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História Não se esqueça de que eu não te odeio - Capítulo 5


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Notas do Autor


ғɪᴢ ᴇssᴇ ᴄᴀᴘɪ́ᴛᴜʟᴏ ᴄᴏᴍ ᴀ ᴠɪsᴀ̃ᴏ ᴅᴏ ᴅʀᴀᴄᴏ ᴅᴀ ʜɪsᴛᴏ́ʀɪᴀ ᴛᴏᴅᴀ.
ᴇsᴘᴇʀᴏ ϙᴜᴇ ɢᴏsᴛᴇᴍ :)

Capítulo 5 - ᴘᴀᴘᴀɪ ᴠᴀɪ ᴏᴅɪᴀʀ sᴀʙᴇʀ ᴅɪssᴏ, ᴘᴏᴛᴛᴇʀ


Fanfic / Fanfiction Não se esqueça de que eu não te odeio - Capítulo 5 - ᴘᴀᴘᴀɪ ᴠᴀɪ ᴏᴅɪᴀʀ sᴀʙᴇʀ ᴅɪssᴏ, ᴘᴏᴛᴛᴇʀ

— MAS QUE PORRA!— uma voz arrastada gritou e foi ao encontro de Harry.

Harry estava no chão, com o corpo trêmulo e suado; os olhos saltando para fora das órbitas e com a mão na cicatriz. Draco já sabia do que se tratava. Lorde das Trevas estava por perto. Lorde das Trevas estava tentando voltar ao poder. Só de pensar em tal possibilidade, o corpo de Draco gelou. O loiro sabia que se Lorde das Trevas voltasse ao poder, Harry correria perigo; e, por mais que Draco fizesse bullying com Harry, ele se preocupava com o moreno. Ele se preocupava ao ponto de estar ali, pensando no que fazer, mesmo sabendo que aquilo não agradaria seus amigos, já que ele estaria ajudando um Grifinório. 

Papai não vai gostar disso. Vou me dar muito mal.

Draco gelou. O pai dele iria detestar aquilo. Iria machucar Draco, e o garoto, por sua vez iria se machucar também. Mas ele não ligou. A única coisa que importava era que o garoto moreno de cabelo bagunçado a sua frente ficasse bem. Draco queria Harry são e salvo.

— Você me deve uma, Potter. Vou chamar alguém e já volto. Fica bem, por favor. — Draco passou a mão pelo rosto de Harry, que, por sua vez, estava quase desacordado, com quase nenhuma força, mas, usou a pouca força que o restava para se aproximar do rosto do loiro, o que fez ambos se arrepiarem e corarem um pouco, mas eles ignoraram. Harry se aproximou mais um pouco e selou os lábios dos dois. Draco arregalou os olhos, mas deu continuidade ao beijo, o que fez Harry segurar o pescoço do loiro para não cair, e, quando eles terminaram o beijo, (épico neah) Draco olhou para Harry e deu um sorriso irônico.

— Papai vai odiar saber disso, Potter. — ambos sorriram e coraram. Harry olhou para Draco, mostrando preocupação no olhar, mas Draco ignorou e fez um gesto para Harry esquecer daquilo. O loiro fitou Harry, analisando cada parte do rosto dele, como se nunca mais fosse ver o mesmo.

— Draco... Seu pai... Ele não vai te fazer mal por isso... Vai? — Draco sorriu com a preocupação de Harry, e mais uma vez passou a mão pelo rosto dele.

— Só se ele descobrir. Você vai contar pra alguém? — Harry negou, o que vez Draco sorrir — Bom, eu também não. Então esse vai ser nosso segredinho, ok? — Draco deu mais um sorriso e se levantou, olhando para Harry com certa pena — Consegue levantar? — Harry assentiu, mas se apoiou no pescoço de Draco do mesmo jeito. Os garotos trocaram olhares e começaram a caminhar, indo para a enfermaria. Vários olhares curiosos os seguiam, e algumas pessoas os olhavam querendo saber o porquê daquela repentina "amizade". Eles sorriram mas não responderam ninguém.

