estava com a camiseta da escola por baixo. O que deu a ele à vista para seu sutiã...vermelho. Tentava tirar os olhos dos seios grandes da morena, não conseguia, era tentação a ele.

- Perventido!- Falou a morena, abrindo os olhos e batendo na mão dele, que estava em sua barriga, perto dos seios e fechando a blusa.- Me respeita, não sou as puta que você pega não.

- Como eu ia saber que você não tinha camiseta por baixo?!

- Perguntando se poderia...Ai ai- Falou e gemeu de dor no final, com a mão na cabeça e se levantou.- Bruno, tá doendo muito! Aii ai..- Falou se desesperando.Daphne sentia sua cabeça explodindo e girando.

- Me dá dois dos seus grampos. Agora!- Pediu e ela o entregou os grampos meio devagar, estava se sentindo zonza.
Bruno correu até a porta e enfiou os grampos na maçaneta.

Uma, duas, três e nada, na quarta conseguiu abrir a porta. Suspirou aliviado.

- Daphne, vem, eu consegui.- Falou e foi até ela.- Vamos para o hospital!

- Não! Nós vamos pra minha casa, Gabi, está na hora do chá! O senhor biscoito está nos esperando, vamos Manu! Não quer decepcionar a senhorita Abigail, você quer, Ana?

- Você está delirando de febre! Maravilha.- Suspirou e colocou nas costas a mochila dos dois.- Pronto, vamos logo, Daphne!- Disse e caminhou até ela que estava sentada no sofá, e a ajudou a levantar.

- Eu to com preguiça, me leva!- Falou a morena e pulou no colo de Bruno.- Isso! Eu sou a sereia do vale dos pudins! Se curve a sua ama, escravo!- Falou rindo para Bruno, que tentava a ignorar.

Bruno a colocou no banco da frente e suas mochilas no de trás.

- ELA É BEM PEQUENININHA...AII.. E TAMBÉM É BEM FOFINHA, É UMA FRUTA RECHEADA DE ALEGRIAAA! AII.- Daphne começou a cantar( Se lê: Gritar) e dando alguns "AI" por sua cabeça doer.- É O SEGREDO PRA FAZER VOAR, AII, TÃO ALTA FICAAR, AII, ELA É SUA AMIGAA BASTA TELEF...- Parou de cantar ao sentir sua cabeça doer mais e seu estômago revirar, e vomitou tudo na parte da frente do banco onde estava.

- Puta que pariu, Daphne!- Falou vermelho de raiva, pensando em mil e uma maneira de como poderia a estrangular sem deixar rastros.- Eu lavei o carro anteontem, vai se foder! - Falou irritado, bufando. Daphne começou a chorar.
Bruno respirou fundo se controlando para não a enforcar.

- Daphne, se você parar se chorar eu te dou doce!- Disse Bruno, e a morena parou de chorar na hora e assentiu sorrindo.- Bipolar.- Murmurou.
- VOCÊ QUER BRINCAR NA NEVEE???- Cantou gritando a morena , depois de um tempo.- UM BONECO QUER FAZEEER?! VOCÊ PODIA ME OUVIR E A PORTA ABRIIR! EU QUERO SÓ TE VEER!! LERIGOOUUUU!

- Morena, cala a boca! Tu não leva jeito pra cantar! Parece uma gralha.- Falou Bruno. Não aguentava mais ouvir Daphne cantando.
Os olhos da morena se encheram de água, e começou a chorar novamente.- Para de chorar, já chegamos.- Falou revirando os olhos e estacionando em frente ao hospital.

- Ebaaa! Está na hora do chá!- Falou parando de chorar e sorrindo, descendo do carro, sem pisar em seu vômito.- Me leva, escravo!- Disse e Bruno a pegou bufando.

- Bruno...- O chamou.- Eu quero meu doce. Agora.

- E daí? Não te prometi nada.

- Prometeu sim. EU QUERO DOCE!

- NÃO VAI GANHAR DOCE VOCÊ TÁ QUEIMANDO EM FEBRE, DOR DE CABEÇA! E VOCÊ NÃO TÁ MERECENDO!- Gritou com ela enfurecido. A morena começou a chorar. Algumas pessoas olhavam, mas não se importaram.

Bruno não acreditava que ela estava realmente chorando, de sair lágrimas.

- Daphne, ou você para de...- Parou de falar ao vê-la dormir em seus braços!
- Eu mereço. - Suspirou


Notas Finais


Comentem oque acharam! Adoro interagir com voces.


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