História Não precisa ficar com medo! - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Bdsm, Hentai, Lemon, Sexo, Yaoi
Visualizações 61
Palavras 614
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Não é como se eu aprovasse esse bagulho de se prostituir não tá, só pra deixar claro!

Capítulo 3 - Bordel


  Itou não perdeu tempo e beijou Haru, aprofundou o beijo arrancando alguns gemidos do mais novo.

- O que queria me perguntar? – arfou.

- Sabe você não andou reclamando de dor nos quadris... Aquela foi a sua primeira vez mesmo? – perguntou.

- Não... Mas não é como se eu já estivesse acostumado! – respondeu.

- Com quem você fez antes?! – Perguntou apertando suas coxas com força fazendo fechar os olhos e grunhir de dor.

- Eu nem sabia quem eram... – respondeu desesperado.

- Prossiga! – Itou disse livrando-o daquele aperto.

- Na verdade... Eu já trabalhei num bordel antes, recebi todos os tipos de clientes incluindo mulheres... – disse Haru – Eu sempre gostei disso na verdade...

- Por que trabalhava lá? – perguntou.

- Por dinheiro é claro... Eu saí de casa muito cedo e não tinha como me sustentar! – disse com um semblante triste – Então faça o que quiser comigo! Não me importo! – Itou sorriu.

- Pois eu farei você se importar... – sussurrou no ouvido do loiro.

- Eu sei que você não se importa comigo... Só me comprou por sexo não é? Então que assim seja! É melhor do que pegar AIDS naquele lugar! – respondeu.

- Caralho! E se você tiver AIDS! – indagou Itou.

- Brincadeira! – Haru respondeu sorrindo – Eu sempre usava camisinha! – o sorriso fofo estampado naquela carinha fez Itou se contorcer de raiva, queria ensinar uma lição naquele garoto. Agarrou-o com facilidade e o carregou para seu quarto especial, o mesmo em que o outro acordara antes.

- O que vai fazer? – Perguntou Haru.

- Quietinho! – Respondeu deixando um tapa leve em sua bunda, Haru sabia que Itou usaria seus brinquedinhos em si.
  Itou o jogou na cama dura com brutalidade. Haru gostou daquilo, depois de trabalhar em um bordel era óbvio que ele tinha alguns gostinhos, não odiava sexo nem se prostituir, tinha um lado bom naquilo. Não ligava para opinião alheia, contanto que pudesse ganhar dinheiro com algo que gostava.

  - Bem... Eu queria que você escolhesse sua Safeword, qual vai ser? – perguntou Itou.

- Aquela palavra que eu digo quando quero parar com algo? Não preciso de uma! – Haru desafiou.

- O quê? – Itou perguntou.

- Claro que quando eu comecei a me prostituir eu usava uma... Mas eu já não ligo mais! – disse. Itou se aproximou com um olhar maligno, como um predador sedento por carne.

- Certeza gracinha? Vai aguentar tudo mesmo? – desfiou.

- Eu vou escolher uma fofinha então... Chocolate! – respondeu.

- Você deve ser mesmo uma puta! Já ouviu as pessoas dizendo ofensa á você? – perguntou.

- Eu sei que muitas pessoas deve ter nojo de gente como eu! Deve julgar muito, mas... Se eu me importasse eu não o faria! – respondeu Haru.

- Mas você me disse que só começou porque não podia se sustentar! – Itou disse estapeando-o.

- Mas eu poderia ter parado assim que consegui meu primeiro dinheiro, mas quando dei pela primeira vez... Percebi que gostava! Me acha maluco? – perguntou.

- Não, não acho... Mas isso me deixa puto! Me faz querer te foder como nunca antes, serei melhor do que qualquer um que te pagou naquele bordel! – respondeu cuspindo as palavras. Haru sorriu.

- Eu não dei permissão para sorrir! – disse acertando um tapa na cara do outro – Vou pegar algumas coisas, não ouse se mover! – Dito isso Itou se virou para um criado-mudo de onde retirou uma venda para dormir, ela era branca e decorada com patinhas de cachorro, sorriu ao coloca-la no rosto de Haru.

- Chega a ser engraçado... – disse.

- Vai querer que eu te chame de Daddy também? – desfiou o loiro, recebendo outro tapa, dessa vez mais fraco.

- Não dei permissão para falar... Mas pode sim!

 

 

 


Notas Finais


Ui revelações, fecha a boca que entra mosca!


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