História Não somos irmãos - Kim Taehyung - Capítulo 7


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Notas do Autor


Quase que eu não posto hoje, sério. Minha bateria acabou, meu celular deu a louca, fiquei sem idéias por uma hora e chorei.
Mas estou aqui. Me desculpem pela demora e eu espero de verdade que vocês gostem, Desculpe-me por terminar nessa parte, prometo tentar fazer algo melhor da próxima vez.

Eu amo vocês. Obrigado pelos comentários de apoio e todos os favoritos. Desculpem os erros e obrigado.


Boa leitura!

Capítulo 7 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Não somos irmãos - Kim Taehyung - Capítulo 7 - Capítulo 6

 Seul, Coreia do Sul.

09 de Janeiro de 2019

08:15 AM.

...

A manhã estava fria, o dia nublado, mas eu me mantinha aquecida com seu corpo no meu, seu cheiro era tão gostoso e se misturava com o meu, nós nos encontrávamos nus, tampados com o colchoado, meu nariz tocou sua pele e o mesmo me puxou para mais perto, sorri e beijei seu pescoço.

— Precisamos nos arrumar... - falo e meus lábios roçam sua pele. — Amor?

— Só mais cinco minutos. Quero ficar assim com você, para sempre. - sorrio.

— Eu também, mas tenho faculdade e você trabalho. - bato em seu abdômen. — Temos que enfrentar a fera.

— Namjoon? - pergunta ainda com os olhos fechados.

— Sim, sério... Meu pai quer matar a gente. - suspiro. — Vamos lá amor.

— Está bem. - me sento na cama e olho ele. — Me da um beijo.

— Sem beijo, vamos logo. - rio.

— Amor, não seja malvada. Vou ficar sem você o dia todo. - o mesmo senta e me encara.

— Está bem, só um. - me aproximo e deposito um beijo carinhoso em seus lábios.

— Eu te amo. - ele sorri e me da um selinho.

— Eu te amo. - repito seu ato. — Muito.

Escutamos batidas na porta e olhamos a mesma, nos tampamos com o cobertor e permitimos a pessoa entrar. Era mamãe, sorrio e olho ela.

— Bom dia queridos. - ela sorri e caminha até a cama.

— Bom dia mãe. - falo.

— Bom dia. - Tae, sorri e acaricia meus cabelos.

— Vim chamar vocês, Namjoon já foi trabalhar... Vamos tomar café? - assinto.

— Vamos... Ah, mãe pode nos dar licença? - pergunto e ela ri alto.

— Vou esperar vocês lá embaixo. - assinto e vejo a mesma sair do quarto. Olho Taehyung e ele ri.

— Podemos ter uma rapidinha? - bato em seu ombro e rio.

— Seu safado. - dou um beijo em sua bochecha e me levanto da cama, procuro minhas roupas e acho apenas a camisa do Taehyung. Coloco a mesma e olho Tae.

— Ficou linda em você. - sorrio e o mesmo se levanta. Caminha até mim e abraça minha cintura.

— Vou tomar um banho... Quer tomar comigo?

— Amor, vou tomar no meu quarto hoje. Podemos tomar outro a noite?

— Está bem. - faz um biquinho e eu rio.

— Vai lá. - o empurro até a porta do banheiro.

— Só desta vez.

— Está bem. - deixo o mesmo entrar e caminho para fora do quarto, fecho a porta e vou até o meu quarto.

...

Depois do café, subo ao quarto outra vez, procuro uma roupa no roupeiro e pego um macacão jeans, troco de roupa e arrumo meus cabelos. A porta se abre e Taehyung entra, sorrio e caminho até o mesmo. Paro em sua frente e abraço sua cintura.

— Você está linda. - sorrio.

— Obrigado. Bem, vamos... Tenho que entrar as dez horas e agora são nove e trinta e cinco. - falo e o mesmo assente. Dou um selinho no mesmo e ele beija minha testa, pego minha bolsa e a pasta da faculdade, saímos do quarto e caminhamos até as escadas, descemos e encontramos mamãe sentada no sofá.

— Vocês já vão? - perguntou a mesma e se levantou.

— Sim, volto cedo hoje. - Taehyung falou.

— Vão com cuidado. - ela sorri.