O silêncio parou nos longos minutos que eles caminhavam; Harry tinha que caminhar tão devagar, que eles não estavam nem na metade do caminho.

— Draco, você iria me contar alguma coisa, certo? — Harry falou baixo o suficiente para somente Draco ouvir, e o loiro assentiu, mas antes de Harry falar mais alguma coisa, Draco o interrompeu.

— Agora você precisa ir para a enfermaria. Madame Pomfrey vai saber o que fazer com você... Provavelmente vai chamar até Dumbledore — o loiro riu, mas Harry o olhou com preocupação — Ei... Outra hora eu posso te contar... Eu sei que você iria entender. 

— Não é isso. Claro que eu estou morrendo de curiosidade... Mas sabe, nós não podemos ser amigos... Nem nada mais que isso. Essa é a tradição. Sonserinos odeiam Grifinórios, isso é o certo.

— Harry, as coisas mudam! Você deveria saber disso mais do que ninguém! E só por causa de uma "tradição"... — Draco fez aspas no ar e fez Harry cambalear. O loiro o agarrou e eles se olharam por alguns segundos, atraindo mais olhares — Desculpe... Mas continuando. Uma tradição não define quem somos! — Harry o olhou, com certo brilho nos olhos, o que fez Draco sorrir — Então nós podemos ser o que somos?

— Draco... Eu... Não consigo, sabe? — o sorriso do loiro sumiu, e lágrimas começaram a se formar nos belos olhos acizentados do garoto de rosto pálido. Harry vendo isso, tentou amenizar a situação — Não é sua culpa! E-eu só não consigo... É difícil... Eu passei tanto tempo te odiando, que agora eu não sei o que sinto... Aquele beijo foi um erro. A gente não pode ser nada, além de inimigos. Você não acha? 

Draco paralisou. Aquilo não podia estar acontecendo. Harry não falou aquilo. Aquilo era só imaginação.

 — Aquele beijo foi um erro, Harry Potter? Aquilo foi um erro? Você não pode beijar alguem e falar que foi "um erro"— as lágrimas escorriam descontroladamente pelo rosto de Draco, e Harry também estava segurando para não chorar.  Agora, várias pessoas olhavam e sussuravam, apontando para eles e falando mal, principalmente sobre Draco. Draco, vendo toda aquels cena soltou Harry no chão. Vários Lufanos foram ajudar Harry e olharam torto para Draco. O loiro deu de ombros e se aproximou do ouvido de Harry — Agora você vai ter que me engolir. Eu vou ser pior do que nunca. Poderia ter te deixado pra morrer lá dentro. — Draco se virou e correu em direção as masmorras. Não iria a nenhuma aula hoje. Ele só queria ficar na cama, chorando. 


— Draco fala com a gente... Só queremos te ajudar... — Pansy, uma das amigas de Draco estava sentada ao lado do garoto, passando a mão pelos cabelos loiros dele, enquanto Draco ficava com o rosto enterrado no travesseiro, caindo em lágrimas.

— Só... Vai embora, Pansy. Eu... Não quero falar com ninguém agora. Me deixa em paz. — a voz de Draco, que sempre era segura, orgulhosa e superior, agora chorosa, trêmula e fraca. Ele passara horas naquela cama, se acabando de chorar 

— Cara, ela só quer te ajudar. A gente só quer te ajudar. — Blaise, um outro amigo de Draco, estava na cama ao lado, observando toda aquela cena, também tentando ajudar Draco, e descobrir o que aconteceu. — Tenta parecer menos ingrato e deixa ela ao ficar aqui. 

— Cala a boca Blaise. Deixa o Draco quieto. — Pansy o repreendeu, e o garoto abriu a boca para respondê-la, mas Draco se adiantou.

