História Não somos heróis, somos vigilantes...(interativa) - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Vagas Abertas
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura meus amores.

Capítulo 5 - Gatinha e mágico


Sayuri on

           Ando pelas ruas de Kiev normalmente enquanto procuro aquele idiota pra ir almoçar comigo.

               Acho ele próximo a esquina de um restaurante, onde uma multidão começava a se juntar em volta dele.

- Se aproximem aqui, se aproximem. - falava o Zac chamando as pessoas pra mais perto - Pra um truque que eu pretendo fazer eu preciso de um voluntário, ou uma voluntária, dessa bela plateia.

- Eu, eu. - fala um garoto de cabelos loiros se aproximando dele.

- Um jovem corajoso, me diga, que Tipo de mágica você quer?

- Fazer  algo levitar.

- Tem algo com você?

- Tenho isso. - ele entrega uma bússola pro mágico.

- Muito bem, agora vai pra trás - o garoto começa a se afastar - Mais, mais. - ele vai até sair da multidão - Agora, pega. - ele joga a bússola e a mesma vai flutuando bem devagar até cair no bolso do garoto.

- Vocês combinaram isso, não é possível. - fala uma moça de cabelos ruivos na platéia.

- Então escolha sua mágica.

- Que tal adivinhação?

- Ok, eu sei que todos aqui estão na hora do almoço, ou quase todos, você está aqui porque trabalha como operaria de caixa, ou trabalhava pelo menos.

- Como você?

- Mas não se preocupe, entre naquele restaurante e peça uma vaga ao chefe, você vai estar de volts no trabalho amanhã. - ele pisca um dos olhos pra ela e a mesma vai pro restaurante.

- Você disse que todos aqui estavam em hora de almoço?

- Menos ela e aquele homem ali. - ele aponta pra um cara usando uma toca vermelha. - ele veio se encontrar com alguém ali no restaurante e eu vou parar por aqui porque se contar oque eu sei não vai se der vem a noite.

- Queremos mais.

- Então me dêem uma generosa oferta e amanha o seu mago estará de volta com mais magicas pra encantar os seus olhos, e antes que eu me esqueça - ele tira uma flor do chapéu e joga pro homem - vai lá pegar ela, uma rosa pra outra.

- E o dinheiro. - coloquem na cartola. - todos colocam seus trocados na cartola.

- E como sabemos se não é só mais um pilantra.

- Simples. - ele vira a cartola e o dinheiro não cai, ou continua ali - Não tem como combinar com a multidão inteira.

- Belo jogo Zac. - falo conforme me aproximo dele.

- Gostou né Sayuri?

- Pra um gay você sempre é mais provocativo com as mulheres do que com os homens, por que isso?

- Todos os mágicos são galantiadores, esse é nosso trabalho.

- Então use isso pro lado que você gosta ou vai ficar mais sozinho que gato em canil.

- Só não digo nada porque eu acho que você tem razão.

- Então vamos almoçar solteirão.

- Você não tem aliança desde que eu saiba.

- E nem você.

- Só vamos comer tá?

           Seguimos pra dentro do restaurante e pedimos o mesmo de sempre, alguns peixes e algumas massas que não me pessam pra explicar, comida Ucraniana não é das melhores que existem no mundo.

- Preciso que me faça um favor mais tarde.

- Qual?

- Minhas cartas falaram de algo que estaria chegando, não vi direito oque era, mas sei que vai envolver a gente e mais um povo aí.

- E pra que precisa de mim mais tarde?

- Quero que leve um cara nesse endereço pra mim. - ele me entrega um coringa.

- O que eu faço com isso?

- Pisca três vezes. - obedeço ele e a carta marca um nome e um endereço.

- Eu odeio seus códigos.

- Eu amo meus códigos, agora tchauzinho. - ele estala os dedos e some em uma nuvem de fumaça rosa, deixando o dinheiro pra rachar a conta encima da mesa.

- Não me explica nada mais mesmo...

          Pago a conta e volto pro trabalho, fico cuidando dos gatos e de alguns outros bichinhos que aparecem lá na clinica, menos dos cachorros.

- Aonde vai? - fala uma das minhas colegas de clinica.

- Já deu meu horário, falou.

- Tchau.

             Ando até o local em que ele falou pra eu encontrar ele na carta e vejo ele fazendo mágica pra um cara pouco antes de sumir e aparecer atrás de mim.

- Bu.

- Tenta de novo.

- Droga.

- É ele que eu tenho que guiar?

- Sim, preciso que leve ele até o necrotério pra mim.

- E como eu faço isso?

- Vire um gato. - obedeço ele e fico na minha forma  - Agora é sua vez de fazer mágica. - ele estala os dedos e eu caio dentro da lata de lixo ao lado do cara, pelo menos ela tava vazia, mas o cheiro ficou, eu vou fazer aquele viado me dar banho até eu cheirar a rosas, ele vai ver.

            O homem vem conferir oque aconteceu e eu saio da lata, dou um jeito de fazer ele me seguir até o necrotério e assim que eu entro sou puxada de volta pra onde o Zac estava.

- Tudo bom?

- Não. - saio da forma de gato e cruzo os braços.

- Por que?

- Eu vou ficar cheirando a lixo por uma semana.

- Relaxa. - ele estala os dedos e eu apareço toda enfeitada e cheirando a  rosas - Pronto, agora está bem melhor.

- Agora pode me dizer pra que isso?

- Não sei, as cartas só dão o nome, nunca entregam todos os paços de uma vez...


Notas Finais


Foi isso por hoje, bj e tchauzinho.


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