— Obrigado mamãe, se cuide também. - sorrio e caminho para fora de casa, Taehyung vem logo atrás.

Mirae —minha mãe—, é uma mulher maravilhosa, cheia de harmonia e carinho, ela é a melhor mãe que alguém como eu poderia ter. Sou muito feliz por te-lo, sei que meu pai não é diferente, sei que só está chateado, e que isso é difícil para ele, eu o entendo. Sempre foi um pai carinhoso e cheio de amor para dar, eu me sinto tão triste e distante dele nesse momento.

— Está tudo bem? - Taehyung pergunta abrindo a porta do carro.

— Oh, sim. - sorrio. — Me desculpe.

— Tudo bem... Vamos lá, entre. - sorrio e entro.

— Vai me buscar hoje? - olho ele, enquanto coloco o cinto.

— Vou. - sorri e faz o mesmo que eu. — Vamos sair hoje?

— Claro, vamos aonde? - pergunto vendo o mesmo ligar o carro e sair em direção a avenida.

— Vamos em um parque de diversão. - arregalo os olhos e rio.

— Está bem. - coloco a mão em sua coxa e fico com ela no local. Ele coloca sua mão encima da minha e segura a mesma.

— Obrigado. - olho o mesmo.

— Pelo o quê? - pergunto.

— Por não desistir de mim.

— Nunca irei desistir de você. - sorrio e faço um carinho em sua mão.

— Nem eu de você. Nunquinha. - ele sorri e para no sinal vermelho.

...

— Eu te amo. - falo antes de sair do carro. — Até mais tarde.

— Eu também te amo. Boa aula. - sorrio e fecho a porta. — Até mais tarde.

E Taehyung parte, olho seu carro virar a esquina e entro no pátio da faculdade, caminho para a minha sala e adentro a mesma, sento em meu lugar e sorrio ao ver minha amiga se aproximar.

— Como você está? - pergunto e a mesma senta ao meu lado.

— Melhor... E você? - sorrio ao lembrar da noite passada.

— Meu pai descobriu sobre mim e Taehyung, assim como mamãe. - falo e minha amiga arregala os olhos. — Calma, minha mãe aceitou. Papai ainda está bravo e não fala com nós.

— Meu Deus. - minha amiga fala e suspira. — Boa sorte. Seu pai não é nada fácil.

— Obrigado. - ficamos em silêncio assim que o professor entra.

A aula segue normal, calma e chata. O sinal do intervalo bateu e eu sai junto a Sofi da sala, Jimin venho até a gente e logo abraçou minha melhor amiga, sorri e deixei os dois "sozinhos", fui para o pátio e me sentei em um banquinho ao lado da cantina, fiquei olhando em volta e a noi6 passada venho outra vez em minha mente. Sorri que nem uma adolescente com o primeiro namorado. Bobinha e toda feliz. Ri de mim mesma e peguei meu celular no bolso do macacão. Enviei uma mensagem a Tae.

||O que está fazendo?

Trabalhando, e a faculdade? ||

|| estou no intervalo, estou com saudades.

Eu também, vou ir te buscar logo. ||

|| Ok, obrigado. Eu te amo.

Eu também te amo. ||

|| Vou ir comer algo, te chamo depois.

Está bem, até depois. ||

Guardo o celular e me levanto, vou até a cantina e compro uma salada de frutas, me sento por ali mesmo e começo a comer, Sofi passa por mim e eu aceno para ela, que sorri e abraça Jimin. Penso comigo o quanto é bom ver que ela está bem, estou tão feliz por ela. Além disso, ela é minha melhor amiga e a única que não me julga. Eu a amo tanto e sei que também me ama. Afinal, são anos de amizade. Minha irmã de outra mãe. Sorrio e termino de comer. Coloco o potinho descartável no lixo e vou ao banheiro.

...

O sinal bateu, avisando que já podíamos ir embora, dei graças a Deus e me despedi de Sofi, sai para o pátio e esperei Taehyung na frente do portão, logo o mesmo chega, sorrio e entro no carro.

— Ah, estou cansada. - falo. — Como foi o trabalho?

— Cansativo, vamos para casa. - sorrio e dou um selinho no mesmo.

— Vamos. - ele passa a mão por meu rosto e liga o carro. Da a partida e ficamos em silêncio o caminho todo.

