História Não Somos Amigas - Capítulo 8


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Categorias Victorious
Personagens Jade West, Tori Vega
Tags Brilhante Vitória, Jade West, Lgbt, Romance, Tori Vega, Victorious
Visualizações 20
Palavras 706
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Festa do Pijama II


Foram interrompidas pelos aplausos do público, pois a apresentação da banda acabara. A performance seguinte era de Andre.

Sua música contava a história de um casal apaixonado preso em um triângulo amoroso. Utilizava uma metáfora com o Sol, a Lua e o mar: a Lua pode passar a noite com o mar, quando ele consegue apagar o Sol no fim da tarde. O encerramento foi especialmente bonito, pois se deu exatamente no pôr-do-sol, rendendo muitos aplausos.

Adoraram a performance e a música do amigo, mas antes mesmo de a banda seguinte subir ao palco, Tori e Jade já estavam no carro.

— Então, aonde você quer ir? – perguntou Jade

— Que tal pra sua casa? – sugeriu Tori com um sorriso malicioso.

Apesar de Jade ter tentado demonstrar insatisfação com a resposta, algo dizia a Tori que ela gostava desse seu lado provocador.


Ao chegarem, o lugar ainda estava vazio. Se dirigiram direto ao quarto de Jade, sem cerimônias, já entregues aos beijos. Passaram a noite juntas, dessa vez em uma cama confortável e cheia de almofadas, em vez de no chão da sala, como a primeira vez. Mas essa não foi a única diferença.

A luz do sol matinal acordou Tori primeiro. A noite anterior parecia um sonho. Tudo do dia anterior parecia um sonho, na verdade. Mesmo agora era difícil acreditar que era real, com tanto rosa à sua volta. Mas a garota a seu lado, tão linda, num sono tão calmo, confirmava que não havia imaginado aquilo.

Pensando em como Jade conseguia parecer vulnerável e ameaçadora ao mesmo tempo, Tori decidiu acordá-la gradualmente: brincando com seu nariz, acariciando levemente seu rosto, percorrendo os dedos por entre aqueles cabelos escuros.

Aos poucos, a imagem de Tori naquela primeira manhã de férias – o primeiro dia do resto de suas vidas – entrava em foco nos olhos verdes de Jade.

— Ei, bom dia – disse num sorriso sonolento.

— Você fica tão linda dormindo… – disse Tori, deitando-se de forma a seus olhos ficarem na direção dos de Jade.

— Acho que você é a primeira pessoa que já me viu dormir assim.

— Oh… Nem mesmo Beck? – perguntou Tori surpresa – Quer dizer que vocês nunca…

— Bom, sim... umas duas ou três vezes. Mas nunca passamos a noite inteira juntos assim.

— Nossa… Posso perguntar por quê?

— Não sei. Meu pai não era muito fã do Beck pra ele passar a noite aqui. Nem eu era muito fã daquele trailer pra passar a noite lá. – fez uma pausa – E quanto a você?

— Umas duas ou três vezes também. Mas nunca com uma garota.

— Quer dizer que eu fui a primeira garota a ver Tori Vega dormir, que honra – riu Jade.

Passaram o restante da manhã na cama, apenas aproveitando a companhia uma da outra e se conhecendo ainda melhor.

— Então, quando foi que você percebeu que me amava? – brincou Tori.

— Eu nunca disse que te amava! – protestou Jade.

— Não que precise, tá escrito na sua cara! – disse Tori passando os dedos no rosto de Jade.

Mas não demorou muito até que Jade prendesse as mãos de Tori com as suas e os lábios de Tori com os seus, encerrando a discussão.

— É engraçado – disse Jade – como isso não faz o menor sentido.

— O quê?

— Eu não gosto de você, Tori. Mal te considero minha amiga. Mas… nunca me senti tão completa como quando estou com você. E até aqueles beijos cenográficos me deixavam nervosa. Não faz sentido nenhum.

— Bom… acho que não precisa fazer sentido. Só precisa te fazer feliz.

Sorriram, brincando com as mãos uma da outra.

— E como você se sente? – quis saber Jade.

— A pessoa mais sortuda do mundo – respondeu Tori imediatamente –. Naquele dia que você disse que não terminaria com Beck… eu não sei, acho que ali que eu percebi que estava a fim de você, porque aquilo realmente me deixou triste.

— Eu tava confusa. Eu queria você, mas não sabia ainda. Mas agora eu sei.

— E agora você tem.

Jade se virou para encontrar os olhos de Tori, que pediam os seus. E todo o seu corpo pedia o dela. Não precisavam de palavras para se entenderem, e muito menos para atenderem seus desejos.



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