História Não posso te amar! - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Malhação
Tags Bruno Gadiol, Daphne Bozaski, Gune, Malhação
Visualizações 286
Palavras 1.529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Para de frescura? Sério isso?


 

- Bruno, esquece. Eu não vou assistir Invocação do mal 2.- Falou pela 4° vez ao moreno. Que tentava convencê-la de assistirem o filme.- Não assisti nem o um.

- Tá com medo é?!- Provocou.

- Algum problema? E você está na minha casa, quem manda sou eu. Não vamos assistir. Eu não vou assistir. Você não vai assistir.- Disse autoritária, subindo para seu quarto, Bruno a acompanhando.- Larga do meu pé, encosto.- Disse irritada, Bruno bufou.

- Então vamos assistir. Já coloquei pipoca pra fazer e brigadeiro no fogão.

- Assiste sozinho, ué.

- Não, tá louca?- Perguntou com a mão no peito, fingindo surpresa.- Teve um cara que simplesmente sumiu na hora do filme, e se algum espírito do além vier buscar nois, ele vai se assustar com a tua cara feia e irá embora.- Ironizou com um sorriso de lado.

Daphne revirou os olhos.

- Com medo Bruno?.- Fez um sorriso falso.

Entrou no seu banheiro e Bruno entrou junto.

- Eu vou tomar banho, dá licença?- Perguntou irritada.

- Só saio se você assistir Invocação do Mal 2 comigo.- Disse com um sorriso de lado com malícia e se sentou na tampa da privada.

- Olha, ou você...- Falou com a mão na cintura.- Quer saber? Dane-se.- Disse por fim, saberia que ele não sairia dali. Tirou sua blusa e seu shorts, ficando apenas de lingerie. Bruno arregalou os olhos encarando o corpo da morena. A mesma sorriu por satisfação. Tirou lentamente seu sutiã e sua calcinha. Parecia que os olhos de Bruno iriam saltar para fora de seu rosto. Daphne entrou no chuveiro e começou a tomar banho. Já havia cicatrizado os cortes em seu braço nem daria para notar.

- Gosta do que vê, não?- Provocou

- Cla-claro que não.- Gaguejou um pouco, quase babando.

- Por isso está esse volume todo. - Disse rindo apontando para a calça dele.

- Por que está olhando? Gosta do que vê?- Perguntou imitando a voz dela.

- Idiota.- Murmurou e se virou para o lado oposto de Bruno, passando sabonete. O mesmo mordeu o lábio inferior.

- Até que você é gostosinha.- Disse rindo com malícia. Daphne tacou o sabonete na cabeça dele. Acertou em cheio.

- Sua demente, tem problema?- Falou com a mão na cabeça onde havia jogado.

- Você. Da pra me deixar tomar banho em paz?- Falou irritada.

- Posso te ajudar no banho?- Perguntou malicioso.

- Não.

- Então não.- Sorriu de lado, Daphne bufou.

Daphne continuou seu banho. Bruno mordia o lábio inferior de 5 em 5 segundos. Estava excitado. Tirou a roupa ficando nu. Daphne arregalou os olhos pelo tamanho da coisa. Entrou no chuveiro.

- *Eu poderia te beijar.- Sussurrou Bruno no ouvido da garota.

- Eu poderia quebrar o teu nariz.*- Retrucou com um sorriso sarcástico.

- Foda-se.- Respondeu e colou seus lábios nos da morena. De novo, seus olhos se arregalaram. De início, tentou afastá-lo, mas como ele era mais forte que ela, colou seus corpos, a prensando na parede do box.

Daphne sentiu o duro em contato com a sua pele. Tentava resistir, era tentação demais para ambos. Ao cair na real, o afastou e deu um soco no nariz dele, fazendo sangrar.

- Ai, sua louca! Acho que você quebrou, demência!- Falou indignado com a mão no nariz.

- Eu avisei, baby!- Sorriu vitoriosa, se amarrando na toalha.- Nunca. Mais. Me. Beije.- Disse pausadamente.

- Não entendi as duas últimas palavras.

- Me. Beije.- Repitiu pausadamente de novo.

- Se você está pedindo.- Disse e a beijou sem dar tempo dela fugir, apenas falar um "Ah, não pera".

Daphne chutou suas partes baixas. O fazendo se contorcer no chão de dor.

- Na próxima perderá o direito de ter filhos.- Ameaçou irritada, saindo do banheiro. O deixando no chão gemendo de dor, e com o nariz pingando sangue a todo instante. Mas voltou e pôs a cabeça na porta.- Dá para sair logo daí, Bruno? Não quero meu banheiro manchado de sangue.- Ironizou e Bruo a olhou como se ela fosse louca. O que seria bem provável.

Daphne se trocou sem pressa, mesmo sabendo que Bruno estava em seu banheiro, e poderia sair a qualquer hora. " Acho que vai levar um tempo até ele conseguir levantar." Pensou a morena.

Bruno, saiu do banheiro, com uma toalha em volta da cintura, quando a morena estava penteando seus longos cabelos castanhos. Ainda mancando, e com um papel no nariz, para evitar que escorra tanto sangue.

- Bruno...- O chamou preocupada, ao sentir um cheiro de queimado. Ele a encarou fazendo pouco caso - Você tirou o brigadeiro do fogo?- Perguntou receosa, temendo a resposta. Os olhos do moreno se arregalaram.