— Como vocês conseguem transformar tudo em discussão? — Draco, que até agora só mandava os amigos pararem de o perguntar o que aconteceu, se virou rapidamente e olhou para os dois com raiva. Os dois ficaram calados, olhando para o rosto de Draco. Olhos vermelhos e inchados, e bochechas molhadas. Aquele não era Draco. Por sorte, nenhum dos dois olhou para o Braço de Draco, que no momento tinha pequenas gotas de sangue e alguns cortes a mais. Aquele deve ter sido um dia piores dias de Draco.

— Desculpa... — disseram os dois, ao mesmo tempo.

— O.k., mas por favor, sem discussões agora... Eu não estou com paciência para isso, sério. — Draco falou com um sorriso fraco, para despreocupar os amigos, o que fez Pansy sorrir mais e o abraçar.

— Draco, a gente não vai mais brigar na sua frente! Só... 

— Conta pra gente o que aconteceu. — Blaise cortou a frase de Pansy no meio e ordenou que Draco contasse. O loiro suspirou e se arrumou na cama, de um jeito que ele ficasse confortável. Blaise olhava fixamente para uma parte de Draco, mas o loiro ignorou, pensando que era alguma coisa idiota como sempre. — Draco, o que é isso no seu braço? — Blaise perguntou e Draco sentiu um arrepio. Blaise viu. Pansy, indiscreta como sempre, puxou os dois braços e soltou uma exclamação olhando para os cortes no braço pálido de Draco. Talvez ela tenha dito um palavrão, ou talvez tenha dito alguma coisa de apoio. O que era? Ninguémuém soube, porque segundos depois ela estava em prantos abraçada com Draco.

— Valeu por ser discreto, Zabini. — Blaise e Pansy olharam assustados para Draco. O loiro nunca chamava os amigos pelo sobrenome, só se eles tiverem feito alguma coisa MUITO errada. Ninguém se mexeu. — Agora, se vocês me derem licença, eu preciso fazer algumas coisas. — Draco se levantou, mas antes que pudesse dar algum passo, Pansy segurou o braço dele e Blaise se levantou, ficando parado na frente do loiro. Draco nunca reparou o quanto Blaise era maior e mais corpudo que ele. Blaise, parecendo que também havia reparado aquilo, empurrou Draco e o loiro caiu na cama, com uma expressão de dor e raiva.

— Você vai nos contar o que aconteceu agora, Malfoy. Vai contar por bem — Blaise pegou a varinha e apontou para Draco —, ou por mal. 

— Prefiro não contar. — Draco tentou se levantar novamente, mas Pansy, que parecia mais preocupada com o que Blaise poderia fazer do que Draco, o puxou pelo braço e o fez ficar sentado na cama, olhando para o amigo.

— Conta logo, Draco. Você sabe que a gente nunca conta pra ninguém. O que aconteceu no trio, fica no trio. — Pansy olhou para Draco, com os olhos cheio de lágrimas, então Draco, querendo sair daquela situação, começou a falar.


— Como assim Potter te beijou? — Pansy, que estava num misto de raiva e tristeza, estava sentada no chão, e Blaise deitou a cabeça no colo da amiga. Eles se olhavam confusos, mas faziam poucas perguntas, para que Draco não precissasse contar a história toda de novo.

— Sabe quando a boca de duas pessoas se encosta, Pansy? Então, foi assim, olha — Blaise fez um gesto engraçado, e os três riram. Pela primeira vez em horas, Draco estava se sentindo uma pessoa normal.

— Draco... Última pergunta... E esses... — a garota baixou o tom de voz — cortes? — 

O sorriso de Draco foi embora. Ele estava torcendo pra ninguém perguntar sobre isso. Agora ele teria que inventar alguma coisa.

— A gente sabe quando você mente, Draco. Não adianta nem tentar. — Blaise, como se estivesse lendo a mente do Draco se pronunciou antes de que o loiro pudesse inventar alguma coisa. — Só... fala a verdade, você sabe que a gente não te julga.

— Mamãe faz isso sempre que está triste. Aí eu aprendi. O papai sempre foi um idiota com a gente, e ela sempre fez isso para não o magoar. A gente tem medo dele. — os olhos do loiro tornaram a marejar, e ele se calou. Não iria falar mais nada.