Ao chegar em casa, entro e vejo meu pai no sofá. Taehyung entra logo atrás e olha para meu pai, Namjoon corre os olhos por nós e volta os mesmos para a tv. Suspiro e passo pela sala, Taehyung vem atrás, mas nós paramos assim que ouvimos a voz grossa chamar por nós dois.

— Venham aqui. Quero falar com vocês. - giro meu corpo e caminho até o sofá ao lado dele. Tae faz o mesmo e senta ao meu lado, olhamos atentamente ao mesmo e esperamos que fale algo, os olhos castanho escuro correm até nós e o mesmo fala. — Desde quando? Desde quando vocês estão assim?

— Faz pouco tempo... Na verdade, pai. Eu amo Taehyung desde os 15 anos. - os olhos do mesmo vão até sua mão.

— Eu não sei o que fazer. Eu não posso ficar bravo ou expulsa-los de casa, mas também não consigo entender. Vocês foram criados como irmãos, porquê isso agora? - o mais velho nos olha e seus olhos são pura tristeza.

— Não mandamos nos sentimentos, muito menos no coração. - Taehyung fala. — Você deve saber muito melhor que nós, como é amar e ser amado. Eu sei que você não consegue entender, eu sei que você queria uma família normal. Mas eu não tenho culpa de ama-la, e nem ela tem culpa de me amar. É difícil entender isso, eu sei... De verdade. Mas eu te peço, tenta entender nós.

— O que eu posso fazer? Não mando nos sentimentos de vocês, e entender agora, vai ser a melhor opção. - ele sorri. — Eu vou tentar conviver com vocês namorando, vou fazer o possível.

— Está falando sério? - pergunto e sorrio.

— Estou. Olha, eu não quero netos. Não agora. - levanto e abraço o mesmo.

— Eu te amo pai. Te amo muito. - não consigo conter as lágrimas.

— Eu também te amo querida. Me desculpe por não entender antes. - assinto e sorrio para o mesmo. Olho Taehyung que está de pé e corro' para abraça-lo.

Felicidade: é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções ou sentimentos que vão desde o contentamento até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem, ainda, o significado de bem-estar espiritual ou paz interior. 

Feliz, é como eu me sinto agora, não consigo escrever o medo que senti minutos atrás, a insegurança e o receio de perder minha família. É estranho, tudo que ta acontecendo. Mas eu estou feliz. Feliz em ver que não perdi meu pai, e muito menos a pessoa que eu amo e amei por anos. Sabem o que é medo? O medo é: A ideia de que algo ou alguma coisa possa ameaçar a segurança ou a vida de alguém, faz com que o cérebro ative, involuntariamente, uma série de compostos químicos que provocam reações que caracterizam o medo.

Minha mãe desce as escadas e para ao ver nós abraçados e Papai sorrindo.

— O que aconteceu aqui? - olho ela e sorrio.

— O Papai aceitou. - ela sorri e corre para nós abraçar, me entrego nos braços de minha mãe e me permito ter seu amor e carinho, ela afaga meu cabelo e beija minha bochecha.

— Eu te amo mamãe. - sorrio.

— Eu também te amo querida. - ela faz carinho em minha costas. — Ah, precisamos comemorar.

— Claro. - meu pai da pulinhos e eu rio.

— Vamos ao parque? - Taehyung sugira e eu assinto.

— Está bem, vão se arrumar. - papai fala. — Vamos no meu carro.

Eu e Taehyung corremos feito uma criança para o quarto, subimos as escadas e entramos cada um em seu quarto. Vou ao roupeiro e separo uma roupa, logo escuto batidas na porta e Taehyung entra.

— Vamos tomar banho juntos? - ele sorri.

— Vamos. - pego a toalha e puxo o mesmo pela mão, caminhamos para o banheiro, e Taehyung girou meu corpo, colocou as mãos na minha cintura e me puxou para um beijo.

Suas mãos dançaram em meu corpo e meu corpo se chocou com a parede, Taehyung tirou minha blusa e eu o ajudei tirar a sua. Em um piscar de olhos, nós nos encontrávamos totalmente nus, pulei e trancei minhas pernas na cintura do mesmo, ele entrou no boxe comigo e ligou o chuveiro, a água caiu em nossos corpos e meu corpo se arrepiou.

Continua...


Notas Finais




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