- Não.- Falou com um certo desespero em sua voz.

- Ai meu Deusin.- Falou e saiu descendo em disparada na escada, Bruno tentava a acompanhar.- Deixa de fazer corpo mole, venha rápido.- Bruno revirou os olhos, incrédulo.

Chegaram na cozinha e se depararam com o fogão em chamas e a geladeira também. Quem deixa a geladeira ao lado do fogão? Os olhos de ambos se arregalaram em desespero. Foram para a sala, procurando um extintor. Bruno mancando.

- AAAAAAHHHHH!- Daphne, soltou um de seus gritos histéricos.- CADÊ O EXTINTOOOOR? AAAAHHHH, EU VOU MORREEER!- Gritou Daphne em desespero, correndo de um lado pro outro.

- Que tal parar de gritar e achar o extintor, desgraça?- Perguntou irritado e deu um tapa na cabeça dela.

- Foi você que deixou o fogo ligado, besta.- Se irritou e rolaram no chão. Daphne por cima dele, o batendo, Bruno não conseguiria ficar por cima, ainda está machucado.

- Que tal a gente deixar pra brigar mais tarde? A cozinha está pegando fogo.- Sugeriu sarcástico e a morena assentiu e se levantou.

Foi atrás do extintor, o achou em cima da estante, escondida no canto da sala. Daphne que mal aguentava segurar o extintor, sem querer deixou o extintor bater na cabeça de Bruno, que gritou de dor. Não foi tão forte, ao ponto de afundar o crânio do garoto.

Daphne pareceu nem ter notado. E seguiu em direção à cozinha. Bruno, mancando ainda mais, a seguiu, segurando a toalha que estava prestes a cair.

- VEM LOGO, BRUNO! PARA DE FRESCURA!- Gritou a garota chegando na cozinha.

- PARA DE FRESCURA?!- Repitiu sem acreditar no que a morena havia lhe dito.- VOCÊ ME DÁ UM SOCO NO NARIZ, CHUTA O BRUNO JR., TACA UM SABONETE NA MINHA CABEÇA, ME BATE, JOGA O TEU EXTINTOR NA MINHA CABEÇA E FALA PRA EU DEIXAR DE FRESCURA?!- Perguntou boquiaberto.

- Exatamente.- Falou óbvia. Tentando apagar o fogo. Não reparou que o bico estava virado para o lado ao contrário. E na hora de espirrar, ao invés de apagar o fogo, deixou Bruno todo branco. Que por reflexo, cobriu os olhos com suas mãos, deixando sua toalha cair.

- AAAHHH! BRUNO, COBRE ISSO AGORAA!- Disse desesperada a morena. Depois de uns segundos, se tocou e em fim, apagou o fogo. Não estava alto, só que em vários lugares. Daphne e o moreno suspiraram aliviados.

- BRUNO COBRE LOGO, DESGRAÇA!- Gritou novamente com o moreno, que estava esparramado no chão, todo branco, gemendo baixinho. Bruno estalou os dedos na sua cara, o moreno pareceu acordar e se cobriu, levantando com certa dificuldade.

°•°•°

- DAPHNE BOZASKI

- BRUNO GADIOL- Gritaram os pais deles furiosos. Ao saberem do ocorrido, Richard e Ivete, voltaram voando para cá.

- NÃO ACREDITO NISSO. VOCÊS BOTARAM FOGO NA CASA E...- Começou Ivete, mas foi interrompida por Daphne.

- Pera lá.- Disse botando uma mão na frente.- Na casa não. Só na metade da cozinha.- Revirou os olhos, cruzando os braços.

- Olha o jeito que fala comigo, menina. Quando eu soube o que aconteceu...- Foi interrompida novamente.

- Quem te contou? Aposto que foi aquela velha fofoqueira da nossa vizinha, Clodete. Tem 4 gatos e cisma em cuidar da minha, eu hein.- Bufou revirando os olhos.

- Daphne..- Começou seu pai sério.- Você está certa. Na parte dela ser velha e fofoqueira.- Riram e Ivete o deu uma cotovelada.

- Mãe, a culpa não é minha! É do Bruno, que nem pra fazer brigadeiro serve.

- E a culpa não é minha se você mal consegue segurar um extintor de incêndio.

- Quem foi que apagou o fogo mesmo? Ata, EU.- Deu ênfase no "Eu"

- Olha aqui....

- A gente decidiu que vai mandar vocês pra uma casa meio isolada daqui. Por 1 semana.- Disse Paulo, os interrompendo antes que começassem a brigar.

- O QUE?- Perguntaram em uníssono.

- Relaxem, não vão nem chegar perto do fogão. A comida vai ser requentada.- Disse Elizabete rindo, acompanhada de Ivete, Richard e Paulo.

- O QUE?/2.- Falaram de novo em um uníssono.

- Não mentira. Tem um restaurante ali pertinho. Vocês irão almoçar lá.- Falou Richard.

- Eu tenho jogo de lacrosse.

- Adivinha? Você não vai.- Ironizou seu pai.

- Nós temos aula.- Disse Daphne, na esperança.

- Não tem problema. Já ligamos pra escola, está tudo ótimo.- Falou Ivete.

Quando Bruno e Daphne queriam que Ivete e Richard voltassem, não queriam que fosse dessa maneira.

 



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