  ▶️ Flashback on▶️

— Cale a boca e deixe eu castigar MEU filho do jeito que eu quiser, Narcissa! — Lucius Malfoy gritava com a esposa, e Draco que estava no chão olhando para os dois com medo não parava de chorar. Ele devia ter uns sete anos de idade.

— Ele é NOSSO filho, Lucius! Eu tenho o direito de não castigá-lo. Foi só um erro! Aqui não é uma cadeia, ele pode errar e a gente vai sempre corrigir, mas igual pessoas normais, não animais! — Narcissa, mãe de Draco também gritava, mas era para proteger Draco. O loiro odiava ver a mãe naquele estado, tendo que brigar pela segurança do filho. Draco odiava aquilo. — Agora se você puder deixar de ser um babaca e deixar o menino ser feliz, todo mundo ficaria agradecido!

— Um babaca, Narcissa? VOCÊ TEM A CARA DE PAU DE ME CHAMAR DE BABACA?! EU QUE TE TIREI DAQUELA CASA, DE PERTO DAQUELA IRMÃ TRAIDORA DE SANGUE E DE PERTO DA PSICOPATA DA BELLATRIX! EU SOU O BABACA? 

— Draco, vai pro quarto. — o loiro abriu a boca para protestar, mas a mãe o interrompeu — Agora.

O loiro se levantou e começou a caminhar. A porta se fechou e ele ouviu gritos. Lucius estava fazendo de novo.


A noite caiu, e Draco foi se deitar. Lucius saiu para beber alguma coisa e a mãe se trancou no quarto, chorando. 

Horas depois, o garoto ficou com vontade de ir ao banheiro, então, se levantou e caminhou lentamente até lá. Ouvia vozes, os pais estavam discutindo de novo.

— E se esse garoto fizer isso, Narcissa?! Você é muito fraca, mulher. Por que não se mata logo?! — pelo tom de voz era evidente que Lucius estava bêbado. Draco ouvia alguém fungar o nariz, então abriu uma pequena fresta da porta. Era a mãe, e ela tinha alguma coisa no braço. Cortes. 

— Eu não me mato porque eu tenho por quem lutar. Essa pessoa definitivamente não é você. Seu bêbado inútil. Agora se me der licença, eu vou ao banheiro. — Narcissa se levantou e caminhou até a porta. Draco correu. Ninguém podia saber o que acontece naquela casa 

✖️ Flashback off✖️


Draco caminhava pensativo, Pansy e Blaise ao lado dele, todos em silêncio. Ninguém iria falar nada, depois do dia cansativo que tiveram. Os olhos d Draco ainda estavam vermelhos, e o de Pansy também. Eles nem tentaram disfarçar nada.

Potter havia saído da enfermeira e tirou o dia para ficar com seus amigos; Ron Weasley, um traidor de sangue, e Hermione Granger, uma sangue-ruim. Parecia que eles estavam seguindo Draco, sempre se esbarravam. Então, em uma "esbarrada" Potter decidiu falar com Draco.

— Você contou para seus amigos? — a voz de Harry saiu seca e ignorante 

— Isso não é da sua conta, mestiço fedido. — Draco replicou o mais rápido que pôde. Potter olhou para o loiro com um olhar assustado.

— Eu não queria ter dito aquilo...

— Mas disse. Faz diferença agora?  — Pansy decidiu se pronunciar, e todos olharam para ela. Draco sorriu.

— Cala a boca, Parkinson. Isso é assunto dos dois. — Hermione replicou, mas se calou quando Ron deu um puxão de braço nela.

— Cala a boca você, sangue-ruim. E nem tente nada, Weasley. Você sabe que eu sou mais rápido, mais ágil e mais inteligente.  —  Blaise se adiantou, vendo que Ron iria sacar a varinha.

— Gente, não liguem para eles. Os capangas do Malfoy gostam de fazer isso mesmo. Eles adoram encher o saco.

— Cala a boca, Potter. Vamos gente. É melhor ficarmos longe dessas aberrações.


Os três caminharam juntos até o final do corredor. Draco estava tremendo e tudo a sua volta estava embaçado. Mais lágrimas caíram pelo rosto do garoto e ele abraçou Pansy. O mundo parecia estar acabando. 


— Calma Draco... Ele vai se tocar...


— Ele já tinha se tocado! Mas eu não deixei ele terminar o que iria dizer. Papai estava certo. Eu não deveria estar aqui. — Draco soltou Pansy e começou a correr para longe dos amigos. Ele não queria falar com ninguém, pelo menos não agora.


— Eu sou uma aberração... Eu não devia estar aqui... Eu sou fraco... Papai está certo. Em tudo. — Draco sussuravam para si mesmo enquanto se aprroximava de algum lugar em que ninguém ousaria chegar perto: floresta proibida.


— Tem alguém aí? — uma voz que Draco conhecia bem estava gritando. Era Harry.

— Não tem ninguém aqui, Harry! Por que você acha que alguém seria doido de vir aqui? — outra voz, que Draco não reconheceu também estava gritando. Era uma garota. Aquilo fez o sangue de Draco ferver. Por que Harry estava com uma garota?!

— A gente veio procurar o Draco, Cho! Para de me encher o saco! 

— Você disse Draco? Por que você está procurando Draco? Calma. Draco Malfoy?!

— É. Agora cala a boca e me ajuda a procurar.

Os passos dos dois estavam cada vez mais próximos e Draco tremeu. Ele não queria ver Harry tão cedo. Mas mesmo assim, Harry queria vê-lo, e conseguiu.

— Aí está você! Vem Draco, a gente precisa conversar.

— Sai Potter.

— Draco vem. — o moreno puxou Draco pelo braço, mas segundos depois o soltou. Tinha alguma coisa muito estranha acontecendo.

Tudo ao redor deles começou a rodar, isso só porque Draco não conseguiu conter a raiva. A magia estava descontrolada dentro dele. O garoto não agentava tanta magia assim, e acabou caindo. Cho correu para perto deles.

— Harry, o que está acontecendo?! Por que ele está assim?

— Me ajuda a levantar ele! Ele precisa de ajuda.

— Não preciso, Potter. Saiam daqui. — Draco empurrou os dois para longe dele e caminhou para longe. Ele iria machucar alguém. Ele sempre machucava. — Saiam daqui, por favor! Isso nunca acaba bem!

— Vamos Harry, vamos chamar algum professor ou outra pessoa! Ele precisa de alguém mais experiente e que saiba o que é isso que está acontecendo.

— E deixar ele aqui?! Isso é pedir para ele morrer, Cho. Ele pode se machucar!

— A GENTE PODE SE MACHUCAR! — Cho gritou e Draco colocou a mão sobre os ouvidos. Harry tentou se aproximar, mas Cho o puxou para trás.

— ME LARGA CHO — Harry gritou e Cho o puxou para longe. Draco estava sozinho ali, e mesmo se pedisse ele não iriam embora. Só restava correr. — DRACO VOLTA AQUI! — Harry correu atrás do garoto e Cho foi atrás de Harry.

— HARRY DEIXA ELE E VAMOS PROCURAR AJUDA! — Cho gritou e puxou Harry. O moreno estava chorando, e Draco também. Aquele foi definitivamente o pior dia de Draco.




Notas Finais


ᴠᴀɪ ᴛᴇʀ ᴘᴀʀᴛᴇ ᴅᴏɪs ᴘϙ ᴇᴜ ᴀᴍᴇɪ
ᴇsᴘᴇʀᴏ ϙᴜᴇ ᴛᴇɴʜᴀᴍ ɢᴏsᴛᴀᴅᴏ,
❀֟፝֟፝͜͜͡͡͡Ꭼɭᥱᥒᥲ Տᥲɭѵᥲ∤᥆ɾᥱᬼ


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